1. katabhqi kaqison epi thn ghn parqenoV qugathr babulwnoV eiselqe eiV to skotoV qugathr caldaiwn oti ouketi prosteqhsh klhqhnai apalh kai trufera
2. labe mulon aleson aleuron apokaluyai to katakalumma sou anakaluyai taV poliaV anasurai taV knhmaV diabhqi potamouV
3. anakalufqhsetai h aiscunh sou fanhsontai oi oneidismoi sou to dikaion ek sou lhmyomai ouketi mh paradw anqrwpoiV
4. eipen o rusamenoV se kurioV sabawq onoma autw agioV israhl
5. kaqison katanenugmenh eiselqe eiV to skotoV qugathr caldaiwn ouketi mh klhqhV iscuV basileiaV
6. parwxunqhn epi tw law mou emianaV thn klhronomian mou egw edwka eiV thn ceira sou su de ouk edwkaV autoiV eleoV tou presbuterou ebarunaV ton zugon sfodra
7. kai eipaV eiV ton aiwna esomai arcousa ouk enohsaV tauta en th kardia sou oude emnhsqhV ta escata
8. nun de akouson tauta h trufera h kaqhmenh pepoiquia h legousa en th kardia authV egw eimi kai ouk estin etera ou kaqiw chra oude gnwsomai orfaneian
9. nun de hxei exaifnhV epi se ta duo tauta en mia hmera chreia kai ateknia hxei exaifnhV epi se en th farmakeia sou en th iscui twn epaoidwn sou sfodra
10. th elpidi thV ponhriaV sou su gar eipaV egw eimi kai ouk estin etera gnwqi oti h sunesiV toutwn kai h porneia sou estai soi aiscunh kai eipaV th kardia sou egw eimi kai ouk estin etera
11. kai hxei epi se apwleia kai ou mh gnwV boqunoV kai empesh eiV auton kai hxei epi se talaipwria kai ou mh dunhsh kaqara genesqai kai hxei epi se exapinhV apwleia kai ou mh gnwV
12. sthqi nun en taiV epaoidaiV sou kai th pollh farmakeia sou a emanqaneV ek neothtoV sou ei dunhsh wfelhqhnai
13. kekopiakaV en taiV boulaiV sou sthtwsan kai swsatwsan se oi astrologoi tou ouranou oi orwnteV touV asteraV anaggeilatwsan soi ti mellei epi se ercesqai
14. idou panteV wV frugana epi puri katakahsontai kai ou mh exelwntai thn yuchn autwn ek flogoV oti eceiV anqrakaV puroV kaqisai ep' autouV
15. outoi esontai soi bohqeia ekopiasaV en th metabolh sou ek neothtoV anqrwpoV kaq' eauton eplanhqh soi de ouk estai swthria
Notas de rodapé:
47:1-3 - Babilônia é retratada como uma donzela humilhada, destinada ao juízo divino. Isso simboliza a queda de reinos arrogantes diante do poder de Deus (veja também Daniel 5:26-28 e Apocalipse 18:7-8).
47:7-8 - Babilônia se vangloria de sua segurança e diz "Eu sou, e não há outro além de mim". Essa arrogância atrai o juízo de Deus, que abate o orgulho humano (veja também Provérbios 16:18 e Obadias 1:3-4).
47:10-11 - A confiança de Babilônia em sua sabedoria e feitiçarias é condenada. O texto mostra que nenhum poder humano pode escapar do juízo divino (veja também Deuteronômio 18:10-12 e Ezequiel 28:17).
47:12-13 - Os encantamentos e conselhos astrológicos de Babilônia falham, demonstrando a futilidade de confiar em forças criadas, em vez do Criador (veja também Isaías 44:24-25 e Salmo 146:3).
47:15 - O abandono final de Babilônia pelos aliados ressalta a futilidade de confiar em ajuda humana para escapar do juízo divino (veja também Lamentações 1:2 e Ezequiel 28:7-8).
Versículos relacionados com Isaías, 47:
Isaías capítulo 47 anuncia o julgamento de Babilônia. Como Deus lida com o orgulho das nações? Este texto profético retrata a queda da poderosa Babilônia, expondo sua arrogância e crueldade. O capítulo serve como advertência contra a confiança em poder humano e práticas ocultas. Isaías 47 aborda temas como justiça divina, a transitoriedade do poder mundano e as consequências do orgulho. Pondere conosco sobre cinco passagens bíblicas que se relacionam com as advertências solenes deste capítulo impactante.
Apocalipse 18:7-8: "O quanto ela se glorificou e viveu no luxo, deem-lhe outro tanto de tormento e tristeza. Ela se vangloria em seu coração: 'Estou sentada como rainha; não sou viúva e jamais terei tristeza'. Por isso, num só dia virão sobre ela as suas pragas: morte, tristeza e fome. Ela será consumida pelo fogo, pois poderoso é o Senhor Deus que a julga." - Esta passagem sobre a queda da Babilônia no Apocalipse ecoa o julgamento contra Babilônia profetizado em Isaías 47.
1 Tessalonicenses 5:3: "Quando disserem: 'Paz e segurança', então, de repente, a destruição virá sobre eles, como as dores sobre a mulher grávida; e de modo nenhum escaparão." - Este aviso de Paulo reflete o tema de julgamento repentino encontrado em Isaías 47:9,11.
Lucas 1:51-52: "Ele realizou poderosos feitos com seu braço; dispersou os que são soberbos no mais íntimo do coração. Derrubou governantes dos seus tronos, mas exaltou os humildes." - O cântico de Maria ecoa os temas de Isaías 47, onde Deus humilha os poderosos e exalta os humildes.
Tiago 4:13-16: "Ouçam agora, vocês que dizem: 'Hoje ou amanhã iremos para esta ou aquela cidade, passaremos um ano ali, faremos negócios e ganharemos dinheiro'. Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa. Ao invés disso, deveriam dizer: 'Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo'. Agora, porém, vocês se vangloriam das suas pretensões. Toda vanglória como essa é maligna." - Esta advertência de Tiago contra a arrogância e a confiança excessiva na sabedoria humana reflete os temas de Isaías 47:10.
1 Pedro 5:5: "Da mesma forma jovens, sujeitem-se aos mais velhos. Sejam todos humildes uns para com os outros, porque 'Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes'." - Este versículo ecoa o tema de Isaías 47, onde Deus se opõe aos orgulhosos, como a Babilônia.
FAQ:
O que Isaías 47 diz sobre o juízo de Babilônia?
Isaías 47 profetiza a queda de Babilônia, que será humilhada e destruída por seu orgulho e corrupção. Deus usará outra nação para trazer o juízo sobre ela. (Isaías 47:1-15)
Como Babilônia é descrita em Isaías 47?
Babilônia é descrita como uma "virgem" que se orgulha de seu poder, mas será castigada por seus pecados, especialmente sua arrogância e confiança em sua riqueza. (Isaías 47:7-9)
O que Deus promete para o futuro de Israel em Isaías 47?
Apesar do juízo sobre Babilônia, Deus promete restaurar Israel e libertá-lo da opressão das nações, revelando Sua soberania. (Isaías 47:4-5)
Por que Babilônia será destruída em Isaías 47?
Babilônia será destruída por causa de seu orgulho, seu abuso de poder e sua confiança nos próprios ídolos e encantamentos, em vez de confiar em Deus. (Isaías 47:10-15)
Como a queda de Babilônia serve de lição para outras nações?
A queda de Babilônia mostra que nenhum império humano pode durar sem a justiça de Deus. As nações são chamadas a reconhecer a soberania divina. (Isaías 47:11-15)