Thibaud, membro da ilustre família dos Montmorency, muito próximo à família real (França), mostrou, desde tenra idade, grande devoção pela Virgem Maria que costumava homenagear como “sua boa Mãe” e “sua querida Mestra”. Thibaud tinha como profissão as armas, e frequentava a corte.

Um dia, em que deveria lutar num torneio, passou diante de uma igreja, onde se celebrava a Eucaristia. Ele apeou-se da montaria e assistiu à Santa Missa com muito mais devoção, pois se tratava, exatamente, de uma celebração em honra da Santíssima Virgem; depois da Missa, o jovem correu para juntar-se aos companheiros, mas ficou surpreso ao vê-los chegando em sua direção, cumprimentando-o pela sua vitória no torneio; inicialmente, Thibaud manifestou surpresa, mas logo reconheceu, a partir do que eles disseram, que o seu bom Anjo havia disputado a peleja, em seu lugar. evitou dar muitas explicações e, a partir de então, prometeu deixar o mundo e renunciar a todas as suas grandezas.

Thibaud abraçou a regra cisterciense (de Cister), entrando no mosteiro, em 1226, caracterizando-se pela grande devoção à Virgem Maria, a quem atribuía a glória de tudo o que dizia e fazia.

Ele foi acusado de ser excessivamente devoto da Virgem Maria, mas objetava, da seguinte forma: “Eu gosto tanto da Virgem Santíssima, eu a amo tanto, porque ela é a Mãe do meu Senhor Jesus Cristo.”

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Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.
Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte.
Amém.




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