1. kai egeneto tw mhni tw ebdomw hlqen ismahl uioV naqaniou uiou elasa apo genouV tou basilewV kai deka andreV met' autou proV godolian eiV masshfa kai efagon ekei arton ama
2. kai anesth ismahl kai oi deka andreV oi hsan met' autou kai epataxan ton godolian on katesthsen basileuV babulwnoV epi thV ghV
3. kai pantaV touV ioudaiouV touV ontaV met' autou en masshfa kai pantaV touV caldaiouV touV eureqentaV ekei
4. kai egeneto th hmera th deutera pataxantoV autou ton godolian kai anqrwpoV ouk egnw
5. kai hlqosan andreV apo sucem kai apo salhm kai apo samareiaV ogdohkonta andreV exurhmenoi pwgwnaV kai dierrhgmenoi ta imatia kai koptomenoi kai manaa kai libanoV en cersin autwn tou eisenegkein eiV oikon kuriou
6. kai exhlqen eiV apanthsin autoiV ismahl autoi eporeuonto kai eklaion kai eipen autoiV eiselqete proV godolian
7. kai egeneto eiselqontwn autwn eiV to meson thV polewV esfaxen autouV eiV to frear
8. kai deka andreV eureqhsan ekei kai eipan tw ismahl mh anelhV hmaV oti eisin hmin qhsauroi en agrw puroi kai kriqai meli kai elaion kai parhlqen kai ouk aneilen autouV en mesw twn adelfwn autwn
9. kai to frear eiV o erriyen ekei ismahl pantaV ouV epataxen frear mega touto estin o epoihsen o basileuV asa apo proswpou baasa basilewV israhl touto eneplhsen ismahl traumatiwn
10. kai apestreyen ismahl panta ton laon ton kataleifqenta eiV masshfa kai taV qugateraV tou basilewV aV parekateqeto o arcimageiroV tw godolia uiw acikam kai wceto eiV to peran uiwn ammwn
11. kai hkousen iwanan uioV karhe kai panteV oi hgemoneV thV dunamewV oi met' autou panta ta kaka a epoihsen ismahl
12. kai hgagon apan to stratopedon autwn kai wconto polemein auton kai euron auton epi udatoV pollou en gabawn
13. kai egeneto ote eidon paV o laoV o meta ismahl ton iwanan kai touV hgemonaV thV dunamewV thV met' autou
14. kai anestreyan proV iwanan
15. kai ismahl eswqh sun oktw anqrwpoiV kai wceto proV touV uiouV ammwn
16. kai elaben iwanan kai panteV oi hgemoneV thV dunamewV oi met' autou pantaV touV kataloipouV tou laou ouV apestreyen apo ismahl dunatouV andraV en polemw kai taV gunaikaV kai ta loipa kai touV eunoucouV ouV apestreyen apo gabawn
17. kai wconto kai ekaqisan en gabhrwq-camaam thn proV bhqleem tou poreuqhnai eiselqein eiV aigupton
18. apo proswpou twn caldaiwn oti efobhqhsan apo proswpou autwn oti epataxen ismahl ton godolian on katesthsen basileuV babulwnoV en th gh
Notas de rodapé:
48:1-2 - A profecia contra Moabe destaca o juízo de Deus sobre o orgulho e a confiança de Moabe em sua própria força. Deus derrubará Moabe como punição por sua autossuficiência e maldade (veja também Isaías 16:6-14 e Ezequiel 25:8-11).
48:3-6 - O lamento de Moabe é retratado como um povo que se vê derrotado, sem esperança, refletindo a desolação que acompanha o afastamento de Deus e a resistência à Sua soberania (veja também Amós 5:18-20 e Apocalipse 18:9-19).
48:7-10 - Moabe será invadido por inimigos, e seus ídolos e lugares de adoração serão destruídos. Isso reflete a fragilidade de confiar em coisas ou em pessoas em vez de confiar em Deus, que é a única fonte de segurança verdadeira (veja também Salmo 20:7 e Isaías 44:9-20).
48:11-14 - Moabe é descrito como um vinho que não fermenta, simbolizando uma nação que não sofreu a disciplina e o aperfeiçoamento de Deus. Sua falta de transformação resultará em destruição (veja também Mateus 9:17 e 1 Coríntios 11:31-32).
48:29-30 - O orgulho de Moabe é condenado, e o povo de Moabe será destruído. A história de Moabe serve como um aviso contra a soberba e o afastamento de Deus, que sempre traz consequências (veja também Provérbios 16:18 e Tiago 4:6).
Versículos relacionados com Jeremias, 48:
Jeremias capítulo 48 proclama o juízo de Deus sobre Moabe. Que lições emergem desta extensa profecia? Este texto detalhado descreve a destruição vindoura de Moabe, seu orgulho e a lamentação sobre sua queda. O capítulo aborda temas como as consequências do orgulho nacional, a futilidade dos ídolos e a compaixão de Deus mesmo no julgamento. Jeremias 48 revela a complexidade das emoções divinas diante da necessidade de justiça. Analise conosco cinco passagens bíblicas que iluminam os princípios duradouros deste capítulo abrangente.
Isaías 16:6-7: "Temos ouvido da soberba de Moabe, do seu orgulho exagerado, da sua arrogância, da sua insolência e das suas jactâncias sem fundamento. Por isso os moabitas prantearão, todos eles prantearão por Moabe. Lamentem, profundamente entristecidos, pelos bolos de passas de Quir-Haresete." - Esta passagem de Isaías ecoa o tema do julgamento contra Moabe encontrado em Jeremias 48, destacando o orgulho de Moabe como razão para seu castigo.
Amós 2:1-2: "Assim diz o Senhor: 'Por três transgressões de Moabe, e por quatro, não suspenderei o castigo, porque queimou, até reduzi-los a cal, os ossos do rei de Edom. Por isso, porei fogo em Moabe, e ele consumirá as fortalezas de Queriote; Moabe morrerá em meio ao tumulto, entre gritos de guerra e ao som da trombeta.'" - Amós também profetiza contra Moabe, reforçando o tema do julgamento divino contra esta nação, como visto em Jeremias 48.
Sofonias 2:8-9: "Ouvi os insultos de Moabe e as zombarias dos amonitas, que insultaram o meu povo e fizeram ameaças contra o seu território. Por isso, juro pela minha vida, declara o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Moabe se tornará como Sodoma, e Amom, como Gomorra: um lugar tomado por urtigas e poços de sal, uma desolação perpétua. O remanescente do meu povo os saqueará; o restante da minha nação herdará a terra deles." - Sofonias profetiza contra Moabe, assim como Jeremias 48, mostrando a consistência da mensagem profética contra esta nação.
Ezequiel 25:8-11: "Assim diz o Soberano Senhor: 'Visto que Moabe e Seir disseram: Vejam, a nação de Judá tornou-se como todas as outras nações", por isso exporei o flanco de Moabe, começando por suas cidades fronteiriças, que são a glória da terra: Bete-Jesimote, Baal-Meom e Quiriataim. Eu a entregarei, juntamente com os amonitas, como possessão às nações do oriente, para que os amonitas não sejam lembrados entre as nações; e trarei juízo sobre Moabe. Então eles saberão que eu sou o Senhor.'"" - Ezequiel também profetiza contra Moabe, reforçando o tema do julgamento divino presente em Jeremias 48.
Salmos 83:4-6: "Eles dizem: 'Venham, vamos destruí-los como nação, para que o nome de Israel não seja mais lembrado!' Com um só propósito tramam juntos; é contra ti que fazem acordos: as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos," - Este salmo menciona Moabe entre os inimigos de Israel, refletindo o contexto histórico por trás das profecias contra Moabe em Jeremias 48.
FAQ:
Contra quem Jeremias profetizou neste capítulo?
Jeremias profetizou contra Moabe, anunciando sua destruição devido ao seu orgulho e idolatria. (Jeremias 48:1-5)
Por que Moabe seria destruído?
Moabe confiava em sua riqueza e ídolos, mas Deus traria juízo sobre a nação. (Jeremias 48:7-8)
O que significa Moabe ser comparado a um vinho que não foi derramado de vasilha em vasilha?
Moabe não havia passado por dificuldades, mas agora enfrentaria um tempo de julgamento. (Jeremias 48:11-12)
Qual foi a resposta de Deus ao orgulho de Moabe?
Deus afirmou que humilharia Moabe, pois Ele resiste aos soberbos e exalta os humildes. (Jeremias 48:29-30)
O que Deus prometeu no final do julgamento contra Moabe?
Deus prometeu restaurar Moabe nos últimos dias, mostrando Sua misericórdia. (Jeremias 48:47)