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28 – A Resposta Católica: “Pedro e Primado Papal”

Papa entrega “Nobel católico” a Sources Chrétiennes

“Prêmio Internacional Paulo VI” instituído para a educação

Por Jesús Colina

BRÉSCIA, domingo, 8 de novembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI entregou neste domingo o “Prêmio Internacional Paulo VI”, definido pelo jornal vaticano L’Osservatore Romani como o “Nobel católico”, à coleção de livros publicados por Sources Chrétiennes (Fontes Cristãs).

Na cerimônia de entrega do reconhecimento, o pontífice explicou a motivação deste “prêmio à educação” com estas palavras: “Ele pretende sublinhar o compromisso desta histórica coleção, fundada em 1942, entre outros por Henri De Lubac e Jean Daniélou, a favor de um redescobrimento das fontes cristãs antigas e medievais”.

Os jesuítas De Lubac (1896-1991) e Daniélou (1905-1974) foram criados cardeais, o primeiro por João Paulo II e o segundo por Paulo VI, em homenagem à extraordinária contribuição que ofereceram à teologia do século XX. Ambos ofereceram seu serviço como especialistas ao Concílio Vaticano II.

O prêmio, concedido a cada 5 anos, foi recebida pelo diretor da coleção, Bernard Meunier, durante a inauguração da nova sede do Instituto Paulo VI, em Concesio, um dos motivos da visita papal a Bréscia, berço de Paulo VI.

Sources Chrétiennes tem por atividade essencial a edição dos principais textos dos fundadores do cristianismo, dos Padres da Igreja (textos gregos, latinos e orientais da Antiguidade, com algumas de suas prolongações medievais) em sua língua original, acompanhados por uma tradução francesa.

A coleção, de mais de 500 obras, é editada pelo Institut des Sources Chrétiennes e publicada em Paris por Les Éditions du Cerf.

É a primeira vez que o prêmio é concedido a uma obra coletiva. No passado, receberam este prêmio o teólogo que também chegou a ser cardeal, Hans Urs von Balthasar, o compositor e organista Olivier Messiaen, o teólogo luterano Oscar Cullmann, o fundador da Comunidade da Arca, Jean Vanier, e o filósofo Paul Ricoeur.

Mais informação em http://www.sources-chretiennes.mom.fr.

Sintonizando o Espírito

Haydn e Bernini em Pentecostes

ROMA, segunda-feira, 1 de junho de 2009 (ZENIT.org).- Como despertar para o chamado do Espírito alguém que possa estar cansado e até mesmo temeroso? Cerca de 1.967 anos atrás, Deus usou o som do vento e línguas de fogo. Neste domingo de Pentecostes, o Papa Bento XVI tentou com Haydn e Bernini.

Dia 31 de março marcou o 200º aniversário da morte de Joseph Haydn, compositor austríaco conhecido por seu papel na formação da moderna sinfonia, assim como por seu extraordinário acervo de música sacra. Para celebrar este grande compositor católico, a liturgia de Pentecostes do Papa Bento XVI irá utilizar a missa orquestrada de Haydn, cantada pelo Coro da Catedral de Colônia.

Joseph Haydn, nascido em Rohrau, Áustria, passou os primeiros 30 anos da sua carreira trabalhando para a nobre família Eszterházy, quando produziu um grande número de composições de música de câmara para sinfonias, aperfeiçoando seu estilo.

Os contatos de Haydn com os outros músicos brilhantes de seu tempo enriqueceram seus talentos. Teve amigos como Mozart e um antigo professor de Beethoven. Sua obra “a Criação” é uma das mais célebres e amadas da história da música.

Haydn nasceu em uma família católica devota e permaneceu católico toda a sua vida. Quando estava em processo criativo, sempre tomava o Rosário. Ele abria cada composição com “in nomine Domini” (em nome do Senhor) e terminava com “Laus Deo” (Louvado seja Deus).

Durante os 77 anos da sua vida, Haydn produziu 14 missas, um Stabat Mater, dois Te Deums, e 34 outras peças sagradas – um tesouro para a Igreja. Sem dúvida o Papa Bento XVI, um pianista, também aprecia Haydn e suas sonatas.

A majestade da música de Haydn será complementada no domingo pela arte barroca de Bernini na abside da Basílica de São Pedro. Mesmo tendo trabalhado um século e meio antes, Bernini também buscou captar o esplendor do Espírito Santo, no altar da Catedral.

A janela oval, radiante com a luz dourada, imagens do Espírito Santo – representado por uma pomba – com querubins e serafins que parecem derramados a partir desta abertura nos céus.

Os abençoados fiéis presentes na missa papal terão a visão espetacular de Bernini emoldurada pela gloriosa música de Haydn. Uma festa para os olhos, ouvidos e alma.

(Por Elizabeth Lev – professora de arte e arquitetura cristã no campus romano da Universidade de Duquesne e na Universidade São Tomás)

VATICANO – Anunciada a viagem apostólica do Santo Padre Bento XVI à Polônia de 25 a 28 de maio

Cidade do Vaticano (Agência Fides) – Sábado, 8 de abril, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Dr. Joaquín Navarro-Valls, divulgou aos jornalistas a seguinte declaração: ?Nos dias 25-28 de maio de 2006, o Santo Padre Bento XVI realizará uma viagem apostólica à Polônia, e visitará Warszawa, Czestochowa, Kraków, Wadowice, Kalwaria Zebrzydowska, Auschwitz?. A partida do Avião Papal do aeroporto internacional Leonardo da Vinci de Fiumicino (Roma) está prevista às 8h40, hora de Roma, de quinta-feira, 25 de maio de 2006. A chegada ao aeroporto internacional de Warszawa-Okecie (Polônia) está prevista para as 11h, hora local, de quinta-feira, 25 de maio de 2006. A partida do Avião Papal do aeroporto internacional de Kraków-Balice (Polônia) está prevista para as 20h, hora local, de domingo, 28 de maio de 2006. A chegada ao aeroporto de Ciampino (Roma) está prevista para as 21h50, hora de Roma, de domingo, 28 de maio de 2006.

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