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O Papa Francisco lançou App MISSIO

ROMA, 21 Mai. 13 / 02:32 pm (ACI/EWTN Noticias).- Bastou somente um toque na tela de um iPad para que o Papa Francisco se convertesse no primeiro Pontífice em lançar um novo aplicativo para dispositivos móveis e telefones inteligentes, que procura expandir a marca missionária da Igreja no mundo digital, pondo a disposição as notícias de Roma, como histórias, fotos das atividades missionárias, assim como outros documentos.

O lançamento do App MISSIO aconteceu na sexta-feira passada, 17 de maio, na Sala Clementina do Vaticano durante uma reunião que o Papa teve com os 120 diretores nacionais das Obras Missionárias Pontifícias de todo o mundo.

Em uma entrevista ao Grupo ACI no mesmo dia do lançamento, o Diretor Nacional dos Estados Unidos, Padre Andrew Small, relatou que “Aperto aqui?” foi a pergunta que o Santo Padre lhe fez depois que ele mostrou o seu iPad explicando o que tinha que fazer.

“Eu estava muito ansioso para ter o sinal e que tudo funcione”, contou o sacerdote, “o Santo Padre apertou o botão e apareceu um pequeno aviso na parte superior – chamado notificação de apertar- que dizia: o ‘Papa Francisco lançou App MISSIO’”.

O Pontífice “parecia um pouco surpreso”, recordou Pe. Small e assinalou que o lançamento efetivo do aplicativo foi simples.

O botão se denomina “Evangelizantur”, que significa “foram evangelizados” em latim. O sacerdote explicou que dado que o aplicativo está disponível em Inglês, espanhol, italiano, alemão, francês, português, chinês e árabe, os que a desenvolveram, decidiram a frase latina para o lançamento.

O Pe. Small, além disso, disse que o objetivo do aplicativo é ajudar o Papa e a Igreja a ampliar o alcance de sua mensagem, com uma ênfase particular nos jovens.

“Desde a sua eleição, o Papa Francisco chegou muito mais além do Vaticano atingindo a vida das pessoas de maneira simples e significativa”, observou o sacerdote e adicionou que com este aplicativo, o Pontífice põe “o Evangelho missionário nos bolsos de milhões de pessoas, jovens e velhos, ricos e pobres, crentes e na busca de crer”.

App MISSIO foi desenvolvido pela empresa Little iAPPS e está disponível de maneira gratuita na iTunes App Store e no Google Play.

Católicos podem manifestar-se contra o desrespeito à fé realizado na parada gay em São Paulo

SÃO PAULO, 30 Jun. 11 / 07:25 pm (ACI)

Um grupo de leigos católicos no Brasil defendeu o direito que lhes corresponde para protestar contra as ofensas e o vilipêndio de imagens e símbolos sagrados por parte de homossexuais na última parada gay em São Paulo, pois atentou contra o Artigo 208 do Código Penal Brasileiro que considera um crime vilipendiar publicamente um ato ou objeto de culto religioso.

Segundo os editores do site, “o que houve na Avenida Paulista durante a “Parada LGBT” foi um ataque, um deboche e vilipêndio do ensinamento moral da Igreja, que considera – sendo fiel à Revelação – os atos homossexuais intrinsecamente maus”.

O evento, explicam os organizadores da página votocatólico, teve como tema um versículo do Evangelho de São João manipulado – “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!” – colocou 170 cartazes em postes ao longo da avenida Paulista, com modelos masculinos representando santos católicos como se fossem homossexuais, seminus e em posturas eróticas, ao lado das mensagens: “Nem santo te protege” e “Use camisinha”.

Para o Doutor Valmor Bolan, perito em Sociologia e conselheiro da Organização Universitária Interamericana (OUI-IOHE ) no Brasil e membro da Comissão Ministerial do Prouni (CONAP), “O fato mais chocante da parada gay deste ano, foi a forma como se apropriaram de uma frase (fora de contexto) do Evangelho, para insinuar que o amor proposto por Jesus seria também gay. E ainda mais usando imagens sagradas de santos católicos para ainda fazer as pessoas concluírem que tais santos eram  gays. Tudo isso pode se resumir numa palavra pouco mencionada hoje em dia, mas tratou-se de um sacrilégio”.

Depois de afirmar que o fato foi uma clara provocação e um desrespeito à Igreja e às práticas religiosas milhões de brasileiros, considerando estas manifestações como “um ataque, deboche e vilipêndio do ensinamento moral da Igreja, os organizadores da iniciativa laical votocatólico recordam que o artigo 208 do código pena considera como crime “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena – detenção de um mês a um ano, ou multa”.

“O fato se torna ainda mais grave pelo fato de a Parada receber financiamento público, especialmente dos Ministérios da Cultura e da Saúde, da Petrobrás, da Caixa Econômica Federal e da Prefeitura de São Paulo. Consideramos que se este episódio passar despercebido, outros mais graves virão”, denunciaram.

Assim, o site católico lança o seguinte convite:
“Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos à fé católica na “Parada LGBT”, convidamos a queixar-se com as entidades governamentais que financiaram o evento (clique aqui), manifestar sua inconformidade com as empresas patrocinadoras do evento (clique aqui) e entrar em contato com as procuradorias regionais dos direitos dos cidadãos (clique aqui).

Para ver o artigo completo do Dr. Valmor Bolan e manifestar-se contra o desrespeito à fé ocorrido na parada gay, visite:
http://www.votocatolico.com.br/

 

Matrimônio é união de amor entre homem e mulher para a vida toda, afirma o Papa

Vaticano, 08 Jun. 11 / 12:09 pm (ACI/EWTN Noticias)

Ao presidir a audiência geral desta quarta-feira, o Papa Bento XVI recordou sua recente viagem à Croácia no dias 4 e 5 de junho, e explicou que “o Matrimônio por aquilo que é, isto é, a união de um homem e de uma mulher que, com a graça de Cristo, amam-se e ajudam-se por toda a vida, na alegria e na dor, na saúde e na doença”.

O Santo Padre recordou que a ocasião principal desta visita era ” a 1ª Jornada Nacional das famílias croatas, culminada na Concelebração eucarística do domingo pela manhã, que teve a participação, na área do Hipódromo de Zagreb, de uma grande multidão de fiéis. Foi, para mim, muito importante confirmar na fé, sobretudo as famílias, que o Concílio Vaticano II chamou de “igrejas domésticas”.

“Na Europa de hoje, as Nações de sólida tradição cristã tem uma especial responsabilidade em defender e promover o valor da família fundada no matrimônio, que permanece sendo decisiva tanto no campo educativo quanto no social. Essa mensagem tinha, portanto, uma particular relevância para a Croácia, que, rica pelo seu patrimônio espiritual, ético e cultural, está próximo a entrar na União Europeia”.

Na Missa para as famílias, continuou o Papa, “destaquei o dom e o compromisso da comunhão na Igreja, bem como de encorajar os cônjuges na sua missão. Em nossos dias, enquanto infelizmente se constata o multiplicar-se das separações e dos divórcios, a fidelidade dos cônjuges tornou-se por si mesma um testemunho significativo do amor de Cristo, que permite viver o Matrimônio por aquilo que é, isto é, a união de um homem e de uma mulher que, com a graça de Cristo, amam-se e ajudam-se por toda a vida, na alegria e na dor, na saúde e na doença”.

“A fé em Deus que é Amor transmite-se antes de tudo com o testemunho de uma fidelidade ao amor conjugal, que se traduz naturalmente em amor pelos filhos, fruto dessa união. Mas essa fidelidade não é possível sem a graça de Deus, sem o sustento da fé e do Espírito Santo”.

Bento XVI se referiu logo à vigília com os jovens, na tarde do sábado, aos quais disse que “Deus lhes busca primeiro e mais do que eles mesmos buscam a Ele. É essa a alegria da fé: descobrir que Deus nos ama por primeiro! É uma descoberta que nos mantêm sempre discípulos, e, portanto, sempre jovens no espírito!”.

O Papa recordou logo as Vésperas na Catedral de Zagreb com os bispos, sacerdotes, religiosos e seminaristas, aonde está “a monumental tumba do Beato Cardeal Alojzije Stepinac, Bispo e Mártir. Ele, em nome de Cristo, opôs-se com coragem primeiro aos abusos do nazismo e do fascismo e, depois, àqueles do regime comunista”.

O Santo Padre disse que no encontro com representantes da sociedade civil e do mundo político, acadêmico, cultural e empresarial, e com o corpo diplomático e os representantes religiosos, no Teatro Nacional de Zagreb, pôde “homenagear a grande tradição cultural croata, inseparável da sua história de fé e da presença viva da Igreja, promotora ao longo dos séculos de múltiplas instituições e, sobretudo, formadora de ilustres buscadores da verdade e do bem comum”.

“Mais uma vez, tornou-se evidente a todos nós a profunda vocação da Europa, que é aquela de custodiar e renovar um humanismo que tem raízes cristãs e que se pode definir “católico”, isto é, universal e integral”.

Um humanismo, explicou, “que coloca ao centro a consciência do homem, a sua abertura ao transcendente e, ao mesmo tempo, a sua realidade histórica, capaz de inspirar projetos políticos diversificados mas convergentes na construção de uma democracia substancial, fundada sobre valores éticos enraizados na própria natureza humana”.

Finalmente o Papa agradeceu a todos os que rezaram por sua viagem e pediu que “por intercessão da Virgem Maria, Rainha dos Croatas, que tudo quanto eu pude semear produza frutos abundantes para as famílias croatas, para toda a Nação e para toda a Europa”.

Em sua saudação os peregrinos de língua portuguesa, o Papa disse:

“sede bem-vindos! A todos saúdo com grande afeto e alegria, de modo especial a quantos vieram de Portugal e do Brasil com o desejo de encontrar o Sucessor de Pedro. Desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades. Ide em paz!”

Informações sobre a beatificação de João Paulo II

A Beatificação do Servo de Deus Papa João Paulo II será um grande evento eclesial, articulado nos seguintes cinco momentos:

1. A vigília de preparação terá lugar na tarde de sábado, 30 de abril próximo (20h – 21h: preparação; 21h-22h30min: vigília), no Circo Máximo de Roma, e será organizada pela Diocese de Roma, que teve o venerável Servo de Deus como Bispo. A vigília será guiada pelo Eminentíssimo Cardeal Agostino Vallini, Vigário Geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma, e o Santo Padre Bento XVI se unirá espiritualmente através de um vídeo link.

2. A celebração da beatificação, domingo, 1º de maio na Praça de São Pedro, terá início às 10h e será presidida pelo Santo Padre. A participação não é regulada por bilhetes, todavia o acesso à Praça e às zonas adjacentes estará sob a tutela da Segurança Pública.

3. A veneração dos restos do novo Beato será possível a todos os fiéis no próprio domingo, 1º de maio, logo depois da cerimônia da beatificação e prosseguirá até o exaurimento do fluxo de fiéis. Os restos do novo Beato serão expostos para a veneração na Basílica de São Pedro, diante do Altar da Confissão.

4. A Missa de ação de graças está programada para segunda-feira, 2 de maio, às 10h30min na Praça de São Pedro, e será presidida pelo Eminentíssimo Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado.

5. O sepultamento dos restos do novo Beato na Basílica Vaticana, junto da Capela de São Sebastião, ocorrerá  de forma privada.

Fonte: Santa Sé
Tradução: OBLATVS

Aparição de Maria nos Estados Unidos, aprovada para o culto

A Virgem Maria apareceu a uma imigrante belga em 1859, em Wisconsin

GREEN BAY, quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) – Durante a festa da Imaculada Conceição, padroeira dos Estados Unidos, foi dada a aprovação diocesana oficial às aparições de Nossa Senhora em Wisconsin.

Durante a leitura do decreto, ontem, durante uma Missa especial no Santuário de Champion, Dom David Ricken, bispo de Green Bay, disse: “Declaro, com certeza moral e de acordo com as normas da Igreja, que os acontecimentos, aparições e locuções dadas a Adele Brise, em outubro de 1859, apresentam a substância de caráter sobrenatural, e eu, pela presente, aprovo tais aparições como dignas de fé – ainda que não obrigatórias – para os fiéis cristãos”.

A declaração de ontem converteu o santuário de Nossa Senhora do Socorro de Champion no primeiro e único lugar nos Estados Unidos de uma aparição da Virgem Maria oficialmente aprovada.

Deslumbrante

As aparições – foram três – ocorreram em 1859. Nossa Senhora falou com Adele Brise (1831-1896), uma jovem imigrante de origem belga.

Foi no começo de outubro quando Brise viu a Virgem pela primeira vez: uma Senhora vestida de branco deslumbrante, com uma faixa amarela na cintura e uma coroa de estrelas na cabeça.

A visão desapareceu lentamente depois de alguns instantes, sem falar com Brise.

No domingo seguinte, 9 de outubro, Brise estava indo à Missa quando a Senhora voltou. Depois da Missa, Brise teve a oportunidade de perguntar ao seu confessor sobre as aparições, e ele lhe disse que, se era uma mensageira do céu, ela a veria novamente. Ele a encorajou a perguntar-lhe, em nome de Deus, quem era e o que queria dela.

No caminho de volta para casa, Nossa Senhora apareceu novamente e Brise fez o que seu confessor tinha recomendado.

“Eu sou a Rainha do Céu, que reza pela conversão dos pecadores, e desejo que faças o mesmo – respondeu a Senhora à pergunta de Brise. Recebeste a Sagrada Comunhão nesta manhã e isso é bom. Mas deves fazer mais. Faze uma confissão geral e oferece a Comunhão pela conversão dos pecadores. Se não se converterem e fizerem penitência, meu Filho vai ser obrigado a castigá-los.”

Uma das mulheres que estavam com Brise lhe perguntou com quem ela estava falando e por que elas não conseguiam ver ninguém.

“Ajoelhem-se – disse Brise -, a Senhora disse que é a Rainha do Céu.” Diante disso, a Senhora olhou amavelmente para as companheiras de Brise e disse: “Bem-aventurados os que creem sem ver”.

A Senhora continuou: “O que fazes aqui parada, enquanto tuas companheiras trabalham na vinha do meu Filho?”.

“O que mais posso fazer, querida Senhora?”, perguntou Brise.

“Reúne as crianças deste país selvagem e mostra-lhes o que deveriam saber para salvar-se.”

“Mas como lhes ensinarei o que eu mesma sei tão pouco?”, replicou Brise.

“Ensina-lhes seu catecismo, como fazer o sinal da cruz e como se aproximar dos sacramentos; isso é o que eu desejo que faças – disse a Senhora. Vai e não tenhas medo. Eu te ajudarei.”

O pai de Brise construiu uma pequena capela no local e ela continuou cumprindo o mandato de Nossa Senhora, uma missão que continuou até sua morte, em 1896.

A aprovação de Dom Ricken chegou depois de uma investigação de quase dois anos – desde janeiro de 2009 – sobre os acontecimentos e suas consequências.

A diocese de Green Bay postou em seu site material sobre aparições na Igreja.

Os documentos esclarecem que é o bispo diocesano, e não a Santa Sé ou a conferência episcopal, o responsável por julgar a autenticidade das aparições que supostamente acontecem em sua diocese.

Também se observa que nem todas as supostas aparições são aprovadas pela Igreja, e que nos Estados Unidos, por exemplo, supostas aparições em Necedah (Wisconsin) e Bayside (Nova York) foram examinadas e declaradas falsas.

“Ninguém pode provar o sobrenatural – recorda a declaração. A Igreja julga as aparições com base na sua coerência com as Sagradas Escrituras, com a Sagrada Tradição e com os ensinamentos da Igreja, nos benefícios espirituais subsequentes na vida das pessoas, e se há algo na vida do vidente que desmente a credibilidade do relato.”

Primaz anglicano: Visita do Papa a Reino Unido foi um êxito

LONDRES, 21 Set. 10 / 02:00 pm (ACI).- O Primado da igreja anglicana e Arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, afirmou que a visita do Papa Bento XVI a Reino Unido foi um êxito e descartou os prognósticos negativos da imprensa britânica e internacional.

“O mais importante que quero dizer é que foi uma ocasião extremamente feliz e que o recebimento que o Papa teve dos bispos anglicanos, das pessoas na rua e naturalmente no Westminster Hall foi enormemente positivo. A oração ecumênica da tarde na Abadia foi intensamente comovedora para todos os presentes”, expressou o líder anglicano à Rádio Vaticano.

Nesse sentido, disse que “é uma pena que o mundo só veja as controvérsias ou as pequenas coisas negativas, enquanto que o imenso peso da oração cotidiana, da compreensão, do amor e da amizade que há entre nós passa inadvertido”.

Para Rowan Williams, a visita do Papa “foi uma ocasião verdadeiramente bendita, e as pessoas foram em massa às ruas para manifestar sua fé”. “Como muitas pessoas me disseram nesta ocasião, quando se pensa que isto teria sido totalmente inimaginável há 40 ou 50 anos, inclusive ao início do Concílio Vaticano II, está claro que algo aconteceu”, acrescentou.

O Arcebispo disse que parte deste algo “é uma volta às raízes, algo do qual o Papa e eu falamos em privado –são alguns de nossos entusiasmos teológicos comuns– a herança dos Padres e de novo o rezar juntos ante o sacrário de São Eduardo o Confessor, olhando para trás à época em que as fronteiras não eram as que existem agora entre os cristãos– e tudo isto é parte, acredito, de um quadro muito positivo”.

Ele indicou que os diálogos não se centraram tanto nas relações entre anglicanos e católicos, mas na situação dos cristãos na Terra Santa em vésperas do próximo Sínodo dos Bispos sobre o Oriente Médio que será celebrado em Roma. “Falamos também da questão de como comprometer-se em um diálogo racional com o mundo leigo”, assinalou.

Williams expressou que reza para que a visita de Bento XVI “ajude a promover a fé neste país e ajude as pessoas a reconhecerem tantas pessoas absolutamente comuns que acreditam em Deus, acreditam na vida sacramental da Igreja e fundam sua própria vida em tudo isto”.

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