1. en taiV hmeraiV autou anebh naboucodonosor basileuV babulwnoV kai egenhqh autw iwakim douloV tria eth kai epestreyen kai hqethsen en autw
2. kai apesteilen autw touV monozwnouV twn caldaiwn kai touV monozwnouV suriaV kai touV monozwnouV mwab kai touV monozwnouV uiwn ammwn kai exapesteilen autouV en th gh iouda tou katiscusai kata ton logon kuriou on elalhsen en ceiri twn doulwn autou twn profhtwn
3. plhn epi ton qumon kuriou hn en tw iouda aposthsai auton apo proswpou autou en amartiaiV manassh kata panta osa epoihsen
4. kai ge aima aqwon execeen kai eplhsen thn ierousalhm aimatoV aqwou kai ouk hqelhsen kurioV ilasqhnai
5. kai ta loipa twn logwn iwakim kai panta osa epoihsen ouk idou tauta gegrammena epi bibliw logwn twn hmerwn toiV basileusin iouda
6. kai ekoimhqh iwakim meta twn paterwn autou kai ebasileusen iwakim uioV autou ant' autou
7. kai ou proseqeto eti basileuV aiguptou exelqein ek thV ghV autou oti elaben basileuV babulwnoV apo tou ceimarrou aiguptou ewV tou potamou eufratou panta osa hn tou basilewV aiguptou
8. uioV oktwkaideka etwn iwakim en tw basileuein auton kai trimhnon ebasileusen en ierousalhm kai onoma th mhtri autou nesqa qugathr ellanaqan ex ierousalhm
9. kai epoihsen to ponhron en ofqalmoiV kuriou kata panta osa epoihsen o pathr autou
10. en tw kairw ekeinw anebh naboucodonosor basileuV babulwnoV eiV ierousalhm kai hlqen h poliV en perioch
11. kai eishlqen naboucodonosor basileuV babulwnoV eiV thn polin kai oi paideV autou epoliorkoun ep' authn
12. kai exhlqen iwakim basileuV iouda epi basilea babulwnoV autoV kai oi paideV autou kai h mhthr autou kai oi arconteV autou kai oi eunoucoi autou kai elaben auton basileuV babulwnoV en etei ogdow thV basileiaV autou
13. kai exhnegken ekeiqen pantaV touV qhsaurouV oikou kuriou kai touV qhsaurouV oikou tou basilewV kai sunekoyen panta ta skeuh ta crusa a epoihsen salwmwn basileuV israhl en tw naw kuriou kata to rhma kuriou
14. kai apwkisen thn ierousalhm kai pantaV touV arcontaV kai touV dunatouV iscui aicmalwsiaV deka ciliadaV aicmalwtisaV kai pan tektona kai ton sugkleionta kai ouc upeleifqh plhn oi ptwcoi thV ghV
15. kai apwkisen ton iwakim eiV babulwna kai thn mhtera tou basilewV kai taV gunaikaV tou basilewV kai touV eunoucouV autou kai touV iscurouV thV ghV aphgagen apoikesian ex ierousalhm eiV babulwna
16. kai pantaV touV andraV thV dunamewV eptakisciliouV kai ton tektona kai ton sugkleionta ciliouV panteV dunatoi poiounteV polemon kai hgagen autouV basileuV babulwnoV metoikesian eiV babulwna
17. kai ebasileusen basileuV babulwnoV ton maqqanian uion autou ant' autou kai epeqhken to onoma autou sedekia
18. uioV eikosi kai enoV eniautou sedekiaV en tw basileuein auton kai endeka eth ebasileusen en ierousalhm kai onoma th mhtri autou amital qugathr ieremiou
19. kai epoihsen to ponhron enwpion kuriou kata panta osa epoihsen iwakim
20. oti epi ton qumon kuriou hn epi ierousalhm kai en tw iouda ewV aperriyen autouV apo proswpou autou kai hqethsen sedekiaV en tw basilei babulwnoV
Notas de rodapé:
24:1-4 - Durante o reinado de Jeoaquim, o rei da Babilônia, Nabucodonosor, invade Judá. Os pecados de Manassés continuam a trazer consequências sobre Judá, resultando na subjugação ao império babilônico. Isso reflete a justiça de Deus em punir a idolatria persistente (veja também Jeremias 25:9-11 e 2 Reis 21:11-12).
24:10-12 - Nabucodonosor cerca Jerusalém, e Jeoaquim se rende. Ele é levado em cativeiro para a Babilônia, marcando o início da queda de Judá. Esse evento cumpre as advertências dos profetas sobre o exílio iminente devido à desobediência do povo (veja também Jeremias 22:24-27 e 2 Crônicas 36:6-7).
24:13-14 - Os tesouros do Templo e do palácio são saqueados, e muitos dos habitantes de Jerusalém são levados ao exílio. Esse saque dos bens sagrados simboliza a devastação espiritual e material de Judá (veja também Jeremias 52:17-19 e Daniel 1:1-2).
24:15-16 - O rei Joaquim e os nobres de Judá são exilados, deixando apenas os mais pobres na terra. Essa deportação dos líderes e guerreiros sinaliza a humilhação de Judá e o cumprimento do julgamento profético sobre a nação (veja também Jeremias 52:28-30 e Ezequiel 17:12-14).
24:18-20 - Zedequias, o último rei de Judá, faz o que é mau aos olhos do Senhor, contribuindo para a queda definitiva do reino. Sua rebeldia e a insistência no pecado mostram como o julgamento de Deus era inevitável, devido à dureza de coração do povo (veja também 2 Crônicas 36:11-13 e Jeremias 52:1-3).
Versículos relacionados com II Reis, 24:
2 Reis capítulo 24 narra o início do fim do reino de Judá. Como o julgamento divino se desenrola sobre uma nação rebelde? Este texto crucial descreve os reinados de Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, o primeiro deportação para Babilônia e o cerco de Jerusalém. O capítulo aborda temas como as consequências inevitáveis do pecado, a fidelidade de Deus às Suas palavras e o fim da linhagem davídica no trono. 2 Reis 24 também destaca o cumprimento das profecias anteriores. Desvende conosco cinco passagens bíblicas que se correlacionam com os temas profundos deste capítulo impactante.
Jeremias 22:24-25: "Juro pela minha vida', declara o Senhor, 'que mesmo que você, Joaquim, filho de Jeoaquim, rei de Judá, fosse um anel de selar em meu dedo direito, eu o arrancaria dali. Eu o entregarei nas mãos daqueles que querem tirar-lhe a vida, daqueles que você teme; nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e dos babilônios'." - Esta profecia de Jeremias se alinha com os eventos descritos em 2 Reis 24:10-16, onde Joaquim é levado cativo para a Babilônia.
Ezequiel 19:5-9: "Quando viu que sua esperança se havia frustrado, que seus planos tinham fracassado, ela tomou outro de seus filhotes e fez dele um leão forte. [...] Mas nações se juntaram para combatê-lo de todos os lados [...] E o colocaram numa jaula e o levaram com ganchos ao rei da Babilônia'." - Esta passagem alegórica se refere provavelmente à captura de Joaquim, relatada em 2 Reis 24:10-16.
Daniel 1:1-2: "No terceiro ano do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio a Jerusalém e a sitiou. E o Senhor entregou Jeoaquim, rei de Judá, nas suas mãos, e também alguns dos utensílios do templo de Deus. Ele levou os utensílios para o templo do seu deus na terra de Sinear e os colocou na casa do tesouro do seu deus." - Este relato em Daniel fornece uma perspectiva adicional sobre o início do cativeiro babilônico, complementando 2 Reis 24:1-4.
Habacuque 1:6-7: "Estou levantando os babilônios, aquele povo cruel e impetuoso, que marcha através da extensão da terra para apoderar-se de moradias que não são suas. É um povo apavorante e temível; eles são uma lei para si mesmos e promovem a sua própria honra." - Esta profecia de Habacuque prevê a ascensão dos babilônios como instrumento de julgamento, o que se cumpre nos eventos de 2 Reis 24.
Jeremias 24:1: "O Senhor me mostrou duas cestas de figos arrumadas diante do templo do Senhor. Isso aconteceu depois que Nabucodonosor, rei da Babilônia, levou Joaquim, filho de Jeoaquim, rei de Judá, os líderes de Judá, os artesãos e os artífices para o exílio, de Jerusalém para a Babilônia." - Jeremias usa a imagem dos figos para ilustrar a situação dos exilados e dos que ficaram em Jerusalém, relacionando-se aos eventos de 2 Reis 24:10-16.
FAQ:
Quem foi o rei de Judá no início de 2 Reis 24?
No início de 2 Reis 24, Joaquim, filho de Jeconias, foi o rei de Judá. Ele reinou três meses e foi levado prisioneiro para a Babilônia. (2 Reis 24:1-6)
Por que Nabucodonosor atacou Judá em 2 Reis 24?
Nabucodonosor atacou Judá porque Joaquim se rebelou contra ele, desafiando o domínio babilônico. Isso resultou na primeira invasão babilônica de Judá. (2 Reis 24:10-16)
Qual foi o destino de Joaquim após a invasão babilônica?
Joaquim foi levado prisioneiro para Babilônia, onde permaneceu até ser libertado pelo rei Evil-Merodaque após 37 anos de cativeiro. (2 Reis 24:12-15)
Quem sucedeu Joaquim no trono de Judá?
Após a prisão de Joaquim, seu tio Zedequias foi nomeado rei de Judá por Nabucodonosor. (2 Reis 24:17)
O que aconteceu com Judá após a morte de Joaquim?
Após a morte de Joaquim, Judá sofreu grandes dificuldades, incluindo mais invasões e a destruição de Jerusalém. (2 Reis 24:20)