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Deus Existe – Albert Einstein

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Professor: Eu vou provar pra você que se Deus existe, então ele é mal.
Professor: Deus criou tudo o que existe?
Professor: Se Deus critou todas as coisas, então ele criou o mal, o que significa que Deus é mal.
Aluno: Com licença, professor!
Aluno: O Frio existe?
Professor: Que tipo de pergunta é essa? Claro que ele existe. Você nunca ficou com frio?
Aluno: Na verdade senhor, o frio não existe. De acordo com as leis da física, o que consideramos frio é na verdade ausência de calor.
Aluno: Professor, a escuridão existe?
Professor: Claro que existe.
Aluno: Você está errado senhor, a escuridão também não existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz.
Aluno: O mal não existe. É como a escuridão e o frio. Deus não criou o mal. O mal é o resultado do que acontece quando o homem não tem o amor de Deus presente em seu coração. (Albert Einstein – 1879-1955)

A difícil arte de confiar em Deus

Por que é tão difícil aceitar que Deus nos ama incondicionalmente?

A vida nem sempre vai sorrir para nós. Às vezes, a tempestade e o vento parecem ser um obstáculo no caminho e colocam em perigo a estabilidade dos nossos alicerces: “A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário” (Mt 14, 24).

Nesses momentos, como os discípulos, temos medo e nos assusta a possibilidade de perder a vida. Esquecemos que, em meio à escuridão, Jesus está ao nosso lado, caminhando sobre as águas, disposto a acalmar nossa ansiedade: “Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar. Quando os discípulos o avistaram, andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: ‘É um fantasma’. E gritaram de medo. Jesus, porém, logo lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!”.

As palavras de Jesus nos tranquilizam, nos fazem ter esperança, levantam nosso ânimo. Tiram de nós esse medo doentio que muitas vezes nos paralisa. Não queremos ter medo, mesmo sabendo ser este um sentimento frequente no coração. Nossa vida é muito frágil, e uma decisão precipitada pode mudar tudo. Um acontecimento inesperado, um diagnóstico com o qual não contávamos.

Uma pessoa me comentou, há alguns dias: “Tenho certeza de que Deus faz tudo para o nosso bem e permite este sofrimento para santificar o meu pai. Para que outra coisa estamos aqui, a não ser para aspirar à vida eterna? Confio em que Deus nos permitirá continuar vivendo estes momentos com confiança em seu amor infinito”.

Viver assim na turbulência das ondas, na instabilidade do barco da vida, que parece a ponto de naufragar às vezes, é um autêntico milagre, um dom de Deus, uma obra feita pelo Espírito Santo em nós.

Mas a verdade é que nem sempre vivemos com a certeza de saber que é Cristo quem caminha ao nosso lado, e então surgem as dúvidas: “Então Pedro lhe disse: ‘Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água’”. Pedro quer uma prova racional, porque duvida, ou melhor, quer um milagre, algo extraordinário que aumente sua fé. Não se conforma com a voz de Cristo, não acredita que realmente seja Ele, pensa ser um fantasma, ou talvez um fruto da sua imaginação temerosa.

Há muitas pessoas que veem sua vida de fé enfraquecer-se sem poder fazer nada. Não confiam e não sabem se abandonar; duvidam, não enxergam Deus e querem controlar tudo. O Pe. Kentenich nos recorda: “Vivemos em uma era de enfraquecimento da fé e da vida de fé. Especialmente em épocas como esta, existem muitas pessoas que, para converter-se, esperam milagres, sinais extraordinários, visíveis, palpáveis”.

A fé enfraquecida busca sinais que nos confirmem se estamos no caminho certo. Busca fatos extraordinários. Mas o coração quer se encontrar com Deus, quer caminhar com Ele. A fé quer ser construída sobre sinais inquestionáveis, sinais surpreendentes que convençam. No entanto, quando estes acontecem, não é tão fácil aceitar a gratuidade do amor de Deus, aceitar que Ele se manifesta milagrosamente em nossa vida.

Depender de Deus dessa forma, experimentar um milagre em nós, parece excessivo. É como se já não pudéssemos ser donos da nossa vida; como se nos tirassem o controle sobre a dor e sobre a morte. Diante desse amor gratuito e inesperado de Deus, surge o desconcerto e nos sentimos perdidos.

Por isso, é tão necessário aprender a agradecer na vida, na oração. Esta é nossa aprendizagem mais importante, a rocha mais sólida. É difícil receber as coisas sem ter pago por elas antes, sem que sejam fruto do nosso esforço. É difícil não controlar a vida e ver que tudo é um dom, um milagre que não exigimos, que nada do que nos acontece é merecido.

É difícil agradecer pelas coisas que recebemos diariamente como presente. João Paulo II recordou a necessidade de “ser capazes de agradecer com a mesma devoção com que sabemos pedir. A gratidão sempre nos coloca de uma maneira particular diante da Pessoa”. A gratuidade do amor de Deus nos deixa indefesos.

Não merecemos o amor e sentimos que não temos como pagá-lo. Por isso, perdemos a vida buscando méritos para devolver o recebido. Pedro não se contentou com o consolo do Senhor sobre as águas, com a segurança de ver seus passos firmes no meio das águas agitadas. Por isso, exigiu poder caminhar, também ele, sobre as águas. Por isso, pediu o milagre do impossível, rebelou-se diante da gratuidade.

Também nós nos sentimos indignos e queremos fazer alguma coisa, quando descobrimos que Deus nos colmou com um amor que não é correspondido pela nossa entrega…

Fonte: Aleteia

Qual a importância de rezar a Ave Maria?

Todas as vezes que rezamos a Ave Maria, saudamos Maria com aquela mesma saudação que Santa Isabel, “cheia do Espírito Santo”, saudou sua prima, “em alta voz”: “Bendita és tu entre as mulheres” (Lc 1,42).

Maria é “a filha predileta de Deus”, diz o Concílio Vaticano II (LG n. 53), “aquela que na Santa Igreja ocupa o lugar mais alto depois de Cristo e o mais perto de nós” (LG, n. 54).

O mesmo Concílio afirma que “por graça de Deus exaltada depois do Filho acima de todos os anjos e homens, como Mãe santíssima de Deus, Maria esteve presente nos mistérios de Cristo e é merecidamente honrada com culto especial pela Igreja” (LG n. 66).

São Bernardo, o apaixonado cantor da Virgem Maria, no Sermão 47 diz:

“Ave Maria, cheia de graça, porque agradável a Deus, aos anjos e aos homens. Aos homens, por causa de sua fecundidade; aos anjos, por causa de sua virgindade; a Deus, por sua humildade. Ela mesma atesta que Deus olhou para ela porque viu sua humildade” (MM, p. 29).

O Livro dos Provérbios diz: “A Sabedoria construiu para si uma Casa, nela esculpiu sete colunas” (Pr. 9,1). S. Bernardo, comentando este texto no “Sermão de Assumptione B. Mariae”, aplicou-o à Virgem Maria: Casa Virginal, sustentada por sete colunas, porque enriquecida com os sete dons do Espírito Santo: o dom da sabedoria, o da inteligência, o do conselho, o da fortaleza, o da ciência, o da piedade e o do temor de Deus” (MM, p. 69).

Se ela é aquela criatura única “cheia de graça” e da presença do Senhor – “o Senhor é contigo” -, então Maria está repleta de todos os dons e graças de Deus.

São Tomas de Aquino afirmou:

“…a bem-aventurada Virgem Maria, pelo fato de ser Mãe de Deus, tem uma espécie de dignidade infinita por causa do bem infinito que é Deus” (MM, p. 100).

E, na mesma linha, Santo Epifânio escreveu: “Com exceção de Deus, Tu és, ó Virgem, superior a todas as coisas” (idem).

Ensina Santo Afonso que “Maria é a filha primogênita do Pai Eterno”, e diz que os sagrados intérpretes e os Santos Padres aplicam-lhe este texto da Escritura: “Eu saí da boca do Altíssimo, a primogênita antes de todas as criaturas” (Eclo 24,5). Segundo o santo doutor, “Maria é a primogênita de Deus por ter sido predestinada juntamente com o Filho nos decretos divinos, antes de todas as criaturas. Ou então é a primogênita da graça como predestinada para Mãe do Redentor, depois da previsão do pecado” (GM,  p. 208).

E também diz São Bernardo à Senhora: “Antes de toda a criatura fostes destinada na mente de Deus para Mãe do Homem-Deus” (GM p. 228).

“A graça que adornou a Santíssima Virgem sobrepujou não só a de cada um em particular, mas a de todos os santos reunidos”, afirma Santo Afonso. E mais: “Não se pode pôr em dúvida que, simultaneamente com o decreto divino da Encarnação, ao Verbo de Deus foi também destinada a Mãe da qual devia tomar o ser humano. E essa foi Maria” (GM, p. 229).

Segundo ensina S. Tomas, “a cada um o Senhor dá graça proporcionada à dignidade a que o destina. A Santíssima Virgem foi escolhida para ser Mãe de Deus, e portanto o Altíssimo capacitou-a certamente com Sua graça. Antes de ser Mãe foi Maria, por conseguinte, adornada de uma santidade tão perfeita que a pôs à altura dessa dignidade” (GM, p. 230),

Entre todas as mulheres de todos os tempos e de todos os lugares. Deus escolheu Maria para ser Sua Mãe. Esta glória de Maria a fez cantar perante S. Isabel:

“Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva.

Por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo…” (Lc 1,42ss).

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Pedra do Mar Morto, ou “Pedra de Gabriel”, apontava que o Messias viria como Jesus veio e ainda como virá no fim dos tempos

Está sendo exposta em Jerusalém uma lápide do fim do século I a.C. cujo texto – considerado “misterioso” pelos especialistas – foi escrito com tinta em caracteres hebraicos, noticiou o “Boston Herald”.

É a chamada “Pedra de Gabriel”, ou “Visão de Gabriel”, segundo o Prof. Ada Yardeni, pelo fato de o arcanjo aparecer como figura central.

A pedra mede um metro de altura e foi descoberta no ano 2000 na margem oriental do Mar Morto, por um beduíno da Jordânia.

Análise da terra colada à pedra revelou uma composição química que só se encontra nessa região.

O escrito tem 87 linhas e está dividido em duas colunas. Trata-se de um texto profético anotado quando ainda existia o Templo que Jesus frequentou.

Os especialistas consideram a “Pedra de Gabriel” um pórtico que ajuda a entender as ideias que circulavam na Terra Santa sobre o Messias pouco antes de Jesus nascer.

O método de gravar com tinta sobre a pedra e não entalhar, como era o costume, é único.

Nada se achou de semelhante na região do Mar Morto até o presente.

“A ‘Pedra de Gabriel’ é em certo sentido uma espécie de Rolo do Mar Morto escrito sobre uma pedra”, sustenta James Snyder, diretor do Museu de Israel.

Ela provém da mesma época e utiliza caligrafia idêntica à de alguns dos Rolos do Mar Morto, entre os quais se contam os mais antigos manuscritos hebraicos da Bíblia.

Para os responsáveis do Museu de Israel, trata-se do documento mais importante achado na região.

Em 2008, a “Pedra de Gabriel” causou polêmica quando o professor Israel Knohl, da Universidade Hebraica de Jerusalém, defendeu que ela revolucionaria a compreensão dos inícios do cristianismo.

Segundo ele, o texto profetiza a ressurreição do Messias. Knohl baseia sua teoria na frase “após três dias Tu viverás”.

Esta posição suscitou uma tempestade no mundo acadêmico, com um Congresso científico e um documentário do National Geographic incluídos. A polêmica continua até hoje.

Muitas letras ficaram apagadas em partes cruciais, havendo muita polêmica sobre a interpretação. Só 40% das 87 linhas são legíveis, e muitas delas parcialmente.

Uma equipe americana usando tecnologias de escaneamento em alta resolução tentou detectar caracteres apagados, mas sem resultado.
São Gabriel: um dos personagens centrais
Os especialistas, entrementes, concordam que as partes legíveis trazem a visão apocalíptica de um ataque contra Jerusalém – a cidade santa e prefigura da Igreja – durante o qual Deus intervém para salvá-la rodeado de anjos e carros.

O personagem central é São Gabriel, o arcanjo portador do anúncio da Encarnação, que se apresenta na Pedra dizendo “Quem sou eu? Eu sou Gabriel o anjo”. No texto aparece também o nome de São Miguel.

As inscrições mencionando São Gabriel acenam para uma “revoada de anjos sobre o Templo de Jerusalém” num momento de grande angustia para os fiéis que restam na cidade, explicou Adolfo Roitman, um dos responsáveis da mostra.

“Gabriel não é arqueologia. Ele é relevante para milhões de pessoas na terra que acreditam que os anjos são seres celestiais atuantes na terra”, disse Roitman.
As duas vindas do Messias

A revista especializada Biblical Archeology Review foi a primeira a publicar uma densa matéria sobre a enigmática pedra na sua edição de janeiro-fevereiro de 2008, assinada pelo Prof. Ada Yardeni.

Segundo Yardeni, estamos diante de um texto judeu que precede de muito perto o cristianismo e apresenta duas vindas do Messias em formas assaz diversas.

Segundo uma das formas, o Messias viria como filho de José (Efraim). Sob esta forma, o Messias padeceria, morreria e ressuscitaria três dias após a morte. Essa seria a razão de ser das palavras “após três dias Tu viverás”.

Na outra forma da vinda do Messias, Ele aparece em majestade, patenteando sua raça real e sua condição de filho, ou sucessor, do rei David.

Nesta segunda vinda, o Messias retornaria acompanhado por exércitos celestes em ordem de batalha e obteria uma vitória militar mística, angélica e material, salvando os últimos fiéis que estão a ponto de perecer nas mãos dos inimigos que os rodeiam.

Assim, o Messias instituiria seu reinado sempiterno após uma “jornada de batalha”.

Ele fará de seus inimigos, até então vencedores, uma peanha sobre a qual assentará seus pés. O Messias filho de David é um Messias triunfal.

As duas vindas do Messias da “Pedra de Gabriel”, portanto, correspondem admiravelmente às duas vindas de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo as Sagradas Escrituras.

A primeira já foi efetivada e está descrita nos Evangelhos. Nosso Senhor veio como filho de José, padeceu, morreu e ressuscitou ao terceiro dia para nos remir.

Na segunda vinda, anunciada no Apocalipse, Nosso Senhor voltará para uma grande jornada vitoriosa contra os maus, encerrar a História e instalar seu reinado por todo e sempre.
O Apocalipse e a segunda vinda de Cristo
Escreve São João no Apocalipse:

“11. Vi ainda o céu aberto: eis que aparece um cavalo branco. Seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e é com justiça que ele julga e guerreia.

“12. Tem olhos flamejantes. Há em sua cabeça muitos diademas e traz escrito um nome que ninguém conhece, senão ele.

“13. Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é Verbo de Deus.

“14. Seguiam-no em cavalos brancos os exércitos celestes, vestidos de linho fino e de uma brancura imaculada.

“15. De sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações pagãs, porque ele deve governá-las com cetro de ferro e pisar o lagar do vinho da ardente ira do Deus Dominador.

“16. Ele traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores!” (Ap 19; 11-15)

 

E ainda descreve o reinado futuro de Nosso Senhor, a nova Jerusalém pelos séculos dos séculos, nos termos seguintes:

“1. Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia.

“2. Eu vi descer do céu, de junto de Deus, a Cidade Santa, a nova Jerusalém, como uma esposa ornada para o esposo.

“3. Ao mesmo tempo, ouvi do trono uma grande voz que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Habitará com eles e serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles.

“4. Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição.

“5. Então o que está assentado no trono disse: Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” (Ap. 21, 1-5)

São Gabriel: o arcanjo dos grandes anúncios
Faz muito sentido também que o anjo que na Pedra anuncia essas duas vindas seja São Gabriel. Ele é o arcanjo que anunciou a Zacarias que sua mulher Isabel, já idosa, conceberia o precursor São João Batista (Lucas 1; 11-20).

E é o arcanjo da Anunciação que comunica a Nossa Senhora a Encarnação do Messias que viria a remir o gênero humano, padecendo, morrendo e ressuscitando. (Lucas; 1, 26-38)

Ele é por excelência o arcanjo anunciador da primeira vinda de Jesus.

Além do mais foi São Gabriel quem anunciou ao profeta Daniel a segunda vinda de Cristo, no fim do mundo, quando os últimos católicos estivessem a ponto de sucumbir, para inaugurar o Reino eterno após o fim da História.

“15. Ora, enquanto eu contemplava essa visão e procurava o significado, vi, de pé diante de mim, um ser em forma humana,

“16. e ouvi uma voz humana vinda do meio do Ulai: Gabriel, gritava, explica-lhe a visão.

“17. Dirigiu-se então em direção ao lugar onde eu me achava. À sua aproximação, fiquei apavorado e caí com a face contra a terra. Filho do homem, disse-me ele, compreende bem que essa visão simboliza o tempo final.

“18. Enquanto falava comigo, desmaiei, com o rosto em terra. Mas ele tocou-me e me fez ficar de pé.

“19. Eis, disse, vou revelar-te o que acontecerá nos últimos tempos da cólera, porque isso diz respeito ao tempo final”. (Daniel 8; 15-18)

O arcanjo Gabriel ainda revelou a Daniel o pecado final dos homens, o qual precederá a segunda vinda de Nosso Senhor:

“20. Eu falava ainda, pedindo, confessando meu pecado e o de meu povo de Israel, depositando aos pés do Senhor, meu Deus, minha súplica pelo seu monte santo;

“21. não havia terminado essa prece, quando se aproximou de mim, num relance, Gabriel, o ser que eu havia visto antes em visão.

“22. Deu-me, para meu conhecimento, as seguintes explicações: Daniel, vim aqui agora para te informar.” (Daniel 9: 22-22)

A “Pedra de Gabriel” ainda está sendo analisada. Porém, o que dela se extrai nos conforta na certeza de ser Jesus o Messias prometido aos patriarcas e profetas de Israel.

E de ser Aquele que as almas retas do povo eleito aguardavam.

Fonte: Ciência confirma a Igreja

O Papa Francisco se confessa ao iniciar o evento “24 horas com o Senhor”

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VATICANO, 28 Mar. 14 / 03:38 pm (ACI/EWTN Noticias).- No marco da Liturgia Penitencial, com a que começa o evento as “24 horas com o Senhor”, convocado para que os fiéis possam aproximar-se da sacramento da reconciliação e participar da Adoração Eucarística, o Papa Francisco se confessou hoje na Basílica de São Pedro.

Depois de participar do Sacramento da Reconciliação, o Santo Padre se dispôs a confessar algumas pessoas.

As “24 horas pelo Senhor”, uma iniciativa do Papa para a Promoção da Nova Evangelização, encontraram acolhida em diversos países do mundo, que se uniram à celebração, que vai desde as 5:00 p.m. de hoje até 5:00 p.m. do sábado, 29.

Lúcifer e os Franciscanos

Fonte: Dominus Est

São Francisco de Assis e o diabo

Certo dia, enquanto Lúcifer, o príncipe do abismo, montado sobre um dragão alado, inspecionava o mundo sublunar para julgar por si mesmo o progresso de suas conquistas, ele ficou extremamente decepcionado, voltando, com o coração pesado, para seus Estados sombrios.

– Perdemos cotidianamente, disse ele tristemente a um dos seus fiéis. Acabo de ver uma nova ordem religiosa que nos arruinará se não ficarmos atentos com ela. Chamam-nos de Franciscanos. Filhos ardentes de um pai que nos tirou muitas almas, eles são tão humildes, tão caros aos povos, tão inacessíveis para nós, que se dormirmos, esses mendicantes esfarrapados não nos deixarão um único lugar aonde possamos aparecer. Preciso então, Asmodeu, de toda tua astúcia. Esses homens, sob sua regra santa, levam uma vida apostólica. Sua regra não foi estabelecida por uma simples inspiração do alto: O próprio Deus a ditou a Francisco. E enquanto Francisco, comovido de piedade por seus sucessores, lhe perguntou de onde seres submissos às fraquezas humanas tirariam a força necessária para observar os vinte e cinco preceitos cujos ela se compõe, preceitos tão rigorosos que nenhum pode ser infringido sem pecado mortal: – Não se preocupe com isso, respondeu-lhe o Senhor. Eu me encarrego de suscitar aqueles que os guardarão.

– Mas ele não disse, interrompeu Asmodeu, que todos, sem exceção, seriam fiéis.

– Se ele o tivesse dito, retomou Lúcifer, todos os nossos esforços seriam inúteis. Vá então para a Espanha. Dirija-te para Toledo, que hoje é sua principal cidade. Lance aí as sementes da impiedade entre os homens de uma condição média, e nos corpos dos mercadores, aos quais os monges devem as esmolas que lhes possibilitam viver. Impeça que a devoção se enraíze sem seus corações. Os espanhóis guardam fortemente as impressões que eles uma vez receberam. Não te preocupes demais com os ricos. Seus desejos imoderados agirão de forma eficaz. Quanto a mim, fico em Lucques, onde trabalho para impedir esses monges de conservar um convento que eles fundaram aí. Os habitantes já estão prontos para transformar as esmolas que eles lhes concedem em injúrias e em ofensas. Vá então, e façamos de modo que essa nova nave da Igreja se choque contra os recifes ímpios e os corações rebeldes. Quando for recusado aos capuchinhos o estrito necessário, eles terão dificuldade em se defender das práticas da fraqueza humana.

Asmodeu obedeceu com alegria, e se afastou imediatamente. Não sabemos muito o que ele fez em Toledo. Mas em Lucques o príncipe do inferno logo viu que plano o ele tinha concebido começou a dar resultados. Os burgueses, cedendo às suas sugestões, ficaram surdos às orações dos bons religiosos. As esmolas pararam completamente. Certo Ludovico, o mais rico, mas também o mais ímpio dos habitantes de Lucques, se distinguiu sobretudo pela brutalidade de suas recusas. O superior não conseguiu reanimar o fervor dos fiéis. Perseguido, ameaçado, ele se viu até forçado a voltar para seu convento, cujas portas quase não podiam mais protegê-los, ele e seus monges, dos ultrajes da multidão. O governador da cidade, levado pelo ódio popular, inicialmente comprometeu os religiosos a deixarem uma região onde não se queria mais suportá-los. Logo ele tenta constrangê-los a isso. Privados de todos os recursos, esgotados pela fome que os pressionava, a coragem dos religiosos enfraqueceu, com efeito. E eles falavam de vender os vasos sagrados, de procurar em outro lugar uma terra menos inospitaleira. O superior, cuja piedosa firmeza tinha até então resistido às instâncias de seus irmãos, acabou por chancelar também. Então Lúcifer triunfou. E se acreditou prestes a atingir o objetivo que ele se propusera. Mas sua alegria não durou muito. De repente, através de uma luz radiante, ele ouve uma voz conhecida que lhe diz:

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O Senhor virá: trabalhemos sem descanso

Fonte: Encontro com o Bispo

O Senhor virá: trabalhemos sem descanso

Malaquias, alguns séculos antes do nascimento de Jesus Cristo, fala-nos do dia do Senhor como um grande julgamento em que o bem e o mal serão definitivamente separados.

Esta profecia, repetida noutros lugares da Sagrada Escritura, foi interpretada muitas vezes como uma vinda espetacular do Messias sobre as nuvens do Céu, para reduzir ao silêncio os seus inimigos. Alguns dos primeiros cristãos viveram também nesta expectativa e tiraram dela as consequências práticas.

O Senhor, Sabedoria infinita, planeou as coisas de outro modo. Tal como a luz do sol, quando aparece, revela a verdade das coisas materiais, mostrando a beleza das coisas e denunciando os perigos, assim também Jesus Cristo – Luz sem ocaso – com a Sua vinda ao mundo, anunciando a Palavra do Pai que é ele mesmo, ensina-nos a distinguir o bem do mal, o vício da virtude.

Houve, com certeza, uma revelação primitiva aos nossos primeiros pais que foi sendo deturpada ao longo dos séculos, pelos pecados dos homens. Quando não vivemos segundo a doutrina do Evangelho, acabamos por justificar tudo: aberrações sexuais, aborto, eutanásia, etc. Inventamos falsos direitos que justifiquem os vícios.

Com a luz da Revelação que tem a palavra definitiva e última em Jesus Cristo, e que Ele confiou ao Magistério vivo da Igreja, dissipam-se as trevas do erro.

Este julgamento de que fala o profeta prepara a verdade total do fim do mundo pelo julgamento universal, antecipado no encontro de cada um de nós com a própria consciência no juízo particular, a seguir à morte.

O fogo, o queimar da palha, são figuras usadas pelo profeta, palavras simbólicas para nos explicar a caducidade das coisas. Quantas das nossas obras de cada dia resistem a um julgamento sério da parte de Deus? Que interesse pode ter para nós orientar toda a vida terrena para causar nos outros uma impressão favorável a nosso respeito?

Não estamos na situação do aluno que espera o exame à porta da aula, já sem livros nem apontamentos, para recordar aquilo sobre que vai ser examinado.

O Senhor quer encontrar-nos em pleno trabalho quando nos vier buscar inesperadamente. Quando se fala em trabalho, fazemos referência ao estado de alma que procura fazer em tudo a vontade de Deus.

Na vida espiritual, nunca podemos viver dos rendimentos, como se pudéssemos dizer: «já rezei muito e pratiquei muitas obras boas! Agora é tempo de parar com as orações e de me desinteressar da salvação dos outros».

Também não podemos sonhar com ir para o Céu «na boleia», à custa dos outros, só porque pertencemos a uma Paróquia ou a um Movimento; ou porque temos pessoas importantes na Igreja com as quais estamos bem relacionados; ou ainda porque temos um número razoável de Associações nas quais estamos inscritos.

A santidade é obra da Graça de Deus e do esforço de colaboração com esta Graça, por parte de cada um. A salvação – a santidade pessoal – tem de ser fruto do trabalho de cada um, de mãos dadas com Deus. S. Paulo repreende os cristãos de Tessalônica, porque achavam que já não valia a pena trabalhar. Era tempo de descanso, de aguardar tranquilamente, sem nada fazer, a vinda do Senhor.

Ao dizer quem não trabalha não tem direito a comer, S. Paulo quer ensinar que também aquele que não prepara a sua salvação eterna não merece gozar dos seus frutos.

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