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Governo chinês aprova restauração de uma igreja católica do século XIX

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PEQUIM, 05 Fev. 15 / 01:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Administração Estatal de Patrimônio Cultural do Governo da China aprovou a execução de um projeto de restauração de uma igreja católica de mais de cem anos, que sofreu um incêndio em julho de 2014 e ficou bastante danificada.

A igreja de estilo gótico da diocese de Ning Bo, dedicada ao Sagrado Coração de Jesus desde 1980, foi construída em 1872 e dedicada originalmente a Nossa Senhora das Dores.

O templo foi fechado entre 1963 e 1980. Em 2006 foi reconhecido pelo Conselho de Estado como um local arqueológico nacional de grande importância, que deveria ser protegido, como um modelo exemplar de harmonia entre o estilo arquitetônico chinês e ocidental.

Segundo a agência vaticana Fides, em 28 de julho de 2014 a igreja sofreu um incêndio por volta de meia-noite e foi apagado três horas depois por cinquenta bombeiros e 11 caminhões.

Às 5h da manhã, os fiéis levaram para fora das ruínas as hóstias consagradas que não sofreram danos, enquanto o tabernáculo onde se encontravam ficou completamente destruído.

O projeto de restauração, apresentado por arquitetos, arqueólogos e representantes da Igreja Católica, inclui a restauração da igreja, a torre do campanário, a renovação do sistema elétrico e a restauração da cripta onde está enterrado Dom Paul Marie Reynased, Vigário Apostólico entre 1884 e 1926.

Roma já expõe afresco restaurado do século XVII da «samaritana no poço»

De 8 de julho a 10 de setembro

ROMA, segunda-feira, 17 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Após um delicado trabalho de restauração, o afresco anônimo do século XVII «A samaritana no poço» é exposto pela primeira vez ao público de 8 de julho a 10 de setembro, no Museu Palazzo Braschi de Roma (Itália).

A obra corresponde à segunda metade do século XVII, entre 1654 e 1661.

Sua origem está no refeitório do Mosteiro de Santa Eufêmia, na igreja de Santo Urbano, um mosteiro destruído durante os trabalhos de escavação dos Foros Imperiais na época do fascismo.

O afresco representa o encontro entre Jesus e a Samaritana no poço de Sicar, narrado no Evangelho de João.

Foi separado da parede na qual estava colocado antes que a igreja fosse derrubada.

Desde 1993, o afresco se conserva no Museu de Roma — Palazzo Braschi.

«A violenta retirada que a obra sofreu comprometeu seriamente seu estado de conservação, mas hoje a obra que reproduz o encontro entre Jesus e a mulher samaritana, a quem Ele reconduziu a um estilo de vida mais sóbrio, voltou a seu aspecto original», expressou Isabella Colucci, da Sala de Restauração, Exposições e Empréstimos de Roma, durante a coletiva de imprensa de apresentação.

Por sua parte, Carla Tomasi, autora da restauração, ilustrou as condições do fragmento: «Quase 20% da superfície pictórica se havia perdido»; «a qualidade material era boa, apesar do dramático trato que sofreu na retirada em 1933».

«É uma obra belíssima, restituída ao público depois de um trabalho atento» — declarou Gianni Borgna, assessor das Políticas Culturais da Prefeitura de Roma, na apresentação aos jornalistas –, «realizado com competência, paixão, generosidade e sensibilidade, graças também à Fundação Droghetti e à sua importante ajuda à Prefeitura».

A iniciativa de restauração foi promovida pela Assessoria de Políticas Culturais e pela Superintendência de Bens Culturais municipal.

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