Tag: Page 1 of 4

Não se desculpe pela sua fé

Não se desculpe pela sua fé.
Não se desculpe pela Monarquia.
Não se desculpe pela Idade Medieval.
Não se desculpe pelas Cruzadas.
Não se desculpe pela Reconquista.
Não se desculpe pelas Inquisições.
Não se desculpe por conquistar o continente americano.
Não se desculpe por pregar o evangelho a todas as nações.
Não se desculpe por educar os ignorantes.
Não se desculpe por construir catedrais góticas.
Não se desculpe por construir catedrais barrocas.
Não se desculpe pela música e arte sacra.
Não se desculpe por alimentar os pobres.
Não se desculpe por fazer o que é certo.
Não se desculpe por ser católico.
Não se desculpe por decorar a Santa Igreja Católica e o Templo de Deus com riquezas e beleza.
Não se desculpe por acreditar e pregar a verdadeira moralidade católica.
Não se desculpe por ensinar todas as nações e batizá-las em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
São eles que têm que se desculpar por não honrar o Senhor dos Senhores e Rei dos Reis: Jesus Cristo.

Miss Líbano e atriz: Jesus Cristo é a minha vida, sou cristã

nadine-nassib-najim
“Eu respeito o islã e a fé em Deus, mas a minha religião é o cristianismo”, afirmou Nadine

Nadine Nassib Najim, atriz libanesa que foi Miss Líbano em 2004, surpreendeu todos com sua resposta a vários fãs no Twitter, em um tuíte no qual respondia se era muçulmana ou cristã. Ela escreveu como resposta: “A religião é a minha esperança! Cristo é a minha vida e minha única religião é o cristianismo. Respeito o islã“.

A atriz denuncia que se sente pressionada por pessoas que querem que ela renuncie à sua religião e abrace o islã: “Eu gostaria de parassem de me perguntar se sou cristã ou muçulmana! Espero que todos orem por mim, para que Deus me guie. Mas não quero ser muçulmana, estou orgulhosa de ser cristã“.

A jovem mulher, hoje com 30 anos, é modelo desde os 16 e atriz de seriados em seu país desde 2008. Já fez dois filmes e recebeu diversos prêmios pelo seu talento.

Fonte: Aleteia

O direito de tripudiar a Fé

(ou como se pretende fazer da Igreja e da fé gato e sapato…)

Ultimamente temos assistido, nós pobres ignorantes tapados que temos o dom da fé, a um verdadeiro festival de afrontas, agressões, ridicularizações, ataques, paródias grotescas, enfim, um conjunto de ações que visam a depreciação da fé, apresentada como fanatismo, coisa de gente ignorante…

A Igreja de Cristo transformou-se no vaso de escarro chinês daqueles que se julgam no direito de afrontar, com ares de superioridade, o fanatismo religioso católico, destinado a desaparecer da sociedade civilizada e libertária de um futuro já não tão distante. Finalmente, aproximam-se os tempos da verdadeira liberdade, já que está por pouco a influência do catolicismo em nossa terras…

Este é, infelizmente, o pensamento de muitos e muitas que outorgam a si mesmos o título de “defensores das liberdades e das minorias”. Gente que vomita chavões, slogans, palavras de ordem em defesa de direitos em grande parte absolutamente discutíveis e de escassa consistência. Paródias como a que foi apresentada por uma banda de rock satânico, no último “Rock in Rio”, que se utiliza de símbolos católicos invertidos, exatamente para demonstrar a quem seguem e a que princípio servem, encontram espaço de forma absolutamente natural nestas expressões consideradas de fundo cultural. Hoje, a moda é ser contra o catolicismo. Pior ainda, usa-se até mesmo as palavras, gestos, declarações, entrevistas, quem sabe até adivinham-se intenções e pensamentos, do Papa Francisco, mostrando-o como exemplo de aceitação pura e simples da diversidade e do pluralismo, sem os filtros de uma visão moral já ultrapassada, em vias de extinção. Homens e mulheres da Igreja, alguns sobejamente conhecidos por suas posturas dúbias, que encontraram nas instâncias superiores, limites fundados na grande Disciplina da Igreja para serem mantidos em terrenos aceitáveis da autentica fé católica, hoje sentem-se libertados de qualquer tipo de rédeas e de controles. Há quem até se sinta “compreendido”pelo Papa, e em constante diálogo com o mesmo através da esposa de um bispo afastado do Ministério…

Há alguns meses, escrevia eu, ingenuamente, que “tempos difíceis estavam se aproximando” para a Igreja e para os católicos. Não serão simplesmente difíceis… Serão mesmo terríveis. Tempos não só de testemunho sofrido, mas tempos de martírio, de perseguição, de incompreensão, de oposição virulenta, fundada no princípio de uma liberdade que conduz à pior escravidão: a escravidão daquele que, sendo escravo, pensa ser livre.

Um bispo deve ser anunciador da esperança. Declaro através desta mensagem, prometer seguir adiante na proclamação da Mensagem cristã, fundada antes de tudo, no Mistério Redentor da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus Cristo, único Salvador da humanidade, Mistério este ensinado dentro da Tradição Sagrada, nos séculos pela Santa Igreja, Una, Santa e Católica, fundada na rocha que é o Apóstolo Pedro.

Há uma única arma, a meu ver, de autêntica e poderosa eficácia neste combate: a oração. No início de seu pontificado, o grande Bento XVI propunha-se a escrever e falar menos, e a rezar mais… Quem sabe, dentro do quadro necessário do testemunho que exige também a palavra, principalmente nós, homens do Ministério Sagrado, falemos menos e rezemos mais… Certamente ajudaremos muito mais a Igreja neste combate contra as forças infernais que, mais do que nunca, mostram suas cortantes garras.

Fonte: Encontro com o Bispo

A conversão do ator Mark Wahlberg

“Tudo aquilo que aconteceu de positivo na minha vida foi por causa da minha fé”

Confesso que não gosto de escrever sobre coisas de Hollywood. Não é raro que nós, católicos, nos emocionemos quando um ator diz algo sobre a fé, e com grande facilidade o propomos como modelo devida cristã. Depois o mesmo ator diz algo estúpido e ficamos decepcionados. Mas Mark Walhberg parece ser um tipo sinceramente católico, e há um bom tempo seu testemunho sobre a fé é muito positivo e me agrada o fato de que fale disso explicitamente no ambiente onde está.

O ator Mark Mahlberg tem 39 anos, ganhou um Oscar e tem uma história pessoal difícil. Nascido em uma família humilde, teve uma juventude tempestuosa. Consumiu e vendeu drogas, trabalhou como modelo e cantor de Rap e foi preso por ter ferido um amigo em uma briga.

Na prisão se converteu. Encontrou Deus em meio a tanta miséria e voltou para sua fé católica. Iniciou assim sua carreira como ator: surpreendeu pela brilhante interpretação em “Retorno do nada” (1995) e continuou com sucessos como “A tempestade perfeita” (2000), “O planeta dos macacos” (2001) e “The italian Job”. Pela sua interpretação como Dignan em “Os Infiltrados” (2006), foi nomeado como melhor ator, seja pelo Golden Globe que pelo Oscar. Pouco depois apareceu em “Shooter” (2007) e em “Fim dos Tempos” (2008), de M. Night Shyamalan.

“Muitas pessoas têm uma crise, são presas e encontram Deus, e quando não têm necessidade se esquecem Dele. Eu passo grande parte do meu dia louvando a Deus por todas as bênçãos que Ele me concedeu”, Mark Mahlberg.

Para muitos, ele vive o ápice da carreira. E revelou que este sucesso “anda de mãos dadas com o meu novo encontro com Deus através da Eucaristia”. Wahlberg sustenta que por determinação própria vai à Missa todos os domingos. “Se é necessário interrompo as gravações, mas vou sempre à missa, é muito mais importante que o trabalho”.

Para o autor, a é “consolação, sentido, tudo”, e por isso reconhece se sentir arrependido de ter ferido muitas pessoas na sua vida, “as quais pedi muitas vezes que me perdoassem”. Declara também que quer ajudar os jovens “para que não percorram o caminho que percorri durante a juventude”, através da sua fundação: The Mark Wahlberg Youth Foundation.

No último 5 de agosto, saiu nos Estados Unidos seu último filme, a comédia “The Other Guys”, e na primeira semana o filme estourou na bilheteria. Por isso, a revista Time (16.VIII.2010, p. 3) fez dez perguntas propostas pelos leitores. Selecionei duas, ao meu ver, reveladoras:

Quando era adolescente, viveu uma vida dissoluta e chegou até a ser preso. Qual conselho daria aos seus filhos para que não cometam os mesmos erros? – Adriana Alvarez, San José, Costa Rica.

Cometi muitos erros porque tinha muito tempo livre. Meus pais trabalhavam durante muitas horas no dia para nos dar o que comer, e eu ficava pouco tempo com eles. Por isso, agora, antes de aceitar um papel, asseguro-me que sobre tempo para estar com meus filhos e poder participar, em todos os aspectos, da vida deles. Minha mulher e eu buscamos envolvê-los nos principais valores, e a é o mais importante.

Até que ponto o fato de ser um católico praticante o ajuda em sua carreira? – Ari del Rosario, Manila.

Tudo aquilo que aconteceu de positivo na minha vida foi por causa da minha fé. Muitas pessoas têm uma crise, são presas e encontram Deus, e quando não têm necessidade se esquecem Dele. Eu passo grande parte do meu dia louvando a Deus por todas as bênçãos que Ele me concedeu. Se tudo acabasse hoje para mim, estaria feliz, porque na minha vida percorri um itinerário maravilhoso.

Fonte: Aleteia

Católico, Aprenda a Defender Sua Fé

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=RTydlKj1Dzk[/youtube]

Papa Francisco: Cristãos que caem na ideologia não têm fé e são como os demônios

pppapamisa210214

Vaticano, 21 Fev. 14 / 10:24 am (ACI/EWTN Noticias).- Em sua habitual homilia da Missa que presidiu nesta sexta-feira na Casa Santa Marta, o Papa Francisco explicou uma fé sem fruto não é uma fé verdadeira, e explicou que os cristãos que caem na ideologia, são como os demônios que conhecem a doutrina mas em realidade não têm fé.

O mundo está cheio de cristãos que recitam muito as palavras do Credo e as põem muito pouco em prática. Também de eruditos que enquadram a teologia em uma série de possibilidades, sem que tal sabedoria tenha depois reflexos concretos na vida. Francisco disse que a afirmação do apóstolo Tiago é clara “a fé sem o fruto na vida, uma fé que não dá fruto nas obras, não é fé”.

“Também nós nos equivocamos às vezes sobre isto: ‘Mas eu tenho muita fé’, escutamos dizer. ‘Eu acredito em tudo, tudo…’ E possivelmente esta pessoa que afirma tal coisa tenha uma vida morna, débil. Sua fé é como uma teoria, mas não está viva em sua vida”, sublinhou.

“O apóstolo Tiago, quando fala de fé, fala precisamente da doutrina, pelo que é o conteúdo da fé. Mas vocês podem conhecer todos os mandamentos, todas as profecias, todas as verdades de fé, mas se isto não é posto em prática, não vai às obras, não serve. Podemos recitar o Credo teoricamente, também sem fé, e há tantas pessoas que o fazem assim. Também os demônios! Os demônios conhecem bem o que se diz no Credo e sabem que é verdade”.

O Papa Francisco se referiu também à afirmação de São Tiago: “Crês que há um só Deus?” e respondeu: “Fazes bem; também os demônios acreditam e tremem”. A diferença -explicou- é que os demônios “não têm fé”, porque “ter fé não é ter um conhecimento”, mas “acolher a mensagem de Deus” trazida por Cristo.

O Pontífice precisou que no Evangelho encontra-se dois sinais reveladores de quem “sabe o que se deve acreditar mas não tem fé”. O primeiro, indicou, é a “casuística” representada por aqueles que perguntavam a Jesus se era lícito pagar os impostos ou qual dos sete irmãos do marido devia casar-se com a mulher que tinha ficado viúva. O segundo sinal é “a ideologia”.

“Os cristãos que entendem a fé como um sistema de ideias, ideológico: também no tempo de Jesus existiam pessoas assim. O apóstolo João os chama de anticristos, os ideólogos da fé, de qualquer sinal que sejam. ‘Naquele tempo havia gnósticos, havia muitos… E assim, estes que caem na casuística ou estes que caem na ideologia são cristãos que conhecem a doutrina, mas sem fé, como os demônios. Com a diferença que eles tremem, já estes não: eles vivem tranquilos’”, indicou.

Por outro lado, o Papa recordou que no Evangelho também há exemplos de pessoas que não conhecem a doutrina, mas têm muita fé” e citou o episódio da Cananeia, que com sua fé chora pedindo a cura da filha vítima da possessão, e a Samaritana que abre seu coração porque “não encontrou verdades abstratas” mas “Jesus Cristo”.

Assim como também o cego curado por Jesus após ser interrogado por fariseus e doutores da lei até que se ajoelha com simplicidade e adora a quem o curou. Três pessoas das que fala Francisco, “que demonstram como fé e testemunho são indissolúveis”.

Por último, o Papa Francisco assinalou que “a fé leva sempre ao testemunho. A fé é um encontro com Jesus Cristo, com Deus, e dali nasce e nos leva ao testemunho. E isto que o apóstolo quer dizer: uma fé sem obras, uma fé que não te implique, que não te leve a testemunho, não é fé. São palavras e nada mais que palavras”.
O Pontífice ofereceu a celebração eucarística pelos 90 anos o Cardeal Silvano Piovanelli, Arcebispo Emérito de Florência, e agradeceu o prelado “por seu trabalho, seu testemunho e sua bondade”.

O desastre do catolicismo liberal

As exigências do cristianismo não toleram a pusilanimidade nem a barganha com o depósito da fé

Quando o então Cardeal Joseph Ratzinger, num debate com o filósofo ateu Paolo Flores D’arcais, em 2000, mencionou a palavra tolerância numa explicação, não pôde deixar de notar o espanto da plateia e, até mesmo, do mediador do encontro. Reação previsível, se se levar em consideração a imagem negativa imputada ao futuro Bento XVI, devido ao seu trabalho na Congregação para Doutrina da Fé. É certo que, nos dias de hoje, em que a falsa tolerância foi elevada à categoria de virtude cardeal, qualquer movimento que sugira uma repreensão motivada por um erro é, apressadamente, tachado de intolerante. Daí a fama de cardealpanzer de Bento XVI que, como “colaborador da Verdade”, tinha consciência do seu dever de debelar o erro. A tolerância a qualquer custo é uma doença da mentalidade moderna, na qual conta mais uma pseudo harmonia e comunhão do que a verdade. E nesta seara, infelizmente, também se inserem muitos católicos.

Essa dificuldade nasce, sobretudo, da falta de clareza com que se tratam assuntos de delicada importância, incluindo a religião. Em nome do bem-estar e da paz, prefere-se adotar uma posição moderada, sem “paixões”, como declaram alguns, mesmo que isso custe um alto preço. Ora, a tolerância só tem sentido dentro de um contexto de amor à verdade e à justiça, não de pusilanimidade. Não é à toa que as casas de prostituição são popularmente conhecidas como casas de tolerância. Quando se coloca a tolerância como regra suprema do bem, não é estranho que apareçam na história câmaras de gás, gulags e paredões. Ou então, mais condizente com o momento atual, clínicas de aborto e embriões congelados para pesquisa.

Deve-se separar pecado e pecador, ser tolerante com a pessoa, mas nunca com o mal. E, em certos casos, a tolerância exige, sim, uma justa pena, pois a disciplina também é uma forma nobre de amar. Se é verdade que Cristo mandou deixar que cresçam juntos joio e trigo, também não é menos verdade que ele tenha pego num chicote para expulsar os vendilhões do templo. No itinerário do amor cristão também está o zelo pelo bem integral – físico, moral e espiritual – do irmão que, muitas vezes, passa pela correção fraterna. Todavia, denunciou Bento XVI na sua mensagem para Quaresma de 2012, “parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sl 119/118, 68)”.

O respeito humano que impera em muitos ambientes católicos é um dos principais motivos da apostasia na Igreja. Uma vez que se abandona o sentido autêntico da fé, perde-se também a noção de bem e mal e, em última instância, a noção de verdade. Esse é o mal da propalada tolerância. Em termos mais duros, dizia o escritor Gustavo Corção sobre o esfriamento dos católicos no Brasil, “na consideração das causas o número um, a triste primazia, deve ser dada ao catolicismo liberal, ao catolicismo complacente, ao catolicismo tolerante, ao catolicismo que traz a Igreja a moleza, a falta de caráter, a esperteza, que são os vícios de nossas virtudes, o modo brasileiro de deteriorar o que seria bondade e magnanimidade se lograsse retificação e purificação”. Como remédio, aconselhava Corção, “nós, aqui no Brasil, precisamos aprender a dura e viril arte de não transigir(…) E para isso temos de lutar em duas grandes frentes: na formação moral, e na difusão da Doutrina”.

Não é católico quem não professa o credo dos apóstolos. O coração do fiel deve ser universal o suficiente para acolher todo o depósito da fé e, com ele, todas a suas exigências. E isso requer intolerância. Sim, a intolerância para dizer não aos pruridos de novidades que afastam da sã doutrina, para dizer não à ditadura do relativismo. A santa intrasigência dos mártires para responder sim ao que é sim, e não ao que é não. A ousadia para respeitar a liberdade do outro, sem, contudo, fazer descontos em questões não negociáveis. Em suma, ser intolerante o suficiente para remar contra a maré de mentiras e falsas promessas, como pediu o Papa Francisco aos jovens da JMJ-Rio 2013, e buscar em Cristo a única e verdadeira felicidade, “em que se revela a origem e a consumação da história” (Cf. Lumen Fidei, 35).

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

Page 1 of 4

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén