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Bispos alemães proclamam o homossexualismo como “normal” e o adultério como “não grave”

BERLIM, 9 de dezembro de 2019 (Traduzida do site LifeSiteNews) – A Comissão de Casamento e Família da Conferência Episcopal Alemã chegou a um consenso de que a homossexualidade é uma “forma normal de predisposição sexual”.

Dois prelados alemães também alegaram que Amoris Laetitia ensina que os relacionamentos sexuais formados após o divórcio não são gravemente pecaminosos nem impedem a recepção da Comunhão.

Em 5 de dezembro, a Conferência Episcopal Alemã publicou um comunicado à imprensa detalhando os resultados de uma “consulta especializada sobre o tema ‘A sexualidade do homem: como discuti-la cientificamente-teologicamente e como fazer uma avaliação eclesiástica?’”

A consulta, que incluiu um painel de bispos, sexólogos, teólogos da moral, teólogos dogmáticos e advogados canônicos, ocorreu em Berlim e foi concluída em 4 de dezembro. O momento do evento coincidiu com a partida dos bispos alemães ao longo de seu próprio “caminho sinodal .”

De acordo com o comunicado de imprensa, os especialistas concordaram que “a sexualidade humana abrange uma dimensão de luxúria, de procriação e de relacionamentos”.

Eles também concordaram que a homossexualidade é tão “normal” quanto a heterossexualidade e que nenhuma atração sexual deveria ser mudada.

Também houve acordo de que a preferência sexual do homem se expressa na puberdade e assume uma orientação hetero ou homossexual. Ambos pertencem às formas normais de predisposição sexual, que não podem ou devem ser alteradas com a ajuda de uma socialização específica ”, afirmou o comunicado de imprensa.

O comunicado ofereceu esse status de normalidade como a razão pela qual “qualquer forma de discriminação das pessoas com orientação homossexual deve ser rejeitada”, um ensinamento que diz ter sido exigido por “bastante tempo” pelo escritório de ensino da Igreja e foi “explicitamente enfatizado pelo Papa Francisco” em Amoris Laetitia.

O acordo tinha seus limites, no entanto. Não houve consenso sobre “se a proibição magistral da homossexualidade praticada ainda está atualizada”. Os especialistas também discordaram sobre se as pessoas casadas ou não devem ter permissão para usar contraceptivos artificiais.

O comunicado de imprensa dos bispos alemães mencionou em particular o arcebispo Heiner Koch, de Berlim, chefe da Comissão para a Família, e o bispo Franz-Joseph Bode, de Osnabrück. Ambos estavam presentes no Sínodo da Família em Roma em 2015. Segundo a declaração, os dois homens enfatizaram “a importância de uma sólida discussão baseada nas ciências humanas e na teologia e enfatizaram os desenvolvimentos que já podem ser encontrados na Amoris Laetitia”.

Como exemplo de um “desenvolvimento” em Amoris Laetitia, os bispos alemães afirmam que o documento diz que “um relacionamento sexual após um divórcio e um novo casamento não é mais geralmente considerado um pecado grave e, posteriormente, uma exclusão geral da recepção. da Eucaristia não está prevista. ”

Os outros prelados alemães do painel incluíram o bispo Wolfgang Ipolt, de Görlitz, o bispo Peter Kohlgraf, de Mainz, e vários bispos auxiliares da Comissão para a Família.

O Catecismo da Igreja Católica de 1992 afirma claramente que os atos homossexuais são “desordenados intrinsicamente” e “contrários à lei natural” (CCC 2357).

“Eles fecham o ato sexual ao dom da vida”, continua. “Eles não procedem de uma genuína complementaridade afetiva e sexual.”

“Sob nenhuma circunstância eles podem ser aprovados.”

No entanto, a catequese realmente enfatiza que o sofrimento de pessoas com atração pelo mesmo sexo não deve ser aumentado por tratamento cruel:

O número de homens e mulheres que têm tendências homossexuais profundas não é desprezível. Essa inclinação, que é objetivamente desordenada, constitui para a maioria deles uma provação. Eles devem ser aceitos com respeito, compaixão e sensibilidade. Todos os sinais de discriminação injusta a seu respeito devem ser evitados. Essas pessoas são chamadas a cumprir a vontade de Deus em suas vidas e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da Cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar em sua condição (CCC 2358)

O Catecismo também enfatiza que “as pessoas homossexuais são chamadas à castidade” e pode “abordar a perfeição cristã” através do autodomínio, da amizade, da oração e da graça sacramental (CCC 2359).

No entanto, há uma rebelião generalizada na Igreja Católica na Alemanha contra a doutrina perene da Igreja em questões sexuais, inclusive entre os membros da Conferência Episcopal Alemã. A insistência da Conferência Episcopal Alemã em manter seu próprio sínodo, ou “caminho sinodal”, sem a permissão do Vaticano, preocupa os católicos alemães mais tradicionais.

O cardeal Walter Brandmüller, presidente emérito do Pontifício Comitê de Ciências Históricas, advertiu que seguir esse caminho – um que questiona os ensinamentos da Igreja sobre o celibato, sacerdócio masculino; homossexualidade; e casamento – poderia levar a uma “igreja nacional” sem “quase nenhum vínculo com Roma”. O cardeal de dubia afirmou que este seria “certamente o caminho mais seguro para o declínio final” da Igreja alemã.

Pastor da Assembleia de Deus se “converte” ao catolicismo e leva fiéis junto

Um pastor pentecostal, acompanhado de sua família e um grupo de fiéis desligaram-se da Igreja Assembleia de Deus de Tucson, no Arizona, Estados Unidos, e se converteram ao catolicismo, passando a seguir o rito bizantino.

As igrejas desse rito pertencem a um antigo ramo do catolicismo, embora sejam autônomas em relação ao rito e disciplina. De modo geral, estão igualmente submetidas ao papa e ao Vaticano.

A revista National Catholic Register divulgou recentemente a história do pastor Joshua Mangels, que renunciou ao seu cargo na Assembleia de Deus no final do ano passado. Ao anunciar seu desligamento, afirmou que quem assim desejasse, poderia ir com ele.

Surpreendentemente, vários membros tomaram essa decisão. Cerca de um mês depois do anúncio, foram batizados em uma igreja católica de Tucson.

O pastor comentou que, embora o seu ministério na igreja pentecostal lhe desse prazer, nos últimos anos começou a se sentir “frustrado pelos vaivéns da doutrina, as modas e pressões da comercialização da igreja”.

Ao voltar para casa depois de uma conferência de pastores sentia-se decepcionado e começou a escutar as homilias de um padre que um amigo lhe tinha indicado. O conteúdo das pregações, segundo Mangels, era impressionante. “Era como um gole de água fresca. Escutei durante horas”.

Ele afirma que recebeu informações sobre os Padres de Igreja e parte de sua história que não conhecia. Decidiu fazer sua própria pesquisa. “Quando li os pais da Igreja, os sacramentos começaram a ter significado e comecei a ver como a Eucaristia era central para a Igreja primitiva. Se a Eucaristia foi ordenada por Cristo, quero receber isso do Senhor”, relata.

Conta que ele e a esposa começaram a ler constantemente sobre a história do catolicismo e começou a ensinar os fiéis de sua igreja sobre tudo que aprendera. “Adorava pastorear, adorava pregar. Eu falava em reuniões de todo tipo, mas descobri que agora eu era católico no meu coração”, lembra Mangels.

Quando ele conheceu o padre Bob Rankin, da Igreja Católica Bizantina de Tucson, começou a ouvir mais sobre a teologia dogmática e a eclesiologia católica, até que se convenceu que precisava tomar essa decisão, mesma sabendo que seria rejeitado pelos membros da sua igreja.

Para sua surpresa, mais de uma dezena decidiu juntar-se a ele, enquanto a maioria continuou fazendo parte da Assembleia de Deus e procurou outro pastor para a congregação. Com informações ACI Prensa

Não sabe o que confessar? 17 perguntas para um exame de consciência de adultos

site do Opus Dei em português publicou um conjunto de perguntas que podem ajudar adultos a realizarem seu exame de consciência pessoal prévio a uma confissão.

O texto recorda:

“A confissão é a oportunidade de pedir perdão a Deus e de receber a sua misericórdia. Antes de se confessar, reserve uns momentos de silêncio para refletir no que você fez de errado; no que possa ter prejudicado outras pessoas, e no que você pode fazer para se tornar um cristão melhor. Uma confissão sincera permite a renovação da alma e a sua abertura à graça de Deus. As questões a seguir podem ajudar a refletir sobre as ações de que você deve pedir perdão”.

Exame de consciência (versão para adultos)

  1. Neguei ou abandonei a minha fé? Tenho a preocupação de conhecê-la melhor? Recusei-me a defender a minha fé ou fiquei envergonhado dela? Existe algum aspecto da minha fé que eu ainda não aceito?
  2. Disse o nome de Deus em vão? Pratiquei o espiritismo ou coloquei a minha confiança em adivinhos ou horóscopos? Manifestei falta de respeito pelas pessoas, lugares ou coisas santas?
    Faltei voluntariamente à Missa nos domingos ou dias de preceito?
  3. Recebi a Sagrada Comunhão tendo algum pecado grave não confessado? Recebi a Comunhão sem agradecimento ou sem a devida reverência?
  4. Fui impaciente, fiquei irritado ou fui invejoso?
  5. Guardei ressentimentos ou relutei em perdoar?
  6. Fui violento nas palavras ou ações com outros?
  7. Colaborei ou encorajei alguém a fazer um aborto ou a destruir embriões humanos, a praticar a eutanásia ou qualquer outro meio de acabar com a vida?
  8. Tive ódio ou juízos críticos, em pensamentos ou ações? Olhei os outros com desprezo?
  9. Falei mal dos outros, transformando o assunto em fofoca?
  10. Abusei de bebidas alcoólicas? Usei drogas?
  11. Fiquei vendo vídeos ou sites pornográficos? Cometi atos impuros, sozinho ou com outras pessoas? Estou morando com alguém como se fosse casado, sem que o seja?
  12. Se sou casado, procuro amar o meu cônjuge mais do que a qualquer outra pessoa? Coloco meu casamento em primeiro lugar? E os meus filhos? Tenho uma atitude aberta para novos filhos?
  13. Trabalho de modo desordenado, ocupando tempo e energias que deveria dedicar à minha família e aos amigos?
  14. Fui orgulhoso ou egoísta em meus pensamentos e ações? Deixei de ajudar os pobres e os necessitados? Gastei dinheiro com o meu conforto e luxo pessoal, esquecendo as minhas responsabilidades para com os outros e para com a Igreja?
  15. Disse mentiras? Fui honesto e diligente no meu trabalho? Roubei ou enganei alguém no trabalho?
  16. Cedi à preguiça? Preferi a comodidade ao invés do serviço aos demais?
  17. Descuidei a minha responsabilidade de aproximar de Deus os outros, com o meu exemplo e a minha palavra?

O site do Opus Dei também disponibiliza um guia em formato PDF para ajudar os fiéis católicos a preparem uma confissão mais consciente e profunda. Você pode baixá-lo aqui.

“Uma Ave Maria dita sem fervor sensível, mas…”

Certa vez, Nosso Senhor pediu a São Francisco que lhe desse algo. O santo respondeu: “Senhor, não posso te dar nada que eu já não tenha dado: todo o meu amor”. Jesus sorriu e disse: “Francisco, dá-me tudo de novo, e de novo, e me darás a mesma alegria”. Da mesma forma, nossa querida Mãe recebe cada Ave-Maria que lhe ofertamos com a mesma alegria com que ouviu aquela saudação da boca do Arcanjo Gabriel no dia da Anunciação, quando ela se tornou a Mãe do Filho de Deus.

Santa Gertrudes nos diz em seu livro “Revelações” que, quando agradecemos a Deus pelas graças que Ele deu a qualquer santo, nos tornamos participantes daquelas mesmas graças. Ora, que graças então não recebemos quando rezamos a Ave-Maria agradecendo a Deus por todas as graças extraordinárias que Ele concedeu à Sua Mãe Bendita?

“Uma Ave-Maria dita sem fervor sensível, mas com desejo puro em tempo de aridez, tem muito mais valor, à minha vista, que um rosário inteiro no meio das consolações”, disse Nossa Senhora à Irmã Benigna Consolata Ferrero. (1885- 1916).

O poder da Ave-Maria
Uma Ave-Maria bem recitada nos dá mais graças que mil rezadas sem reflexão
Aleteia team, 16 de junho de 2016

E também em:
mariedenazareth.com

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.
Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte.
Amém.

A mão invisível que destrói as famílias

Os casamentos mal começam e já terminam. Os pais descuidam completamente da educação de seus filhos. Os irmãos vivem em pé de guerra dentro de casa. Os filhos já não querem saber mais de seus pais.

O que está acontecendo? Por que as famílias não estão mais dando certo? De quem é essa “mão invisível” que destrói os nossos lares?

Não se desculpe pela sua fé

Não se desculpe pela sua fé.
Não se desculpe pela Monarquia.
Não se desculpe pela Idade Medieval.
Não se desculpe pelas Cruzadas.
Não se desculpe pela Reconquista.
Não se desculpe pelas Inquisições.
Não se desculpe por conquistar o continente americano.
Não se desculpe por pregar o evangelho a todas as nações.
Não se desculpe por educar os ignorantes.
Não se desculpe por construir catedrais góticas.
Não se desculpe por construir catedrais barrocas.
Não se desculpe pela música e arte sacra.
Não se desculpe por alimentar os pobres.
Não se desculpe por fazer o que é certo.
Não se desculpe por ser católico.
Não se desculpe por decorar a Santa Igreja Católica e o Templo de Deus com riquezas e beleza.
Não se desculpe por acreditar e pregar a verdadeira moralidade católica.
Não se desculpe por ensinar todas as nações e batizá-las em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
São eles que têm que se desculpar por não honrar o Senhor dos Senhores e Rei dos Reis: Jesus Cristo.

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Mãe de quíntuplos recusa aborto seletivo: “Eu já amava todos eles”

Kim Tucci e seu marido Vaughn já tinham três filhos, um menino e duas meninas, quando decidiram que queriam um novo membro na família – quem sabe um menino, para empatar com as meninas. Ela descobriu, porém, que o menino viria, mas muito bem acompanhado por quatro meninas! No entanto, temendo pela saúde dos bebês e de Kim – que tinha sido diagnosticada com endometriose –, os médicos sugeriram que ela fizesse um aborto seletivo.

“Depois do primeiro ultrassom, me aconselharam a considerar o método seletivo para dar a dois dos bebês chances melhores de viver. Assisti a um vídeo no YouTube sobre o procedimento e comecei a chorar. Jamais poderia fazer isso! Eu estaria sendo egoísta por não dar a dois deles 100% de chance de sobrevivência? Tudo o que eu sabia é que eu já amava todos eles e que a cada batida dos seus corações me conectava ainda mais com eles”, relata Kim em sua página no Facebook Surprised by Five.

Com a recusa a dar fim à vida de qualquer um dos bebês, a gestação quíntupla de Kim seguiu em frente. Os cinco irmãos nasceram em uma cesárea em janeiro de 2016 – um procedimento hercúleo que contou com uma equipe médica de 50 médicos e enfermeiros. “Meu corpo lutou a mais dura das batalhas para trazer cinco bebês a este mundo com segurança”, disse a mãe, eu tinha 26 anos na época. Keith, Penelope, Beatriz, Tiffany e Allison passaram pouco mais de dois meses na UTI neonatal antes de ir para casa.

Surpresa

No seu primeiro ultrassom, Kim recebeu a notícia de uma maneira completamente inesperada. “O médico começou a contar: um, dois, três, quatro… cinco! Eu ouvi direito? Cinco? Minhas pernas começaram a tremer incontrolavelmente e tudo que eu conseguia fazer era rir”, conta ela. “Eu podia ver o entusiasmo no rosto do meu marido, que me disse: ‘A gente consegue!’”

Kim traça a sua estima pelo valor da vida até a época em que teve o seu primeiro filho, Kurt, aos 18 anos de idade. Ele nasceu prematuro – oito semanas antes do esperado – em uma cesárea de emergência. Embora tenha nascido com deficiência auditiva, Kurt superou bem o tempo na UTI neonatal, mas o mesmo não pode ser dito de todos os seus colegas de hospital.

“Havia várias mães adolescentes na UTI neonatal. Eu visitava Kurt várias vezes por dia e apenas sentava ao seu lado e segurava a sua mão. Uma vez, testemunhei o momento em que uma jovem mãe recebia a notícia devastadora de que os médicos não poderiam fazer mais nada por sua filha – ela tinha nascido cedo demais”, conta Kim. “Deixei o hospital sem ver Kurt e sentei nos degraus, chorando. Passei a valorizar sempre mais a vida desde esse momento de puro sofrimento”.

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