Categoria: Espiritualidade Page 1 of 30

Mensagem de Jesus

Por que você está confuso e agitado com os problemas da vida?
Deixe-me cuidar de todas as suas coisas e tudo será melhor para você.
Quando você se abandonar em mim, tudo será resolvido com calma, de acordo com meus projetos.
Não se desespere, não me faça uma oração agitada, como se quisesse exigir a realização de seus desejos.
Feche os olhos da sua alma e diga-me calmamente:

Jesus, eu confio em Ti!

Evite preocupações, ansiedades e pensamentos sobre o que pode acontecer a seguir. Não estrague meus planos, querendo impor suas idéias.
Deixe-me ser Deus e agir livremente. Abandone-se com confiança em mim.
Descanse em mim e deixe seu futuro em minhas mãos. Diga-me com frequência:

Jesus, eu confio em Ti!

O que mais o magoa é seu raciocínio, suas próprias idéias e o desejo de resolver as coisas do seu jeito. Quando você me diz: Jesus, eu confio em Tí, não seja como o paciente que pede ao médico para curá-lo, mas que sugere como fazê-lo. Deixe-se levar pelos meus braços divinos, não tenha medo, EU TE AMO. Se você acha que as coisas estão piorando ou se complicando, apesar de sua oração, continue confiando. Feche os olhos da alma e continue dizendo o tempo todo:

Jesus, eu confio em Ti!

Eu preciso de mãos livres para poder trabalhar. Não me amarre com suas preocupações inúteis. Satanás quer isso: agitar-te, afligir-te, tirar-te a paz. Confie apenas em Mim, abandone-se em Mim. Portanto, não se preocupe, jogue em Mim toda a sua angústia e durma em paz. Diga-me sempre:

Jesus, confio em Tí e verás grandes milagres.
Eu prometo a você por meu amor.

Não há lar sem cruz: 7 dores que marcaram a família de Santa Teresinha do Menino Jesus

“Nas famílias sempre, sempre há cruz, sempre. Porque o amor de Deus, o Filho de Deus, abriu-nos também esse caminho. Mas nas famílias também depois da Cruz há Ressurreição”, assinalou o Papa Francisco durante o Encontro Mundial das Famílias – Filadélfia 2015.

Uma família cuja vida foi profundamente marcada pela Cruz foi a de Santa Teresinha do Menino Jesus e dos seus pais, Santos Zélia e Luís Martin.

Eles tornaram as dores e as tribulações um caminho de santidade.

A seguir, apresentamos sete dores que marcaram a família de Santa Teresinha do Menino Jesus, as quais podem ajudar e dar esperança às pessoas que estão passando por situações semelhantes:

1. Extrema exigência

Luís e Zélia eram filhos de pais militares, cristãos com uma fé viva.

Entretanto, Zélia foi criada com muita rudeza, autoritarismo e exigência. Dizem que a sua mãe era uma mulher de muito mau caráter.

Por isso, em uma das suas cartas, a santa afirmou que a sua infância e juventude foram tristes “como um sudário” e que sua mãe “era muito severa; era muito boa, mas não sabia dar-me carinho, então eu sofri muito”.

2. Recusados para a vida religiosa

Zélia estudou no colégio interno das religiosas da Adoração perpétua e Luís com os Irmãos das Escolas Cristãs (La Salle). Durante sua juventude e antes de se conhecerem, Maria Zélia queria levar uma vida religiosa no mosteiro das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, enquanto Luís Martin sentia o mesmo desejo de dedicar sua vida a Deus e foi para o mosteiro do Grande São Bernardo. Mas nenhum dos dois foi aceito.

Luís trabalhou como relojoeiro e Zélia se tornou uma famosa empresária com o “ponto de Alençon”, uma famosa renda da época.

Em uma ocasião, ambos atravessaram a rua e Zélia ficou impressionada ao ver um jovem de fisionomia nobre, semblante reservado e boas maneiras. Ela sentiu uma voz dizendo: “Este é o homem predestinado para você”. Eles se conheceram, começaram a namorar e três meses depois de seu primeiro encontro se casaram.

3. A perda dos filhos

Luís e Zélia tiveram nove filhos, mas sofreram a morte prematura de quatro.

Entre as cinco filhas que sobreviveram estavam Santa Teresinha do Menino Jesus e Leônia, cujo processo de beatificação foi aberto em 2015.

4. Câncer

Aos 45 anos, Zélia descobriu que tinha um tumor no seio e viveu a sua doença com muita esperança cristã até sua morte em 1877.

Após a morte de sua esposa, Luís se viu sozinho para seguir cuidando da sua família. Mudou-se para Lisieux, onde morava o irmão de Zélia; deste modo, a tia Celina pôde cuidar das filhas. Alguns anos depois, as cinco se tornaram religiosas, quatro no Carmelo e uma na Visitação.

5. Holocausto para Deus

Luís tinha uma doença que estava o prejudicando ao ponto de perder as suas faculdades mentais. Foi internado no sanatório do Bom Salvador em Caen.

Às vezes, tinha momentos de alívio e se ofereceu como vítima de holocausto a Deus. Faleceu em julho de 1894.

6. Caminho de solidão

Santa Teresinha sofreu muito com a morte da sua mãe e escolheu a sua irmã Paulina como a sua segunda mãe. Depois, Paulina entrou no Carmelo e a pequena Teresa ficou gravemente doente com sintomas de regressão infantil, alucinações e até anorexia.

Em 13 de maio de 1883, depois de vários novenários de Missas e orações, uma imagem da Virgem Maria sorriu para Teresa e ela imediatamente ficou curada.

A santa também sofreu pela doença de seu amado pai, que a chamava de “sua pequena rainha”.

7. Firmes diante das adversidades

Em seu livro “História de uma Alma”, Santa Teresinha escreveu o seguinte sobre seus pais: “Tenho a felicidade de pertencer a pais inigualáveis que nos cercaram dos mesmos cuidados e do mesmo carinho… Sem dúvida, Jesus, em seu amor, quis fazer-me conhecer a mãe incomparável que me dera, mas que sua mão divina tinha pressa de coroar no céu… Minhas primeiras recordações estão repletas dos mais ternos sorrisos e carícias… Eu amava muito papai e mamãe, e lhes demonstrava meu carinho de mil maneiras”.

“Nosso Pai querido beberia na mais amarga e mais humilhante de todas as taças… Em 29 de julho do ano passado, rompendo os laços do seu incomparável servo e chamando-o para a recompensa eterna” (Tirado do livro “História de uma Alma”).

“Tarde Te amei!” De Santo Agostinho, uma das mais arrebatadoras orações de todos os tempos

“Et ecce intus eras et ego foris et ibi te quaerebam, et in ista formosa quae fecisti deformis irruebam…”

1. Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova… Tarde Te amei! Trinta anos estive longe de Deus. Mas, durante esse tempo, algo se movia dentro do meu coração… Eu era inquieto, alguém que buscava a felicidade, buscava algo que não achava… Mas Tu Te compadeceste de mim e tudo mudou, porque Tu me deixaste conhecer-Te. Entrei no meu íntimo sob a Tua Guia e consegui, porque Tu Te fizeste meu auxílio.

2. Tu estavas dentro de mim e eu fora… “Os homens saem para fazer passeios, a fim de admirar o alto dos montes, o ruído incessante dos mares, o belo e ininterrupto curso dos rios, os majestosos movimentos dos astros. E, no entanto, passam ao largo de si mesmos. Não se arriscam na aventura de um passeio interior”. Durante os anos de minha juventude, pus meu coração em coisas exteriores que só faziam me afastar cada vez mais d’Aquele a Quem meu coração, sem saber, desejava… Eis que estavas dentro e eu fora! Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Estavas comigo e não eu Contigo…

3. Mas Tu me chamaste, clamaste por mim e Teu grito rompeu a minha surdez… “Fizeste-me entrar em mim mesmo… Para não olhar para dentro de mim, eu tinha me escondido. Mas Tu me arrancaste do meu esconderijo e me puseste diante de mim mesmo, a fim de que eu enxergasse o indigno que era, o quão deformado, manchado e sujo eu estava”. Em meio à luta, recorri a meu grande amigo Alípio e lhe disse: “Os ignorantes nos arrebatam o céu e nós, com toda a nossa ciência, nos debatemos em nossa carne”. Assim me encontrava, chorando desconsolado, enquanto perguntava a mim mesmo quando deixaria de dizer “Amanhã, amanhã”… Foi então que escutei uma voz que vinha da casa vizinha… Uma voz que dizia: “Pega e lê. Pega e lê!”.

4. Brilhaste, resplandeceste sobre mim e afugentaste a minha cegueira. Então corri à Bíblia, abri-a e li o primeiro capítulo sobre o qual caiu o meu olhar. Pertencia à carta de São Paulo aos Romanos e dizia assim: “Não em orgias e bebedeiras, nem na devassidão e libertinagem, nem nas rixas e ciúmes. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13,13s). Aquelas Palavras ressoaram dentro de mim. Pareciam escritas por uma pessoa que me conhecia, que sabia da minha vida.

5. Exalaste Teu Perfume e respirei. Agora suspiro por Ti, anseio por Ti! Deus… de Quem separar-se é morrer, de Quem aproximar-se é ressuscitar, com Quem habitar é viver. Deus… de Quem fugir é cair, a Quem voltar é levantar-se, em Quem apoiar-se é estar seguro. Deus… a Quem esquecer é perecer, a Quem buscar é renascer, a Quem conhecer é possuir. Foi assim que descobri a Deus e me dei conta de que, no fundo, era a Ele, mesmo sem saber, a Quem buscava ardentemente o meu coração.

6. Provei-Te, e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me, e agora ardo por Tua Paz. “Deus começa a habitar em ti quando tu começas a amá-Lo”. Vi dentro de mim a Luz Imutável, Forte e Brilhante! Quem conhece a Verdade conhece esta Luz. Ó Eterna Verdade! Verdadeira Caridade! Tu és o meu Deus! Por Ti suspiro dia e noite desde que Te conheci. E mostraste-me então Quem eras. E irradiaste sobre mim a Tua Força dando-me o Teu Amor!

7. E agora, Senhor, só amo a Ti! Só sigo a Ti! Só busco a Ti! Só ardo por Ti!…

8. Tarde te amei! Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu Te amei! Eis que estavas dentro, e eu, fora – e fora Te buscava, e me lançava, disforme e nada belo, perante a beleza de tudo e de todos que criaste. Estavas comigo, e eu não estava Contigo… Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Chamaste, clamaste por mim e rompeste a minha surdez. Brilhaste, resplandeceste, e a Tua Luz afugentou minha cegueira. Exalaste o Teu Perfume e, respirando-o, suspirei por Ti, Te desejei. Eu Te provei, Te saboreei e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me e agora ardo em desejos por Tua Paz!

Santo Agostinho, Confissões 10, 27-29

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Fragmentos em vídeo:

https://www.facebook.com/Aleteiapt/videos/1229615283737139/

Cardeal Burke: Documento de trabalho do Sínodo da Amazônia é ‘apostasia’, não pode se tornar um ensinamento da Igreja

( LifeSiteNews ) – O cardeal Raymond Burke disse que o documento de trabalho usado para o próximo Sínodo Pan-Amazônico, organizado pelo Vaticano a pedido do Papa Francisco, equivale a “apostasia”.

O cardeal fez esse comentário quando perguntado em uma entrevista no Youtube em 13 de agosto se o documento de trabalho conhecido como Instrumentum Laboris para o Sínodo de 6 a 27 de outubro pode se tornar definitivo para a Igreja Católica. O cardeal Burke respondeu:

“Não pode ser. O documento é uma apostasia. Isso não pode se tornar o ensinamento da Igreja, e se Deus quiser, todo o negócio será interrompido”.

Burke fez este comentário em uma ampla entrevista com o apresentador católico Patrick Coffin. Os principais organizadores do Sínodo Amazônico foram criticados por usar o evento para pressionar por diáconos do sexo feminino e padres casados. 

O cardeal, em uma discussão com o Coffin sobre políticos e outros que se afastam publicamente das crenças básicas defendidas pela Igreja, definiu tanto a heresia quanto a apostasia.

“Heresia é a negação, a negação consciente e voluntária de uma verdade da fé. Por exemplo, o sacerdote Ário, que negou as duas naturezas e uma pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, a heresia é apontada para uma verdade particular que alguém nega, ao passo que a apostasia é uma deserção geral da fé, um afastamento de Cristo de um modo geral e as muitas verdades da fé ”, afirmou.

Burke, em uma entrevista diferente, comentou comentários que os organizadores do sínodo fizeram sugerindo um relaxamento do celibato no sacerdócio para a região amazônica, dizendo que isso afetaria toda a Igreja mundial. “Não é honesto” sugerir que a reunião de outubro é “tratar a questão do celibato clerical apenas para aquela região”, disse ele em junho.

O Papa Francisco anunciou no ano passado que o Sínodo dos bispos da região Pan-Amazônica de outubro se reuniria em Roma com o propósito de identificar “novos caminhos para a evangelização do povo de Deus naquela região”, especialmente povos indígenas “muitas vezes esquecidos e sem a perspectiva de um futuro sereno”.

Os cardeais Walter Brandmuller e Gerhard Muller também condenaram o documento de trabalho do Sínodo da Amazônia.  O cardeal Walter Brandmüller também criticou o documento de trabalho, chamando-o de “herético” e uma “apostasia” da Revelação Divina. Ele chamou a hierarquia para “rejeitá-la” com “toda determinação”.

O cardeal Gerhard Mueller denunciou o que ele chama de terminologia ambígua e “ensino falso” do documento. Ele também questionou o que chamou de “hermenêutica invertida” do documento. Perguntando retoricamente se a Igreja é usada nas mãos de bispos e papas para “reconstruir”. “A Igreja como um instrumento” com objetivos seculares “, Mueller disse que o texto” apresenta uma reviravolta radical da hermenêutica da teologia católica “. Em vez de ressaltar os ensinamentos da Igreja ou citar a Sagrada Escritura, Muller escreveu que o Instrumentum Em vez disso, o Laboris gira em torno dos últimos documentos do Magistério do Papa Francisco, com algumas referências a João Paulo II e Bento XVI.

Leonardo Boff, um teólogo brasileiro e laico sacerdote que é amplamente reconhecido por ser o “teólogo de referência” para o Sínodo e um importante expoente da teologia da libertação, declarou que vê a eleição do Papa Francisco como uma “primavera” para a Igreja Católica . Em seu livro Francisco de Roma e Francisco de Assis , Boff afirmou sua crença de que o Papa Francisco encarna a teologia da libertação por causa de sua suposta dedicação aos pobres. Ele afirmou que a ordenação de homens casados ​​pode ser um resultado do sínodo. Em uma entrevista com a Deutsche Welt, Boff creditou o pontífice com o início de uma “revolução” na Igreja. A teologia da libertação foi especificamente condenada por São João Paulo II em 1985 por tentar reconciliar os preceitos marxistas com os ensinamentos católicos para o suposto propósito de ajudar os pobres, especialmente na América Latina.

O cardeal Burke disse em sua entrevista com Coffin que a mídia secular e alguns meios de comunicação católicos estão “glorificando” em chamar o Papa Francisco de “revolucionário”. Dizendo que o gabinete do papado não é revolucionário, ele disse que sua função primária é “salvaguardar o papado”. doutrina da fé e da disciplina da Igreja, a fim de ser o princípio e fundamento da unidade na Igreja ”.

Burke acrescentou: “Se você me disser que o papa é um revolucionário, ficaria muito preocupado, porque isso não tem nada a ver com o papado”.

Fonte: Tradução do site LifeSiteNews

Ir à missa diminui riscos de depressão e protege contra o suicídio, diz estudo de Harvard

Editor ChurchPOP – 

O professor de epidemiologia na Universidade de Harvard, Tyler J. VanderWeele e o especialista em comunicações, John Siniff publicaram recentemente no jornal americano ‘USA Today’ que participar da missa regularmente é “um remédio para melhorar a saúde física e mental”.

O artigo aponta os resultados de um estudo feito por VanderWeele, em que mostra que a participação frequente nos serviços religiosos estava associada com uma taxa significativamente mais baixa de suicídio.

VanderWeele e Siniff assinalaram que a saúde e a religião estão muito ligadas” e, de acordo com o estudo publicado, os adultos que vão à Missa pelo menos uma vez por semana, em comparação com aqueles que nunca vão, apresentam um menor risco de morte na próxima década e meia.

“Os resultados foram replicados em suficientes estudos e populações para ser considerados bastante confiáveis”, asseguraram os pesquisadores.

VanderWeele e Siniff reforçaram que é importante a experiência da fé comunitária, que ir à Igreja é fundamental, não basta apenas uma espiritualidade intimista, privada ou prática solitária. “Algo na participação religiosa comunitária parece ser essencial”, assinalaram.

“A investigação de Harvard e outras indicam que, possivelmente devido a uma mensagem de fé ou esperança”, pessoas que participam da Missa são mais otimistas e têm menores taxas de depressão. “A investigação de Harvard também mostrou que esta participação protege contra o suicídio”.

Je vous salue Marie – Incêndio de Notre Dame

Canto entoado pelos franceses em 15 de abril de 2019, no incêndio da Catedral de Notre Dame e ao longo de toda a bela história da fé católica na França.

Crédito de edição: Alexandre Felipe Présente

LETRA:
L’ange du Seigneur apporta l’annonce à Marie,
O anjo do Senhor anunciou a Maria
-Et elle conçut du Saint-Esprit.
E ela concebeu do Espírito Santo
Je vous salue Marie, comblée de grâce.
Ave Maria, cheia de graça
Le Seigneur est avec vous.
O Senhor é convosco
Vous êtes bénie entre toutes les femmes
Bendita sois vós dentre as mulheres
et Jésus, votre enfant est béni.
E bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus
Sainte Marie, Mère de Dieu,
Santa Maria, Mãe de Deus
priez pour nous pauvres pécheurs,
rogai por nós, pobres pecadores
maintenant et à l’heure de notre mort.
Agora e na hora de nossa morte
Amen, Amen, Alléluia.
Amém, amém, Aleluia

Voici la Servante du Seigneur,
Eis aqui a Serva do Senhor
Qu’il me soit fait selon ta parole.
Faça-se em mim segundo sua palavra
Ave Maria, cheia de graça
Le Seigneur est avec vous.
O Senhor é convosco
Vous êtes bénie entre toutes les femmes
Bendita sois vós dentre as mulheres
et Jésus, votre enfant est béni.
E bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus
Sainte Marie, Mère de Dieu,
Santa Maria, Mãe de Deus
priez pour nous pauvres pécheurs,
rogai por nós, pobres pecadores
maintenant et à l’heure de notre mort.
Agora e na hora de nossa morte
Amen, Amen, Alléluia.
Amém, amém, Aleluia

Et le Verbe s’est fait chair,
E o Verbo se fez carne
Et il a habité parmi nous.
E habitou entre nós
Priez pour nous, sainte Mère de Dieu,
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus
Afin que nous soyons rendus dignes des promesses du Christ.
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo
Prions.
Oremos
Que ta grâce, Seigneur notre Père,
Que sua graça, Senhor nosso Pai,
se répande en nos cœurs.
seja espalhada em nossos corações
Par le message de l’ange,
Através da mensagem do anjo
tu nous as fait connaître l’incarnation de ton Fils bien-aimé,
Vós nos fizestes conhecer a encarnação do Seu amado Filho
conduis-nous, par sa passion et par sa croix,
conduzindo-nos pela sua paixão e pela sua cruz
jusqu’à la gloire de la Résurrection.
para a glória da ressurreição
Par Jésus, le Christ, notre Seigneur. Amen.
Por Jesus, Cristo, nosso Senhor. Amém.

Um remédio poderoso para quem quer se libertar de uma vida pecaminosa

Deus, rico em misericórdia, está pronto para dar um basta naquilo que nos escraviza

Nós nem sempre pensamos assim, mas o pecado realmente nos escraviza, enquanto a virtude nos liberta.

Às vezes, quando queremos fazer o bem e seguir a vontade de Deus, sentimo-nos sobrecarregados e aprisionados pelos nossos pecados. A escravidão pode até chegar ao ponto de causar cegueira espiritual. Nós, literalmente, não conseguimos “ver” que estamos pecando, e não percebemos o dano que estamos causando a nós mesmos e a toda a criação de Deus.

No livro “O Combate Espiritual”, o Padre Lorenzo Scupoli diz:

“Quando o diabo mantém um homem na escravidão do pecado, seu principal cuidado é cegar cada vez mais os olhos e afastar dele tudo aquilo que possa levá-lo ao conhecimento de sua condição mais infeliz.”

O que começa com um pecado pequeno de repente se torna um pecado maior e assim só vai crescendo de proporção. Scupoli explica:

“Da cegueira à cegueira mais profunda, do pecado ao pecado mais impuro, sua vida miserável irá rodopiar até a morte, a menos que Deus, por sua graça, intervenha para salvá-lo”.

Um remédio simples (mas poderoso) para libertar-se desta vida de pecado é voltar-se para Deus de todo o coração.

Scupoli aconselha:

O remédio para quem está nesta condição infeliz é estar pronto para dar atenção diligente aos pensamentos e inspirações que o chamam das trevas para a luz, clamando de todo o coração para o seu Criador.”

O autor, então, sugere a seguinte oração:

“Ó Senhor, ajudai-me; ajudai-me rapidamente; não me deixeis mais na escuridão do pecado.”

A oração deve ser repetida várias vezes, implorando a Deus que a Sua misericórdia seja derramada sobre você. A prece também deve ser acompanhada pelo sacramento da Reconciliação

Pode parecer antipático, mas este tem sido o caminho de muitos santos ao longo dos séculos. Eles conseguiram iniciar o caminho da conversão depois de se voltarem para Deus, caindo diante dele com lágrimas de arrependimento.

Deus deseja um coração contrito e, como o Papa Francisco diz, ele nunca se cansa de perdoar. Uma vez que a contrição toma conta de uma pessoa, a verdadeira mudança acontece.

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