1. in finem in laudibus psalmus Asaph canticum ad Assyrium
2. notus in Judæa Deus in Israël magnum nomen ejus
3. et factus est in pace locus ejus et habitatio ejus in Sion
4. ibi confregit potentias arcuum scutum et gladium et bellum diapsalma
5. inluminas tu mirabiliter de montibus æternis
6. turbati sunt omnes insipientes corde dormierunt somnum suum et nihil invenerunt omnes viri divitiarum manibus suis
7. ab increpatione tua Deus Jacob dormitaverunt qui ascenderunt equos
8. tu terribilis es et quis resistet tibi ex tunc ira tua
9. de cælo auditum fecisti judicium terra timuit et quievit
10. cum exsurgeret in judicium Deus ut salvos faceret omnes mansuetos terræ diapsalma
11. quoniam cogitatio hominis confitebitur tibi et reliquiæ cogitationis diem festum agent tibi
12. vovete et reddite Domino Deo vestro omnes qui in circuitu ejus adferent munera terribili
13. et ei qui aufert spiritus principum terribili apud reges terræ
Notas de rodapé:
75:1 - O salmista agradece a Deus por Sua justiça e poder. Essa gratidão é um reconhecimento da soberania divina na história, um tema central na adoração (veja também Salmo 100:4 e 1 Tessalonicenses 5:18).
75:2-3 - A declaração de que Deus julgará as nações destaca a certeza do juízo divino e a importância da retidão. A visão do salmista reafirma a crença de que Deus não ignora a injustiça (veja também Salmo 9:7-8 e Apocalipse 20:11-12).
75:4-5 - A advertência aos arrogantes sobre a necessidade de humildade é um lembrete da fragilidade humana. Este aviso se aplica a todos que se levantam contra a autoridade e a justiça de Deus (veja também Provérbios 16:18 e Tiago 4:6).
75:6-7 - O salmista afirma que não é do Oriente ou do Ocidente que vem a exaltação, mas de Deus. Essa afirmação reafirma a soberania de Deus sobre todas as nações e poderes (veja também Daniel 2:21 e Romanos 13:1).
75:8-10 - A descrição do cálice da ira de Deus simboliza o juízo contra os ímpios. A promessa de que os justos se alegrarão é uma esperança de vindicação e recompensa final (veja também Salmo 16:5-6 e Apocalipse 21:7).
Versículos relacionados com Liber Psalmorum, 75:
Salmo 75, atribuído a Asafe, é um hino de gratidão e advertência. Como Deus exerce Seu juízo sobre a terra? Este texto poderoso afirma a soberania de Deus como juiz justo, alertando os arrogantes e encorajando os justos. O salmo aborda temas de julgamento divino, humildade e a certeza do triunfo final de Deus. Salmo 75 oferece uma perspectiva equilibrada sobre a justiça divina. Reflita conosco sobre cinco passagens bíblicas que amplificam o tema do juízo justo neste salmo instrutivo.
1 Samuel 2:7-8: "O Senhor empobrece e enriquece; abate e exalta. Levanta o pobre do pó e, do monturo, ergue o necessitado, para os fazer assentar com os príncipes, para os fazer herdar o trono de glória; porque do Senhor são as colunas da terra, e assentou sobre elas o mundo." - Esta declaração do poder de Deus para exaltar e humilhar reflete os temas do Salmo 75.
Daniel 2:21: "Ele muda os tempos e as estações; remove reis e estabelece reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos que têm entendimento." - Este versículo ecoa a afirmação do Salmo 75 sobre o julgamento divino e o controle de Deus sobre os assuntos humanos.
Lucas 1:52: "Depôs dos tronos os poderosos e elevou os humildes." - Este trecho do Magnificat de Maria reflete o tema do Salmo 75 sobre Deus como o justo juiz que humilha os soberbos e exalta os humildes.
Apocalipse 14:10: "Também beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro." - Esta imagem do julgamento divino ecoa a metáfora do cálice de julgamento mencionada no Salmo 75.
Provérbios 8:15-16: "Por mim, reinam os reis, e os príncipes decretam justiça. Por mim, governam os príncipes, os nobres e todos os juízes da terra." - Esta declaração da sabedoria divina governando através dos líderes terrenos reflete o tema do Salmo 75 sobre a soberania de Deus nos assuntos humanos.
FAQ:
O que o salmista diz sobre a soberania de Deus em Salmo 75?
O salmista afirma que Deus é o juiz soberano, exaltando e humilhando quem Ele desejar, controlando o destino dos justos e ímpios. (Salmo 75:6-7)
O que o salmista diz sobre os ímpios?
O salmista adverte que os ímpios não devem se exaltar, pois o julgamento de Deus os derrubará, e Ele trará justiça. (Salmo 75:4-5, 10)
Como o salmista descreve o julgamento de Deus?
O salmista descreve o julgamento de Deus como inevitável, em que Ele retira o cálice da ira e o dá aos ímpios, punindo-os. (Salmo 75:8)
O que o salmista diz sobre a exaltação dos justos?
O salmista declara que os justos serão exaltados por Deus, e Ele mesmo estabelecerá a justiça na terra. (Salmo 75:7-10)
Como o salmista encerra o salmo?
O salmista encerra o salmo com uma confiança na justiça de Deus, proclamando que Ele fará justiça e que os justos se alegrarão. (Salmo 75:9-10)