Tag: mensagem (Página 1 de 6)

Os cristãos, as redes sociais e o menosprezo pela maternidade

A imagem acima é uma das últimas modinhas das redes sociais. Há mulheres com bebês pequenos que, ao ver isso em sua timeline, engolem seco e fingem que não entenderam a alfinetada. Outras, pouco atentas, não conseguem perceber a mensagem implícita: a desvalorização da mulher que tem filho pequeno, como se perder a independência por uma causa tão nobre fosse um sacrifício sem recompensa.

O fato é que essa é mais uma peça de propaganda antinatalista, e as mocinhas – inclusive as cristãs – que compartilham isso em suas redes sociais, nas entrelinhas, estão dizendo isso aqui:

proximo_destino_2

Se a ideia fosse simplesmente dizer que é maravilhoso estar 100% livre para desbravar o mundo e viajar, bastava a última frase. Mas não… Tinha que estabelecer uma relação comparativa, que exalta um estado de vida (não ter filhos e ser livre para viajar) enquanto menospreza outro (ter filhos e “não poder” viajar).

Para enaltecer as delícias da vida de mulher sem filhos, era preciso dar uma espezinhada de leve nas “pobres coitadas” que não podem viver essas coisas, porque não foram “espertas” o suficiente para adiar a maternidade. A mensagem tá na cara, e é simples assim.

Como cristãos, temos a responsabilidade de estar atentos às sugestões mundanas da cultura que nos cerca, para não sermos colaboradores da mentira (“… quem não ajunta comigo, espalha” (Mt 12,30)). Essa imagem traduz duas posturas anticristãs que afetam grande parte do povo católico…

1. Adiando o matrimônio.

Muitos jovens pensam em casar, porém, levando ao extremo o espírito de Ferris Bueller, querem antes curtir a vida adoidado. E assim evitam assumir namoros sérios, pois têm medo de se comprometer definitivamente.

O problema dessa mentalidade é que, mergulhada no hedonismo, uma boa parte dessa galera perde o timing, e acaba mesmo é encalhando. Outros, ainda, se casam, mas estão de tal forma tomados pelo individualismo que têm dificuldades para se doar em uma vida a dois.

2. Adiando a vinda dos filhos.

Ignorando a mensagem de Cristo, que chega a nós por meio da Santa Igreja, um grande número de casais católicos adia a vinda dos filhos por anos e anos, só para poder curtir por mais tempo uma vida mais relaxada.

Há também aqueles que, tendo já um ou dois filhos, “fecham a fábrica”, visando acima de tudo seu conforto e bem-estar.

Para os católicos que se identificam com essas posturas, recomendamos a leitura do post “Matrimônio – O que o Shrek e o Papa Francisco têm a nos ensinar“.

É realmente bom demais saber viver bem cada fase da vida, inclusive aquela em que podemos viajar pelo mundo leves e soltos, sem grandes preocupações. Mas atenção: não façamos desse estado de vida um ídolo, algo que colocamos acima de Deus e de Seu plano para as nossas vidas. Nós temos uma grande MISSÃO, e somos chamados a amar e servir; não estamos aqui meramente a passeio.

Viajando ou não, casando ou não, tendo filhos ou não… O fundamental é que tudo seja vivido na verdade e na amizade com Cristo!

Fonte: O Catequista

O Papa convida a “perder a vida por Cristo”, cumprindo o próprio dever com amor

Papa Francisco

Vaticano, 23 Jun. 13 / 03:17 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em suas palavras prévias à reza do Ângelus, perante os milhares de reunidos na Praça de São Pedro, o Papa Francisco exortou a “‘perder a vida’ por Cristo, cumprindo o próprio dever com amor”.

O Santo Padre assinalou que “no Evangelho deste domingo ressoa uma das palavras mais incisivas de Jesus: ‘Quem quer salvar sua vida, a perderá; mas quem perde sua vida por mim, esse a salvará’”.

“Aqui há uma síntese da mensagem de Cristo, e está expressa com um paradoxo muito eficaz, que nos faz conhecer seu modo de falar, quase nos faz sentir sua voz”.

O Papa explicou que “perder a vida por causa de Jesus” pode “acontecer de duas maneiras explicitamente confessando a fé, ou implicitamente defendendo a verdade”.

“Os mártires são o máximo exemplo do perder a vida por Cristo. Em dois mil anos são uma fila imensa de homens e mulheres que sacrificaram sua vida por permanecer fiéis a Jesus Cristo e a seu Evangelho. E hoje, em muitas partes do mundo são tantos, tantos, mais que nos primeiros séculos, tantos mártires que dão sua vida por Cristo”.

Francisco remarcou que “esta é nossa Igreja, hoje temos mais mártires que nos primeiros séculos. Mas também está o martírio cotidiano, que não comporta a morte, mas que também é um ‘perder a vida’ por Cristo, cumprindo o próprio dever com amor, segundo a lógica de Jesus, a lógica da doação, do sacrifício”.

“Pensemos: quantos pais e mães cada dia põem em prática sua fé oferecendo concretamente sua própria vida pelo bem da família! Pensemos nisto. Quantos sacerdotes, religiosos e religiosas desenvolvem com generosidade seu serviço pelo Reino de Deus! Quantos jovens renunciam a seus próprios interesses para dedicar-se às crianças, aos deficientes, aos anciãos…! Também estes são mártires, mártires cotidianos, mártires da cotidianidade!”.

O Santo Padre recordou que “há tantas pessoas, cristãos e não cristãos, que “perdem sua própria vida’ pela verdade. E Cristo afirmou ‘eu sou a verdade’, portanto, quem serve a verdade serve Cristo”.

“Uma destas pessoas, que deu sua vida pela verdade é João, o Batista: precisamente amanhã, 24 de junho, é sua festa grande, a solenidade de seu nascimento”.

O Papa indicou que “João foi eleito por Deus para ir diante de Jesus a preparar seu caminho, e o indicou ao povo de Israel como o Messias, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. João se consagrou completamente a Deus e a seu enviado, Jesus. Mas ao final, o que aconteceu?, morreu por causa da verdade, quando denunciou o adultério do rei Herodes”.

“Quantas pessoas pagam a caro o preço o compromisso pela verdade! Quantos homens retos preferem ir contracorrente, com tal de não renegar a voz da consciência, a voz da verdade!”.

Francisco também pediu aos jovens que “não tenham medo de ir contracorrente”.

“Quando queiram roubar-lhes a esperança, quando lhe proponham estes valores que são valores decompostos, valores como comida decomposta; quando um alimento está estragado ele nos faz mal… Estes valores nos fazem mal e por isso devemos ir contracorrente”.

“E vocês jovens são os primeiros que devem ir contracorrente. E ter esta dignidade de ir precisamente contracorrente. Daqui em diante, sejam valentes e vão contracorrente! E estejam orgulhosos de fazê-lo”.

O Papa exortou os fiéis a receberem “com alegria esta palavra de Jesus. É uma regra de vida proposta a todos. E que São João Batista nos ajude a pô-la em prática”.

“Por este caminho nos precede, como sempre, nossa Mãe, Maria Santíssima: ela perdeu sua vida por Jesus, até a Cruz, e a recebeu em plenitude, com toda a luz e a beleza da Ressurreição. Que Maria nos ajude a fazer cada vez mais nossa a lógica do Evangelho”, concluiu.

Sem o sal de Jesus somos insípidos e nos tornamos cristãos de museu, diz o Papa

VATICANO, 23 Mai. 13 / 01:59 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua homilia daMissa celebrada hoje na Casa Santa Marta, o Papa Francisco disse que quando o cristão não é sal de fé, esperança e caridade para os outros, quando não é o sal de Jesus, torna-se insípido e se converte em um “cristão de museu” que não faz nada.

O Santo Padre recordou que com sua Ressurreição para nos salvar, Jesus nos deu o sal para dar “sabor” à vida de outros, mas temos que estar atentos para que este sal “não se torne insípido, não perca sua força”. Este sal “não é para conservá-lo, porque o sal que se mantém no saleiro não faz nada, não serve”.

O Papa disse também que “o sal tem também outra particularidade: quando o sal se usa bem, não se sente o gosto do sal, seu sabor… Não se sente! Sente-se o sabor de cada prato: o sal ajuda a que o sabor do prato seja melhor, conserve-se melhor, mais saboroso. Esta é a originalidade cristã!”.

“Quando anunciamos a fé com este sal, os que recebem o anúncio o recebem segundo sua própria peculiaridade, como os pratos de comida e assim cada um, com sua própria peculiaridade recebe o sal e se torna melhor”.

O Papa destacou que “a originalidade cristã não é uma uniformidade! Toma a cada um como é, com sua personalidade, com suas características, com sua cultura e o deixa com isso, porque é uma riqueza. Mas lhe dá mais para ter sabor! Esta originalidade cristã é tão bela que quando se quer a todos uniformes -todos salgados da mesma forma- as coisas se tornam como quando se coloca muito sal e se sente somente esse gosto e não o gosto do prato. A originalidade cristã é justamente isto: cada um é como é, com os dons que o Senhor deu”.

Dar este sal aos demais, continuou, significa “sair com a mensagem, sair com esta riqueza que nós temos o sal e dá-lo aos outros”.

“Assim o sal se conserva, não perde seu sabor. Com a adoração do Senhor transcendo de mim mesmo ao Senhor e com o anúncio evangélico saio de mim mesmo para dar a mensagem. Mas se não fizermos isto o sal ficará no saleiro e nos converteremos em cristãos de museu”.

“Podemos fazer ver o sal: este é meu sal. Que belo que é! Este é o sal que recebi no Batismo, este é o que recebi na Crisma, esta é o que recebi na catequese… mas cuidado: não sejam cristãos de museu! Um sal sem sabor, um sal que não faz nada!”

O maior perigo para a Igreja é que seja mundana, diz o Papa

VATICANO, 30 Abr. 13 / 03:44 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na homilia da Missadesta manhã na Casa Santa Marta, o Papa Francisco disse que quando aIgreja se converte em mundana, por causa do demônio, faz-se incapaz de anunciar o Evangelho e o “escândalo” da Cruz. “Este é o maior perigo!”.

Ante alguns funcionários da APSA, a Administração do Patrimônio da Sé Apostólica, o Santo Padre assinalou que “quando a Igreja se torna mundana, quando tem dentro de si o espírito do mundo, quando tem aquela paz que não é a do Senhor, aquela paz de quando Jesus diz ‘eu vos dou a paz, eu vou dou a minha paz’, não como a dá o mundo, quando tem essa paz mundana, a Igreja é uma Igreja débil, uma Igreja que será derrotada e incapaz de levar o Evangelho, a mensagem da Cruz, o escândalo da Cruz… Não o pode levar adiante se for mundana”.

Francisco explicou que “pode-se proteger à Igreja, pode-se curar à Igreja e nós devemos fazê-lo com nosso trabalho; mas é mais importante o que faz o Senhor: Ele é o único que pode olhar cara a cara ao maligno e vencê-lo. (…) Se queremos que o príncipe deste mundo não tome à Igreja em suas mãos, devemos confiá-la ao único que pode vencê-lo”.

Depois de alentar rezar por toda a Igreja, inclusive por aqueles batizados que não vemos ou não conhecemos, o Santo Padre disse que “confiar a Igreja ao Senhor é uma oração que a faz crescer. É também um ato de fé. Nós não temos poder, somos pobres servidores – todos – da Igreja. Ele pode levá-la adiante, protegê-la e fazê-la crescer, defendê-la de quem quer que a Igreja se torne mundana. Este é o maior perigo!”.

“Confiar a Igreja ao Senhor, confiar os idosos, os doentes, as crianças, os jovens… ‘Protege Senhor a tua Igreja: É tua! Com esta atitude Ele nos dará, no meio das tribulações, a paz que só Ele pode dar. A paz que o mundo não pode dar, que não se compra, a paz que é um verdadeiro dom da presença de Jesus no meio da sua Igreja”.

O Papa assinalou também que é necessário “confiar à Igreja os que estão em tribulação: há grandes tribulações, perseguições… mas há também pequenas tribulações: as pequenas tribulações da doença ou dos problemas familiares… Confiar tudo isto ao Senhor: Protege a tua Igreja na tribulação, para que não perca a fé, para que não perca a esperança”.

Para concluir, Francisco exortou a todos a “fazer esta oração de confiança pela Igreja que fará bem a toda ela. Dará grande paz a nós e à Igreja, não nos livrará das tribulações, mas nos fará forte ante elas”.

Cardeal Bargnasco: “O protagonista da Liturgia é Cristo, não o homem”

angelo-bagnasco

Lembrou o cardeal Bagnasco de Gênova em um congresso

Se a liturgia é teologia de vida, você precisa crescer nesta rotina “de acordo com o espírito e as normas de uma celebração correta” e “pensar que o personagem principal da liturgia não é o homem, mas Cristo”. Foi a mensagem do Cardeal Angelo Bagnasco, arcebispo de Gênova e presidente da CEI, concluindo esta manhã na Sala Quadrivium o trabalho da conferência em memória de Dom Ruggero De Mutta, que morreu de repente há um ano e autêntico “especialista” da liturgia, tendo conduzido há mais de 16 anos o escritório diocesano.

Bagnasco interveio após o relatório do Bispo Alceste Catella, bispo de Casale Monferrato e presidente da Comissão Litúrgica da Conferência Episcopal, que dedicou grande parte de seu discurso ao Movimento Litúrgico genovês que teve muitos expoentes ilustres e de De Mutta foi um representante valioso.

“Invocar o espírito celebrativo da liturgia é muito importante e eu tenho que dizer que nos últimos anos estamos testemunhando uma recuperação neste sentido”, disse, à margem, o cardeal genôves citando o trabalho feito, nesse sentido, pelo Papa Bento XVI e também enfatinzado como tudo isso é feito de forma harmoniosa, bem como no mesmo discurso hoje feito por Angelo Bagnasco foi absolutamente desprovido de qualquer polêmica contra certas distorções advindas da renovação que floresceu no Concílio Vaticano II.

Fonte: Vatican Insider, 24 de abril de 2013.

Bento XVI pede que os jovens não tenham medo de seguir o Senhor Jesus na vocação sacerdotal

VATICANO, 15 Dez. 12 / 02:42 pm (ACI).- Em sua mensagem com motivo da próxima celebração da 50ª Jornada Mundial de oração pelas vocações, o Papa Bento XVI exortou os jovens de todo o mundo a não terem medo de seguir Jesus nem de percorrer com intrepidez os exigentes caminhos da caridade e do compromisso generoso.

A Jornada Mundial de oração pelas vocações se realiza no dia 21 de abril de 2013, IV Domingo de Páscoa, e terá como tema “As vocações, sinal da esperança fundada na fé”, e no marco do Ano da Fé e o 50 aniversário do início do Concílio Ecumênico Vaticano II.

O Santo Padre assinalou aos jovens em sua mensagem que, ao seguir Jesus, “serão felizes de servir, serão testemunhas daquele gozo que o mundo não pode dar, serão chamas vivas de um amor infinito e eterno, e aprenderão a dar razão de sua esperança”.

O Papa remarcou que é necessário para as vocações “crescer na experiência de fé, entendida como relação profunda com o Jesus, como escuta interior de sua voz, que ressona dentro de nós”.

Bento XVI indicou que a oração constante e profunda faz crescer a fé da comunidade cristã na certeza de que Deus nunca abandona o seu povo e o sustenta suscitando vocações especiais ao sacerdócio e à vida consagrada, para que sejam sinais de esperança para o mundo.

O Santo Padre afirmou que “Também hoje, como aconteceu durante a sua vida terrena, Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida e vê-nos imersos nas nossas atividades, com os nossos desejos e necessidades”.

“É precisamente no nosso dia-a-dia que Ele continua a dirigir-nos a sua palavra; chama-nos a realizar a nossa vida com Ele, o único capaz de saciar a nossa sede de esperança. Vivente na comunidade de discípulos que é a Igreja, Ele chama também hoje a segui-Lo. E este apelo pode chegar em qualquer momento. Jesus repete também hoje: «Vem e segue-Me!» (Mc 10,21)”.

“Para acolher este convite, é preciso deixar de escolher por si mesmo o próprio caminho. Segui-Lo significa entranhar a própria vontade na vontade de Jesus, dar-Lhe verdadeiramente a precedência, antepô-Lo a tudo o que faz parte da nossa vida: família, trabalho, interesses pessoais, nós mesmos. Significa entregar-Lhe a própria vida, viver com Ele em profunda intimidade, por Ele entrar em comunhão com o Pai no Espírito Santo e, consequentemente, com os irmãos e irmãs. Esta comunhão de vida com Jesus é o «lugar» privilegiado onde se pode experimentar a esperança e onde a vida será livre e plena”, assinalou.

Bento XVI indicou que a resposta de um discípulo de Jesus para dedicar-se ao sacerdócio ou à vida consagrada é um dos frutos mais amadurecidos da comunidade cristã, que ajuda a olhar com particular confiança e esperança ao futuro da Igreja e a sua tarefa de evangelização.

Esta tarefa, disse o Santo Padre, sempre necessita de novos operários para a predicação do Evangelho, a celebração da Eucaristia e o sacramento da reconciliação.

Sociedade atual é mais pecadora que anteriores, afirma exorcista

Padre José Antonio Fortea

MADRI, 07 Dez. 12 / 10:47 am (ACI/EWTN Noticias).- O Pe. Antonio Fortea, exorcista espanhol e autor de livros como a Summa Daemoniaca, advertiu que estamos vivendo “o crepúsculo da sociedade cristã” e o raiar de uma mais maligna e mais afastada de Deus, pois os homens de hoje são mais pecadores que no passado.

“Os Santos que nos advertiram do pecado na Idade Média, nos séculos posteriores, no século XIX, teriam ficado desolados ante o panorama atual. Sempre houve pecado, mas nem sempre houve a mesma quantidade de pecado”, expressou o sacerdote em declarações ao grupo ACI.

Pe. Fortea assinalou que isto é a consequência de ter deixado Deus de lado e deixar-se convencer “que a vida sob a Igreja nos séculos passados, foram pouco pior que um inferno”.

“A vida nos séculos passados não foi idília, pelo menos não sempre. Mas agora somos iguais aos nossos antepassados, mas sem Deus. Temos as mesmas debilidades, mas agora carecemos da ajuda dos sacramentos, das predicações, da fé. Vemos o resultado disto diariamente”, indicou.

“A Mãe de Jesus mostoru a uns pobres pastorinhos uma visão do inferno, isso aconteceu na Fátima.
A pastorinha mais velha manifestou que só puderam resistir essa visão, porque a Virgem lhes disse que eles não iriam para lá”, recordou.

O Pe. Fortea advertiu que esta visão “não foi para essas crianças bondosas”, mas para o século XX. Entretanto, cem anos depois destas visões “os males se acrescentaram, multiplicaram e intensificaram. Quantas novas perversões germinaram na Cidade dos Homens”.

O exorcista advertiu que “se os homens não mudarem nem sequer ao ver o inferno, compreendendo-o, sendo capazes de espionar o que se sente lá, então não resta mais solução que uma purificação decretada do alto. Não é isto acaso a mensagem da Fátima? Não é isto acaso a mensagem da Palavra de Deus?”.

O Pe. Fortea disse que embora tenha escrito seu livro Summa Demoniaca pensando nos exorcistas, este tem sido lido por religiosos, leigos e fiéis de outras confissões, “provavelmente já (alcançou) mais de cem mil pessoas em todo o planeta”.

“Não estava nos meus planos, mas nos de Deus. Que assim seja. Que os filhos de Deus possam inundar seus intelectos no fogo do temor a Deus durante sua leitura, para que assim evitem ser lançados lá com sua alma depois da morte. Melhor conhecer esse ódio a Deus só com o intelecto, para que nossa vontade se refugie correndo no amor a Deus”, expressou.

Página 1 de 6

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén