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Papa Francisco celebrará missa de Todos os Santos no maior cemitério de Roma

VATICANO, 30 Out. 14 / 02:19 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco celebrará uma missa pela festa de Todos os Santos no próximo sábado, 1º de novembro, no maior e mais antigo cemitério de Roma, o Cemitério Monumental “de Verano”.

Conforme informou a diocese de Roma, a cerimônia começará às 16h, hora local, e terminará com um momento de oração pelos defuntos e a bênção apostólica dos túmulos.

No ano passado, o Papa Francisco celebrou esta festa neste mesmo cemitério, rezou pelas vítimas e sobreviventes das distintas tragédias sofridas pelos imigrantes no mundo e afirmou que esta festa “é um dia de esperança”.

Devido ao seu patrimônio artístico, o cemitério também é considerado como um museu ao ar livre sem igual pela quantidade e a particularidade dos testemunhos dos sepulcros, de um valor inestimável por seu perfil histórico, artístico, cultural e espiritual. Com efeito, neste cemitério se misturam as esculturas e os retratos dos defuntos nos panteões das famílias mais importantes de Roma do século XIX e XX.

O cemitério foi fundado durante a época napoleônica, 1805-1814, e é fruto do Decreto de Saint-Cloud, que decretou que as sepulturas ficassem fora das muralhas da cidade e não dentro delas ou perto das Igrejas. Seu projeto foi confiado a Giuseppe Valadier entre 1807 e 1812, e foi terminado por Virginio Vespignani.

Na entrada principal, o cemitério acolhe os fiéis com quatro esculturas impressionantes que representam a meditação, esperança, caridade e o silêncio. O Cemitério de Verano deve seu nome, Verano, ao antigo campo que pertenceu aos “Verani”, uma antiga família de senadores.

A missa será celebrada pelo Papa Francisco e concelebrada por diversos bispose sacerdotes.

200 pessoas pobres participam num jantar nos jardins do Vaticano

200 pessoas pobres participam num jantar nos jardins do Vaticano Mais de 200 pobres participaram do jantar organizado na noite desta segunda-feira nos Jardins Vaticanos – diante da Gruta de Lourdes – pelo Círculo de São Pedro, cujos voluntários serviram a refeição. Uma grande festa para os necessitados em honra ao Papa Francisco, da qual participaram também o presidente do Governatorato da Cidade do Vaticano, Cardeal Giuseppe Bertello; e o presidente do Círculo, Duque Leopoldo Torlonia. Entrevistado pela Rádio Vaticano, o assistente eclesiástico do Círculo de São Pedro, Mons. Franco Camaldo, conta o evento:
Mons. Franco Camaldo:- “Foi um dia de grande serenidade e de grande alegria. O jantar estava muito bom – segundo os comensais – porque foi bem preparado. A refeição foi servida também pelo Cardeal Bertello, pelo Duque Torlonia e também por mim. Via-se a alegria estampada nas expressões faciais dos nossos assistidos. Havia emoção e quase incredulidade: encontrar-se nos Jardins Vaticanos, num entardecer muito bonito, diante da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, ser servido à mesa, mesas bem preparadas… realmente, havia muita emoção e quase não podiam acreditar!
RV: Ao término do jantar, foram presenteados alguns pacotes aos participantes…
Mons. Franco Camaldo:- “Dois pacotes: um com frutas e outro com doces provenientes de Nápoles, que nos foram oferecidos por um sócio do Círculo de São Pedro. Depois, como recordação, oferecemos a todos um porta-chaves do Papa, com uma pequena imagem do Santo Padre. Muitas vezes os comensais gritaram “Viva o Papa-Viva o Papa”. E depois algo muito bonito e singular: muitos deles trouxeram consigo escritos, bilhetes, pensamentos para o Papa, de modo que nós – no máximo até esta quarta-feira – entregaremos ao Santo Padre algumas fotos do jantar, bem como essas cartinhas, porque justamente expressam o reconhecimento deles ao Papa.” (Com RL, do Programa Brasileiro)

Texto proveniente da página
do site da Rádio Vaticano

Para ciência de ponta é impossível reproduzir o Santo Sudário

O-homem-do-Sudario

Os estudos mais exigentes sobre o Santo Sudário de Turim não têm respiro. Técnicas das mais avançadas aplicam-se continuadamente sobre ele ou sobre suas amostras.

E quanto mais sofisticadas, tanto mais surpreendentes são os resultados.

É o caso dos estudos concluídos pelo ENEA italiano, Agência Nacional para as Novas Tecnologias, a Energia e o Desenvolvimento Econômico sustentável, noticiados pelo blog “The Vatican Insider” do jornal “La Stampa” de Turim

O ENEA publicou um relatório com os resultados de cinco anos de experimentos. Estes aconteceram no centro do instituto em Frascati.

O objetivo foi analisar os “tingimentos semelhantes aos do Sudário em tecidos de linho por meio de radiação no extremo ultrarroxo”.

Equipe da ENEA: Daniele Murra, Paolo Di Lazzaro e  Giuseppe Baldacchini

Em termos mais simples, procurou-se entender como é que ficou impressa a imagem de Cristo no pano de linho do Sudário de Turim.

Quer dizer, “identificar os processos físicos e químicos que podem gerar uma coloração semelhante à da imagem do Sudário”. O resumo de relatório técnico em PDF pode ser baixado AQUI.

Os responsáveis do trabalho foram os cientistas Paolo Di Lazzaro, Daniele Murra, Antonino Santoni, Enrico Nichelatti e Giuseppe Baldacchini. Eles tomaram como ponto de partida o único exame interdisciplinar completo realizado pela equipe de 31 cientistas americanos do STURP (Shroud of Turin Reasearch Project) em 1978, um dos mais importantes e respeitados jamais feitos.

ENEA: equipamentos da unidade de Frascati

O relatório do ENEA desmente com muita superioridade e clareza a hipótese desprestigiada de que o Sudário seja produto de um falsário medieval.

E chega a taxativa conclusão: “A dupla imagem (frontal e dorsal) de um homem flagelado e crucificado, visível com dificuldade no lençol de linho do Sudário, apresenta numerosas caraterísticas físicas e químicas de tal maneira peculiares que tornam impossível no dia de hoje obter em laboratório uma coloração idêntica em todos os seus matizes, como foi mostrado em numerosos artigos citados na bibliografia. Esta incapacidade de reproduzir (e portanto de falsificar) a imagem do Sudário impede formular uma hipótese digna de crédito a respeito do mecanismo de formação da imagem”.

Resumindo com nossas palavras:

1) É impossível, mesmo em laboratório, produzir uma imagem como a do Santo Sudário.

2) Não somente é impossível copiá-lo, mas não dá para saber como é que foi feito.

Dr. Paolo di Lazzaro explica inexplicabilidade do Sudário

Os 31 cientistas do STURP não tinham achado em 1978 quantidades significativas de pigmentos (corantes, tintas), e nem mesmo marcas de algum desenho.

Por isso concluíram que não foi pintada, nem impressa, nem obtida por aquecimento. Além do mais, a coloração da parte mais externa e superficial das fibras que constituem os fios do tecido é irreproduzível.

As medidas mais recentes apontam que a parte colorida mede um quinto de milésimo de milímetro.

O STURP também verificou que o sangue é humano, mas que debaixo das marcas de sangue não há imagem;

– que a difusão da cor contém informações tridimensionais do corpo;

– que as fibras coloridas são mais frágeis que aquelas não coloridas;

– que o tingimento superficial das fibras da imagem deriva de um processo desconhecido que provocou a oxidação, desidratação e conjugação da estrutura da celulose do linho.

Ninguém jamais conseguiu reproduzir simultaneamente todas as características microscópicas e macroscópicas da relíquia.

“Neste sentido, diz o relatório do ENEA, a origem da imagem ainda é desconhecida. A ‘pregunta das perguntas’ continua de pé: como é que foi gerada a imagem corpórea do Sudário?”.

Um dos aspectos que intrigou os cientistas italianos é que há “uma relação exata entre a difusão dos matizes da imagem e a distância que vai do corpo ao pano”.

Acresce que a imagem foi gerada até em partes em que o corpo não esteve em contato com o pano. Por exemplo, na parte de cima e de baixo das mãos ou em volta da ponta do nariz.

“Em consequência, podemos deduzir que a imagem não se formou pelo contato do linho com o corpo”.

Outra consequência dessas sábias minucias é que as manchas de sangue passaram ao pano antes mesmo que se formasse a imagem.

Portanto, a imagem se formou em algum momento posterior à deposição do cadáver no túmulo.

Mais ainda, todas as manchas de sangue têm contornos bem definidos, pelo que se pode supor que o cadáver não foi carregado com o lençol.

“Faltam sinais de putrefação que correspondam aos orifícios das feridas, sinais esses que se manifestam por volta de 40 horas após a morte. Por conseguinte, a imagem não depende dos gases da putrefação e o cadáver não ficou dentro do Sudário durante mais de dois dias”.

Uma das hipóteses mais aceitas para tentar explicar a imagem era a de uma forma de energia eletromagnética que pudesse produzir as características do Sudário: a superficialidade da coloração, a difusão das cores, a imagem das partes do corpo que não estiveram em contato com o pano e a ausência de pigmentos.

Por isso, foram feitos testes que tentaram reproduzir o rosto do Homem do Sudário por meio de radiação. Utilizaram um laser CO2 e obtiveram uma imagem num tecido de linho passável em nível macroscópico.

Porém, o teste fracassou quando analisado no microscópio. A coloração era profunda demais e muitos fios estavam carbonizados. Todas essas características são incompatíveis com a imagem de Turim.

Os cientistas do ENEA aplicaram ainda uma radiação brevíssima e intensa de VUV direcional e puderam reproduzir muitas das características do Sudário.

Porém eles constataram que “a potencia total da radiação VUV requerida para corar instantaneamente a superfície de um lençol de linho correspondente a um corpo humano de estatura média [deveria ser] de 34 bilhões de Watt, fato que torna até hoje impraticável a reprodução de toda imagem do Sudário, uma vez que até agora não foi construído um equipamento de tal maneira potente.

E concluem: “Estamos compondo as peças de um puzzle científico fascinante e complexo”.

O enigma da origem do Santo Sudário continua ainda para a ciência como “uma provocação à inteligência”.

E, para as almas de Fé, um poderoso estímulo à adoração entusiasmada e racional, bem como uma confiança sem limites em Deus Nosso Senhor.

Fonte: Ciência confirma a Igreja

Santo Sudário “remete ao amor infinito de Jesus”

Entrevista com o presidente da Comissão diocesana da Ostensão 2010

Por Chiara Santomiero

TURIM, quarta-feira, 14 de abril de 2010 (ZENIT.org).- Com o começo da Solene Ostensão do Santo Sudário, ZENIT pediu ao monsenhor Giuseppe Ghiberti, presidente da Comissão diocesana do Sudário, que explique o valor religioso do véu que, segundo a tradição, teria envolvido o corpo de Jesus antes da Ressurreição.

–Somente uma resposta positiva sobre a autenticidade do Santo Sudário legitima a relação religiosa entre o crente e este objeto?
–Monsenhor Ghiberti: O problema da justificação da relação religiosa com o Sudário é visto de diversas maneiras. Não são poucas as pessoas que consideram que somente a segurança de sua autenticidade dá legitimidade a sua veneração por parte dos fieis. A teoria oposta afirma por outro lado: trata-se de um objeto venerável e portanto é autêntico.

Ambas posições não parecem convincentes. A relação religiosa do fiel com o Santo Sudário, quer dizer, de uma pessoa que viveu em uma tradição na qual a pessoa e as circunstâncias da vida de Jesus são centrais, nasce ao se dar conta – no momento em que se aproxima do manto – que há uma perfeita correspondência entre o que é visto e o que se refere ao relato evangélico a propósito da Paixão de Jesus.

Pode-se qualificar como uma “função precursora”. São João Batista afirmava a respeito de Jesus: ”Ele deve crescer e eu diminuir. Ele é o Esposo, e eu, o amigo do Esposo”; para o Sudário é o mesmo, em sua pobreza está sua nobreza, porque seu valor não está no que é, mas sim ao que remete.

Há um caráter pré-científico nesse tipo de relação com o Sudário. Nesse ponto, ainda não estabeleço questionamentos sobre sua autenticidade: simplesmente tomo a mensagem que dele emana e que consiste em uma referência ao relato evangélico da Paixão.

Só em seguida eu pergunto à ciência se nesse manto esteve o corpo de Jesus. Isso para o meu coração é importantíssimo. Na ciência estou, portanto, interessado, mas não sou influenciado por ela. Essa forma de raciocínio creio que oferece uma proposta precisa e, aceitando-a, estou muito mais livre.

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Exercícios espirituais do Papa: mistério do chamado de Deus

A vocação ao sacerdócio no centro das reflexões

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 (ZENIT.org).- Amanhã terminarão, com a celebração das Laudes e uma última meditação, os exercícios espirituais pregados ao Papa e à Cúria Romana pelo salesiano Enrico Dal Covolo, que neste ano se centraram no tema da vocação sacerdotal.

“Mais uma vez, o pontífice dá exemplo aos fiéis sobre a atitude que se deve ter neste tempo particular de oração, de reflexão e de conversão”, sublinha o Pe. David Gutiérrez, diretor da programação em espanhol da Rádio Vaticano e encarregado de comentar os exercícios espirituais deste ano.

Gutiérrez sublinha a profunda vivência destes exercícios por parte do Papa, durante toda a semana.

Como o próprio Dal Covolo explicou em uma entrevista com Zenit, cada um dos dias da semana constituiu um marco específico a partir do qual consideraram esta vocação ao sacerdócio, em harmonia com o Ano Sacerdotal convocado por Bento XVI.

Assim, a segunda-feira foi um dia de “escuta”, centrado na Lectio divina de uma passagem bíblica muito conhecida como paradigma do chamado vocacional, o de Deus ao profeta Samuel (1 Re, 19, 1-21).

O pregador propôs várias figuras bíblicas e dos Padres da Igreja sobre esta atitude de escuta do chamado divino, especialmente o modelo de Santo Agostinho, um santo muito querido pelo Papa Bento XVI.

A terça-feira foi dedicada a refletir sobre a resposta do homem ao chamado divino. Segundo comenta Gutiérrez, nesse dia, “Enrico Dal Covolo centrou suas reflexões na resposta que o homem dá a esse chamado de Deus, revisando algumas histórias bíblicas, especialmente a referida no Evangelho de São Mateus, em que Jesus fala sobre construir sobre a areia dos nossos interesses ou construir sobre a rocha de Deus”.

“Uma ênfase especial foi dada ao sentido que a vocação e a resposta representam para a missão. Este segundo dia terminou com uma reflexão sobre o exemplo sacerdotal do Santo Cura de Ars.”

A quarta-feira foi dedicada à penitência e, segundo explica o comentarista da Rádio Vaticano, o propósito foi refletir, depois de fazê-lo acerca do chamado divino e sobre a resposta do homem, sobre “os aspectos humanos que estão envolvidos nesse processo, especialmente os referidos ao que podemos chamar de ‘resistências’ que o ser humano apresenta diante da vontade de Deus, que o chama”.

“As tentações, as dúvidas, as resistências fazem parte da nossa história, o que gera a consciência de que sempre somos pecadores, mas também convidam a uma abertura à graça do Deus que sempre nos perdoa. É a atitude permanente de conversão que a Igreja pede aos seus fiéis neste tempo da Quaresma e que o Papa, com seus exercícios espirituais, está vivendo de maneira profunda”, explica.

A quinta-feira, seguindo a tradição da Igreja de consagrar este dia ao culto eucarístico e à veneração do sacerdócio ministerial, foi um dia “cristológico”, isto é, dedicado à reflexão sobre a pessoa de Jesus Cristo, aprofundando no chamado aos primeiros discípulos.

“Tanto a Lectio divina quanto as meditações da manhã seguiram este texto para compreender o papel de Jesus na vida de cada chamado, de cada sacerdote”, explica o responsável pela programação espanhola da Rádio Vaticano.

A figura sacerdotal apresentada neste dia por Dal Covolo foi a do salesiano italiano Giuseppe Quadri, cuja vida sacerdotal foi um exemplo pela sua humildade e simplicidade.

“Seu lema era ‘buscarei ser santo’. Este lema é a mensagem que o pregador dos exercícios do Papa deixou: que todos busquem ser santos no exercício do seu ministério sacerdotal”, sublinha Gutiérrez.

Hoje, sexta-feira, a meditação se centrou na Virgem Maria, modelo de resposta ao chamado divino. Como explica o Pe. Gutiérrez, “o Santo Padre e seus colaboradores meditaram, seguindo os textos do Magnificat e da Anunciação, ambos tomados do Evangelho segundo São Lucas, sobre a figura da nossa Mãe celestial, vendo n’Ela o exemplo da confirmação de Deus quando faz um convite a algum dos seus filhos”.

“O pregador apresentou hoje para a reflexão a figura do Papa João Paulo II, uma pessoa que viveu seu ministério sacerdotal, episcopal e petrino sempre confiando em Nossa Senhora”, explica.

Processo Canônico, Processo Civil e Direito Processual Canônico

O Instituto de direito Canônico
Pe. Dr. Giuseppe Benito Pegoraro e
a UNIFAI convidam para palestras sobre:

Processo Canônico e Processo Civil
breve estudo comparativo acerca de suas
influências e contribuições recíprocas

com o Prof. Dr. Pe. Manuel J. Arroba Conde e convidados:
Profs. Drs. Antonio Carlos Marcato, Cândido Rangel Dinamarco,
Josê Rogério Cruz e Tucci, Luiz Carlos de Azevedo,
Maria Garcia e Maria Helena Diniz

Dias 7 e 8 de outubro, às 19:30h
Auditório da Unidade Vila Mariana do Centro Universitário Assunção – UNIFAI
Rua Afonso Celso, 711 Vila Mariana
Inscrição gratuita e obrigatória
Tel: 11 3826-5143 | 3661-9133 – Sra. Rita
Vagas limitadas

E ainda no dia 8 de outubro,
às 21:00h no mesmo local:
autógrafos e lançamento do livro

Direito Processual Canônico

Prof. Dr. Pe. Manuel J. Arroba Conde
doutor em “Utroque Iure”, professor titular e decano do Instituto “Utroque Iure” da Pontifícia Universidade Lateranense (PUL) de Roma

Veja aqui o folheto sobre a Palestra de Direito Canônico

Em suas férias, o Papa trabalha em um livro teológico e uma encíclica social

VATICANO, 18 Jul. 06 (ACI) .- Segundo diversos vaticanistas que acompanham a viagem do Papa Bento XVI à região de Les Combes, no norte alpino da Itália, o Pontífice estaria trabalhando em um livro sobre Cristo, assim como em uma futura encíclica sobre o trabalho humano.

No domingo passado, as imagens do Centro Televisivo Vaticano permitiram ver as atividades do Papa nestes dias, incluindo um momento de trabalho em seu escritório na residência dos salesianos em Les Combes.

Segundo Salvatore Mazza, enviado especial do jornal Avvenire, “parece que, entre outras coisas, voltou a tomar em suas mãos o livro que estava escrevendo antes de ser eleito sucessor de João Paulo II“, “um texto de teologia”.

O livro, segundo outras fontes próximas ao Vaticano, abordaria o tema de Cristo e sua relação com o gênero humano, assim como a relação entre o cristianismo e outras religiões no mundo.

Outro dos trabalhos que ocuparão os dias de verão do Pontífice, antes de sua viagem a sua terra natal em setembro, seria o de uma nova encíclica social centrada no valor do trabalho humano.

Como assinalaram outras fontes anteriormente, a encíclica levaria o nome de “Trabalho Domini”, “O Trabalho do Senhor”.

A encíclica falaria da visão cristã do trabalho humano, a importância do trabalho na sociedade e o trabalho como necessidade e dever do ser humano.

Segundo o Bispo de Aosta, Dom Giuseppe Anfossi, “a conversa com ele é extremamente singela, como é próprio de seu caráter. Além disso, quando fala está atento a todos”.

O Prelado compartilhou com a Rádio Vaticano uma anedota “de natureza muito pessoal”: “Assim que subiu ao carro para o traslado do aeroporto à casa, a primeira palavra que o Papa Bento XVI me dirigiu foi me pedir notícias da saúde de minha mãe. Francamente não esperava tanta delicadeza”, relatou Dom Anfossi.

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