Mosaico decorativo

1. autai ai paideiai salwmwntoV ai adiakritoi aV exegrayanto oi filoi ezekiou tou basilewV thV ioudaiaV

1. Não te gabes do dia de amanhã porque não sabes o que ele poderá engendrar.

2. doxa qeou kruptei logon doxa de basilewV tima pragmata

2. Que seja outro que te louve, não a tua própria boca; um estranho, não teus próprios lábios.

3. ouranoV uyhloV gh de baqeia kardia de basilewV anexelegktoV

3. Pesada é a pedra, pesada a areia, mais pesada ainda é a cólera de um tolo.

4. tupte adokimon argurion kai kaqarisqhsetai kaqaron apan

4. Crueldade do furor, ímpetos da cólera: mas quem pode suportar o ciúme?

5. kteine asebeiV ek proswpou basilewV kai katorqwsei en dikaiosunh o qronoV autou

5. Melhor é a correção manifesta do que uma amizade fingida.

6. mh alazoneuou enwpion basilewV mhde en topoiV dunastwn ufistaso

6. As feridas do amigo são provas de lealdade, mas os beijos do que odeia são abundantes.

7. kreisson gar soi to rhqhnai anabaine proV me h tapeinwsai se en proswpw dunastou a eidon oi ofqalmoi sou lege

7. Saciado o apetite, calca aos pés o favo de mel; para o faminto tudo o que é amargo parece doce.

8. mh prospipte eiV machn tacewV ina mh metamelhqhV ep' escatwn hnika an se oneidish o soV filoV

8. Um pássaro que anda longe do seu ninho: tal é o homem que vive longe de sua terra.

9. anacwrei eiV ta opisw mh katafronei

9. Azeite e incenso alegram o coração: a bondade de um amigo consola a alma.*

10. mh se oneidish men o filoV h de mach sou kai h ecqra ouk apestai all' estai soi ish qanatw [10a] cariV kai filia eleuqeroi aV thrhson seautw ina mh eponeidistoV genh alla fulaxon taV odouV sou eusunallaktwV

10. Não abandones teu amigo, o amigo de teu pai; não vás à casa do teu irmão em dia de aflição. Vale mais um vizinho que está perto, que um irmão distante.*

11. mhlon crusoun en ormiskw sardiou outwV eipein logon

11. Sê sábio, meu filho, alegrarás meu coração e eu poderei responder ao que me ultrajar.

12. eiV enwtion crusoun sardion poluteleV dedetai logoV sofoV eiV euhkoon ouV

12. O homem prudente percebe o mal e se põe a salvo; os imprudentes passam adiante e aguentam o peso.

13. wsper exodoV cionoV en amhtw kata kauma wfelei outwV aggeloV pistoV touV aposteilantaV auton yucaV gar twn autw crwmenwn wfelei

13. Toma a sua veste, porque ficou fiador de outrem, exige o penhor que deve aos estrangeiros.

14. wsper anemoi kai nefh kai uetoi epifanestatoi outwV oi kaucwmenoi epi dosei yeudei

14. Quem, desde o amanhecer, louva seu vizinho em alta voz é censurado de o ter amaldiçoado.

15. en makroqumia euodia basileusin glwssa de malakh suntribei osta

15. Goteira que cai de contínuo em dia de chuva e mulher litigiosa, tudo é a mesma coisa.

16. meli eurwn fage to ikanon mhpote plhsqeiV exemeshV

16. Querer retê-la é reter o vento, ou pegar azeite com a mão.

17. spanion eisage son poda proV ton seautou filon mhpote plhsqeiV sou mishsh se

17. O ferro com o ferro se aguça; o homem aguça o homem.

18. ropalon kai macaira kai toxeuma akidwton outwV kai anhr o katamarturwn tou filou autou marturian yeudh

18. Quem trata de sua figueira, comerá seu fruto; quem cuida do seu senhor, será honrado.

19. odouV kakou kai pouV paranomou oleitai en hmera kakh

19. Como o reflexo do rosto na água, assim é o coração do homem para o homem.*

20. wsper oxoV elkei asumforon outwV prospeson paqoV en swmati kardian lupei [20a] wsper shV imatiw kai skwlhx xulw outwV luph androV blaptei kardian

20. A morada dos mortos e o abismo nunca se enchem; assim os olhos do homem são insaciáveis.

21. ean peina o ecqroV sou trefe auton ean diya potize auton

21. Há um crisol para a prata, um forno para o ouro; assim o homem é provado pela sua reputação.

22. touto gar poiwn anqrakaV puroV swreuseiV epi thn kefalhn autou o de kurioV antapodwsei soi agaqa

22. Ainda que pisasses o insensato num triturador, entre os grãos, com um pilão, sua loucura não se separaria dele.

23. anemoV boreaV exegeirei nefh proswpon de anaideV glwssan ereqizei

23. Certifica-te bem do estado do teu gado miúdo; atende aos teus rebanhos,

24. kreitton oikein epi gwniaV dwmatoV h meta gunaikoV loidorou en oikia koinh

24. porque a riqueza não é eterna e a coroa não permanece de geração em geração.

25. wsper udwr yucron yuch diywsh proshneV outwV aggelia agaqh ek ghV makroqen

25. Quando se abre o prado, quando brotam as ervas, uma vez recolhido o feno das montanhas,

26. wsper ei tiV phghn frassoi kai udatoV exodon lumainoito outwV akosmon dikaion peptwkenai enwpion asebouV

26. tens ainda cordeiros para te vestir e bodes para pagares um campo,

27. esqiein meli polu ou kalon timan de crh logouV endoxouV

27. leite de cabra suficiente para teu sustento, para o sustento de tua casa e a manutenção das tuas servas.

28. wsper poliV ta teich katabeblhmenh kai ateicistoV outwV anhr oV ou meta boulhV ti prassei

28.



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