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Afinal, o PT é um partido comunista?

Por Alan Ghani, www.infomoney.com.br

Certamente este tema causa muita polêmica tanto na direita quanto na esquerda. Muitos na esquerda dizem que o PT não é comunista, ou socialista, por ter se aliado ao grande capital e favorecido empreiteiras e banqueiros. Essa visão equivocada é compactuada, inclusive, por alguns formadores de opinião de direita, como fica evidente na fala do historiador Marco Antônio Villa (veja aqui). As divergências de opiniões sobre a posição ideológica do PT decorrem da falta de conhecimento do que é de fato o comunismo real. Para esclarecer essa questão, precisamos primeiramente entender o que é comunismo para depois concluirmos com mais clareza se o PT é ou não um partido comunista.

Não tenho dúvidas de que todos aprenderam no colégio que socialismo é a coletivização dos meios de produção promovida por proletariados que assumiriam o controle do Estado através de uma revolução para acabar com a exploração capitalista e entregar posteriormente o poder e os meios de produção expropriados ao povo (etapa final chamada de comunismo). De acordo com essa visão, o grande capital deveria ser combatido ao promover à exploração do trabalho e às injustiças da sociedade. Vendiam o comunismo como um movimento bem intencionado, omitindo a realidade de miséria e de mais de 100 milhões de mortes. Diziam também também que o movimento comunista acabou com a queda do Muro de Berlim, atribuindo o seu fim ou aos EUA ou aos desvios cometidos pelos seus líderes que se distanciaram da cartilha marxista original.

Em suma, o aluno sai do colégio com a visão de que comunismo é bom, é contra o grande capital, nunca existiu de verdade – apenas tentativas mal sucedidas – e acabou após a queda do muro de Berlim, sem chances de retornar. Assim, muitos, baseados nos seus conhecimentos de colégio (ou de universidades militantes), argumentam cheio de razão que o PT não é comunista, seja porque é aliado do grande capital, seja por acreditar que este regime acabou sem riscos de voltar.

O primeiro erro desse argumento advém de uma definição simplista – para não dizer mentirosa – do que é o comunismo real. O comunismo real não é um sistema econômico, mas um movimento político totalitário que tem como objetivo o controle absoluto da sociedade civil sob a justificativa “bem intencionada” da socialização dos meios de produção, a qual é impossível ocorrer na prática, conforme demonstrado pelo economista prêmio Nobel Ludwig von Mises (Olavo Carvalho, 2014 – veja excelente artigo sobre o tema aqui). De outro modo, o comunista de hoje não visa à destruição do modo de produção capitalista, mas busca exercer o controle (poder) absoluto sobre a sociedade civil, ao mesmo tempo em que é sustentado por ela através de fartos impostos e de uma burocracia infernal.

Para conseguir este objetivo, o comunista moderno precisa acabar com a democracia, a qual representa resistência a seus projetos totalitários, uma vez que, por definição, democracia passa pela independência de poderes (Aléxis Tocqueville). Mas para isso ocorrer, o comunista moderno não fala em revolução armada, mas prefere corromper as instituições democráticas por dentro, aparelhando o Estado com sua militância para agir de acordo com seus objetivos. Mais do que isso, o comunista moderno troca a Revolução de Karl Marx pela hegemonia cultural de Antônio Gramsci, ou seja, o controle da sociedade por meio dos valores esquerdistas passados nas escolas e na mídia devidamente aparelhadas. A lógica é simples: para que revolução armada, quando é possível adestrar ideologicamente a sociedade de acordo com seus objetivos?

O segundo erro é acreditar que o movimento comunista acabou com queda do muro de Berlim e jamais retornará. O fato de um regime ter acabado não significa que ele não possa voltar adaptado a uma nova realidade. É evidente que dificilmente voltará nos moldes do comunismo soviético, mas é perfeitamente possível a instauração de regimes totalitários travestidos de pseudos democracias. Um exemplo? Basta olhar a Venezuela, a qual tem eleições livres e periódicas e empresas privadas. Será que por conta disso a Venezuela está mais próxima de uma economia de mercado, livre e democrática ou do comunismo? Mutatis mutandis, o nazismo acabou, mas será que suas ideias e suas atrocidades nunca mais voltaram na humanidade? Quem tem dúvidas, veja os assassinatos e torturas em massa promovida pelo ISIS contra judeus e cristãos. É um erro grosseiro acreditar que a história não poderá se repetir, assumindo novas formas, novos nomes dentro de uma nova realidade.

Terceiro, em qualquer regime comunista houve uma aliança entre os comunistas recém chegados ao poder e a classe empresarial. Foi assim com Lênin e com Stalin. Como explicar, na Rússia, o surgimento da noite para o dia de uma classe de milionários após a queda do regime comunista? Na China atual, o modo de produção capitalista convive em perfeita “harmonia” com uma ditadura comunista. Por exemplo, você pode comprar um carro, mas não existe oposição de ideias, o Estado controla o número de filhos que você terá – caso contrário é aborto compulsório (veja aqui) – e seu acesso à Internet (veja aqui).

Em resumo, concessões à economia de mercado não inviabilizam um projeto totalitário de poder (comunismo). É um erro monumental definir o comunismo apenas pela ótica econômica e não pela ótica política.

Agora, voltamos ao PT para responder a pergunta inicial do texto. Se confrontarmos a definição de comunismo com os fatos atuais, não há dúvidas de que o PT é um partido comunista. Por exemplo, o “Mensalão” e o “Petrolão” são exemplos claros da destruição da democracia por dentro a serviço de um projeto totalitário de poder. O primeiro com a criação de um congresso paralelo, o segundo na criação de um sistema de arrecadação partidária capaz de fazer o PT ter dinheiro para ganhar eleições até 2038, de acordo com o Ministro do STF, Gilmar Mendes (veja aqui). E por falar em STF, este foi devidamente aparelhado, ao aprovar uma reforma política que favorece apenas o PT (veja aqui) e ao melar qualquer tentativa de impeachment da presidente Dilma, abrindo caminho para “venezualização” do Brasil como observou o jornalista Felipe Moura Brasil (veja aqui).

Já o favorecimento do PT às empreiteiras exemplifica bem a aliança entre burocratas do poder e o grande capital, numa troca abjeta de propina por contratos lucrativos bilionários. Quem mais se favoreceu no lulopetismo: os “Marcelo Odebrechts” ou os pobres e a classe média que foram duramente atingidos pela forte crise econômica atual?

E como explicar a aproximação do PT com as FARCs colombianas, movimento revolucionário marxista que pratica terrorismo e tráfico de drogas? O contato do PT (Lula) com as FARCs é confirmada pelo próprio Hugo Chavez (veja aqui e aqui), pelo chefão da organização narcotraficante (veja aqui) e pela participação de petistas “ilustres” no Foro de São Paulo, o qual apoia abertamente o movimento revolucionário colombiano (veja aqui). Já no Brasil, o governo petista financia o MST, grupo que defende o socialismo e expropria terras e depreda laboratórios de pesquisa, inclusive, como o uso da violência (veja aqui).

No âmbito internacional, Lula e Dilma apoiam as ditaduras venezuelanas e cubanas (veja aqui e aqui). Mais do isso, o governo petista financia por meio do do BNDES projetos em países ditatoriais africanos, além de Cuba e Venezuela (veja lista de financiamentos aqui). Por que estes países são os escolhidos?

E quanto as tentativas de controlar à imprensa. Alguma semelhança com a China comunista? Relembre os casos aqui e aqui.

Se ainda resta dúvida sobre a ideologia e as intenções totalitárias petistas,veja aqui e aqui as próprias falas de Lula e José Dirceu, os quais confirmam a adoção de estratégias comuns para implementação do socialismo bolivariano (eufemismo para comunismo) no Brasil, colocando a soberania nacional abaixo das estratégias comunistas do Foro de São Paulo.

Diante de todas as fontes primárias colocadas neste texto, não dá para dizer que o PT é apenas um partido oportunista – seria muita ingenuidade. Vamos defini-lo corretamente: o PT é um partido comunista!

Importante: As opiniões contidas neste texto são do autor do blog e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney.

Decreto do Santo Ofício contra o Comunismo

O Decreto contra o Comunismo consta de respostas a quatro questões formuladas sobre a interpretação da doutrina moral da Igreja e do direito canônico então vigente. Dessa maneira, a primeira constatação que podemos fazer sobre o Decreto, sobre o Comunismo, é que ele visa a esclarecer quatro possíveis dúvidas sobre pontos particulares da doutrina e da disciplina da Igreja, não a estabelecer novas normas. Trata-se, portanto, de um decreto interpretativo, (que explica) e não de um decreto constitutivo.

Decretum S. Offici, sous Pie XII,  1949
Decreto do Santo Ofício, por Pio XII, 1949

Questão 1: É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira?
Resposta: Não; o comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo.

Questão 2: É permitido publicar, divulgar ou ler livros, revistas, jornais ou tratados que sustentam a doutrina e ação dos comunistas ou escrever neles?
Resposta: Não, pois são proibidos pelo próprio direito [cf. CIC, cân. 1399 [1917]

Questão 3: Fiéis cristãos que consciente e livremente fizerem o que está em 1 e 2, podem ser admitidos aos sacramentos?
Resposta: Não, segundo os princípios ordinários determinando a recusa dos sacramentos àqueles que não têm a disposição requerida

Questão 4: Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e, sobretudo os que a defendem ou propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica?
Resposta: Sim

Resp (cfirm a S. P’ce 30 juin)
Respostas [confirmadas pelo Sumo Pontífice em 30 de junho]

A primeira resposta declara que não é lícito aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de uma forma qualquer, porquanto o comunismo é, de fato, materialista e anticristão; além disso, embora possam dizer, às vezes, que não atacam a religião, os fatos comprovam a hostilidade da doutrina e das ações dos comunistas contra a religião católica.

Esta resposta permaneceria válida para o nosso tempo? Evidentemente que sim: se uma associação qualquer professa uma doutrina materialista (ou seja, uma doutrina que nega a existência de Deus e a imortalidade da alma) e promove uma ação anticristã, é uma incoerência que um fiel católico se inscreva nessa associação ou a ajude de qualquer maneira. Aliás, o cânon 1.374 do vigente Código de Direito Canônico, promulgado por S. João Paulo II em 1983, manda punir com “justa pena” (mas não com excomunhão latae sententiae) “quem se inscreve em alguma associação que maquina contra a Igreja”. Observe-se, entretanto, que tal norma vale não apenas para os partidos que se auto-intitulam “comunistas”, como também para a Maçonaria.

Os comunistas, segundo o Decreto, não incorrem em excomunhão na qualidade de comunistas, mas na qualidade de apóstatas da fé. E o que seria um “apóstata da fé”?

Conforme o cânon 751 do Código de Direito Canônico vigente, «apostasia é o repúdio total da fé cristã». Enquanto a heresia importa a negação de uma verdade da fé em particular (por exemplo, a presença real do Cristo na Eucaristia), a apostasia se caracteriza por uma rejeição de todas as verdades da fé em seu conjunto. Herege é o que escolhe entre as verdades da fé as que ele quer seguir; o apóstata é o que rejeita a todas. Ora, se alguém professa uma doutrina materialista(materialismo é a negação da existência de Deus e da imortalidade da alma) e anticristã (o anticristianismo, por definição, é o combate contra a fé cristã), evidentemente ele é um apóstata da fé católica, ou seja, alguém que rejeitou todas as verdades da fé em seu conjunto.

Em 27 de julho de 1949, L’Osservatore Romano, o jornal oficioso da Santa Sé, publicou um extenso editorial comentando o Decreto contra o Comunismo:

Incorrem na excomunhão reservada de modo especial à Santa Sé os fiéis que professam a doutrina materialista e anticristã dos comunistas e sobretudo os que a defendem ou a propagam. O materialismo nega a existência de um Deus pessoal, a espiritualidade da alma, a liberdade da vontade e qualquer recompensa ou castigo depois desta vida. Quem professa essa doutrina, pelo próprio fato de professá-la, se destaca da comunidade e da fé cristã. É, portanto, um apóstata (cânon 1.325, § 2, do Código de Direito Canônico de 1917).

O Decreto fala textualmente em «excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica». No direito penal canônico vigente na época da publicação do Decreto, a apostasia era punida com excomunhão latae sententiae reservada de modo especial à Santa Sé. Isto significava que essa excomunhão apenas poderia ser levantada (absolvida) pelo Papa ou por um sacerdote que obtivesse do Papa a faculdade especial de levantá-las. No Código de Direito Canônico de 1983, a excomunhão por delito de apostasia deixou de ser reservada, de modo que hoje pode ser desligada por qualquer sacerdote habilitado para remitir penas eclesiásticas.

Os motivos para que se aplique a excomunhão “latae sententiae” são a heresia, o cisma, a violência contra o Papa, a consagração de um bispo sem mandato do pontífice, a realização de um aborto, a profanação da Eucaristia, a absolvição de um “cúmplice” em caso de relações sexuais e a violação do segredo da confissão, diz o Código.

Excomunhão
CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO

1364§ 1. O apóstata da fé, o herege ou o cismático incorre em excomunhão latae sententiae, salva a prescrição do cân. 194, § 1, n. 2; além disso, o clérigo pode ser punido com as penas mencionadas no cân. 1336, § 1, n. 1, 2 e 3.

1367 Quem joga fora as espécies consagradas ou as subtrai ou conserva para fim sacrílego incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica; além disso, o clérigo pode ser punido com outra pena, não excluída a demissão do estado clerical.

1370§ 1. Quem usa de violência física contra o Romano Pontífice incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica, e, se for clérigo, conforme a gravidade do delito, a essa pode-se acrescentar outra pena, não excluída a demissão do estado clerical.
§2. Quem assim age contra pessoas revestida de caráter episcopal incorre em interdito latae sententiae e, se for clérigo, também em suspensão latae sententiae.
§3. Quem usa de violência física contra clérigo ou religioso por desprezo à fé, à Igreja, ao poder eclesiástico ou ao ministério seja punido com censura.

1378§ 1. O sacerdote que age contra a prescrição do cân. 977 incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica.

977 Exceto em perigo de morte, é inválida a absolvição do cúmplice em pecado contra o sexto mandamento do Decálogo.

1382 O Bispo que, sem o mandato pontifício, confere a alguém a consagração episcopal e, igualmente, quem dele recebe a consagração incorrem em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica.

1388§ 1. O confessor que viola diretamente o sigilo sacramental incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica; quem o faz só indiretamente seja punido conforme a gravidade do delito.

§2. O intérprete e os outros mencionados no cân. 983, § 2, que violam o segredo, sejam punidos com justa pena, não excluída a excomunhão.

1398 Quem provoca aborto, seguindo se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae.

Vídeo: Padre Paulo Ricardo
Fontes: pt.scribd.com Denzinger-pdf /vatican.va portuguese canonici_po.pdf/
MONTFORT Associação Cultural /refletindo7 / traditiocatholicae /cleofas.


Adquira o livro – A Conjuração Anticristã

Nesta obra fundamental, Monsenhor Henri Delassus (1836-1921) apresenta-nos uma análise histórica, filosófica e religiosa das tentativas de destruição da Igreja Católica durante a Renascença, a Reforma e as diversas revoluções dos séculos XVIII e XIX. O autor nos expõe como ocorreu a difusão dos ideais humanistas e naturalistas pelas lojas maçônicas, denuncia o seu objetivo de impor à humanidade uma nova visão do homem e aponta quais os seus fins últimos. Explica-nos de que modo trabalham para o estabelecimento de uma república universal de caráter naturalista, quem são seus agentes principais e quais as raízes profundas de seu embate contra o catolicismo. Escrito há mais de cem anos (1910), este livro é profético. O leitor contemporâneo certamente ficará surpreendido com as previsões do autor, visto que o plano aqui exposto se realizou exatamente como ele previra. A conjuração anticristã é uma leitura indispensável para se compreender a história da Igreja Católica e o curso dos acontecimentos políticos no século XX e nestas primeiras décadas do século XXI.

Dossiê Frei Betto – O “Papa” das CEBs

Chegou a hora de conhecer o “papa” das CEBs: Frei Betto, dono de idéias aberrantes. Sua presença confirma a gravidade e a politização da 14ª Intereclesial das CEBs em Londrina. NÃO PERCA!

PT e a Igreja:

Novas evidências:

  • Arquidiocese de Londrina: (43) 3371-3141
  • Nunciatura Apostólica no Brasil: (61) 3223-0794 e 3223-0916
  • E-mail Nunciatura Apostólica no Brasil: nunapost@solar.com.br

APOIA-SE: https://apoia.se/bernardokuster

Facebook: https://www.facebook.com/bernardopkuster

Twitter: @bernardopkuster

Instagram: bernardo_kuster

Polônia: Os Invencíveis

A história da luta pela liberdade do povo polonês contra as ocupações dos regimes nazista e soviético. O filme de animação gráfica foi produzido pelo Instituto da Memória Nacional da Polônia. Legendado pelo canal: http://stbnobrasil.com

Batizado por um comissário pagão

Passei vários meses em uma prisão comunista sem ser acusado de nada. O chefe de polícia inspecionava a prisão; ele entrou na minha cela e me fez perguntas habituais sobre a minha instrução e evolução comunista. Em seguida, acrescentou:

─ Eu tenho algo a lhe dizer, ouça… Ontem, durante a inspeção que fazia nas famílias do meu bairro, deparei-me com uma mãe em lágrimas, diante de seu bebê de dois anos, que estava morrendo. Eu lhe disse, então: “Traga-me um pouco de água, eu quero curar o seu filho”. Desconfiada, ela, sempre a me fitar, saiu e retornou com um copo de água nas mãos. Derramei a água sobre a cabeça do bebê, dizendo: “Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

─ Por que você fez isso? ─ Perguntei-lhe, surpreso. ─ Eu aprendi a fazer isso no colégio e, mesmo sendo pagão, sempre fiquei impressionado, digo, com a facilidade que temos de poder enviar criancinhas ao céu, criancinhas para as quais a terra não quer sorrir.

─ Você fez isso muitas vezes? ─ Apenas duas vezes. ─ Como é que você continua a ser comunista? ─ Se queremos viver e fazer com que nossa família viva, somos forçados a estar com aqueles que são os mestres, mas eu detesto a maneira deles de pensar, de julgar, de ensinar e de agir. Não conte isso a ninguém. ─ Pode confiar em mim; ficarei calado. Eu garanto. Vou rezar por você e que Maria o proteja…

Frei Louis-Claudius, Marista
Missionário na China durante 46 anos
Diretor de colégio e animador da Legião de Maria

E também em:
mariedenazareth.com

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.
Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte.
Amém.

Briga no Seminário sobre Reforma Política na PUC-GO

A PUC de Goiás, no dia 24/04/2015, recebeu o secretário da CNBB Daniel Seidel (PT), que foi encarregado de fazer propaganda do projeto de reforma política que faz parte do projeto de poder comunista do PT.

Abaixo a transcrição do texto presente neste vídeo:

Existe um grupo de Padres, Bispos e leigos que pretendem subverter a Igreja Católica transmutando-a em uma ferramenta de subversão política a serviço do movimento comunista internacional que na America Latina é coordenado pelo Foro de São Paulo e pelo PT. Sabendo disso, baseados em nossa consciência e respaldados pelo Decreto contra o Comunismo do Santo Oficio em 1.949 no qual está escrito que todo Católico que preste favores ou apoio ao movimento comunista está automaticamente excomungado.

Baseados também no Dubium do papa São João XXIII de 1.959 no qual está escrito que todo católico que preste serviços a uma entidade que mesmo se dizendo cristã está a serviço do movimento comunista também está automaticamente excomungado.

Baseados também na condenação da Teologia da Libertação que é nada mais que uma interpretação marxista da tradição católica e é a teologia dominante da CNBB no Brasil e na América Latina, condenação está feita pelo Cardeal Ratzinger, hoje Papa Emérito Bento XVI.

Baseados também na biografia do Papa São João Paulo II que seguindo à risca o conselho do Papa Pio XII de que nós católicos deveríamos estar dispostos a dar nossas vidas se preciso fosse no combate contra o comunismo, e João Paulo II de fato arriscou sua vida muitas vezes nesse combate.

Baseados em tudo isso, nós simples leigos e fiéis da Santa Mãe Igreja fomos ao confronto. Fomos enfrentar varonilmente os representantes da CNBB. A CNBB, conferencia nacional dos bispos do Brasil serve ao propósito de subversão da Igreja Católica do seguinte modo: se sobrepondo à autoridade dos bispos individuais ela engana os fiéis, o público leigo católico, e muitas vezes até mesmo Padres e Bispos, fazendo-nos pensar, com a ajuda da mídia, que os fiéis católicos devem respeito a essa ONG e não aos Papas ou à tradição de 2000 anos da Igreja.

Ainda existem Padres e Bispos fiéis ao Corpo de Cristo encarnado na história que é a Igreja, mas eles estão algemados e eu diria até intimidados, quase castrados, com medo de qualquer retalhação política vinda da CNBB caso eles denunciem o esquema.

Nós, leigos e fiéis devemos tomar a dianteira. Enfrentar os Bispos e Padres traidores. Clamar pela extinção da CNBB enquanto entidade jurídica, e assim, indo a frente, devemos estar preparados para dar braço forte aos Bíspos e Padres que encorajados pela nossa atitude resolvam se manifestar em defesa da Igreja, demonstrando lealdade à Cristo e não aos homens, ao Papa e não à Dilma.

A última coisa que eu tenho a dizer é a seguinte: recomendo fortemente um artigo, copiado por vários sites católicos, que se chama “Xingando com os Santos”, em que fica demonstrado que o respeito humano a Bispos e Padres traidores é um pecado terrível e que muitas vezes a única maneira de se dirigir a esses tipos é dizendo-lhes um bom repertório ao ouvido como bem colocou São Josemaría Escrivá de Balaguer.

Para quem quiser começar a compreender a atual situação da Igreja Católica no Brasil:

 

Ditadura comunista: tempos sombrios, adverte Papa Francisco

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Na catequese desta quarta-feira, pontífice recordou o tempo em que na Albânia “foi pisoteada a liberdade religiosa e era proibido crer em Deus”

O tema da catequese de hoje do Papa Francisco foi a sua viagem apostólica à Albânia, realizada domingo, 21. O Papa se disse muito agradecido por ter mostrado a proximidade da Igreja a este povo que foi durante tanto tempo oprimido por um regime desumano e que vive agora uma experiência de convivência pacífica entre as religiões.

O Pontífice contou aos fiéis presentes na Praça São Pedro que nas ruas da capital albanesa, Tirana, viu fotos de 40 sacerdotes assassinados durante a ditadura comunista para os quais está em andamento uma causa de beatificação.

“Eles se somam às centenas de religiosos cristãos e muçulmanos assassinados, torturados, presos e deportados somente porque acreditavam em Deus. Foram anos sombrios, nos quais foi pisoteada a liberdade religiosa e era proibido crer em Deus, milhares de igrejas e mesquitas foram destruídas e transformadas em lojas e cinemas da propaganda marxista. Livros religiosos foram queimados e os pais proibidos de dar aos filhos nomes de santos ou antepassados. A recordação destes eventos é essencial para o futuro de um povo. A memória dos mártires que resistiram na fé é a garantia do destino da Albânia, pois seu sangue não foi derramado inutilmente, mas é uma semente que trará frutos de paz e de colaboração fraterna”.

Francisco lembrou também o encontro com os sacerdotes, pessoas consagradas, seminaristas e movimentos laicais e a comovente recordação das vítimas de perseguições e dos mártires albaneses.

“Eles não são os vencidos, mas os vencedores. Seu heróico testemunho reflete o poder absoluto de Deus, que sempre consola seu povo, abrindo novos caminhos e horizontes de esperança. Isto tudo nos confirma que a força da Igreja não vem da sua capacidade organizativa nem das estruturas, mas do amor de Cristo. Este amor nos sustenta nas dificuldades e nos inspira a bondade e o perdão, e demonstra a misericórdia de Deus”.

Terminando a catequese, o Papa renovou o convite à coragem do bem, para construir o presente e o amanhã.

“Que a lembrança de um passado duro se converta numa maior abertura aos irmãos, especialmente aos mais fracos, para assim dar testemunho do dinamismo da caridade, tão necessária no mundo de hoje”.

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