1. Vinde, manifestemos nossa alegria ao Senhor, aclamemos o rochedo de nossa salvação;*

2. apresentemo-nos diante dele com louvores, e cantemos-lhe alegres cânticos,

3. porque o Senhor é um Deus imenso, um rei que ultrapassa todos os deuses;

4. nas suas mãos estão as profundezas da terra, e os cumes das montanhas lhe pertencem.

5. Dele é o mar, ele o criou, assim como a terra firme, obra de suas mãos.

6. Vinde, inclinemo-nos em adoração, de joelhos diante do Senhor que nos criou.

7. Ele é nosso Deus; nós somos o povo de que ele é o pastor, as ovelhas que as suas mãos conduzem. Oxalá ouvísseis hoje a sua voz:*

8. “Não vos torneis endurecidos como em Meriba, como no dia de Massa no deserto,*

9. onde vossos pais me provocaram e me tentaram, apesar de terem visto as minhas obras.

10. Durante quarenta anos desgostou-me aquela geração, e eu disse: “É um povo de coração desviado, que não conhece os meus desígnios.

11. Por isso, jurei na minha cólera: Não hão de entrar no lugar do meu repouso”.

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94,1. Este salmo é comumente chamado “invitatório”, porque é cantado no início da oração litúrgica da manhã. É um apelo ao louvor de Deus e à fidelidade à sua voz.

94,7. Texto citado em Hb 3,7-11; 4,3.

94,8. Massa (murmúrio), Meriba (prova): denominações do lugar em que os hebreus sedentos, no deserto, murmuraram contra Deus e o puseram à prova (Ex 17; Nm 20).




“Para consolar uma alma na sua dor, mostre todo o bem que ela ainda pode fazer”. São Padre Pio de Pietrelcina