1. De Davi. Fazei-me justiça, Senhor, pois tenho andado retamente e, confiando em vós, não vacilei.*

2. Sondai-me, Senhor, e provai-me; escrutai meus rins e meu coração.

3. Tenho sempre diante dos olhos vossa bondade, e caminho na vossa verdade.

4. Entre os homens iníquos não me assento, nem me associo aos trapaceiros.

5. Detesto a companhia dos malfeitores, com os ímpios não me junto.

6. Na inocência lavo as minhas mãos, e conservo-me junto de vosso altar, Senhor,*

7. para publicamente anunciar vossos louvores, e proclamar todas as vossas maravilhas.

8. Senhor, amo a habitação de vossa casa, e o tabernáculo onde reside a vossa glória.

9. Não leveis a minha alma com a dos pecadores, nem me tireis a vida com a dos sanguinários,

10. cujas mãos são criminosas, e cuja destra está cheia de subornos.

11. Eu, porém, procedo com retidão. Livrai-me e sede-me propício.

12. Meu pé está firme no caminho reto; nas assembleias, bendirei o Senhor.

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25,1. O salmista afirma a sua inocência, penhor da proteção divina; coloca a sua retidão como o único meio de ser atendido. Neste salmo, a confiança é maior do que a humildade.

25,6. Lavo as minhas mãos: ato simbólico no qual o costume judeu via um atestado de inocência.




“O Senhor sempre orienta e chama; mas não se quer segui-lo e responder-lhe, pois só se vê os próprios interesses. Às vezes, pelo fato de se ouvir sempre a Sua voz, ninguém mais se apercebe dela; mas o Senhor ilumina e chama. São os homens que se colocam na posição de não conseguir mais escutar.” São Padre Pio de Pietrelcina