1. Às margens dos rios de Babilônia, nos assentávamos chorando, lembrando-nos de Sião.*

2. Nos salgueiros daquela terra, pendurávamos, então, as nossas harpas,

3. porque aqueles que nos tinham deportado pediam-nos um cântico. Nossos opressores exigiam de nós um hino de alegria: “Cantai-nos um dos cânticos de Sião”.

4. Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor em terra estranha?

5. Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que minha mão direita se paralise!

6. Que minha língua se me apegue ao palato, se eu não me lembrar de ti, se não puser Jerusalém acima de todas as minhas alegrias.

7. Contra os filhos de Edom, lembrai-vos, Senhor, do dia da queda de Jerusalém, quando eles gritavam: “Arrasai-a, arrasai-a até os seus alicerces!”.*

8. Ó filha de Babilônia, a devastadora, feliz aquele que te retribuir o mal que nos fizeste!

9. Feliz aquele que se apoderar de teus filhinhos, para os esmagar contra o rochedo!

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136,1. Tristeza do exilado, a quem seus vencedores querem fazer cantar cânticos do país. Indignação e imprecação contra aqueles que atacaram a pátria, a ponto de destruí-la.

136,7. Edom: quando Jerusalém caiu nas mãos de Nabucodonosor, os edomitas ou idumeus se juntaram aos conquistadores para participar da pilhagem.




“Que o Espírito Santo guie a sua inteligência, faça-o descobrir a verdade escondida na Sagrada Escritura e inflame a sua vontade para praticá-la.” São Padre Pio de Pietrelcina