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CNBB – O que deveria ser a campanha da fraternidade 2018

Toda Quaresma a CNBB lança uma campanha. Este ano o tema é “Fraternidade e Superação da Violência”. Descubra o que foi omitido e os absurdos que foram cometidos.

Como sugestão para esta quaresma, leia o livro “Meditações Para a Quaresma” de Santo Tomás de Aquino:
https://livraria.bibliacatolica.com.br/produto/meditacoes-para-a-quaresma/

5 Vias de São Tomás de Aquino

EXISTÊNCIA DE DEUS

Iª Via – Prova do movimento

IIª Via – Prova da causalidade eficiente

IIIª Via – Prova da contingência

IVª Via – Dos graus de perfeição dos entes

Vª Via – Prova da existência de Deus pelo governo do mundo

“Ninguém afirma: “Deus não existe’ sem antes ter desejado que Ele não exista”.

Esta frase, de um filósofo muito suspeito, por ser esotérico – Joseph de Maistre – tem muito de verdade.

Com efeito, o devedor insolvente gostaria que seu credor não existisse. O pecador que não quer deixar o pecado, passa a negar a existência de Deus.

Por isso, quando se dá as provas da existência de Deus para alguém, não se deve esquecer que a maior força a vencer não é a dos argumentos dos ateus, e sim o desejo deles de que Deus não exista. Não adiantará dar provas a quem não quer aceitar sua conclusão. Em todo caso, as provas de Aristóteles e de São Tomás a respeito da existência de Deus têm tal brilho e tal força que convencem a qualquer um que tenha um mínimo de boa vontade e de retidão intelectual.

É para essas pessoas que fazemos este pequeno resumo dos argumentos de São Tomás sobre a existência de Deus, tendo por base o que ele diz na Suma Teológica I, q.2, a.a 1, 2, 3 e 4.

Inicialmente, pergunta São Tomás se a existência de Deus é verdade de evidência imediata. Ele explica que uma proposição pode ser evidente de dois modos:

1) em si mesma, mas não em relação a nós;

2) em si mesma e para nós.

Uma proposição é evidente quando o predicado está incluído no sujeito. Por exemplo, a proposição o homem é animal é evidente, já que o predicado animal está incluso no conceito de homem.

Quando alguns não conhecem a natureza do sujeito e do predicado, a proposição – embora evidente em si mesma – não será evidente para eles. Ela será evidente apenas para os que conhecem o que significam o sujeito e o predicado. Por exemplo, a frase: “O que é incorpóreo não ocupa lugar no espaço”, é evidente em si mesma e é evidente somente aqueles que sabem o que é incorpóreo.

Tendo em vista tudo isso, São Tomás diz que:

a) A proposição “Deus existe” é evidente em si mesma porque nela o predicado se identifica com o sujeito, já que Deus é o próprio ente.

b) Mas, com relação a nós, que desconhecemos a natureza divina, ela não é evidente, mas precisa ser demonstrada. E o que se demonstra não é evidente. O que é evidente para nós não cabe ser demonstrado.

Portanto, a existência de Deus pode ser demonstrada. Contra isso, São Tomás dá uma objeção, dizendo que a existência de Deus é um artigo de fé. Ora, o que é de fé não pode ser demonstrado. Logo, concluir-se-ia que não se pode demonstrar que Deus existe. São Tomás ensina que há dois tipos de demonstração:

1) Demonstração propter quid (devido a que)

É a que se baseia na causa. Ela parte do que é anterior (a causa) discorrendo para o que é posterior (o efeito).

2) Demonstração quia (porque)

É a que parte do efeito para conhecer a causa.

Quando vemos um efeito mais claramente que sua causa, pelo efeito acabamos por conhecer a causa. Pois o efeito depende da causa, e é, de algum modo, sempre semelhante a ela. Então, embora a existência de

Deus não seja evidente apenas para nós, ela é demonstrável pelos efeitos que dela conhecemos.

A existência de Deus e outras verdades semelhantes a respeito dele que podem ser conhecidos pela razão, como diz São Paulo Rom. I, 19), não são artigos de fé. Deste modo, a fé pressupõe o conhecimento natural, assim como a graça pressupõe a natureza e a perfeição pressupõe o que é perfectível.

Entretanto, alguém que não conheça ou não entenda a demonstração filosófica da existência de Deus, por aceitar a existência dele por fé.

É no artigo 3 dessa questão 2 da 1ª parte da Suma Teológica que São Tomás expõe as provas da existência de Deus. São as famosas 5 vias tomistas.

Iª Via – Prova do movimento

É a prova mais clara.

É inegável que há coisas que mudam. Nossos sentidos nos mostram que a planta cresce, que o céu fica nublado, que a folha passa a ser escrita, que nós envelhecemos, que mudamos de lugar, etc.

Há mudanças substanciais. Ex.: madeira que vira carvão. Há mudanças acidentais. Ex: parede branca que é pintada de verde. Há mudanças quantitativas. Ex: a água de um pires diminuindo por evaporação. Há mudanças locais. Ex: Pedro vai ao Rio

Nas coisas que mudam, podemos distinguir:

a) As qualidades ou perfeições já existentes nelas.

b) as qualidades ou perfeições que podem vir a existir, que podem ser recebidas por um sujeito.

As perfeições existentes são ditas existentes em Ato.

As perfeições que podem vir a existir num sujeito são existentes em Potência passiva. Assim, uma parede branca tem brancura em Ato, mas tem cor vermelha em Potência.

Mudança ou movimento é pois a passagem de potência de uma perfeição qualquer (x) para a posse daquela perfeição em Ato.

M = PX —->> AX

Nada pode passar, sozinho, de potência para uma perfeição, para o Ato daquela mesma perfeição. Para mudar, ele precisa da ajuda de outro ser que tenha aquela qualidade em Ato.

Assim, a panela pode ser aquecida. Mas não se aquece sozinha. Para aquecer-se, ela precisa receber o calor de outro ser – o fogo – que tenha calor em Ato.

Outro exemplo: A parede branca em Ato, vermelha em potência, só ficará vermelha em Ato caso receba o vermelho de outro ser – a tinta – que seja vermelho em Ato.

Noutras palavras, tudo o que muda é movido por outro. É movido aquilo que estava em potência para uma perfeição. Em troca, para mover, para ser motor, é preciso ter a qualidade em ato. O fogo (quente em ato) move, muda a panela (quente em potência) para quente em ato.

Ora, é impossível que uma coisa esteja, ao mesmo tempo, em potência e em ato para a mesma qualidade.

Ex.: Se a panela está fria em ato, ela tem potência para ser aquecida. Se a panela está quente em ato ela não tem potência para ser aquecida.

É portanto impossível que uma coisa seja motor e móvel, ao mesmo tempo, para a mesma perfeição. É impossível, pois, que uma coisa mude a si mesma.

Tudo o que muda é mudado por outro.

Tudo o que se move é movido por outro. Se o ente 1 passou de Potência de x para Ato x, é porque o ente 1 recebeu a perfeição x de outro ente 2 que tinha a qualidade x em Ato.

Entretanto, o ente 2 só pode ter a qualidade x em Ato se antes possuía a capacidade – a potência de ter a perfeição x.

Logo, o ente 2 passou, ele também, de potência de x para Ato x. Se o ente 2 só passou de PX para AX, é porque ele também foi movido por um outro ente, anterior a ele, que possuía a perfeição x em Ato.

Por sua vez, também o ente 3 só pode ter a qualidade x em Ato, porque antes teve Potência de x e só passou de PX para AX pela ajuda de outro ente 4 que tinha a qualidade x em Ato. E assim por diante.

PX —> AX PX (5) —> AX PX (4) —> AX PX (3) —> AX PX (2) —> AX (1)

Esta sequência de mudanças ou é definida ou indefinida. Se a sequência fosse indefinida, não teria havido um primeiro ser que deu início às mudanças.

Noutras palavras, em qualquer sequência de movimentos, em cada ser, a potência precede o ato. Mas, para que se produza o movimento nesse ser, é preciso que haja outro com qualidade em ato.

Se a sequência de movimentos fosse infinita, sempre a potência precederia o ato, e jamais haveria um ato anterior à potência. É necessário que o movimento parta de um ser em ato.

Se este ser tivesse potência, não se daria movimento algum. O movimento tem que partir de um ser que seja apenas ato.

Portanto, a sequência não pode ser infinita.

Ademais, está se falando de uma série de movimentos nas coisas que existem no universo.

Ora, esses movimentos se dão no espaço e no tempo. Tempo-espaço são mensuráveis. Portanto, não são movimentos que se dão no infinito.

A sequência de movimentos em tempo e espaço finitos tem que ser finita.

E que o universo seja finito se compreende, por ser ele material. Sendo a matéria mensurável, o universo tem que ser finito.

Que o universo é finito no tempo se comprova pela teoria do Big Bang e pela lei da entropia. O universo principiou e terá fim. Ele não é infinito no tempo.

Logo, a sequência de movimentos não pode ser infinita, pois se dá num universo finito.

Ao estudarmos as cinco provas de S. Tomás sobre a existência de Deus, devemos ter sempre em mente que ele examina o que se dá nas “coisas criadas”, para, através delas, compreender que existe um Deus que as criou e que lhes deu as qualidades visíveis, reflexos de suas qualidades invisíveis e em grau infinito.

Este primeiro motor não pode ser movido, porque não há nada antes do primeiro. Portanto, esse 1º ente não podia ter potência passiva nenhuma, porque se tivesse alguma ele seria movido por um anterior. Logo, o 1º motor só tem ATO. Ele é apenas ATO, isto é, tem todas as perfeições.

Este ser é Deus.

Deus então é ATO puro, isto é, ATO sem nenhuma potência passiva. Este ser que é ato puro não pode usar o verbo ser no futuro ou no passado. Deus não pode dizer “eu serei bondoso”, porque isto implicaria que não seria atualmente bom, que Ele teria potência de vir a ser bondoso.

Deus também não pode dizer “eu fui”, porque isto implicaria que Ele teria mudado, isto é, passado de potência para Ato. Deus só pode usar o verbo ser no presente. Por isso, quando Moisés perguntou a Deus qual era o seu nome, Deus lhe respondeu “Eu sou aquele que é” (aquele que não muda, que é ato puro).

Também Jesus Cristo ao discutir com os fariseus lhes disse: “Antes que Abraão fosse, eu sou” (Jo. VIII, 58).

E os judeus pegaram pedras para matá-lo porque dizendo eu sou Ele se dizia Deus.

Na ocasião em que foi preso, Cristo perguntou: “a quem buscais ?”, e, ao dizerem “a Jesus de Nazaré”, ele lhes respondeu:

“Eu sou”. E a essas palavras os esbirros caíram no chão, porque era Deus se definindo.

Do mesmo modo, quando Caifás esconjurou que Cristo dissesse se era o Filho de Deus, Ele lhe respondeu:

“Eu sou”. E Caifás entendeu bem que Ele se disse Deus, porque imediatamente rasgou as vestes dizendo que Cristo blasfemara afirmando-se Deus.

Deus é, portanto, ATO puro. É o ser que não muda. Ele é aquele que é. Por isso, a verdade não muda. O dogma não muda. A moral não evolui. O bem é sempre o mesmo.A beleza não muda.

Quando os modernistas afirmam que a verdade, o dogma, a moral, a beleza evoluem, eles estão dizendo que Deus evolui, que Ele não é ATO puro. Eles afirmam que Deus é fluxo, é ação, é processo e não um ente substancial e imutável.

É o que afirma hereticamente a Teologia da Libertação. Diz Frei Boff:

“Assim, o Deus cristão é um processo de efusão, de encontro, de comunhão entre distintos enlaçados pela vida, pelo amor.” (Frei Boff, A Trindade e a Sociedade, p. 169)

Ou então:

“Assim, Mary Daly sugere compreendermos Deus menos como substância e mais como processo, Deus como verbo ativo (ação) e menos como um substantivo. Deus significaria o viver, o eterno tornar-se, incluindo o viver da criação inteira, criação que, ao invés de estar submetida ao ser supremo, participaria do viver divino.” (Frei Boff, A Trindade e a Sociedade, pp. 154-155)

É natural pois que Boff tenha declarado em uma conferência em Teófilo Otono:

Como teólogo digo: sou dez vezes mais ateu que você desse deus velho, barbudo lá em cima. Até que seria bom a gente se livrar dele.” (Frei Boff, Pelos pobres, contra a pobreza, p. 54)

IIª Via – Prova da causalidade eficiente

Toda causa é anterior a seu efeito. Para uma coisa ser causa de si mesma teria de ser anterior a si mesma.

Por isso neste mundo sensível, não há coisa alguma que seja causa de si mesma. Além disso, vemos que há no mundo uma ordem determinada de causas eficientes.

Assim, numa série definida de causas e efeitos, o resfriado é causado pela chuva, que é causada pela evaporação, que é causada pelo calor, que é causado pelo Sol. No mundo sensível, as causas eficientes se concatenam às outras, formando uma série em que umas se subordinam às outras: A primeira, causa as intermediárias e estas causam a última. Desse modo, se for supressa uma causa, fica supresso o seu efeito. Supressa a primeira, não haverá as intermediárias e tampouco haverá então a última.

Se a série de causas concatenadas fosse indefinida, não existiria causa eficiente primeira, nem causas intermediárias, efeitos dela, e nada existiria. ora, isto é evidentemente falso, pois as coisas existem. Por conseguinte, a série de causas eficientes tem que ser definida. Existe então uma causa primeira que tudo causou e que não foi causada.

Deus é a causa das causas não causada. Esta prova foi descoberta por Sócrates que morreu dizendo:

“Causa das causas, tem pena de mim”. A negação da Causa primeira leva à ciência materialista a contradizer a si mesma, pois ela concede que tudo tem causa, mas nega que haja uma causa do universo.

O famoso físico inglês Stephen Hawkins em sua obra “Breve História do Tempo” reconheceu que a teoria do

Big-Bang (grande explosão que deu origem ao universo, ordenando-o e não causando desordem, como toda explosão faz devido a Lei da entropia) exige um ser criador. Hawkins admitiu ainda que o universo é feito como uma mensagem enviada para o homem. Ora, isto supõe um remetente da mensagem. Ele, porém, confessa que a ciência não pode admitir um criador e parte então para uma teoria gnóstica para explicar o mundo.

O mesmo faz o materialismo marxista. Negando que haja Deus criador do universo, o marxismo se vê obrigado a transferir para a matéria as qualidades da Causa primeira e afirmar, contra toda a razão e experiência, que a matéria é eterna, infinita e onipotente. Para Marx, a matéria é a Causa das causas não causada.

IIIª Via – Prova da contingência

Na natureza, há coisas que podem existir ou não existir. Há seres que se produzem e seres que se destroem. Estes seres, portanto, começam a existir ou deixam de existir. Os entes que têm possibilidade de existir ou de não existir são chamados de entes contingentes. Neles, a existência é distinta da sua existência, assim o ato é distinto da potência. Ora, entes que têm a possibilidade de não existir, de não ser, houve tempo em que não existiam, pois é impossível que tenham sempre existido.

Se todos os entes que vemos na natureza têm a possibilidade de não ser, houve tempo em que nenhum desses entes existia. Porém, se nada existia, nada existiria hoje, porque aquilo que não existe não pode passar a existir por si mesmo. O que existe só pode começar a existir em virtude de um outro ente já existente. Se nada existia, nada existiria também agora. O que é evidentemente falso, visto que as coisas contingentes agora existem.

Por conseguinte, é falso que nada existia. Alguma coisa devia necessariamente existir para dar, depois, existência aos entes contingentes. Este ser necessário ou tem em si mesmo a razão de sua existência ou a tem de outro.

Se sua necessidade dependesse de outro, formar-se-ia uma série indefinida de necessidades, o que, como já vimos é impossível. Logo, este ser tem a razão de sua necessidade em si mesmo. Ele é o causador da existência dos demais entes. Esse único ser absolutamente necessário – que tem a existência necessariamente – tem que ter existido sempre. Nele, a existência se identifica com a essência. Ele é o ser necessário em virtude do qual os seres contingentes tem existência. Este ser necessário é Deus.

IVª Via – Dos graus de perfeição dos entes

Vemos que nos entes, uns são melhores, mais nobres, mais verdadeiros ou mais belos que outros.

Constatamos que os entes possuem qualidades em graus diversos. Assim, dizemos que o Rio de Janeiro é mais belo que Carapicuíba. Nessa proposição, há três termos: Rio de Janeiro, Carapicuíba e Beleza da qual o Rio de Janeiro participa mais ou está mais próximo. Porque só se pode dizer que alguma coisa é mais que outra, com relação a certa perfeição, conforme sua maior proximidade, participação ou semelhança com o máximo dessa perfeição.

Portanto, tem que existir a Verdade absoluta, a Beleza absoluta, o Bem absoluto, a Nobreza absoluta, etc.

Todas essas perfeições em grau máximo e absoluto coincidem em um único ser, porque, conforme diz Aristóteles, a Verdade máxima é a máxima entidade. O Bem máximo é também o ente máximo.

Ora, aquilo que é máximo em qualquer gênero é causa de tudo o que existe nesse gênero. Por exemplo, o fogo que tem o máximo calor, é causa de toda quentura, conforme diz Aristóteles. Há, portanto, algo que é para todas as coisas a causa de seu ser, de sua bondade, de sua verdade e de todas as suas perfeições. E a isto chamamos Deus.

Por esta prova se vê bem que a ordem hierárquica do universo é reveladora de Deus, permitindo conhecer sua existência, assim como conhecer suas perfeições. É o que diz São Paulo na Epístola aos Romanos (I,19). E também é por isso que Deus, ao criar cada coisa dizia que ela era boa, como se lê no Gêneses ( I ).

Mas quando a Escritura termina o relato da criação, diz que Deus, ao contemplar tudo quanto havia feito, viu que o conjunto da criação era “valde bona”, isto é, ótimo.

Pois bem, se cada parcela foi dita apenas boa por Deus como se pode dizer que o total é ótimo? O total deve ter a mesma natureza das parcelas, e portanto o total de parcelas boas devia ser dito simplesmente bom e não ótimo. São Tomás explica essa questão na Suma contra Gentiles. Diz ele que o total foi declarado ótimo porque, além da bondade das partes havia a sua ordenação hierárquica. É essa ordem do universo que o torna ótimo, pois a ordem revela a Sabedoria do Ordenador. Por aí se vê que o comunismo, ao defender a igualdade como um bem em si, odeia a ordem, imagem da Sabedoria de Deus. Odiando a imagem de Deus, o comunismo odeia o próprio Deus, porque quem odeia a imagem odeia o ser por ela representado. Nesse ódio está a raiz do ateísmo marxista e de sua tendência gnóstico.

Vª Via – Prova da existência de Deus pelo governo do mundo

Verificamos que os entes irracionais obram sempre com um fim. Comprova-se isto observando que sempre, ou quase sempre, agem da mesma maneira para conseguir o que mais lhes convém.

Daí se compreende que eles não buscam o seu fim agindo por acaso, mas sim intencionalmente. Aquilo que não possui conhecimento só tende a um fim se é dirigido por alguém que entende e conhece. Por exemplo, uma flecha não pode por si buscar o alvo. Ela tem que ser dirigida para o alvo pelo arqueiro. De si, a flecha é cega. Se vemos flechas se dirigirem para um alvo, compreendemos que há um ser inteligente dirigindo-as para lá. Assim se dá com o mundo. Logo, existe um ser inteligente que dirige todas as coisas naturais a seu fim próprio. A este ser chamamos Deus.

Uma variante dessa prova tomista aparece na obra “A Gnose de Princeton”. Apesar de gnóstico esta obra apresenta um argumento válido da existência de Deus.

Filmando-se em câmara lenta um jogador de bilhar dando uma tacada numa bola, para que ela bata noutra a fim de que esta corra e bata na borda, em certo ângulo, para ser encaçapada, e se depois o filme for projetado de trás para diante, ver-se-á a bola sair da caçapa e fazer o caminho inverso até bater no taco e lançar para trás o braço do jogador. Qualquer um compreende, mesmo que não conheça bilhar, que a segunda sequência não é a verdadeira, que é absurda. Isto porque à segunda sequência faltou a intenção, que transparece e explica a primeira sequência de movimentos. Daí concluir com razão, a obra citada, que o mundo cego caminha – como a flecha ou como a bola de bilhar – em direção a um alvo, a um fim. Isto supõe então que há uma inteligência que o dirige para o seu fim. Há pois uma inteligência que governa o mundo.

Este ser sapientíssimo é Deus.

Bernardo P Küster: “Fui injusto quanto ao PT na Igreja”

Aceito as críticas e quero me redimir! Apresento, agora, os pontos POSITIVOS do 14° Intereclesial das CEBs em Londrina.
(Contém BÔNUS no final.)

1. PT E A IGREJA: https://youtu.be/5-hnf-Z9vD8
2. NOVAS EVIDÊNCIAS: https://youtu.be/qndau1if6CY
3. DOSSIÊ FREI BETTO: https://youtu.be/J5afKQlhI2Y

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Jim Caviezel: Sequência de A Paixão de Cristo será “o maior filme da história”

REDAÇÃO CENTRAL, 02 Fev. 18 / 05:00 am (ACI).- Em uma recente entrevista, o ator Jim Caviezel afirmou que a sequência de A Paixão de Cristo, na qual trabalha com o diretor Mel Gibson, será “o maior filme da história”.

Caviezel confirmou que interpretará Jesus de Nazaré neste novo filme de Gibson que tratará sobre a ressurreição do Senhor.

Sobre isso, o ator disse a ‘USA Today’ que “existem coisas que não posso dizer, pois chocarão a audiência. É ótimo, fiquem ligados”.

“Não vou dizer aonde ele [Gibson] vai com isso, mas posso revelar que o filme será o maior da história. É bom nesse nível”, acrescentou.

‘USA Today’ assinalou que Gibson e Caviezel não revelaram os detalhes sobre o andamento do novo filme, embora o ator tenha dito que estava inspirado em suas conversas com o diretor sobre o rumo que o projeto está tomando.

Em 2016, Gibson indicou a esse mesmo jornal que a sequência de ‘A Paixão de Cristo’ seria sobre “a ressurreição. Grande tema. Oh, meu Deus. Estamos tentado criar isso de uma maneira cinematográfica convincente e esclarecedora para que brilhe nova luz, se é possível, sem criar algo estranho”.

Caviezel disse que o diretor tinha “decifrado” essa história e que tinham feito uma programação tentativa de filmagem, que se negou a revelar.

Por sua parte, Randall Wallace confirmou a “The Hollywood Reporter” que ele já estava escrevendo o roteiro do novo longa-metragem.

Em setembro do mesmo ano, durante o festival religioso evangélico ‘SoCal Harvest’, Gibson revelou que o seu novo filme “não será intitulado a Paixão de Cristo 2, mas ‘A Ressurreição’”.

Dois meses depois, Gibson apareceu no programa ‘The Late Show’, apresentado por Stephen Colbert, onde explicou que a ressurreição de Cristo “é mais do que um simples acontecimento, é um evento incrível. E ao respaldá-lo com coisas ao redor da sua história, ilustra o que isso significa”.

Nesse sentido, Colbert perguntou-lhe se havia vilões no filme e Gibson respondeu: “Eles estão em outro reino”. “O que aconteceu em três dias?”, perguntou o diretor do filme, Cristo desceu aos infernos.

Então, vão fazer um pequeno inferno”, comentou Colbert, ao que Gibson manifestou: “Não tenho certeza, mas vale a pena pensar nisso, não é? Fazer com que a imaginação flua”.

‘A paixão de Cristo’, que estreou em 2004, contou com um orçamento de 30 milhões de dólares e arrecadou mais de 611 milhões em todo o mundo.

O roteiro foi baseado nos diários da mística Anna Catarina Emmerich, apresentados no livro ‘A Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo’, que foi traduzido ao latim, hebraico e aramaico por linguistas jesuítas de Los Angeles para o filme.

A Missa Tridentina

Jesus é Deus

“Eu, eu sou o Senhor (Javé), e fora de mim não há salvador”. O Senhor é o único Salvador. (Isaías 43,11)

“E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. (Atos 4,12) [Jesus é o único Salvador.]

“Ela dará á luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles”. (Mateus 1,21) [Jesus é o Salvador dos pecados.]

“… na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo”. (2 Pedro 1,1)

“Também sabemos que o Filho de Deus é vindo, e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”. (1 João 5,20) [Aqui Jesus Cristo é chamado de verdadeiro Deus e vida eterna.]

“Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino.” (Hebreus 1,8) [Deus apresenta o filho como Deus, para estar no trono]

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. (Isaías 9,6)

“NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1.1)

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gênesis 1,26)

“Eu e o Pai somos um.” (João 10,30)

“O Pai está em mim e eu nele.” (João 10,38)

“E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou.” (João 12,45)

“Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.” (João 14,7)

“Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.” (João 16,15)

“Dos quais são os pais, e dos quais é Cristo segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém.” (Romanos 9,5)

“Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2,9)

Senhor dos Senhores

Pois o SENHOR vosso Deus é o Deus dos deuses, e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas. (Deuteronômio 10,17)

Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor. (Lucas 2,10-11 ) [Um anjo anunciou o nascimento de Jesus Cristo como o Senhor]

“Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou.” (João 13,13) [Os discípulos reconheciam a Jesus como o Senhor]

E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR (Filipenses 2,11) [Toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor]

E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. (Apocalipse 19,16) [Em Apocalipse Jesus é reconhecido como Senhor dos Senhores]

Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. (1 João 5,7) [A trindade bíblica – Pai, (Palavra que é Jesus ) e Espírito Santo são um]

Que guardes este mandamento sem mácula e repreensão, até à aparição de nosso Senhor Jesus Cristo; A qual a seu tempo mostrará o bem-aventurado, e único poderoso SENHOR, Rei dos reis e Senhor dos senhores (1 Timoteo 6,14-15)

Louvai ao Senhor dos senhores; porque a sua benignidade dura para sempre. (Salmos 136,3)

E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. (Apocalipse 19,16)

Os demônios testificam que Jesus é Deus

E eis que clamaram, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo? (Mateus 8,29)

E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão [atormentados] para todo o sempre. (Apocalipse 20,10)

Dizendo: Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus. (Marcos 1,24)

Cristo Adorado

Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra. (São Mateus 2,11)

“Então Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto”. (Mateus 4,10) (citação de Deuteronômio 6:13, 14): [Somente Deus deve ser adorado]

E, indo elas a dar as novas aos seus discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram. (Mateus 28,9)

E, adorando-o eles, tornaram com grande júbilo para Jerusalém. (Lucas 24,52)

E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem. (Hebreus 1,6)

E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. (Apocalipse 5,8)

O Pequeno São Francisco

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É com muita alegria que apresentamos o episódio piloto do primeiro projeto de série da Arte Piedosa: O Pequeno São Francisco.

Queremos contar com a sua ajuda. Acreditamos que as vidas dos santos são um oásis em meio ao deserto deste mundo que quer nos prender em meio a tantas ilusões e falsas belezas.

Neste primeiro projeto escolhemos fazer uma série de desenhos animados baseada na vida de São Francisco de Assis, e em cada episódio vamos focar em um ensinamento. Contaremos de maneira bem divertida, que encante crianças e adultos.

Precisamos de sua contribuição porque fazer animação é trabalhoso, demanda muito tempo e não podemos contar com dinheiro público para esse tipo de material. Nossa meta inicial é de 4 episódios de cerca de 5 minutos, o total da arrecadação é de R$ 150.000, R$ 37.500 para cada episódio. A cada soma alcançada, produziremos um episódio. São muitos meses de trabalho. Quanto mais pessoas ajudarem, mais facilmente conseguiremos alcançar o sonho de fazer Nosso Senhor Jesus Cristo ser conhecido e amado através dos desenhos animados dos santos da Igreja.

A equipe de animação tem vasta experiência em desenhos animados, trabalhou em filmes e séries de TV conhecidas, como Show da Luna, SOS Fada Manu, Peixonauta, Escola pra Cachorro, Asterix e os Vikings, O Menino e o Mundo, entre outros. Por isso, seria uma honra e uma grande alegria colocar nossos dons a serviço daquele que tanto nos deu.

Nossa profunda gratidão àqueles que nos ajudarem com qualquer valor e, principalmente, com suas orações, pois este trabalho, mais do que entretenimento, busca ser um estandarte de luta contra a maldade e a falsa arte. Lutamos contra os espíritos malignos espalhado pelos ares.

Faremos um esquema de recompensas para aqueles que nos ajudarem: pôster (digital), wallpapers, agradecimento nas redes sociais, nome nos créditos, download de episódios*, esboços assinados (digital), artbook (digital), livro de colorir (download), trilha sonora (download) e livro do Pequeno São Francisco.

Para mais informações sobre novos episódios e nossa campanha de crowdfunding, acesse o site https://artepiedosa.com.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

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