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Hot Dogma! Tão simples quanto salsicha no pão…

Fonte: O Catequista

Oi Povo Católicooooo!!!!!

Hoje vamos desmistificar um dos assuntos preferidos dos não-católicos… DOGMAS!  Todo mundo atira pedras evocando os tais “dogmas católicos” sem fazer a menor ideia do que significam.  Em geral fazem crer que são grandes imposições misteriosas da toda-poderosa Igreja Católica.  E o pior é que muitos de nós, católicos, engolimos mais essa besteira e ficamos quietos.  Então vamos lá… hoje você vai entender o que é isso e, da próxima vez que lhe encherem a paciência, você já pode meter o pé na porta.

Consulte os dogmas da Igreja Católica para chegar à verdade.

Pra começar, a palavra dogma vem do grego e significa “opinião, princípio, o que se acredita ser verdade“.  Ou seja, são princípios básicos que, no nosso contexto, significam os pontos de partida da nossa fé.

Agora que você já sabe o significado, vamos contextualizar melhor: os dogmas são verdades de fé baseadas em fatos narrados na Bíblia ou em consequências claras destes fatos.  Então, pra que o povo católico não se perca em divagações malucas e saiba exatamente o significado das coisas, a Igreja Católica registrou e confirmou o significado destes fatos.  Esse é um dos ingredientes “mágicos” da invejada unidade do nosso povo há 2.000 anos!

Outras religiões e designações Cristãs, que se gabam por não terem dogmas, acabam virando um bundalelê em que qualquer um pega a Bíblia, entende o que quer e sai fundando uma Igreja pra cada verso que interpreta… assim, seria mais prático consultar uma cartomante.

Enfim… voltemos ao nosso.  A Igreja Católica elucidou muitas verdades de fé durante estes 2000 anos.  Só pra exemplificar, veja a lista abaixo com ALGUNS dos dogmas mais importantes:

  • A Existência de Deus;
  • Santíssima Trindade;
  • Jesus Cristo é verdadeiro Deus e filho de Deus por essência;
  • Cristo nos resgatou e reconciliou com Deus por meio do sacrifício de sua morte na cruz;
  • Ao terceiro dia depois de sua morte, Cristo ressuscitou glorioso dentre os mortos;
  • A Imaculada Conceição de Maria;
  • A Assunção de Maria;
  • A Virgindade Perpétua de Maria;
  • A Igreja foi fundada pelo Deus e Homem, Jesus Cristo;
  • Cristo constituiu o Apóstolo São Pedro como primeiro entre os Apóstolos e como cabeça visível de toda Igreja, conferindo-lhe imediata e pessoalmente o primado de jurisdição;
  • O Papa é infalível sempre que se pronuncia ex catedra;
  • A Igreja é infalível quando faz definição em matéria de fé e costumes;
  • O Fim do mundo e a Segunda Vinda de Cristo.

Ufa… e isso é só uma pequena parte deles!  Agora, descendo um pouco do pedestal teórico, vamos meter a mão na massa para analisar um exemplo.  Que tal a  famosa Infalibilidade Papal?  Os não-católicos enchem a paciência dizendo que isso é uma invenção da Igreja para dar poderes ao Papa.  Mas, na verdade, é apenas uma constatação diante do que o próprio Cristo disse!!!

Olha aí:

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela“. (São Mateus 16,18)

Os Papas nunca erram.

Os Papas nunca erram…

Essa passagem não deixa dúvidas Cristo quis se fazer presente para sempre, através da sua Igreja (que naquele momento surgia apenas com os Apóstolos) e escolheu Pedro como o seu grande guardião.  Também deixou claro que a Igreja nunca se corromperia porque “as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela”.

Bom, se as portas do inferno nunca prevalecerão sobre ela e quem guia a Igreja é Pedro e seus sucessores (os Papas), podemos dizer claramente que, em assuntos de fé e moral, eles jamais poderiam errar. Afinal, pra que Cristo teria o trabalho de fundar uma Igreja e depois deixá-la à mercê dos limites humanos, do pecado que fere, eventualmente, até os mais santos? Percebam que o dogma é resultado de um racionínio claro e direto, partindo dos fatos, não é uma imposição teológica arbitrária, como a mentalidade comum acredita.

E notem que estamos sendo conservadores!  Estamos admitindo que todos os católicos podem errar em questões de fé e moral, menos aquele que tem a função de nortear os caminhos deste povo.  E também estamos restringindo a infalibilidade a questões que efetivamente tenham a ver com os rumos da Igreja!  Ou seja, se o Papa estiver dirigindo um carro pode errar o caminho a vontade… isso não tem nada a ver com fé, nem com moral.

Mas, como pode um homem normal ser infalível em qualquer coisa que seja?  Vamos voltar às palavras de Cristo:

“Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito“. (São João 14,26)

É o Espírito Santo que garante a retidão da Igreja.  Logo, em assuntos de fé e moral, portanto, da condução do Povo Católico, o Papa é guiado pelo Espírito Santo.  Por isso não erra.  Não é um mérito dele.  Mas do próprio Deus, que conduz seu povo através de Pedro.

Então pronto… aí está de forma simples e objetiva a prova de que a “Infalibilidade Papal” é uma afirmação evidente, baseada nos fatos narrados na Bíblia.

Isso é um dogma.  Não tem nada a ver com autoritarismos, mas com coerência. Pronto… caiu o mito.  E você quase acreditando que eram verdades indiscutíveis inventadas por homens maus de capuz preto, para dominar o mundo…

Então, agora que você já entendeu qual é o raciocínio por trás de tudo, não abaixe mais a cabeça quando lhe disserem que a Igreja Católica força a barra.  O seu povo tem 2.000 anos e o próprio Espírito Santo trabalha para que você receba da Igreja o mesmo conteúdo de fé que os Apóstolos receberam de Cristo.

Abraços!

Você é curioso? Saiba o que diz São Tomás sobre o assunto

Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus

Você é curioso? Saiba o que diz São Tomás sobre o assunto Hernán Cosp – 3º Teologia

São Tomás de Aquino, no seu tratado sobre a temperança[1], aborda um assunto ao mesmo tempo, tão interessante e agradável quanto atraente e fascinante: a curiositas. Analisemos o pensamento do doutor angélico a respeito de tal questão.

Em primeiro lugar, São Tomás distingue dois tipos de curiositas. Uma é aquela que diz respeito ao conhecimento intelectual e outra é aquela que toca no conhecimento sensitivo. O Aquinate, com a sua natural clareza e simplicidade, nos mostra que sendo o objeto a conhecer alheio às nossas necessidades espirituais e conveniências terrenas, pode facilmente ser nocivo à alma. Em outras palavras, o afã de conhecimento pelo mero prazer de dilatar nossa inteligência, pode levar à perversão do indivíduo, pois o aparta de seu fim último que é Deus Nosso Senhor.

Num segundo momento, o Teólogo indica os principais defeitos da curiositas, a saber:

1º) Quanto ao aspecto intelectual, é um vício o desejo de conhecer as coisas pelo mero prazer pessoal de autoprojeção ou, pior ainda, quando esse “conhecer” leva a pessoa a se considerar outro deus. Uma verdadeira abominação, contrária à reta razão. Nesse caso, o sujeito se esquece que a verdade capital é amar a Deus sobre todas as coisas e, mediante isso, salvar a própria alma. Resultado: há uma degringolada rápida e fatídica no abismo do intelectualismo, nascendo daí o ateísmo, ou seja, a negação da existência de Deus.

2º) Quanto aos sentidos, existe nos indivíduos uma natural tendência para querer conhecer as coisas que os rodeiam. Depois do pecado original, tais coisas podem facilmente converter-se em supérfluas ou até prejudiciais para a alma – por exemplo, um olhar indiferente que excita a concupiscência – nesse caso a curiosidade se transforma num vício, pois penetra no conhecimento para deturpá-lo. Cabe ressaltar que, muitas das vezes, as coisas criadas se apresentam de maneira apática e neutra, porém, no campo das tendências, podem exercer uma grande influência sobre os indivíduos, arrastando-os para o erro e a corrupção.

Resumindo, muitas vezes nos preocupamos com futilidades e tolices, colocando-as no centro de nossas vidas, em detrimento do próprio Deus que é nossa causa primeira e fim último. Dele viemos e para Ele iremos! De que adianta interessar-se pelas criaturas e esquecer-se do Criador?!

[1] Pensamento tomista sobre a temperança e a curiosidade tratado na Suma Teológica II-II questões 161 e 167.

Fonte: Revista Lumen Veritatis
Link: http://ittanoticias.arautos.org/?p=864

Perseguição aos cristãos: um lado preocupante da JMJ 2011

Fonte: Voz da Igreja

A Igreja vive um momento difícil. A Eucaristia é depreciada, os Sacramentos são transgredidos, a humanidade vêm se distanciando de Deus a cada dia, e o pior: até mesmo dentro da Igreja, crescem grupos e movimentos estranhos à própria fé. Os princípios cristãos são desvirtuados, de tal forma que a Igreja vive uma crise jamais vista.

Em todo o mundo, cresce assustadoramente o perigo da islamização, que aos poucos vai tomando conta da Europa. O ateísmo também cresce e ganha adeptos. Na política, a ideologia ateia e marxista, que parecia morta e sepultada, mostra-se mais viva do que nunca: tomou conta do Brasil. Quanto mais avança a tecnologia e aumentam os confortos que a ciência moderna é capaz de proporcionar, mais aumenta a cegueira espiritual da humanidade. Muitos sacerdotes se perdem, e em torno de cada caso de desvio de algum clérigo, – mesmo os que não são comprovados, – a imprensa arma um grande circo. A mesma imprensa que se cala quanto à perseguição que os cristãos vêm sofrendo em todo o mundo.

Dentro deste cenário pavoroso, cristãos são perseguidos, – somente por crerem em Jesus Cristo, – em diversas partes do mundo. Aqui no Brasil, este país tão carente de cultura e educação, ainda tão alienado aos problemas do mundo, muitos não sabem que na Índia, neste exato momento, cristãos estão sendo perseguidos, torturados e assassinados, assim como em todo o mundo islâmico. Mas essas notícias não costumam aparecer no Jornal Nacional. E nem na imprensa internacional.

Na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) deste ano, na Espanha, os jovens peregrinos católicos foram afrontados por movimentos ativistas anticatólicos. Houve tumulto e agressões da parte de manifestantes favoráveis ao Estado laico e contra o financiamento público da visita do Papa Bento XVI e da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) [1].

Após o protesto, que contou com a presença de milhares de pessoas, a polícia enfrentou participantes para desalojar parte do centro da cidade. Milhares de peregrinos de todo o mundo foram a Madri da JMJ 2011, e a atitude dos católicos foi exemplar. A oração é a melhor arma para lutar contra os inimigos de Cristo e as imagens que têm corrido o mundo atestam o heroísmo dos jovens que se ajoelham a rezar nas ruas em resposta às provocações (clique sobre as imagens abaixo para ampliá-las).

Ativista gay vocifera contra os jovens católicos que rezam

Ativista gay vocifera contra os jovens católicos que rezam

Freiras são insultadas nas ruas sem nenhum motivo

Freiras são insultadas nas ruas sem nenhum motivo

Jovem tampa os uivos e beija o Crucifixo, diante dos berros insultuosos de um anticatólico

Jovem tampa os uivos e beija o Crucifixo, diante dos berros insultuosos de um anticatólico

Contra os que levantam o terceiro dedo da mão, num gesto obsceno e ofensivo, jovens católicos respondem com mãos em forma de coração e Terços, sem medo de mostrar orgulho da Santa Igreja e amor ao Santo Padre, o Papa.

Abaixo, dois filmes que tratam da perseguição aos cristãos no mundo (recomenda-se cautela com o segundo vídeo, que contém cenas fortes):

150 blogueiros se reunirão no Vaticano

Iniciativa do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais

MADRI, terça-feira 19 de abril de 2011 (ZENIT.org) – Cento e cinquenta blogueiros foram convidados a comparecer a um encontro no Vaticano no dia 2 de maio, pelo Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, presidido por Dom Claudio Maria Celli.

Conforme relata a ZENIT Kervin Frometa, do tucristo.com, 750 pedidos foram recebidos e foi necessário fazer “uma seleção difícil para oferecer, tanto quanto possível, um quadro geral e representativo da ‘blogosfera'”.

Richard Rouse, na nota, diz que há alguns blogueiros iniciantes e outros famosos; alguns blogs são institucionais, outros pessoais; existem aqueles que contam histórias pessoais e outros que narram fatos e acontecimentos locais e internacionais. Alguns têm um bom financiamento e outros sobrevivem.

Para a primeira seleção, foi preciso garantir uma presença diversificada, enquanto para a seleção final foi realizado um sorteio.

Pede-se aos que não estão na lista que “não se sintam excluídos”. Os blogueiros presentes na reunião informarão constantemente sobre o desenvolvimento do encontro e talvez se possa organizar uma conexão direta ao evento.

Os 150 blogueiros da lista receberão mais instruções após a Páscoa. No entanto, é importante lembrar que não existem planos para dar subsídios ou financiamentos para a estadia em Roma. O convite foi, e continua sendo, para os blogueiros que estarão em Roma para a beatificação de João Paulo II.

Por fim, esclarece-se que ser selecionado não implica qualquer aprovação do conteúdo dos blogs pelo Vaticano, nem o contrário: não ter sido selecionado não significa uma desaprovação.

A lista completa dos 150 selecionados por ser vista em site do Conselho Pontifício.

Questionando os Protestantes – II

Tem a Bíblia um índice de Livros inspirados? Ou contém a Bíblia uma lista que declara autoritariamente quais livros devem fazer parte dela?

Não, não tem. A lista dos livros que compõem o Cânon do Novo Testamento foi discutida durante os primeiros quatro séculos da história cristã.

O Apocalipse, Hebreus, Tiago, 2Pedro e Judas são alguns dos livros cuja canonicidade foi controvertida. Em adição, alguns cristãos primitivos julgaram que obras como a Didaqué, a Epístola de Barnabé, o Pastor de Hermas e a Epístola de Clemente eram inspiradas. Não foi senão quase no século V (Concílio de Cartago, ano 397) que o Cânon oficial foi definido. Isto quanto ao Novo Testamento, mas quanto ao Antigo Testamento? Foi também tema de discussões definir quais os livros pertenciam ao Cânon do Antigo Testamento. [O próprio Concílio de Cartago tratou do assunto]. Santo Agostinho sustentou que os Apócrifos (Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, 1-2Macabeus e adições gregas a Ester e Daniel) eram canônicos, enquanto que São Jerônimo não os considerava como canônicos. De fato, o nome “Apócrifos” foi dado por São Jerônimo quando se empenhava no trabalho da Vulgata (tradução latina das Escrituras). Na versão hebraica das Escrituras, os Apócrifos eram comumente deixados de lado, enquanto que na versão grega (a Septuaginta) os Apócrifos foram incluídos.

Desde aproximadamente o século V, os Apócrifos foram considerados Escrituras, embora não tivesse havido uma declaração que pusesse um ponto final.

Tudo isso mudou quando os Reformadores determinaram o seu Cânon das Escrituras e rejeitaram os Apócrifos. Como resposta, a Igreja Católica, no Concílio de Trento, declarou a canonicidade dos livros Apócrifos, chamando-os “Deuterocanônicos”, ou seja, do Segundo Cânon.

Por fim, sabemos que o eminente teólogo protestante Dr. RC Sproul os denomina “uma coleção falível de livros infalíveis”. Atualmente, os Luteranos não têm um Cânon estabelecido das Escrituras. São livres para considerar Hebreus, Tiago, 2 Pedro e São Judas (Epístolas) como não canônicos, e estão, também, livres para aceitar alguns livros Deuterocanônicos do Antigo Testamento como canônicos. Lutero originalmente chamou o livro de Tiago uma “epístola de palha” e não a aceitou como canônica. Quando os Reformadores Presbiterianos surgiram com sua lista canônica, usaram dois critérios: autoria apostólica e testemunho interior do Espírito.

Desde que bons cristãos através dos tempos (Jerônimo e Agostinho, justamente esses dois) discordaram sobre quais livros eram inspirados, “o testemunho interior” de canonicidade não parece ser uma boa medida para determinar a canonicidade. Para a Cristandade histórica, o ensinamento da Igreja, que é “a coluna e o fundamento da Verdade”, é considerado como a autoridade para determinar quais dos escritos primitivos fazem parte do Cânon das Escrituras.

A menos que você tenha uma fonte infalível para determinar quais livros compõem a Bíblia, que autoridade ela pode ter?

Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal.

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