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Rosário

As 15 Promessas para quem reze o Santo Rosário

  1. Quem Me servir fielmente, rezando o Rosário, receberá grandes graças.
  2. Prometo a Minha proteção especial e as maiores graças a quem rezar o Rosário.
  3. O Rosário será um escudo protector contra o inferno. Destruirá o vício, diminuirá o pecado e derrotará as heresias. (Na verdade, se esta fosse a única promessa, era razão mais que suficiente para rezarmos o Rosário. Porque o que é que vemos no mundo de hoje? Onde quer que estejamos, vemo-nos rodeados de vício, pecado e heresia.)
  4. Fará com que floresça a virtude e as boas obras. Obterá para as almas a misericórdia abundante de Deus. Afastará os corações dos homens do amor do mundo e das suas vaidades, e elevá-los-á ao desejo das coisas eternas. Oh, que as almas se santifiquem por este meio!
  5. A alma que se recomendar a Mim rezando o Rosário não perecerá.
  6. Quem rezar devotamente o Rosário, aplicando-se à meditação dos seus Sagrados Mistérios, nunca será derrotado pela infelicidade. Deus não o castigará na Sua justiça, e não morrerá sem estar preparado. Se for justo, ficará na graça de Deus e será digno da vida eterna.
  7. Quem tiver uma devoção verdadeira pelo Rosário não morrerá sem os Sacramentos da Igreja.
  8. Quem for fiel a rezar o Rosário terá, durante a sua vida e à hora da morte, a luz de Deus e a plenitude das Suas graças. Na altura da morte, participarão nos méritos dos santos no Paraíso.
  9. Livrarei do Purgatório os que forem devotos do Rosário.
  10. Os filhos fiédis do Rosário merecerão um alto grau de glória no Céu.
  11. Conseguireis tudo o que Me pedirdes pela recitação do Rosário.
  12. Todos os que propagarem o Santo Rosário terão a Minha ajuda nas suas necessidades.
  13. Consegui do Meu Divino Filho que todos os que advogam o Rosário terão por intercessores toda a Corte Celeste durante a vida e à hora da morte.
  14. Todos os que rezarem o Rosário são Meus filhos, e irmãos do Meu Filho único, Jesus Cristo.
  15. A devoção ao Meu Rosário é um grande sinal de predestinação.

Meus amigos, estas promessas ainda são válidas. Nossa Senhora não faz promessas com um prazo de validade. Estas promessas não só ainda são válidas, como são válidas mais do que nunca. E porque é que eu digo mais do que nunca? Por causa de uma coisa que a Irmã Lúcia nos disse.

http://www.fatima.org/port/crusader/cr85/cr85pg7.pdf

Fonte: Admirável Senhora

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Catolicismo: Um fênomeno que não para de crescer na Coreia do Sul.

Não restam duvidas: A Coreia do Sul , de fato, desperta para a verdade e plenitude do evangelho.

Com a chegada de Sua Santidade Francisco à Coreia do Sul,os holofotes do mundo se voltam para o  catolicismo por lá. Contudo, a grande mídia tende a mostrar apenas o pontífice como um fenômeno em cenário confortável, o que não é verdade.Mas em breve, a que tudo indica, será. Com uma população de cerca de 49 milhões de pessoas, 10,4% se declara católica, ou seja, 5.442,996 pessoas dizem pertencer a Igreja de Cristo. As noticias são muito animadoras e apontam que mais do que um simples movimento atrás de uma “celebridade da fé”, o povo coreano está se incorporando no corpo mistico de Cristo sob a guia de Seu pontífice.  Os últimos dados apontam que em 2013 A Igreja Católica na Coreia do Sul cresceu 1,5% em 2013, de acordo com as estatísticas oficiais da Conferência Nacional dos Bispos, superando largamente o crescimento vegetativo da população. Isso incluí 118.830 catecúmenos, na sua maioria homens adultos (63.285) e  25.589 crianças batizadas . Alem disso, ainda em 2013, foram ordenados 117 sacerdotes, 2,6% a mais do que o ano passado. O número de sacerdotes chegou a 4.901, com 36 bispos, dois Cardeais, 1.564 religiosos regulares e 10.173 freiras. Os fiéis totalizam 5.442.996 e foram atendidas 4.665.194 confissões. Sendo assim, a Coreia do Sul já pode ser considerada como um dos maiores histórias de sucesso da evangelização. Principalmente se levarmos em conta que a Igreja está por lá há apenas 230 anos., uma das evangelizações mais tardias da história da Igreja. As imagens e dados da visita do Papa à Coreia não deixam duvidas: Levando cerca de 800 mil fiéis as ruas, a igreja da Coreia não apenas incha em números de fiéis, mas os incluí verdadeiramente na vida da Igreja, seja nos seus pilares da ação do Espírito Santo (Os sacramentos e o depósito da fé), seja nas tradições que o povo parece querer aprender.

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Fonte: Fidespress

Papa Francisco

7 grandes razões para se confessar amanhã mesmo (e sempre)

A confissão é um presente: aproveite já, aproveite muitas vezes e leve os seus filhos consigo!

No Instituto Gregoriano do Colégio Beneditino, nós consideramos que está na hora de os católicos promoverem imaginativa e vigorosamente a confissão. E não somos nós que estamos dizendo isso: “A renovação da Igreja na América depende da renovação da prática da penitência”, disse-nos o papa Bento XVI no National Stadium, em Washington.

O papa João Paulo II passou os últimos anos da sua vida na terra pedindo que os católicos retornassem à confissão, inclusive mediante um documento “motu proprio” urgente e através da encíclica sobre a Eucaristia.

Ele chamou a crise na Igreja de “crise da confissão” e escreveu aos sacerdotes: “Sinto a necessidade premente de exortá-los, como fiz no ano passado, a redescobrir para si mesmos e ajudar os outros a redescobrirem a beleza do sacramento da reconciliação”.

Por que toda essa importância dedicada à confissão?

Porque quando fugimos dela, nós perdemos o senso do pecado. E a perda do senso do pecado é a raiz de muitos males do nosso tempo, do abuso de crianças à desonestidade financeira, do aborto ao ateísmo.

Como, então, promover novamente a confissão?
Sugiro 7 motivos, tanto naturais quanto sobrenaturais, para voltarmos à confissão:

1. Porque o pecado impõe um fardo sobre as nossas costas.

Um terapeuta conta a história de um paciente que passava por um ciclo terrível de depressão e de repulsa por si mesmo desde o ensino médio. Nada parecia ajudá-lo. Um dia, o terapeuta encontrou o paciente na frente de uma igreja católica. Eles entraram na igreja porque tinha começado a chover e viram uma fila de pessoas indo ao confessionário.

“Será que eu não devia ir também?”, perguntou o paciente, que tinha recebido o sacramento quando criança. “Não!”, respondeu o terapeuta.

O paciente foi assim mesmo. Saiu do confessionário com seu primeiro sorriso em anos e começou um processo de melhora que se prolongou durante as semanas seguintes. O terapeuta começou a estudar mais sobre a confissão, se converteu ao catolicismo e hoje aconselha a confissão regular a todos os seus pacientes católicos.

O pecado nos leva à depressão porque não é apenas uma violação arbitrária de regras: é uma violação da finalidade proposta por Deus ao nosso próprio ser. A confissão elimina a culpa e a ansiedade causadas pelo pecado e nos traz a cura.

2. Porque o pecado nos vicia.

Aristóteles disse: “Nós somos o que fazemos repetidamente”. O Catecismo diz: “O pecado cria uma propensão ao pecado”. As pessoas não apenas mentem: elas se tornam mentirosas. Nós não apenas roubamos: nós nos tornamos ladrões. O pecado vicia. A ruptura com o pecado nos redefine, permitindo que iniciemos novos hábitos de virtude.

“Deus está determinado a libertar os seus filhos da escravidão e conduzi-los à liberdade”, disse o papa Bento XVI. “E a escravidão pior e mais profunda é a do pecado”.

3. Porque precisamos desabafar.

Se você quebra um objeto de grande valor afetivo pertencente a um amigo, você nunca ficará satisfeito só com o fato de sentir remorso. Você se sentiria obrigado a explicar a ele o que fez, expressar a sua tristeza e fazer o que for necessário para consertar o estrago.

Acontece o mesmo quando “quebramos” algo em nosso relacionamento com Deus. Precisamos dizer a Ele que sentimos muito e tentar corrigir o erro.

O papa Bento XVI nos lembra que nós temos que sentir a necessidade de confessar os nossos pecados, mesmo que eles não sejam graves. “Nós limpamos as nossas casas, os nossos quartos, pelo menos uma vez por semana, embora a sujeira seja sempre a mesma, para vivermos na limpeza, para começarmos de novo”, disse ele. “Podemos dizer algo semelhante quanto à nossa alma”.

4. Porque a confissão nos ajuda a nos conhecer.

Nós nos enxergamos, normalmente, de um jeito errado. A nossa opinião sobre nós mesmos é como uma série de espelhos distorcidos. Às vezes, vemos uma versão maravilhosa e imponente de nós mesmos. Às vezes, vemos uma versão grotesca.

A confissão nos obriga a olhar para as nossas vidas objetivamente, a separar os verdadeiros pecados dos sentimentos ruins e a nos vermos como realmente somos.

O papa Bento XVI afirmou: “A confissão nos ajuda a ter uma consciência mais alerta, mais aberta e, portanto, também nos ajuda a amadurecer espiritualmente e como pessoas humanas”.

5. Porque a confissão ajuda as crianças.

As crianças também precisam se confessar. Alguns autores têm enfatizado os aspectos negativos da confissão na infância: segundo eles, a confissão as “forçaria a pensar em coisas que geram culpa”.

Mas não precisa ser desse jeito.

Danielle Bean, da Catholic Digest, explicou certa vez que os seus irmãos e irmãs se confessavam e depois rasgavam o papel em que tinham escrito a confissão, jogando-o na lixeira da igreja. “Que libertação! Jogar os meus pecados de volta ao lixo de onde eles vieram! ‘Bati na minha irmã seis vezes’ e ‘respondi quatro vezes para a minha mãe’ não eram mais um fardo que eu tinha que carregar!”.

A confissão pode ajudar as crianças a desabafar sem medo, a receber o aconselhamento gentil de um adulto quando elas estão preocupadas ou com medo de falar com os pais. Um bom exame de consciência pode orientar as crianças a pensar nas coisas apropriadas para confessar. Muitas famílias fazem da confissão um passeio seguido de um sorvete!

6. Porque confessar os pecados mortais é necessário.

O Catecismo diz que o pecado mortal não confessado nos exclui do Reino de Cristo e nos causa a morte eterna no inferno, porque a nossa liberdade tem o poder de fazer escolhas definitivas. A Igreja nos lembra reiteradamente que os católicos em pecado mortal não podem receber a comunhão sem antes se confessarem.

O pecado é mortal quando reúne simultaneamente três condições: matéria grave, pleno conhecimento e consentimento deliberado, explica o Catecismo.

Os pecados que implicam matéria grave incluem, por exemplo, o aborto e a eutanásia, qualquer atividade sexual extraconjugal, o roubo, a pornografia, a calúnia, o ódio, a inveja, a não participação da missa aos domingos e nos dias de preceito, entre outros.

7. Porque a confissão é um encontro pessoal com Cristo.

Na confissão, é Cristo quem nos cura e nos perdoa através do ministério do sacerdote. Temos um encontro pessoal com Cristo no confessionário. Assim como os pastores e os magos na gruta de Belém, nós encontramos reverência e humildade. E, assim como os santos na crucificação, nós encontramos gratidão, arrependimento e paz.

Não há maior realização na vida do que ajudar outra pessoa a voltar à confissão.

Temos que estar dispostos a falar da confissão do jeito que falamos de todos os outros eventos significativos da nossa vida. O comentário espontâneo “Não vou poder nesse horário porque vou me confessar” pode ser mais convincente do que um discurso teológico. E se a confissão é um evento significativo em nossas vidas, ela é também uma resposta apropriada para a pergunta “O que você vai fazer neste fim de semana?”. Além disso, muitos de nós têm histórias engraçadas ou interessantes para compartilhar sobre a confissão: por que não contá-las com naturalidade aos amigos?

Ajude a tornar a confissão normal de novo! Ajude o máximo possível de pessoas a descobrir a beleza deste sacramento libertador!

Fonte: Aleteia

Sociedade atual é mais pecadora que anteriores, afirma exorcista

Padre José Antonio Fortea

MADRI, 07 Dez. 12 / 10:47 am (ACI/EWTN Noticias).- O Pe. Antonio Fortea, exorcista espanhol e autor de livros como a Summa Daemoniaca, advertiu que estamos vivendo “o crepúsculo da sociedade cristã” e o raiar de uma mais maligna e mais afastada de Deus, pois os homens de hoje são mais pecadores que no passado.

“Os Santos que nos advertiram do pecado na Idade Média, nos séculos posteriores, no século XIX, teriam ficado desolados ante o panorama atual. Sempre houve pecado, mas nem sempre houve a mesma quantidade de pecado”, expressou o sacerdote em declarações ao grupo ACI.

Pe. Fortea assinalou que isto é a consequência de ter deixado Deus de lado e deixar-se convencer “que a vida sob a Igreja nos séculos passados, foram pouco pior que um inferno”.

“A vida nos séculos passados não foi idília, pelo menos não sempre. Mas agora somos iguais aos nossos antepassados, mas sem Deus. Temos as mesmas debilidades, mas agora carecemos da ajuda dos sacramentos, das predicações, da fé. Vemos o resultado disto diariamente”, indicou.

“A Mãe de Jesus mostoru a uns pobres pastorinhos uma visão do inferno, isso aconteceu na Fátima.
A pastorinha mais velha manifestou que só puderam resistir essa visão, porque a Virgem lhes disse que eles não iriam para lá”, recordou.

O Pe. Fortea advertiu que esta visão “não foi para essas crianças bondosas”, mas para o século XX. Entretanto, cem anos depois destas visões “os males se acrescentaram, multiplicaram e intensificaram. Quantas novas perversões germinaram na Cidade dos Homens”.

O exorcista advertiu que “se os homens não mudarem nem sequer ao ver o inferno, compreendendo-o, sendo capazes de espionar o que se sente lá, então não resta mais solução que uma purificação decretada do alto. Não é isto acaso a mensagem da Fátima? Não é isto acaso a mensagem da Palavra de Deus?”.

O Pe. Fortea disse que embora tenha escrito seu livro Summa Demoniaca pensando nos exorcistas, este tem sido lido por religiosos, leigos e fiéis de outras confissões, “provavelmente já (alcançou) mais de cem mil pessoas em todo o planeta”.

“Não estava nos meus planos, mas nos de Deus. Que assim seja. Que os filhos de Deus possam inundar seus intelectos no fogo do temor a Deus durante sua leitura, para que assim evitem ser lançados lá com sua alma depois da morte. Melhor conhecer esse ódio a Deus só com o intelecto, para que nossa vontade se refugie correndo no amor a Deus”, expressou.

“Se você quer admirar uma dança, sabe aonde ir… Mas não na Missa!” (Cardeal Arinze)

Fonte: O Catequista

Em 2002, na Cidade do México, durante a Missa que celebrou a canonização de Juan Diego, índios realizaram danças diante do Papa João Paulo II. Deem uma olhada no vídeo, que pitoresco!

E aí, o que vocês acharam da dança e dos trajes do corpo de baile indígena? Eu achei o máximo, lindíssimos. Só me incomodei com um detalhe: os dançarinos estavam na hora e no lugar errados. O templo de Deus – no caso, a Basílica da Virgem de Guadalupe – não é lugar para esse tipo de coisa, muito menos durante uma Missa. Além do mais, a apresentação lembra muito mais um ritual pagão (se é que não o foi, de fato) do que um rito cristão.

Eventos como esse acabaram por abrir um precedente desastroso. Milhares de sacerdotes e leigos em todo o mundo se acharam no direito de inserir os mais variados e bizarros remelexos na liturgia. Já ouvi falar de gente fazendo dança do ventre na Missa e já vi jovens de mini-saia sambando em frente ao altar (ué, se os dançarinos mexicanos podem exibir coxas e barrigas na igreja, porque não elas?). Em um post sobre as “missas avacalhadas“, mostramos um vídeo em que um casal com pouca roupa requebra em uma Missa ao som de “Pérola Negra”, de Daniela Mercury.

Diante de tanta zona, é um alento ter acesso às orientações do Cardeal Francis Arinze, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos entre 2002 e 2008. Em um evento, ele respondeu com muito bom-humor a perguntas sobre a “dança litúrgica”. No vídeo, que vimos no blog Missa aos Domingos, o Cardeal nigeriano enfatiza que “A dança é algo estranho ao rito latino da Missa”, e não deve ser realizada em nenhum momento da liturgia. Ele pondera, porém, que os povos de cultura asiática e africana podem realizar alguns movimentos refinados, típicos de sua cultura, no momento do ofertório, por exemplo.

MAS ATENÇÃO: o cardeal falou que os bispos – em especial aqueles dos países africanos e asiáticos – devem avaliar a possibilidade de autorizar movimentos REFINADOS na Missa, não danças. NÃO É PRA DANÇAR NUNCA!

O Papa Bento XVI, em seu livro “El espíritu de la liturgia – Una introdución”, já havia esclarecido esta questão (tradução e grifos nossos):

A dança não é uma forma de expressão da liturgia cristã. Houve círculos docéticos-gnósticos que pretenderam introduzí-la na liturgia cristã, por volta do século III. Para eles, a crucificação era só aparência (…), de tal maneira que o baile podia ocupar o lugar da liturgia da cruz (…). As danças cultuais das diversas religiões têm finalidades diversas: encantamento, magia analógica, êxtase místico; nenhuma destas figuras corresponde à orientação interior da liturgia do ‘sacrifício da palavra’.

“O que é completamente absurdo é quando, com a intenção de fazer com que a liturgia que seja mais ‘atrativa’, se introduzem pantomimas [gestos teatrais] em forma de dança. Quando é possível, se realizam inclusive com grupos de dança profissionais que, frequentemente, terminam com aplausos (…). Quando se aplaude pela obra humana dentro da liturgia, nos encontramos diante de um sinal claro de que se perdeu totalmente a essência da liturgia, que foi susbstituída por uma espécie de entretenimento de inspiração religiosa.”

Na contramão das orientações do Papa, sacerdotes e leigos, por orgulho, por vaidade ou por pura desinformação, continuam a promover essa porcaria chamada “dança litúrgica”, que só serve para transformar o templo de Deus num circo de bizarrices ou num arremedo de culto pagão. Pior ainda é quando o presbitério vira um cabaré de carolas, onde rapazes saradinhos aproveitam a desculpa da “arte” para fazer performances sem camisa e moças fazem movimentos sensuais com roupas colantes.

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É preciso considerar que, muitas vezes, os realizadores desse tipo de abuso não o fazem por maldade; há entre eles cristãos sinceros e bem intecionados. Porém, isso não anula o fato de estarem incorrendo em um grave erro, que fere a dignidade do templo e a sacralidade da liturgia. É preciso mostrar a estas pessoas o seu engano, e ajudá-las a compreender mais a fundo o significado sacrificial da missa. É preciso fazê-las entender que a “liturgia da cruz” não suporta esse tipo de firulas. Muitos católicos estão com um pé no paganismo; se ninguém fizer nada, não tardarão a enfiar os dois pés.

Os grupo de dança paroquiais podem ser muito bons e úteis, desde que saibam o seu lugar. Podem atuar nos salões paroquiais, como disse o Cardeal Arinze, mas não devem continuar a fazer o presbitério de palco. O Senhor derrama Seu precioso Sangue sobre o altar a cada Missa… Será que é tão difícil de entender isso?

Os sacerdotes e leigos que desejam ser fiéis ao magistério da Igreja devem se perguntar com honestidade: essa dança ou teatro que estamos planejando é uma expressão autêntica da liturgia cristã, ou não passa de um “entretenimento de inspiração religiosa”, como disse Bento XVI? É preciso ter humildade e amor pela Verdade; assim, poderemos nos desapegar dos nossos gostos e opiniões pessoais sobre a liturgia e ser mais fiéis àquilo que a Santa Igreja determina.

Pra encerrar, #ficaadica do Cardeal Arinze pros sacerdotes e leigos membros de “ministérios da dança” espalhados pelo Brasil afora:

“As pessoas que estão discutindo dança litúrgica deveriam usar o seu tempo rezando o Rosário, ou (…) lendo um dos documentos do Papa sobre a Sagrada Eucaristia. Nós já temos problemas suficientes. Por que banalizar mais? Por que dessacralizar mais? Já não temos confusão suficiente?”

Bento XVI: O mundo necessita da oração

VATICANO, 26 Mai. 12 / 12:40 pm (ACI/EWTN Noticias)

Papa Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que o mundo está necessitado de oração, para o qual importante e necessário homens e mulheres “que sintam a atração do Céu em suas vidas, que façam do louvor ao Senhor um estilo de vida nova”.

Ao receber a um numeroso grupo de membros da Renovação no Espírito Santo na Praça de São Pedro, pelo 40º aniversário de fundação na Itália, o Papa exortou os membros deste grupo a ser cristãos contentes, que não se cansem de dirigir-se ao céu em oração.

Bento XVI indicou que “na sociedade atual vivemos uma situação em certo modo precária, caracterizada pela insegurança e pelo caráter fragmentário das escolhas. Com freqüência faltam pontos de referência válidos que inspirem a nossa própria existência”.

“Portanto, faz-se cada vez mais importante construir o edifício da vida e o conjunto das relações sociais sobre a rocha estável da Palavra de Deus, deixando-se guiar pelo Magistério da Igreja”.

O Papa remarcou que na atualidade, os fiéis também estão chamados a dar “um convencido, sincero e acreditável testemunho de fé, estreitamente unido ao empenho da caridade”.

“Mediante a caridade, também pessoas longínquas ou indiferentes à Mensagem do Evangelho conseguem aproximar-se da verdade e converter-se ao amor misericordioso do Pai celestial”.

O Santo Padre exortou os presentes a continuarem testemunhando em suas vidas “a alegria da fé em Cristo, a beleza de ser discípulos de Jesus, o poder do amor que brota do seu Evangelho na história, assim como a incomparável graça que cada fiel pode experimentar na Igreja com a prática santificadora dos Sacramentos e o exercício humilde e desinteressado dos carismas”.

Estes carismas, precisou Bento XVI, “devem ser utilizados sempre para o bem comum”.

“Não cedam à tentação da mediocridade e da rotina! Cultivem no ânimo desejos altos e generosos! Façam seus os pensamentos, os sentimentos e as ações de Jesus”, exclamou!

Bento XVI: junto a Jesus, todos os desafios são possíveis

Papa Bento XVI VATICANO, 07 Mai. 12 / 11:45 am (ACI/EWTN Noticias)

Nesta manhã, em suas palavras prévias à oração do Regina Caeli, o Papa Bento XVI recordou que unidos a Jesus, todos os desafios são possíveis, porque quem lhe segue e cultiva sua fé, colhe grandes frutos espirituais na vinha do Senhor.

Ante os milhares de fiéis reunidos, apesar da chuva na Praça de São Pedro, Bento XVI explicou que “É indispensável permanecer sempre unidos a Jesus, depender Dele, porque sem Ele não podemos fazer nada”.

Neste sentido, o Santo Padre recordou uma carta escrita a João o Profeta, que viveu no deserto de Gaza durante o século V. “Um fiel faz a seguinte pergunta: Como é possível ter, ao mesmo tempo, a liberdade do homem e o não poder fazer nada sem Deus? E o monaco respondeu: Se o homem inclina seu coração para o bem e pede ajuda a Deus, recebe a força necessária para cumprir a própria obra. Por isso, a liberdade do homem e a potência de Deus caminham juntas”.

“Isso é possível porque o bem vem do Senhor, mas ele é cumprido graças aos seus fiéis”, assinalou o Papa.

“Queridos amigos, cada um de nós é como um ramo, que vive somente se cresce cada dia, na oração, na participação dos Sacramentos e na caridade”.

Ao explicar o Evangelho de hoje, Bento XVI recordou um dos ensinamentos de Jesus a seus discípulos, “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor”.

“Muitas vezes, na Bíblia, Israel é comparada com a fecunda vinha quando é fiel a Deus; mas, afasta-se Dele, torna-se estéril, incapaz de produzir aquele ‘vinho que alegra o coração do homem’”, indicou.

Bento XVI sublinhou que “quem ama Jesus, videira verdadeira, produz frutos de fé para uma colheita espiritual abundante. Suplicamos a Mãe de Deus para que permaneçamos firmemente implantados em Jesus e cada ação nossa tenha Nele o seu início e Nele o seu cumprimento”.

“Senhor Jesus… sem Ti não podemos fazer nada. Tu, de fato, és o verdadeiro jardineiro, criador, cultivador e guardião de seu jardim, que planta com Tua palavra, irriga com Teu espírito, faz crescer com Tua potência”, disse o Santo Padre, recordando as palavras do Beato cisterciense Guerrico de Igny.

O Papa assinalou que “A verdadeira vinha de Deus, a videira verdadeira, é Jesus, que com Seu sacrifício de amor nos doa a salvação, nos abre o caminho para ser parte desta vinha. E como Cristo permanece no amor de Deus Pai, assim, os discípulos, cuidadosamente podados pela palavra do Mestre são unidos de modo profundo a Ele, tornando-se ramos fecundos, que produzem abundante colheita”.

Bento XVI recordou que São Francisco de Sales escreveu que “O ramo unido e em conjunto com o tronco porta fruto não por virtude própria, mas em virtude da estirpe: agora, fomos unidos pela caridade ao nosso Redentor”.

Através do Batismo, indicou o Papa, “a Igreja nos envolve como ramos no mistério pascal de Jesus, em sua própria pessoa. Desta raiz recebemos a seiva preciosa para participar na vida divina”.

“Com a ajuda dos Pastores da Igreja, crescemos na vinha do Senhor ligado pelo Seu amor. Se o fruto que devemos produzir é amor, uma condição prévia é precisamente este ‘permanecer’, que tem que ver profundamente com a fé que não se afasta do Senhor”.

Em sua saudação aos peregrinos de língua espanhola, o Santo Padre ressaltou a formosa imagem da vinha e os ramos do Evangelho, “com a qual se manifesta como a união com Cristo é a fonte de vida e nos leva a dar muito fruto”.

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