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Não havia comunhão na mão na Igreja dos primeiros séculos

D. Athanasius Schneider é bispo auxiliar da diocese de Karaganda (Casaquistão), uma ex-república soviética com 26% de cristãos, maioritariamente ortodoxa mas com uma pujante comunidade católica.

Segundo D. Athanasius Schneider, o costume de comungar na mão é “completamente novo”, posterior ao Concílio Vaticano II, e não tem raízes nos tempos dos primeiros cristãos, ao contrário do que se alega com frequência.

Na Igreja primitiva era necessário purificar as mãos antes e depois do rito, e a mão estava coberta com um corporal, de onde se tomava a forma directamente com a língua: “Era mais uma comunhão na boca do que na mão”, afirmou Schneider. De facto, depois de comungar a Sagrada Hóstia o fiel devia recolher da mão, com a língua, qualquer pequena partícula consagrada. Um diácono supervisionava esta operação. Nunca se tocava com os dedos: “O gesto da comunhão na mão tal como o conhecemos hoje era totalmente desconhecido” entre os primeiros cristãos.

Aquele gesto foi substituído pela administração directa do sacerdote na boca, uma mudança que teve lugar “instintiva e pacificamente” em toda a Igreja. A partir do século V, no Oriente, e no Ocidente um pouco mais tarde. O Papa S. Gregório Magno no século VII já o fazia assim, e os sínodos franceses e espanhóis dos séculos VIII e IX sancionavam quem tocasse na Sagrada Forma.

Afirma ainda D. Athanasius Schneider que a prática que hoje conhecemos da comunhão na mão nasceu no século XVII em meios calvinistas, onde não se acreditava na presença real de Jesus Cristo na eucaristia. “Nem Lutero”, que acreditava nessa presença, embora não na transubstanciação, “o teria feito”, disse o prelado. “De facto, até há relativamente pouco tempo os luteranos comungavam de joelhos e na boca, e ainda hoje alguns o fazem assim nos países escandinavos”.

in religionenliberdad.com

2 milhões de pessoas exigem que Netflix retire filme do Porta dos Fundos com “Jesus gay”

Que o grupo Porta dos Fundos gera polêmica e revolta cristãos com suas sátiras envolvendo o cristianismo já não é novidade. Porém, no final deste ano (2019), a plataforma de filmes e séries em streaming Netflix também está sendo criticada por hospedar o filme mais recente da produtora de humor.

Na sinopse do filme “Especial de Natal Porta dos Fundos : A Primeira Tentação de Cristo”, um breve texto apresenta: “Jesus está fazendo 30 anos e traz um convidado surpresa para conhecer a família. Um especial de Natal tão errado que só podia ser do Porta dos Fundos”.

O tal “amigo” (Fábio Porchat) que o personagem de Jesus (Gregório Duvivier) traz para passar alguns dias em sua casa seria também seu “namorado”, segundo a história. Porém ao longo da trama, o parceiro se revela como o diabo.

Uma petição online (Change.org) que exige que a Netflix retire a série de seu acervo já conseguiu mais de 180 mil assinaturas em apenas 5 dias após sua criação. O objetivo é atingir 200 mil.

Para assinar, clique aqui.

“Pelo impedimento do filme de Natal da Netflix e porta dos fundos, por ofender gravemente os cristãos”, diz a descrição do abaixo-assinado.

Cada internauta que assinou a petição deixou um comentário, manifestando seu repúdio ao Porta dos Fundos por seu escárnio ao cristianismo e também à Netflix por promover o filme.

Crítica de Carlos Vereza

Em um texto publicado no Facebook, o ator comentarista de Cinema Carlos Vereza fez duras críticas ao Porta dos Fundos pelo lançamento do novo filme, com uma temática que apresenta Jesus como um homossexual.

“Porta dos Fundos. Vocês são lamentáveis como viventes. Embora Jesus não precise de defesa, principalmente a minha, vocês imaginam que podem debochar, não do Mestre, que é perdão antecipado, mas do maior país católico do planeta e dos que creem num Ser que modificou a história, antes e depois Dele”, escreveu o ator.

“Vocês são safos, descolados, sub imitação dos filmes trash- refuse-pornô, supostos pós-modernos num país em eterno subdesenvolvimento”, acrescentou. “Idiotas pretensiosos, estafetas da Nova Ordem Mundial, que têm como pauta, desde a Escola de Frankfurt, a desconstrução da família e da religião”.

O ator também acusou a produtora de fazer militância “lula livre” e e outras “causas” da esquerda, como a legalização das drogas e revolução sexual.

“O subtexto de vocês, que não vou nomina-los, é o lula livre, é a volta do baseado livre, do tráfico livre nas universidades, do desregramento sexual livre, à falta do amor, que para vocês, é careta, coisa da direita. Vocês, cúmplices do maior ladrão da pobre história desse país, um genocida que matou milhares de carentes pela precariedade na saúde, pela manipulação ideológica em frágeis estudantes”, afirmou.

“Nem originais vocês conseguem ser. Os mesmos de sempre. Obcecados pela pauta gayzista. Soltem-se, há batom para todos os gostos. Liberem a Linda Lovelace que existe em vocês!”, finalizou, ironizando.

Bispos alemães proclamam o homossexualismo como “normal” e o adultério como “não grave”

BERLIM, 9 de dezembro de 2019 (Traduzida do site LifeSiteNews) – A Comissão de Casamento e Família da Conferência Episcopal Alemã chegou a um consenso de que a homossexualidade é uma “forma normal de predisposição sexual”.

Dois prelados alemães também alegaram que Amoris Laetitia ensina que os relacionamentos sexuais formados após o divórcio não são gravemente pecaminosos nem impedem a recepção da Comunhão.

Em 5 de dezembro, a Conferência Episcopal Alemã publicou um comunicado à imprensa detalhando os resultados de uma “consulta especializada sobre o tema ‘A sexualidade do homem: como discuti-la cientificamente-teologicamente e como fazer uma avaliação eclesiástica?’”

A consulta, que incluiu um painel de bispos, sexólogos, teólogos da moral, teólogos dogmáticos e advogados canônicos, ocorreu em Berlim e foi concluída em 4 de dezembro. O momento do evento coincidiu com a partida dos bispos alemães ao longo de seu próprio “caminho sinodal .”

De acordo com o comunicado de imprensa, os especialistas concordaram que “a sexualidade humana abrange uma dimensão de luxúria, de procriação e de relacionamentos”.

Eles também concordaram que a homossexualidade é tão “normal” quanto a heterossexualidade e que nenhuma atração sexual deveria ser mudada.

Também houve acordo de que a preferência sexual do homem se expressa na puberdade e assume uma orientação hetero ou homossexual. Ambos pertencem às formas normais de predisposição sexual, que não podem ou devem ser alteradas com a ajuda de uma socialização específica ”, afirmou o comunicado de imprensa.

O comunicado ofereceu esse status de normalidade como a razão pela qual “qualquer forma de discriminação das pessoas com orientação homossexual deve ser rejeitada”, um ensinamento que diz ter sido exigido por “bastante tempo” pelo escritório de ensino da Igreja e foi “explicitamente enfatizado pelo Papa Francisco” em Amoris Laetitia.

O acordo tinha seus limites, no entanto. Não houve consenso sobre “se a proibição magistral da homossexualidade praticada ainda está atualizada”. Os especialistas também discordaram sobre se as pessoas casadas ou não devem ter permissão para usar contraceptivos artificiais.

O comunicado de imprensa dos bispos alemães mencionou em particular o arcebispo Heiner Koch, de Berlim, chefe da Comissão para a Família, e o bispo Franz-Joseph Bode, de Osnabrück. Ambos estavam presentes no Sínodo da Família em Roma em 2015. Segundo a declaração, os dois homens enfatizaram “a importância de uma sólida discussão baseada nas ciências humanas e na teologia e enfatizaram os desenvolvimentos que já podem ser encontrados na Amoris Laetitia”.

Como exemplo de um “desenvolvimento” em Amoris Laetitia, os bispos alemães afirmam que o documento diz que “um relacionamento sexual após um divórcio e um novo casamento não é mais geralmente considerado um pecado grave e, posteriormente, uma exclusão geral da recepção. da Eucaristia não está prevista. ”

Os outros prelados alemães do painel incluíram o bispo Wolfgang Ipolt, de Görlitz, o bispo Peter Kohlgraf, de Mainz, e vários bispos auxiliares da Comissão para a Família.

O Catecismo da Igreja Católica de 1992 afirma claramente que os atos homossexuais são “desordenados intrinsicamente” e “contrários à lei natural” (CCC 2357).

“Eles fecham o ato sexual ao dom da vida”, continua. “Eles não procedem de uma genuína complementaridade afetiva e sexual.”

“Sob nenhuma circunstância eles podem ser aprovados.”

No entanto, a catequese realmente enfatiza que o sofrimento de pessoas com atração pelo mesmo sexo não deve ser aumentado por tratamento cruel:

O número de homens e mulheres que têm tendências homossexuais profundas não é desprezível. Essa inclinação, que é objetivamente desordenada, constitui para a maioria deles uma provação. Eles devem ser aceitos com respeito, compaixão e sensibilidade. Todos os sinais de discriminação injusta a seu respeito devem ser evitados. Essas pessoas são chamadas a cumprir a vontade de Deus em suas vidas e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da Cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar em sua condição (CCC 2358)

O Catecismo também enfatiza que “as pessoas homossexuais são chamadas à castidade” e pode “abordar a perfeição cristã” através do autodomínio, da amizade, da oração e da graça sacramental (CCC 2359).

No entanto, há uma rebelião generalizada na Igreja Católica na Alemanha contra a doutrina perene da Igreja em questões sexuais, inclusive entre os membros da Conferência Episcopal Alemã. A insistência da Conferência Episcopal Alemã em manter seu próprio sínodo, ou “caminho sinodal”, sem a permissão do Vaticano, preocupa os católicos alemães mais tradicionais.

O cardeal Walter Brandmüller, presidente emérito do Pontifício Comitê de Ciências Históricas, advertiu que seguir esse caminho – um que questiona os ensinamentos da Igreja sobre o celibato, sacerdócio masculino; homossexualidade; e casamento – poderia levar a uma “igreja nacional” sem “quase nenhum vínculo com Roma”. O cardeal de dubia afirmou que este seria “certamente o caminho mais seguro para o declínio final” da Igreja alemã.

Pastor da Assembleia de Deus se “converte” ao catolicismo e leva fiéis junto

Um pastor pentecostal, acompanhado de sua família e um grupo de fiéis desligaram-se da Igreja Assembleia de Deus de Tucson, no Arizona, Estados Unidos, e se converteram ao catolicismo, passando a seguir o rito bizantino.

As igrejas desse rito pertencem a um antigo ramo do catolicismo, embora sejam autônomas em relação ao rito e disciplina. De modo geral, estão igualmente submetidas ao papa e ao Vaticano.

A revista National Catholic Register divulgou recentemente a história do pastor Joshua Mangels, que renunciou ao seu cargo na Assembleia de Deus no final do ano passado. Ao anunciar seu desligamento, afirmou que quem assim desejasse, poderia ir com ele.

Surpreendentemente, vários membros tomaram essa decisão. Cerca de um mês depois do anúncio, foram batizados em uma igreja católica de Tucson.

O pastor comentou que, embora o seu ministério na igreja pentecostal lhe desse prazer, nos últimos anos começou a se sentir “frustrado pelos vaivéns da doutrina, as modas e pressões da comercialização da igreja”.

Ao voltar para casa depois de uma conferência de pastores sentia-se decepcionado e começou a escutar as homilias de um padre que um amigo lhe tinha indicado. O conteúdo das pregações, segundo Mangels, era impressionante. “Era como um gole de água fresca. Escutei durante horas”.

Ele afirma que recebeu informações sobre os Padres de Igreja e parte de sua história que não conhecia. Decidiu fazer sua própria pesquisa. “Quando li os pais da Igreja, os sacramentos começaram a ter significado e comecei a ver como a Eucaristia era central para a Igreja primitiva. Se a Eucaristia foi ordenada por Cristo, quero receber isso do Senhor”, relata.

Conta que ele e a esposa começaram a ler constantemente sobre a história do catolicismo e começou a ensinar os fiéis de sua igreja sobre tudo que aprendera. “Adorava pastorear, adorava pregar. Eu falava em reuniões de todo tipo, mas descobri que agora eu era católico no meu coração”, lembra Mangels.

Quando ele conheceu o padre Bob Rankin, da Igreja Católica Bizantina de Tucson, começou a ouvir mais sobre a teologia dogmática e a eclesiologia católica, até que se convenceu que precisava tomar essa decisão, mesma sabendo que seria rejeitado pelos membros da sua igreja.

Para sua surpresa, mais de uma dezena decidiu juntar-se a ele, enquanto a maioria continuou fazendo parte da Assembleia de Deus e procurou outro pastor para a congregação. Com informações ACI Prensa

A Volta do Apostolado Veritatis Splendor

Criado em 2002 e tendo suas atividades praticamente encerradas em 2012, o Apostolado Veritatis Splendor, fundado pelos ex-protestantes Alessandro Lima e Carlos Nabeto e que foi na década passada um dos maiores sites de apologética católica em língua portuguesa, está de volta!

A sua volta é inaugurada no dia 03/10/2019 com a publicação do artigo “O dano do Sínodos já foi feito (e o bem também)”.

O seu Diretor Geral, Alessandro Lima reuniu desta vez alguns dos antigos membros que outrora com ele combateram. Nesta nova composição fazem parte da equipe: Alexandre Dias, Bruno Valadão, Carlos Martins Nabeto, Cledson Ramos, Ewerton Wagner Caetano, Jaime Franciso de Moura, Joathas Bello, Marcos Monteiro Grillo, Thadeu Soares, Rafael Cresci e Wellington Campos Pinho. Este último tem cuidado da manutenção do site desde 2012.

Além de seu site, o Veritatis Splendor atua também em diversas outras mídias eletrônicas como segue:

Mensagem de Jesus

Por que você está confuso e agitado com os problemas da vida?
Deixe-me cuidar de todas as suas coisas e tudo será melhor para você.
Quando você se abandonar em mim, tudo será resolvido com calma, de acordo com meus projetos.
Não se desespere, não me faça uma oração agitada, como se quisesse exigir a realização de seus desejos.
Feche os olhos da sua alma e diga-me calmamente:

Jesus, eu confio em Ti!

Evite preocupações, ansiedades e pensamentos sobre o que pode acontecer a seguir. Não estrague meus planos, querendo impor suas idéias.
Deixe-me ser Deus e agir livremente. Abandone-se com confiança em mim.
Descanse em mim e deixe seu futuro em minhas mãos. Diga-me com frequência:

Jesus, eu confio em Ti!

O que mais o magoa é seu raciocínio, suas próprias idéias e o desejo de resolver as coisas do seu jeito. Quando você me diz: Jesus, eu confio em Tí, não seja como o paciente que pede ao médico para curá-lo, mas que sugere como fazê-lo. Deixe-se levar pelos meus braços divinos, não tenha medo, EU TE AMO. Se você acha que as coisas estão piorando ou se complicando, apesar de sua oração, continue confiando. Feche os olhos da alma e continue dizendo o tempo todo:

Jesus, eu confio em Ti!

Eu preciso de mãos livres para poder trabalhar. Não me amarre com suas preocupações inúteis. Satanás quer isso: agitar-te, afligir-te, tirar-te a paz. Confie apenas em Mim, abandone-se em Mim. Portanto, não se preocupe, jogue em Mim toda a sua angústia e durma em paz. Diga-me sempre:

Jesus, confio em Tí e verás grandes milagres.
Eu prometo a você por meu amor.

São Cipriano: De bruxo que falava com o diabo a Santo da Igreja Católica

São Cipriano de Antioquia teve uma conversão muito impactante. Viveu no século III, praticava o ocultismo e foi um dos bruxos mais conhecidos de seu tempo e talvez da história. Dizem que ele podia ver e conversar com Satanás.

Dificilmente uma pessoa tão longe de Deus poderia considerar tornar-se um cristão, no entanto, para São Cipriano, a conversão foi radical e lógica.

Era conhecido como Cipriano, “O Mago”, por seus poderosos feitos e conhecimentos da magia negra.

Um dia, um homem chamado Agladio lhe pediu um favor. Agladio conheceu uma mulher muito bonita chamada Justina, uma cristã que morreria e seria santa. Ele estava muito apaixonado e pediu a Cipriano para fazer uma bruxaria para que ela se apaixonasse por ele também e deixasse o cristianismo e se voltasse para uma vida pagã.

No entanto, Cipriano, o Mago, não pôde dobrar a vontade de Justina. Nela havia uma grande força que não podia vencer.

Mesmo depois de tantos feitiços, nada dobrava Justina, até que Cipriano perguntou a Satanás o que poderia fazer diante de uma pessoa tão resistente a seus feitiços. O demônio respondeu: “É Cristo, o Deus dos cristãos, que a protege. Contra Ele eu não posso”.

Cipriano, espantado de conhecer alguém mais poderoso que Lúcifer respondeu: “Se Deus é mais poderoso que você… então prefiro servir a Ele!”.

Depois disso, foi procurar o bispo Antímio, a quem pediu que o instruísse na fé cristã. Desde então dedicou-se completamente ao estudo das Escrituras e ao conhecimento de Cristo.

São Cipriano foi preso junto com Justina e outro cristão chamado Teoctiso que estava entre a multidão que presenciava seu martírio. Teoctiso se lançou a abraçar a Cipriano e acabou decapitado também. Todos receberam a coroa do martírio em nome de Cristo.

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