Tag: Splendor

Antífonas Maiores: Ó Oriente

oriente

Fonte: Portal A12

Pe. Evaldo César de Souza, C.Ss.R.

O Oriens

splendor lucis æternæ, et sol justitiæ

Veni et illumina sedentes in tenebris

et umbra mortis.

Ó Oriente

esplendor da luz eterna e sol da justiça

Vinde e iluminai os que estão sentados

nas trevas e à sombra da morte.

Referências Bíblicas: Zc 6,12; Hb 1,2-3; Is 62,1;Ml 3,20.

O Cristo- Oriente nos recorda a origem da luz; do Oriente vem o Salvador para iluminar as trevas de nossa vida; Cristo é o sol nascente que nos veio visitar, conforme o cântico do “Benedictus”. O tema central dessa antífona é a luminosidade que nos traz o filho de Deus, luz que revelada em parte na Transfiguração e que foi plena na Ressurreição.

Defesa da veneração dos santos pelos primeiros cristãos

Fonte: Veritatis Splendor

Como os católicos hoje, os cristãos dos primeiros séculos eram acusados de idolatria por venerarem os Santos. Mas, em vez dos grupos heréticos (que tanto se difundiram após o século XVI), quem propagava esta mentira era o rabinismo judaico, isto é, os judeus que não abraçaram a fé cristã.

Talvez o primeiro texto que dá testemunho da veneração dos santos como ainda nós católicos praticamos hoje, com honra, homenagem, celebração dos heróis e modelos da fé, seja a Carta que a Igreja de Esmirna enviou à Igreja de Filomélio, narrando o Martírio de São Policarpo (Bispo de Esmirna e discípulo do Apóstolo São João). Este documento de meados do segundo século é o texto hagiográfico mais antigo que se tem notícia.

A Carta nos dá testemunho que após o martírio de São Policarpo, os cristãos de Esmirna tentaram conseguir a posse de seu corpo, para dar ao mártir um sepultamento adequado. Mas, foram impedidos pelas autoridades que eram influenciadas pelos judeus rabínicos, que diziam que os cristãos queriam o corpo de São Policarpo para adorá-lo como faziam com Cristo.

Na carta é interessante o comentário que os cristãos de Esmirna fazem por causa da ignorância que os judeus tinham sobre a diferença da adoração que os cristãos prestavam somente a Nosso Senhor Jesus Cristo e a veneração prestada aos Santos. Semelhantes a nós católicos dos últimos séculos, os católicos do passado escreveram:

Ignoravam eles que não poderíamos jamais abandonar Cristo, que sofreu pela salvação de todos aqueles que são salvos no mundo, como inocente em favor dos pecadores, nem prestamos culto a outro. Nós o adoramos porque é o Filho de Deus. Quanto aos mártires, nós os amamos justamente como discípulos e imitadores do Senhor, por causa da incomparável devoção que tinham para com seu rei e mestre. Pudéssemos nós também ser seus companheiros e condiscípulos!” (Martírio de Policarpo 17:2 +- 160 D.C).

E mais adiante esta importantíssima prova da fé primitiva, dá testemunho do costume que a Igreja tinha em guardar uma data, para celebrar a memória dos Santos, como Ela faz até hoje:

Vendo a rixa suscitada pelos judeus, o centurião colocou o corpo no meio e o fez queimar, como era costume. Desse modo, pudemos mais tarde recolher seus ossos [de Policarpo], mais preciosos do que pedras preciosas e mais valiosos do que o ouro, para colocá-lo em lugar conveniente. Quando possível, é aí que o Senhor nos permitirá reunir-nos, na alegria e contentamento, para celebrar o aniversário de seu martírio, em memória daqueles que combateram antes de nós, e para exercitar e preparar aqueles que deverão combater no futuro.” (Martírio de Policarpo 18 +- 160 D.C)

Portanto, a Veneração dos Santos, não é idolatria e sim uma legítima e piedosa doutrina cristã que tem berço na Tradição da Igreja nascente.

Pedro é a Rocha

Fonte: Veritatis Splendor Blog
Narrador: Emerson H. de Oliveira.

Relato de parte do testemunho da conversão ao catolicismo de James Akin mostrando seu estudo sobre Pedro ser a Rocha.

O que é Missa?

Por que o Sagrado Sacrifício Eucarístico é chamado Missa? Saiba aqui ouvindo este interessante aúdio de narração de um texto extraído do livro “Os Sacramentos trocados em miúdos”, de José Ribolla.

Narrador: Emerson H. de Oliveira.
Fonte: Veritatis Splendor Media

Para quê serve a Wikipedia?

O site Veritatis Splendor tem sido vítima de uma campanha de perseguição na Wikipedia. O texto abaixo visa alucidar o leitor sobre este fato e incentivar a defesa da Fé Católica que esta sendo atacada com essa atitude dos moderadores da Wikipedia.

***

Para quê serve a Wikipedia?

Como Professor sou fascinado por iniciativas que visam o desenvolvimento cultural da sociedade, especialmente provendo acesso gratuito sobre as informações.

O advento da Internet possibilitou a democratização da informação. Hoje muitíssimas pessoas no mundo possuem acesso a obras antigas e raras, artigos sobre os mais variados assuntos. Para isto baste estarem diante de um computador conectado à grande rede.

Em 2001 é criada a Wikipedia por Jimmy Wales, que segundo ela mesma tem o objetivo “de desenvolver e manter projetos de conteúdo livre em diversos idiomas, desenvolvidos através do sistema colaborativo wiki, tendo seus conteúdos disponibilizados ao público livre de encargos financeiros. O conteúdo de seus projetos é desenvolvido por voluntários localizados em diversas partes do mundo, e os custos financeiros para manter os projetos são cobertos através de doações” (1).

Uma enciclopédia é um compêndio de conhecimento, conhecimento gera informação, informação gera sabedoria.

A Wikipedia se propõe a ser uma enciclopédia livre (conteúdo livre, não submetidos à lei de direitos autorais e colaboração livre, qualquer um pode colaborar com a iniciativa), mas não é isso que acontece na prática.

Como muitos já constataram (2), usuários com privilégios especiais chamados administradores fazem valer suas opiniões, suas crenças e sua força, revertendo edições de outros usuários e até mesmo chegando a bloqueá-los. Para agirem desta forma citam as políticas da Wikipedia como justificativa, mas sem fazer uso das motivações e orientações que constam nas próprias regras.

Um exemplo recente foi o bloqueio do editor Arlima (na Wikipedia os editores são identificados por login) e a remoção de TODAS as referências ao nosso site nos verbetes Catolicismo, Apologética Católica e Patrística. Acusaram Arlima de estar praticando SPAM.

As orientações constantes na própria Wikipedia sobre a criação de ligações externas, assim dizem: “As ligações externas são uma breve lista de endereços (links) de páginas (websites, URL) que não fazem parte da Wikipédia e postos no fim de cada artigo. A função primordial das ligações externas é oferecer acesso a páginas que aprofundam o assunto tratado no artigo, mas não constituem seu conteúdo” (1).

Será que o Veritatis Splendor com suas 30 seções e mais de 4.500 artigos não é um sítio que oferece “acesso a páginas que aprofundam o assunto tratado no artigo” sobre Catolicismo, Apologética Católica e Patrística?

Qualquer editor que se atreva a colocar links para o Veritatis Splendor em verbetes relacionados ao Catolicismo e na devida seção (Ligações Externas) está sujeito a ter suas edições desfeitas e ser bloqueado se insistir, sob as acusações de vandalismo e SPAM e serem rotulados como meus seguidores! Lanço aqui um desafio e comprovem!

A única coisa que é livre mesmo naquele espaço é a política de bairro que lá se impetrou e com a total conivência dos administradores mais antigos.

Este comportamento indevido se fez notar de forma tão significativa que na Inglaterra foi criado o Wikitruth, sítio dedicado a questionar a conduta dos administradores da Wikipedia.

Um outro agravante é o seu conteúdo que não é nada confiável. Enquanto todos os esforços dos administradores da Wikipedia estão na censura daqueles que pensam diferente deles, o conteúdo daquela enciclopédia “colaborativa” não é nada confiável. Não deveriam seus administradores zelar pela confiabilidade do conteúdo que lá está?

O próprio Jimmy Wales, “afirmou que sua invenção pode prejudicar estudantes universitários. Isso porque, segundo diversos e-mails recebidos pelo executivo, os alunos usam informações do site –muitas vezes erradas– para fazer seus trabalhos”. (4).

Aí fica a pergunta: Para quê serve a Wikipedia?

Referências

(1) http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikimedia, ver seção Objetivos.

(2) http://www.cfgigolo.com/archives/2006/06/cuidado_com_os_wikipedistas.html

(3) http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Liga%C3%A7%C3%B5es_externas.

(4) http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20203.shtml.

Autor: Prof. Alessandro Lima.

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Um ano do falecimento de S.S. Papa João Paulo II

Dois de abril de 2006, um ano do falecimento de S. S. Papa João Paulo II.

Neste domingo, dois de abril de 2006, o Apostolado Veritatis Splendor relembra, com esta humilde homenagem, a morte de S. S. Papa João Paulo II, que governou a Santa Madre Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo por quase 27 anos, o 3º mais longo pontificado da história da Igreja, superado apenas pelo Apóstolo São Pedro, Sumo Pontífice por 31 anos, e do Bem-Aventurado Pio IX, com 31 anos e 8 meses.

Suplicamos a Nosso Senhor Jesus Cristo, por intercessão da Bem-Aventurada Sempre Virgem Maria, que lhe conceda o descanso eterno.

Nesta ocasião, os membros do Veritatis Splendor renovam seus votos de vassalagem a Sua Santidade o Bem-Aventurado Papa Bento XVI, 265º Pontífice regente da Igreja a se sentar na Cátedra de São Pedro, ?o doce Cristo na terra?, conforme as palavras de Santa Catarina de Siena, Doutora da Igreja.

Clique aqui e copie no seu computador o arquivo mp3 com a oração da Salve Regina (Salve Rainha em Latim), cantada pelo Papa João Paulo II durante a Oração do Santo Rosário em Roma. Acompanhe com a letra abaixo:

Salve, Regina, Mater misericordiæ,

vita, dulcedo et spes nostra salve!

Ad te clamamus, exsules filii Evæ.

Ad te suspiramus gementes et flentes

in hac lacrimarum valle.

Eia ergo, advocata nostra, illos tuos

misericordes oculos ad nos converte.

Et Jesum, benedictum fructum ventris tui,

nobis post hoc exsilium, ostende.

O clemens, o pia, o dulcis

Virgo Maria!

Ora pro nobis, sancta Dei Genitrix, ut digni efficiamur promissionibus Christi.

Amen

Abaixo algumas fotos:

Selo lançado na Europa em Homenagem a S. S. Papa João Paulo II.

O pequeno ?Lolek?, ou ?Carlinhos? como era chamado por seus pais, aos nove anos de idade, quando ficara órfão.

?Introíbo ad altare Dei. Ad Deum qui Leatíficat Juventútem meam.? (Ordo Missae)

?Adentrar-me-ei ao altar do Senhor, ao Deus que é alegria da minha juventude?

Assim como S. S. Papa Bento XVI e vários católicos (vide o caso de São Maximiliano Kolbe) foram perseguidos na Alemanha nazista. O jovem polonês Karol Wojtyla estudou às escondidas do regime comunista para ser ordenado Padre. Frase:

?Aprendi que um jovem cristão deixa de ser jovem, e há muito não é cristão, quando se deixa seduzir por doutrinas ou ideologias que pregam o ódio e a violência? Aprendi que um jovem começa perigosamente a envelhecer, quando se deixa enganar pelo princípio fácil e cômodo de que ?o fim justifica os meios?, quando passa a acreditar que a única esperança para melhorar a sociedade está em promover a luta e o ódio entre grupos sociais, na utopia de uma sociedade sem classes, que se revela bem cedo na criação de novas classes.? (S. S. Papa João Paulo II, em 1980)

?Deixai vir a mim os pequequinos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham?. (Mc 10,14)

Junto ao amigo e ?braço direito?, o então Cardeal Ratzinger, atual Papa Bento XVI.

Sua Eminência Reverendíssima Cardeal Josef Ratzinger, à época Prefeito da Sagrada Congreção para a Doutrina Fé reverencia o Santo Padre.

Descanse em Paz João de Deus.

Autor: Rogério Amaral Silva

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