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ONU reconhece que o aborto não é direito humano

NOVA IORQUE, 09 Jul. 13 / 12:05 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao emitir uma histórica resolução sobre mulher, paz e segurança, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rechaçou a pretensão de que as vítimas de estupros em tempos de guerra tenham um suposto direito aoaborto.

Em sua resolução 2106, adotada em 24 de junho de 2013, o importante organismo da ONU rechaçou qualquer medida que pretenda legitimar o aborto e a pílula do dia seguinte nos países membros.

O Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, realizou um relatório a inícios de 2013, assegurando que o aborto e a pílula do dia seguinte são um “componente integral” de qualquer resposta à violência sexual em situações de conflito.

Entretanto, o Conselho de Segurança da ONU simplesmente “tomou nota da análise e recomendações contidas” em seu relatório, rechaçando diplomaticamente suas sugestões.

A resolução aprovada pelo Conselho de Segurança está centrada na prevenção e atenção da violência sexual em situações de conflito, o qual alcança a mulheres e crianças em acampamentos de refugiados.

Algumas delegações promotoras do aborto ante a ONU protestaram pelo rechaço ao aborto como direito humano.

A delegada da França, Najat Vallaud-Belkacem, questionou: “Por que continuam discutindo os direitos sexuais e reprodutivos das vítimas da violência sexual?”, enquanto que Karin Enstrom, em representação dos países nórdicos demandou como “crucial” a disponibilidade do aborto e da pílula do dia seguinte em situações de conflito.

O Conselho de Segurança da ONU rechaçou também incluir supostos direitos específicos para as pessoas homossexuais.

O que é uma ideologia?

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A palavra ideologia tal como é entendida hoje teve seu conceito elaborado por Karl Marx que, de maneira genial – para o mal -, enxergou que se desse a uma ideia ruim uma nova roupagem, ela poderia ser aceita como boa.

O Brasil está mergulhado na ideologia socialista. Nesta Resposta Católica, Padre Paulo Ricardo fala sobre essa triste realidade, como o conceito elaborado por Karl Marx foi aplicado com sucesso em nosso país e como é possível combatê-lo.

Nenhum de nós é cristão por pura casualidade!, exclama o Papa

Papa Francisco

VATICANO, 25 Jun. 13 / 02:43 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ser cristão é um chamado de amor, um chamado a converter-se em filhos de Deus e ninguém o é “por pura casualidade”, disse hoje o Papa Francisco na Missa na Casa Santa Marta. O Santo Padre enfatizou que a certeza do cristão é que o Senhor jamais abandona e pede seguir adiante em meio das dificuldades.

O Papa Francisco centrou sua homilia na Primeira Leitura, extraída do Livro do Gênesis, onde se narra a discussão entre Abraão e Lot sobre a divisão da terra. “Quando eu leio essa passagem, penso no Oriente Médio e peço muito ao Senhor para que nos dê a? sabedoria. Não briguemos pela paz”.

“Abraão parte da sua terra com uma promessa: todo o seu caminho é ir em direção a esta promessa. E o seu percurso é um modelo para o nosso. Deus chama Abraão, uma pessoa, e desta pessoa faz um povo. Se vemos no Livro do Gênesis, ao início, na Criação, podemos encontrar que Deus cria as estrelas, cria as nuvens, cria os animais, cria as, os, as, os… Mas cria o homem: no singular, um”.

“A nós Deus sempre fala no singular, porque nos criou a sua imagem e semelhança. E Deus nos fala no singular. Falou a Abraão e lhe deu uma promessa e o convidou a sair de sua terra. Nós cristãos fomos chamados no singular: nenhum de nós é cristão por pura casualidade! Nenhum!”

Existe um chamado “com nome, com uma promessa”, disse o Papa: “Vai adiante. Eu estou contigo! Eu caminho junto a ti”. E isto, continuou, Jesus sabia: “também nos momentos mais difíceis se dirige ao Pai”.

“Deus nos acompanha, Deus nos chama pelo nome, Deus nos promete uma descendência. E isto é um pouco a segurança do cristão. Não é uma casualidade, é um chamado! Um chamado que nos faz ir para frente. Ser cristão é um chamado de amor, de amizade; um chamado a converter-me em filho de Deus, irmão de Jesus; a torna-me fecundo na transmissão aos outros deste chamado; a converter-me em instrumento deste chamado. Há tantos problemas, tantos problemas; há momentos difíceis: Jesus passou tantos! Mas sempre com aquela segurança: ‘O Senhor me chamou. O Senhor é como eu. O Senhor me prometeu’”.

O Senhor, reiterou o Papa, “é fiel, porque Ele jamais pode negar a si mesmo: É a fidelidade”. E pensando nesta passagem onde Abrão “é ungido pai, pela primeira vez, pai dos povos, pensamos também em nós que fomos ungidos no Batismo e pensamos na nossa vida cristã”.

“Alguém poderia dizer: ‘Padre, sou pecador’… Mas todos o somos. Isso se sabe. O problema é: pecadores, ir adiante com o Senhor, ir adiante com aquela promessa que nos fez, com aquela promessa de fecundidade e dizer aos outros, contar aos outros que o Senhor está conosco, que o Senhor nos escolheu e que Ele não nos deixa sozinhos, jamais! Aquela certeza do cristão nos fará bem”.

Para concluir o Papa fez votos para “que o Senhor nos dê, a todos nós, este desejo de ir adiante, que teve Abraão, em meio aos problemas; mas ir adiante, com aquela segurança de saber que Ele me chamou, que me prometeu tantas coisas belas e que está comigo!”

O Papa convida a “perder a vida por Cristo”, cumprindo o próprio dever com amor

Papa Francisco

Vaticano, 23 Jun. 13 / 03:17 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em suas palavras prévias à reza do Ângelus, perante os milhares de reunidos na Praça de São Pedro, o Papa Francisco exortou a “‘perder a vida’ por Cristo, cumprindo o próprio dever com amor”.

O Santo Padre assinalou que “no Evangelho deste domingo ressoa uma das palavras mais incisivas de Jesus: ‘Quem quer salvar sua vida, a perderá; mas quem perde sua vida por mim, esse a salvará’”.

“Aqui há uma síntese da mensagem de Cristo, e está expressa com um paradoxo muito eficaz, que nos faz conhecer seu modo de falar, quase nos faz sentir sua voz”.

O Papa explicou que “perder a vida por causa de Jesus” pode “acontecer de duas maneiras explicitamente confessando a fé, ou implicitamente defendendo a verdade”.

“Os mártires são o máximo exemplo do perder a vida por Cristo. Em dois mil anos são uma fila imensa de homens e mulheres que sacrificaram sua vida por permanecer fiéis a Jesus Cristo e a seu Evangelho. E hoje, em muitas partes do mundo são tantos, tantos, mais que nos primeiros séculos, tantos mártires que dão sua vida por Cristo”.

Francisco remarcou que “esta é nossa Igreja, hoje temos mais mártires que nos primeiros séculos. Mas também está o martírio cotidiano, que não comporta a morte, mas que também é um ‘perder a vida’ por Cristo, cumprindo o próprio dever com amor, segundo a lógica de Jesus, a lógica da doação, do sacrifício”.

“Pensemos: quantos pais e mães cada dia põem em prática sua fé oferecendo concretamente sua própria vida pelo bem da família! Pensemos nisto. Quantos sacerdotes, religiosos e religiosas desenvolvem com generosidade seu serviço pelo Reino de Deus! Quantos jovens renunciam a seus próprios interesses para dedicar-se às crianças, aos deficientes, aos anciãos…! Também estes são mártires, mártires cotidianos, mártires da cotidianidade!”.

O Santo Padre recordou que “há tantas pessoas, cristãos e não cristãos, que “perdem sua própria vida’ pela verdade. E Cristo afirmou ‘eu sou a verdade’, portanto, quem serve a verdade serve Cristo”.

“Uma destas pessoas, que deu sua vida pela verdade é João, o Batista: precisamente amanhã, 24 de junho, é sua festa grande, a solenidade de seu nascimento”.

O Papa indicou que “João foi eleito por Deus para ir diante de Jesus a preparar seu caminho, e o indicou ao povo de Israel como o Messias, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. João se consagrou completamente a Deus e a seu enviado, Jesus. Mas ao final, o que aconteceu?, morreu por causa da verdade, quando denunciou o adultério do rei Herodes”.

“Quantas pessoas pagam a caro o preço o compromisso pela verdade! Quantos homens retos preferem ir contracorrente, com tal de não renegar a voz da consciência, a voz da verdade!”.

Francisco também pediu aos jovens que “não tenham medo de ir contracorrente”.

“Quando queiram roubar-lhes a esperança, quando lhe proponham estes valores que são valores decompostos, valores como comida decomposta; quando um alimento está estragado ele nos faz mal… Estes valores nos fazem mal e por isso devemos ir contracorrente”.

“E vocês jovens são os primeiros que devem ir contracorrente. E ter esta dignidade de ir precisamente contracorrente. Daqui em diante, sejam valentes e vão contracorrente! E estejam orgulhosos de fazê-lo”.

O Papa exortou os fiéis a receberem “com alegria esta palavra de Jesus. É uma regra de vida proposta a todos. E que São João Batista nos ajude a pô-la em prática”.

“Por este caminho nos precede, como sempre, nossa Mãe, Maria Santíssima: ela perdeu sua vida por Jesus, até a Cruz, e a recebeu em plenitude, com toda a luz e a beleza da Ressurreição. Que Maria nos ajude a fazer cada vez mais nossa a lógica do Evangelho”, concluiu.

As manifestações no Brasil

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Padre Paulo Ricardo propõe uma leitura espiritual das numerosas marchas que a população brasileira tem realizado nas grandes cidades. Enquanto os analistas debatem sobre o verdadeiro significado político do descontentamento do povo brasileiro, somos chamados a fazer uma leitura mais profunda dos acontecimentos. Estamos diante de uma “primavera brasileira” ou estas passeatas são, na verdade, as folhas de outono que, varrendo as ruas, prenuncia um rigoroso inverno?

Como não ser esmagado pela cruz do dia a dia?

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A vida do homem sobre a Terra é marcada por dificuldades. Com os cristãos não é diferente. A cruz do dia a dia parece, às vezes, ser muito pesada e, para não ser esmagado por ela, é preciso mudar a perspectiva em relação à própria vida. É preciso ter uma visão sobrenatural da própria existência.

Na vida espiritual não é incomum ocorrer uma certa ondulação, ou seja, alternar períodos de grandes consolações com períodos de aridez espiritual. O problema se dá quando as alterações são muito bruscas, elas denotam uma visão carnal da vida. É preciso, então, olhar para a própria vida com o olhar de Deus. Perceber, nas mais diferentes situações da vida, mesmo aquelas injustas, inesperadas, dolorosas, a ação de Deus ou uma oportunidade de oferecer o sofrimento a Ele.

A perspectiva da salvação das almas, da eternidade muda completamente o modo de avaliar os acontecimentos. Uma injustiça que esteja acontecendo pode ser encarada de duas maneiras por aqueles que possuem a visão transcendente: se existe solução, por meio da luta, a ação; mas, se não existe, a aceitação, a resignação, fazendo uma leitura espiritual, enxergando tudo a partir de Deus.

Viktor Frankl, médico psiquiatra judeu, fundador da Logoterapia, enxergou uma realidade que a Igreja Católica conhece há muitos séculos: quando uma pessoa é visitada pelo sofrimento e infere a ele um sentido, torna-se mais fácil suportá-lo.

Dar um sentido sobrenatural às situações adversas torna-as aceitáveis, pois retira delas o absurdo. É o que diz Santo Agostinho: “Deus onipotente, sendo sumamente bom, não deixaria mal algum em sua obra, se não fosse tão poderoso e bom que pudesse tirar até do mal o bem…” (conf. Enchir. 11,3).

Assim, de cada cruz que visita o homem advém uma ressurreição. Depende apenas do modo como percebemos as situações. O transcendente faz com que não se enxergue apenas o prejuízo de uma realidade adversa. Quando se olha para os fatos da vida sob a perspectiva divina, tudo se inverte, tudo muda e, assim, de vítima, o homem se torna vencedor, como experimentou São Paulo quando afirmou: “em Cristo somos mais que vencedores.” (conf. Rm 8, 37)

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere

É dever cristão envolver-se com a política embora seja “muito suja”, assegura o Papa

VATICANO, 07 Jun. 13 / 02:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco explicou nesta manhã que é um dever, uma obrigação do cristão, envolver-se com a política embora seja “muito suja”, porque estando nesse âmbito se pode trabalhar pelo bem comum.

Assim o explicou o Santo Padre ao responder uma das perguntas feitas por um dos jovens que recebeu na Sala Paulo VI, no encontro de alunos e ex-alunos dos colégios jesuítas da Itália e Albânia com o Pontífice.

No encontro, Francisco decidiu não ler o discurso que tinha preparado para a ocasião e dialogar espontaneamente com os assistentes o que gerou um clima de maior alegria e festa.

Sobre o tema da participação dos leigos na esfera pública, o Papa explicou que “envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós não podemos fazer como Pilatos e lavar as mãos, não podemos”.

“Devemos participar na vida política porque a política é uma das formas mais altas da caridade, porque busca o bem comum. E os leigos cristãos devem trabalhar na política”, assegurou o Santo Padre ante os milhares de crianças e jovens presentes.

“Alguém me dirá: ‘mas não é fácil’. Tampouco é fácil chegar a ser sacerdote. Não são coisas fáceis porque a vida não é fácil. A política é muito suja, mas eu me pergunto: Por que é suja? Por que os cristãos não estão revestidos do espírito evangélico”.

O Santo Padre assinalou também que “é fácil dizer ‘a culpa é dele’… mas e eu, o que faço? É um dever! Trabalhar pelo bem comum é dever de um cristão! E muitas vezes para trabalhar o caminho a seguir é a política”.

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