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O Papa Francisco beijou e rezou de joelhos com Patriarca Bartolomeu ante o Santo Sepulcro

O Papa Francisco beijou e rezou de joelhos com Patriarca Bartolomeu ante o Santo Sepulcro

JERUSALÉM, 25 Mai. 14 / 05:31 pm (ACI).- Ao iniciar o encontro ecumênico que comemora aquele sustentado há 50 anos entre Paulo VI e o Patriarca ortodoxo Atenágoras, o Papa Francisco beijou a pedra do Santo Sepulcro onde foi ungido o corpo de Cristo, e rezou de joelhos antes o santo lugar.

Acompanhado do Patriarca Bartolomeu e dos cantos do coro do Patriarcado ortodoxo de Jerusalém, o Papa Francisco se deteve um momento para rezar de joelhos ante a pedra onde foi colocado o Senhor Jesus logo depois da crucificação, para ser ungido.

Em sinal de respeito, o Santo Padre se tirou o solidéu, o pequeno gorro branco que usa sobre a cabeça, e beijou com muita devoção a pedra do Santo Sepulcro.

Logo depois da intensa oração, ambos ficaram de pé para dirigir-se para o lugar aonde se realizou a cerimônia ecumênica.

Movimento radical feminista Femen foi criado por um homem que chama as suas ativistas de “cadelas”

LONDRES, 09 Set. 13 / 10:41 am (ACI/EWTN Noticias).- Kitty Green, diretora do documentário Ukraine is not a Brothel (Ucrânia não é um bordel), revelou que a mente mestre que está por trás do grupo feminista radical Femen não é uma mulher e sim um homem identificado Victor Svyatski, um polêmico personagem que trata as ativistas de uma forma horrível chegando a insultá-las chamando-as de “cadelas”.

As ativistas radicais Femen se definem como “sextremistas”, e costumam protestar com o peito de fora, e já atacaram violentamente a membros daIgreja Católica.

Em entrevista ao jornal britânico The Independent, Green indicou que embora Svyatski seja considerado formalmente como um “assessor” do Femen, “uma vez que eu estava dentro do círculo interno, é impossível não conhecê-lo. Ele é Femen”.

“Era um tema moral importante para mim, porque me dava conta como esta organização era dirigida. Ele (Svyatski) era bastante horrível com as garotas. Ele lhes gritava e as chamava cadelas”.

“É o seu movimento e ele escolhe as participantes a dedo. Ele escolheu a dedo as garotas mais bonitas, porque as garotas mais bonitas vendem mais jornais. As garotas mais bonitas que aparecem na capa… que se converteu em sua imagem, que se converteu na forma em que venderam a marca”, assinalou a diretora do documentário.

Quando Green finalmente conseguiu entrevistar a Victor Svyatski, ele reconheceu ser um tipo de “patriarca” à frente do Femen, assegurando que “estas garotas são frágeis”.

“Elas não têm a força de caráter -diz Svyatski no documentário-. Elas não têm sequer o desejo de serem fortes. Em lugar disso, mostram-se submissas, faltas de caráter, carentes de pontualidade, e muitos outros fatores que não lhes permitem converter-se em ativistas políticas. Estas são qualidades que são essenciais que devo ensinar-lhes”.

Quando foi perguntado se criou Femen para “conseguir mulheres”, Svyatski admitiu que “provavelmente sim, em alguma parte do meu profundo subconsciente”.

Uma das ativistas entrevistadas pelo Green reconheceu um tipo de síndrome de Estocolmo, como uma simpatia dos sequestrados pelo seu sequestrador, na relação das mulheres ativistas com o fundador do Femen.

“Somos psicologicamente dependentes dele, mesmo sabendo e entendendo que poderíamos fazer isto por conta própria, sem sua ajuda, é dependência psicológica”, reconheceu.

Intervenção militar na Síria seria uma catástrofe, diz Patriarca caldeu católico

Dom Louis Sako, Patriarca caldeu no Iraque, diz não à intervenção militar na Síria

ROMA, 29 Ago. 13 / 02:07 pm (ACI).- A intervenção militar liderada pelos Estados Unidos contra a Síria seria “uma catástrofe. Seria como fazer com que um vulcão exploda, com uma explosão destinada a arrasar o Iraque, O Líbano e a Palestina”, clamou o Patriarca católico da Babilônia dos caldeus, Louis Sako.

Para o Patriarca Sako, que é a autoridade da comunidade cristã mais importante no Iraque, a intervenção ocidental na Síria recorda fatalmente a experiência do seu povo: “10 anos depois da intervenção chamada ‘coalizão dos voluntários’ que derrubou Saddam (Husein)”, assinalou à agência Fides sua Beatitude Louis Sako “nosso país continua sendo atingido pelas bombas, pelos problemas de segurança e pela instabilidade da crise econômica”.

Além disso, no caso sírio, segundo o Patriarca caldeu, as coisas são ainda mais complicadas por causa da dificuldade de compreender a dinâmica real da guerra civil que assola essa nação há anos. “A oposição a Assad está dividida, os diversos grupos lutam entre si, há uma proliferação de tropas jihadistas… O que vai acontecer com esse país depois?”, questionou.

Para o Patriarca as fórmulas utilizadas pelos países ocidentais para justificar qualquer intervenção parecem instrumentais e confusas.

“Todos falam de democracia e liberdade, mas para chegar a esses objetivos é preciso passar por processos históricos e não se pode pensar em impô-los de forma mecânica ou muito menos com a força. O único caminho, na Síria, assim como em todas as partes, é a busca de soluções políticas”.

O Patriarca caldeu mostra também cautela sobre a escolha de justificar a intervenção como uma represália inevitável ante o uso de armas químicas por parte do exército de Assad: “os ocidentais”, diz o Patriarca Sako “também justificaram a intervenção contra Saddam com a acusação de que o Rais do Iraque tinha armas de destruição maciça. Mas essas armas não se encontraram nunca”.

Igreja Católica no Egito agradece aos muçulmanos que defenderam os templos

CAIRO, 20 Ago. 13 / 08:49 am (ACI).- Ibrahim Isaac, o Patriarca de Alexandria dos Coptos Católicos e Presidente da Assembleia dos Patriarcas Católicos eBispos do Egito, emitiu neste domingo, 18 de agosto, uma dramática declaração ante a onda de violência que se registra no país e que deixou mais de 60 Igrejas afetadas e que cobrou a vida de mais de mil pessoas.

A declaração do Patriarca se dá ante os inumeráveis episódios de violência no Egito -também os muitos registrados contra os cristãos e perpetrados pela autodenominada “Irmandade Muçulmana” que quer chegar ao poder e que segundo Associated Press (AP) constitue “uma campanha de intimidação que adverte aos cristãos que estão fora de Cairo para que se afastem da política”.

Na declaração, entre outros, agradecem aos que trabalham pelo bem do Egito, aos meios que informam os fatos objetivamente e aos compatriotas muçulmanos que os ajudaram na defesa de algumas Igrejas, e também pedem respeito à soberania nacional.

A seguir a declaração completa do Patriarca:

“Com dor e também com esperança, a Igreja Católica no Egito está acompanhando o que o nosso país está experimentando: ataques terroristas, assassinatos e incêndio de Igrejas, escolas e instituições do Estado.

Por isso, pelo amor ao nosso país e em solidariedade com os que amam o Egito, cristãos e muçulmanos, estamos tratando de fazer o melhor para comunicar-nos com organizações amigas ao redor do mundo para esclarecer a realidade dos eventos que se dão em nosso país. Nós gostaríamos de expressar o seguinte:

– Nosso livre, firme e consciente apoio às instituições do Estado, particularmente às forças armadas e à polícia por todos seus esforços para proteger à pátria.

– Nosso apreço pelas nações sinceras por entender a natureza dos eventos rechaçando qualquer tentativa de interferência nos assuntos internos do Egito ou de influenciar nas decisões soberanas qualquer que seja a direção que possam tomar.

– Agradecemos a todos os egípcios e aos meios internacionais pelas informações e os eventos divulgados objetivamente e condenamos àqueles meios que promovem mentiras e falsificam a verdade para confundir a opinião pública.

– Agradecemos aos nossos honoráveis compatriotas muçulmanos que estiveram ao nosso lado, enquanto podem fazê-lo, defendendo nossas Igrejas e instituições.

– Finalmente nos dirigimos à consciência internacional e a todos os líderes das nações para que entendam e acreditem que o que está acontecendo no Egito não é um conflito político entre distintas facções, mas uma guerra contra o terrorismo.

Finalmente expressamos nossas condolências a todas as famílias e parentes das vítimas. Pedimos ao Senhor que cure os feridos”.

Massacre no Egito: Irmandade Muçulmana continua com a matança contra cristãos

CAIRO, 16 Ago. 13 / 03:40 pm (ACI).- O Patriarca Ibrahim Isaac, Patriarca dos coptos católicos e presidente da Assembleia dos Patriarcas e Bispos católicos no Egito, disse nesta sexta-feira 16 de agosto “que o Senhor proteja o Egito de todo mal e o proteja de todo dano” ante os enfrentamentos destes dias que deixaram mais de 630 mortos e ao redor de 4 mil feridos. Destas vítimas um setor considerável são cidadãos cristãos que foram atacados pela autodenominada “Irmandade Muçulmana”.

Um vídeo difundido na internet feito por um homem da varanda do seu edifício, mostra a Irmandade Muçulmana em uma avenida da cidade de Alexandria nos dia 15 de agosto parando todos os automóveis para ver a identidade dos motoristas.

O vídeo mostra que atacam a um taxista assim que descobrem que é cristão por que tinha uma cruz pendurada no espelho. Tiram-no do automóvel e entre 100 extremistas o torturam e logo o esfaqueiam até matá-lo. Nesse episódio os radicais mataram 5 pessoas em total e deixaram mais de 50 feridos. Atos como estes ocorrem em todo o país.

Em uma mensagem aos cristãos do Egito hoje, o Patriarca Ibrahim Isaac disse “isto que está acontecendo em nosso país nestes dias é muito triste e doloroso para todos os que amam o Egito”.

“Confiamos na onipotência e no amor de Deus que possa difundir a paz em nosso amado Egito e faça voltar o espírito de concórdia e reconciliação de novo entre os filhos da pátria”.

O Patriarca disse também que espera que os filhos do Egito “superem este momento difícil. Além disso, dirijo minhas mais sinceras condolências a cada um dos pais e familiares das vítimas destes dolorosos eventos. Pedimos a cura do Senhor para todos os feridos. Que o Senhor proteja o Egito de todo mal e o proteja de todo dano”.

Para hoje, 16 de agosto, a Irmandade Muçulmana convocou a todos para uma “sexta-feira de raiva” em protesto pela repressão do governo. Segundo diversas fontes, os confrontos de hoje deixaram o saldo de aproximadamente 100 mortos.

O que é a Irmandade Muçulmana?

A autodenominada Irmandade Muçulmana se descreve oficialmente como um grupo não violento, comprometido com a democracia. Entretanto alguns analistas consideram que suas conexões com o mundo árabe põem em dúvida esta posição por seu rol histórico, claramente estabelecido, como fonte de inspiração para praticamente todos os movimentos políticos radicais islâmicos que existem.

Além disso, o grupo considera que o Islã é “o único ponto de referência no Egito”.

Para Issam Bishara, Vice-presidente das Missões Pontifícias no Egito, “os cristãos coptos, assim como os armênios, os ortodoxos gregos, os latinos, os maronitas e os melquitas grego católicos, temem que o Egito tenha um destino similar ao dos cristãos no Iraque” onde a Al Qaeda os assinalou como “alvos ali onde se encontrem”.

Em abril de 2011, Nina Shea, uma defensora dos direitos humanos à cabeça do Hudson Institute’s Center for Religious Freedom em Washington, D.C. (Estados Unidos) pediu que o Ocidente olhe com muita precaução para a Irmandade Muçulmana.

Em caso de que a Irmandade chegue ao poder, disse, os cristãos poderiam terminar vivendo como “dhimmis”, uma categoria islâmica que faz que os não muçulmanos quase não tenham amparo legal.

Se isso acontecer, explicou a perita, o governo não precisa nem perseguir os cristãos. Bastaria para os seus fins ignorar ou permitir de maneira tácita a violência religiosa e a repressão por outros segmentos da sociedade.

Quase dois terços dos cristãos no Oriente Médio vivem agora no Egito. Por isso, disse Shea, a assunção ao poder da Irmandade Muçulmana poderia ter consequências trágicas para os cristãos em toda a região.

“Poderíamos assistir praticamente o fim da presença nativa dos cristãos no Oriente Médio, mais rápido do que se pensa”.

Francisco chama as autoridades a respeitar a liberdade religiosa em todo o mundo

VATICANO, 17 Mai. 13 / 11:03 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco fez um chamado às autoridades civis a respeitar a liberdade religiosa em todo o mundo e acolher sem preconceitos as contribuições do cristianismo, ao recordar os 1700 anos do Decreto de Milão que concedeu a liberdade de culto aos cristãos em todo o império romano e pôs fim às perseguições religiosas.

O Santo Padre fez este chamado na mensagem que enviou ao Arcebispo de Milão, Cardeal Angelo Scola, para saudar o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, que visita esta cidade italiana com motivo do aniversário deste documento assinado no ano 313 por Constatino e Licinio, imperadores Ocidente e Oriente.

No texto, enviado através do Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, o Papa fez extensiva sua saudação a todos os que participam da comemoração desta histórica decisão que decretou “a liberdade religiosa para os cristãos, abriu novos caminhos ao Evangelho e contribuiu de forma decisiva ao nascimento da civilização europeia”.

Nesse sentido, expressou seu desejo de que “hoje como ontem o testemunho comum dos cristãos do Oriente e Ocidente, regida pelo espírito do Ressuscitado, contribua à difusão da mensagem de salvação na Europa e em todo o mundo e que, graças aos propósitos das autoridades civis se respeite em todos os lugares o direito à expressão pública da própria fé e se acolha sem preconceitos a contribuição que o cristianismo continua oferecendo à cultura e à sociedade de nosso tempo”.

No momento da promulgação do Decreto de Milão existiam no império romano 1500 sedes episcopais e entre cinco e sete milhões, dos 50 milhões de habitantes, eram cristãos.

Deus fala ao coração e espera nossa resposta, afirma Papa

Reflete sobre encontro de Jesus com a samaritana

 

CIDADE DO VATICANO, domingo, 27 de março de 2010 (ZENIT.org) – “A onipotência do Amor respeita sempre a liberdade do homem; toca o seu coração e espera pacientemente pela sua resposta”, explicou hoje Bento XVI.

O Pontífice dedicou sua reflexão, por ocasião da oração mariana do Ângelus, à passagem evangélica do encontro de Jesus com a samaritana, narrado no capítulo 4 de João, que a Igreja propõe aos fiéis neste terceiro domingo da Quaresma.

Deixou como ensinamento aos milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, a certeza de que, como há dois mil anos, cada pessoa pode hoje manter uma relação pessoal, “real” com Cristo.

A samaritana, como explicou o Papa, “ia todo dia tirar água de um poço antigo, que remonta ao patriarca Jacó, e nesse dia ela encontrou Jesus, sentado, ‘cansado do caminho'”.

“No encontro com a samaritana, junto ao poço, surge o tema da ‘sede’ de Cristo, que culmina com o grito na cruz: ‘Tenho sede’ (Jo 19, 28). Certamente, esta sede, como o cansaço, tem um fundamento físico. Mas Jesus, continua dizendo Agostinho, ‘tinha sede da fé daquela mulher’, assim como da fé de todos nós.”

“Deus Pai o enviou para saciar a nossa sede de vida eterna, dando-nos o seu amor, mas, para oferecer-nos este dom, Jesus pede a nossa fé”, destacou.

Bento XVI convidou os crentes a colocar-se no lugar da mulher samaritana: “Jesus espera por nós, especialmente neste tempo quaresmal, para falar ao nosso coração, ao meu coração”, disse.

“Detenhamo-nos, em um momento em silêncio, em nosso quarto, em uma igreja ou em outro lugar retirado. Escutemos sua voz, que nos diz: ‘Se tu conhecesses o dom de Deus'”, concluiu, convidando a “não perder esta oportunidade, que qual depende a nossa autêntica felicidade”.

Ao despedir-se, o Papa saudou as famílias do Movimento do Amor Familiar “e aqueles que, na igreja de São Gregório VII [de Roma], velaram para rezar pela dramática situação na Líbia”.

 

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