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A hipocrisia é a linguagem da corrupção, diz o Papa Francisco

VATICANO, 05 Jun. 13 / 10:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Na Missa que presidiu na manhã de ontem na Casa Santa Marta, o Papa Francisco assinalou que os cristãos não utilizam uma “linguagem socialmente educada”, propensa à hipocrisia, mas são porta-vozes da verdade do Evangelho com a mesma transparência das crianças.

A hipocrisia é a linguagem preferida dos corruptos. A cena evangélica do tributo a César, e a pergunta trapaceira dos fariseus e dos partidários de Herodes a Cristo sobre a legitimidade daquele tributo, deu ao Papa motivo para sua reflexão de hoje em continuidade com a homilia da segunda-feira.

A intenção com a que se aproximam de Jesus, afirmou, é a de fazê-lo “cair na armadilha”. A pergunta se é lícito ou não pagar o imposto a Cesar é exposta “com palavras suaves, com palavras belas, com palavras ‘adocicadas’”. “Pretendem –adicionou– mostrar-se amigáveis”. Mas tudo é falso. Porque, explicou Francisco, “eles não amam a verdade, mas somente a si mesmos e assim tentam enganar, envolver os outros na mentira. Têm o coração mentiroso, não podem dizer a verdade”.

“A hipocrisia é precisamente a linguagem da corrupção. Quando Jesus fala a seus discípulos diz que seu modo de falar deve ser ‘sim, sim’ ou ‘não, não’. Porque a hipocrisia não fala a verdade, porque a verdade não está nunca sozinha: está sempre com o amor. Não há verdade sem amor. O amor é a primeira verdade. Se não houver amor, não há verdade. Estes querem uma verdade escrava dos próprios interesses. Podemos dizer que há um amor: mas é o amor de si mesmos, o amor a si mesmos. Aquela idolatria narcisista que os leva a trair os outros, os leva aos abusos da confiança”.

A linguagem que parece ser “persuasiva”, insistiu o Bispo de Roma, leva “ao erro e à mentira”. O Pontífice fez notar que aqueles que “pareciam tão amáveis com Jesus, foram os mesmos que na quinta-feira à noite o capturaram no Horto das Oliveiras, e na sexta-feira o levaram ante Pilatos”. Jesus pede aos que o seguem exatamente o contrário, a linguagem do “sim, sim, não, não”, uma “palavra de verdade e com amor”:

“E a mansidão que Jesus quer de nós não tem nada a ver com esta adulação, nada a ver com esta forma “açucarada” de avançar. Nada! A mansidão é simples; é como aquela de uma criança. E uma criança não é hipócrita, porque não é corrupta. Quando Jesus nos diz: Quando disserem «sim», que seja sim, e quando disserem «não», que seja não! com espírito de crianças, refere-se ao contrário da forma de falar destes”.

A última consideração do Santo Padre se referiu a uma “certa fraqueza interior”, estimulada pela “vaidade”, que faz com que, constatou, “gostemos que digam coisas boas de nós”. Os “corruptos sabem disso e tentam nos enfraquecer com essa linguagem”.

“Pensemos bem: qual é a nossa linguagem hoje? Falamos com verdade, com amor, ou falamos um pouco com aquela linguagem social de seres educados, também dizendo coisas belas, mas que não sentimos? Que nosso falar seja evangélico, irmãos! Estes hipócritas que começam com a adulação acabam procurando falsas testemunhas para acusar aqueles que tinham adulado. Peçamos hoje ao Senhor que o nosso modo de falar seja simples como o das crianças, como o dos filhos de Deus, falar na verdade do amor”, concluiu o Santo Padre.

Concelebrou com o Papa o Padre Hans Zollner, do Instituto de Psicologia da Universidade Gregoriana, presidente do comitê organizador do Simpósio “Para a cura e a renovação” (2012) e um dos fundadores do Centro para a Proteção de Menores que a Pontifícia Universidade Gregoriana instituiu em Múnich, Alemanha. Ao final da Missa, Francisco encontrou com o Padre Zollner e reiterou o seu desejo que se continue a luta contra os abusos na Igreja.

Não à manipulação da Santa Missa!

Padre Pio celebrando a Santa Missa

Por Cleiton Robsonn.

Lendo alguns textos de Frei Ângelo Bernardo tive a feliz constatação de que não estou sozinho na busca pela preservação do sagrado, das coisas do Senhor. Em uma forma de desabafo, com a autorização expressa do dito Frei, publico parte dos seus textos, em que ele revela a sua indignação pela banalização do Culto Divino, ou como ele mesmo diz, pela “missa que não foi ‘católica’”, isto é, infinitos acréscimos, invenções, cantos, modas, contos e etc.

Frei Ângelo Bernardo revelou-se no último ano qual outro Santo Antônio, como um “martelo dos hereges”. Seu artigo mais famoso e publicado em diversos sites, é o “Não, não és franciscano”: uma refutação à entrevista que Leonardo Boff deu à revista IstoÉ em Maio de 2010. No momento, ele está preparando a segunda parte – e última – em que abordará temas como “missas-show”, Padres famosos, pedofilia, dentre outros temas polêmicos.

Exímio conhecedor dos documentos do Magistério da Igreja, como um franciscano que é, não deixa de, a exemplo de São Francisco de Assis, querer o melhor para O Senhor e nada para si. Por este motivo, tem preparado muitos artigos que visam alertar o povo de Deus quanto aos “lobos” que o assombra. É Irmão religioso, portanto, não é sacerdote e, por isso mesmo, obviamente, não celebra o Santo Sacrifício da Missa.

Segundo ele, prefere ficar no anonimato, para que seja preservada a sua “liberdade de expressão”, assim como o seu colega que anda em sua mesma linha, Frei Clemente Rojão. O texto que segue está sem as suas costumeiras citações documentais; até porque, para saber mais profundamente das coisas que ele fala, aqui mesmo no Salvem existem postagens que tratam dos termos aos quais ele se refere.

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“Estou cansado de ter que procurar uma Santa Missa, com dignidade e sem modas, como uma agulha no palheiro. Parece até uma sina: onde chego, logo na porta principal da Igreja já está o cartaz com o convite para a “Missa de Cura e Libertação”, com Padre Fulano de Tal… ou pior ainda, quando olho para o outro lado do mural, está agendada a “Missa Sertaneja”; no grupo de oração da semana que vem, “Missa Carismática”… (ah, se Padre Pio ainda vivesse para ouvir o que fizeram com os ‘grupos de oração’…). Por outro lado, quando encontro algumas pessoas que costumam assistir a Santa Missa em sua forma extraordinária ou, vulgarmente chamada de “Tridentina”, chamam-na de “Missa de Sempre”. É que não tenho a pele branca para ver quão vermelho de irritação eu fico quando ouço certos “jargões”.

“Missa de Cura e Libertação”, “Missa Sertaneja”, “Missa Carismática”, “Missa de Sempre”… a que ponto chegamos! Manipular o único e eterno memorial do Sacrifício do Calvário… quanto desgosto sinto! Acredito que seja o mesmo que muitos, quando têm que aturar padres (e alguns até ‘muito bem preparados’, academicamente), falando abobrinhas sentimentais…

Foi-se o tempo em que o início da Santa Missa era feito pelo Padre e não pelos cantores; foi-se o tempo em que o ato penitencial levava a uma contrição autêntica; foi-se o tempo em que o glória era um louvor ao Pai e ao Cordeiro e não um “hino trinitário”; foi-se o tempo em que o salmo era responsorial e não de “meditação”; foi-se o tempo em que a homilia era o momento de catequese; foi-se o tempo em que o canto do Sanctus proclamava, já antecipadamente, a vinda escatológica Do que vem em nome do Senhor; foi-se o tempo em que, após a consagração, era o momento de olhar o Senhor e adorá-lo e não cantar ou bater palmas, e que apenas ‘quem falava eram os sinos’; foi-se o tempo em que a comunhão era de joelhos e na boca; foi-se o tempo em que se guardava silêncio, mesmo que breve, após a comunhão… enfim, foi-se o tempo de tantas coisas… e estas “tantas coisas” geraram Santos, verdadeiros homens de fé e uma fé madura, não infantilizada, à estatura de NSJC.

É certo que a Palavra de Deus é viva e eficaz e que nos toca ao coração. Mas não se trata de banalizar ou denigrir o seu valor. Ela é cortante e penetra o íntimo das nossas almas. A grande questão é o desvio de foco. Se hoje temos concepções de “Missas” como essas, é devido ao subjetivismo de tantos padres, ou seja, eles desviam o foco de NSJC e levam-no para si. Também é certo que o sacerdote age in persona Christi, mas ele deve se re-cordar (= trazer ao coração) sempre o exemplo do Senhor Jesus Cristo que, “embora sendo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens… Por isso, Deus o exaltou soberanamente…” (Fl 2,6-7.9).

Mas, o que realmente me deixa consternado é a manipulação da Santa Missa para os gostos pessoais e intimistas de cada padre… E nem adianta dizer que é o povo quem quer assim. Errado! Todo sacerdote (ou presbítero, como queiram chamar), recebeu uma formação específica da Santa Igreja Católica Apostólica e Romana. Ora, se assim o é, então, deve obedecer, como prometeram no dia da sua ordenação a tudo o que está escrito e não transgredir ou inventar ou, pior ainda, modificar, sem poder algum para tal coisa. O povo recebe o que o padre dá.

Penso que o dever primeiro de cada sacerdote é a salvação e cura das almas, a começar da sua própria. E rezo para que cada qual tenha consciência do que faz e que temam o juízo. De fato, constato que muitos já não têm mesmo medo da condenação eterna e se afugentam na historinha: ah, o céu ou inferno é aqui e agora… Que Deus lhos perdoe por tanta insanidade e falta de fé. Esta sim é a grande “crise” pela qual muitos deveriam passar. Mas apenas o fazem no sentido mais fraco do termo, que seja, modificação e não no sentido real da palavra, de ‘purificação’. Sim, é necessária uma grande purificação dos pensamentos, palavras, atos e até de omissões!

Acredito que muitos dos que lêem o que escrevo fazem apenas com o intuito de criticar ao final das leituras; mas se pararem para “pensar”, isto é, avaliar onde está o ‘peso’ real das coisas, hão de concordar que os erros não estão em quem lhos constatam; antes, estão nos que são os sujeitos das situações, no caso, dos Padres em relação às concepções da Santa Missa.

Concluindo esta breve conversa, dirijo-me aos “Ministros do Divino Altar”. Se tiverem consciência de que cada um é realmente “um outro Cristo nesta terra”, começarão a executar os seus ofícios com um gostinho de céu, como uma antecipação já aqui e agora do Reino que pregamos e anunciamos. Espero que ao ensinarem as ovelhas confiadas a cada um, quando falarem em “Missa de Cura e Libertação”, “Missa Sertaneja”, “Missa Carismática”, “Missa de Sempre”, façam com a consciência de que em cada denominação errônea dessas, ainda assim, não desviem o foco: NSJC!”

O Papa na Missa inaugural de seu pontificado: O verdadeiro poder é o serviço

Papa Francisco

VATICANO, 19 Mar. 13 / 03:27 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em sua homilia pela Missa de inauguração de seu pontificado, celebrada na manhã de hoje na Praça de São Pedro ante centenas de milhares de fiéis, o Papa Francisco assegurou que “o verdadeiro poder é o serviço”.

Ante os fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o Santo Padre assinalou que “é certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas”.

“Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz”.

O Papa, disse o Santo Padre, “deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afeto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos”.

Os mais pequeninos e débeis, indicou, são os que “Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão. Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger”.

Refletindo sobre a Solenidade de São José, que a Igreja celebra hoje, o Papa Francisco recordou ao Bispo Emérito de Roma Bento XVI, assinalando que “é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão”.

O Papa refletiu sobre o Evangelho de Mateus, no qual se relata que “José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa”.

“Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser?custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja”.

O Santo Padre assinalou que José exerce esta custódia “com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender”.

José, indicou o Papa, “desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento”.

“Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeto d’Ele que ao seu”.

O Santo Padre sublinhou que José é guardião “porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas”.

“Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!”.

Fundamentalmente, assinalou o Papa, “tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!”.

“Quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem “Herodes” que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher”.

O Santo Padre pediu “a todos os que ocupam cargos de responsabilidade em âmbito econômico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos “guardiões” da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente”.

“Não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo!”.

Mas, para guardar, advertiu, “devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida;”.

“Guardar quer dizer então vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura”, assegurou.

O Santo Padre indicou que “nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!”.

O Papa pediu aos fiéis “guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos”.

“Eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu!”.

Ao concluir sua homilia, Francisco implorou “a intercessão da Virgem Maria, de São José, dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e a todos vós, digo: rezai por mim. Amém”.

Ante censura, gestor da fanpage Memes Católicos esclarece que não transgrediu políticas do Facebook

Yhonatan Luque

LIMA, 29 Jan. 13 / 09:42 am (ACI).- O criador da página Memes Católicos em espanhol, censurada dias atrás pelo Facebook, declarou ao grupo ACI que nunca transgrediu as políticas desta rede social e lamentou que tenham censurado seu espaço evangelizador.

A denúncia do fechamento do fanpage católico, feita pela agência ACI Prensa, do grupo ACI, foi ecoada também pelo Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais na conta de twitter deste dicastério.

Na sexta-feira 25 de janeiro, sem dar explicações, Facebook eliminou a página criada pelo jovem peruano Yhonatan Luque e deixou seus mais de 115 mil seguidores sem poder acessar os memes.

“Ao querer ingressar na conta para seguir publicando material me dava com a surpresa de que Facebook já não me deixava fazê-lo, que já não tinha essa opção”, afirmou.

Em dezembro passado Facebook o notificou que vários usuários denunciaram seu espaço porque supostamente violava o numeral 3.7 da declaração de direitos e responsabilidades do Facebook sobre linguagem que incita ao ódio.? rede social deu-lhe a alternativa de conservá-la colocando a etiqueta [Humor polêmico] por causa do nome “Memes Católicos”.

“O numeral 3.7 das políticas de segurança do Facebook diz que está proibido subir material que incite ao ódio, material pornográfico, material que induza à violência, e supostamente para a rede social, mas Memes Católicos não está promovendo este tipo de conteúdos”, explicou Yhonatan.

Os “memes” são uma das formas mais populares e singelas para transmitir ideias no Facebook. São usualmente imagens com textos breves que oferecem mensagens concretas sobre distintos temas. Os desenhos de Yhonatan se fizeram muito populares entre os jovens católicos de distintos países da América Latina e em apenas nove meses superou os 115 mil seguidores.

Na notificação da sexta-feira passada “davam-me duas possibilidades, uma era que eliminasse eu mesmo a página como administrador, e a outra que envie uma foto escaneada de meu documento de identidade para que eles soubessem quem está por trás de Memes Católicos”. Apesar de que Yhonatan optou pela segunda opção, sua página foi suprimida.

“Minha pagina se centra em subir vinhetas para evangelizar, para catequizar, para mostrar o que a Igreja tem que dizer, para mostrar nossa doutrina tal e como ela é”, assegurou.

“Subo bastante material sobre apologética, sobre a Bíblia, sobre os documentos da Igreja, tudo em linha com a doutrina da Igreja sem faltar o respeito às demais crenças, nem aos protestantes, nem aos ateus”, acrescentou.

“Minha página só se centra em evangelizar a católicos, minhas mensagens são 100 por cento para católicos, nada que possa resultar ofensivo para outras crenças”.

Nos últimos dias diversos grupos anti-cristãos convocaram no Facebook campanhas para denunciar a página de Memes Católicos à rede social como “ofensiva”, simplesmente por não estar de acordo com as mensagens divulgadas. A reação do Facebook confirma que cedeu à enganosa campanha.

Falsas páginas

Yhonatan agradeceu as numerosas mostras de apoio que recebeu nestes dias e esclareceu que ainda não relançou sua iniciativa porque espera que Facebook revise o caso ante as massivas queixas feitas pela retirada da página e assim volte a colocar a página no ar. Entretanto, nos últimos dias surgiram falsas páginas que estão usando seu logotipo, alguns de seus memes e até seu nome sem seu consentimento.

Religiosas abandonam anglicanismo para entrar na Igreja Católica

As Irmãs da Santíssima Virgem Maria

LONDRES, 03 Jan. 13 / 03:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Onze religiosas da Comunidade da Santíssima Virgem, uma das primeiras ordens anglicanas criadas depois da separação da Igreja Católica no século XVI, uniram-se ao Ordinariato criado pelo Papa Bento XVI para receber a ex-anglicanos.

As tensões ao interior dos anglicanos estão ficando mais fortes a raiz de terem tentado aprovar a ordenação de mulheres bispos, disposição que foi aprovada pelos bispos mas rejeitada pelos leigos em novembro de 2012.

A Santa Sé anunciou, em janeiro de 2011, a criação oficial do Ordinariato Pessoal Nossa Senhora de Walsingham para a Inglaterra e Gales, como “uma estrutura canônica que permite uma reunião corporativa de tal modo que os ex-anglicanos possam ingressar na plena comunhão com a Igreja Católica preservando elementos de seu patrimônio anglicano”.

As ex-religiosas anglicanas, cujas idades variam entre os 45 e os 83 anos, foram recebidas na Igreja Católica em 1º de janeiro, e serão conhecidas daqui para frente como as Irmãs da Santíssima Virgem Maria.

Em sua homilia, o Pe. Daniel Seward, Pároco do Oratório de Oxford (Inglaterra), deu as boas-vindas às religiosas à Igreja Católica, e lhes assegurou que “ao que vocês se estão unindo não é nada estranho ou estrangeiro, mas é o seu próprio patrimônio”.

“O gênio espiritual de São Bento, cuja regra vocês vivem, o estudo e a prática da sagrada liturgia, e a veneração e amor à Mãe de Deus, Nossa Senhora de Walsingham, todas estas coisas são parte da antiga glória deste país, que foi uma vez uma ilha de Santos e de Maria”.

As religiosas permanecerão em sua atual residência de forma temporária, até que encontrem um lar permanente.

É hora de reconhecer: A Igreja sempre teve razão sobre o controle da natalidade

Autores: Michael Brendan Dougherty e Pascal-Emmanuel Gobry / Trad.: Bruno Moreno
Fontes: http://www.businessinsider.com / http://conoze.com 
Tradução: Carlos Martins Nabeto

Diante das tentativas do presidente Obama de obrigar as instituições da Igreja a pagar esterilizações, anticonceptivos e abortos para os seus empregados, correm rios de tinta nos Estados Unidos. Graças a Deus, os bispos e praticamente toda a Igreja nos Estados Unidos estão, unidos, enfrentando esta imposição inaceitável do governo.

Trago hoje um artigo que me pareceu espetacular. Considerando que se trata de uma publicação econômica, o Business Insider, o título do artigo é realmente provocativo: “É hora de reconhecer: a Igreja sempre teve razão sobre o controle da natalidade”. Não deixem de ler porque vale a pena. É bom, breve e sem rodeios. Quisera eu tê-lo escrito; porém, pelo menos o traduzi para que os meus leitores dele desfrutem.

* * *

“Pintar a Igreja Católica como ‘distante do mundo atual’ é a coisa mais fácil do mundo com tantos chapéus cheios e igrejas douradas. E [para criticá-la] nada mais fácil que sua posição contra os anticonceptivos.

Muita gente – inclusive o nosso editor – se pergunta por que a Igreja Católica simplesmente não abandona esta regra. Apontam que a maioria dos católicos a ignoram e que quase todos os não católicos consideram que cria divisão ou está ultrapassada. ‘Acordem! Estamos no século XXI!’ – dizem; ‘Não percebem que é algo absurdo?’ – bradam.

Mas há algo que merece ser considerado: a Igreja Católica é a maior organização do mundo e a mais antiga. Sepultou todos os grandes impérios conhecidos pelo homem, do romano ao soviético. Conta com estabelecimentos em todo o mundo, literalmente, e está presente em todos os âmbitos da atividade humana. Deu-nos alguns dos maiores pensadores do mundo, de Santo Agostinho a René Girard. Quando faz algo, geralmente possui uma boa razão para fazê-lo. Todos têm o direito de discordar [dela], porém não se trata de um monte de homens brancos, velhos e loucos que ficaram amarrados à Idade Média.

Então, o que está ocorrendo?

A Igreja ensina que o amor, o matrimônio, o sexo e a procriação são coisas que caminham juntas. Isso é tudo. Porém, é muito importante. E ainda que a Igreja ensine isso há 2.000 anos, provavelmente nunca foi tão significativo como hoje em dia.

As regras contra o controle da natalidade foram reafirmadas em um documento de 1965 assinado pelo Papa Paulo VI, chamado ‘Humanae Vitae’. O Papa advertia que, se fosse aceito o uso generalizado de anticonceptivos, se produziriam quatro efeitos:

  • Redução geral dos padrões morais;
  • Um aumento da infidelidade e da ilegitimidade;
  • Redução das mulheres a objetos empregados para satisfazer os homens;
  • Coerção, por parte dos Governos, em assuntos reprodutivos.

Soa familiar?

Porque realmente se parece muito com o que está ocorrendo nos últimos 40 anos.

Como escreveu George Akerloff em ‘Slate’ há uma década: ‘Ao converter o nascimento do filho em uma escolha física da mãe, a revolução sexual converteu o matrimônio e o sustento das crianças em uma escolha social do pai’.

Ao invés de dois pais responsáveis pelos filhos que concebem, uma expectativa defendida pelas normas sociais e pela lei faz com que agora nenhum dos pais seja necessariamente responsável por seus filhos. Considera-se que os homens cumprem as suas obrigações simplesmente pagando, mediante ordem judicial, a pensão alimentícia aos filhos. Trata-se de uma redução bastante drástica dos padrões da ‘paternidade’.

E que tal avançarmos no restante, desde que o ocorreu a revolução sexual? O matrimônio de Kim Kardashian durou 72 dias. Os filhos ilegítimos: estão aumentando. Em 1960, 5,3% de todos as crianças nascidas nos Estados Unidos eram filhas de mulheres solteiras; em 2010, a cifra subiu para 40,8%. Em 1960, as famílias baseadas em um matrimônio formavam quase 3/4 de todos os lugares; mas, segundo o censo de 2010, representam agora cerca de 48%. A coabitação fora do matrimônio multiplicou-se por 10 desde 1960.

E se você não acredita que as mulheres estão sendo reduzidas a objetos para satisfazer os homens, seja bem-vindo à Internet! Há quanto tempo você conhece a Rede? E no tocante à coerção do Governo: basta olhar para a China (ou para os Estados Unidos, onde o Governo estabeleceu uma lei sobre cobertura obrigatória da anticoncepção, que é o motivo pelo qual estamos agora falando disto).

Mas tudo isso se deve à Pílula? Obviamente que não. Porém, a ideia de que uma disponibilidade geral da anticoncepção não deu lugar a uma mudança social dramática ou que esta mudança foi exclusivamente para o bem é uma noção muito mais absurda do que qualquer coisa ensinada pela Igreja Católica.

Também é absurda a ideia de que é obviamente estúpido receber indicações morais de um fé venerável – E vai recebê-las de quem? De Britney Spears?

Passemos agora para um outro aspecto deste tema. A razão pela qual o nosso editor pensa que os católicos não deveriam ser frutíferos e multiplicarem-se tampouco se sustenta. A população do mundo – escreve ele – está em um caminho ‘insustentável’ de crescimento.

O Escritório de População do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas considera que a taxa de crescimento da população diminuirá nas próximas décadas e se estabilizará por volta dos 9 bilhões em 2050… e ficará assim até 2300 (e observemos que as Nações Unidas, que promovem o controle da natalidade e os abortos em todo o mundo, não são precisamente partidárias do ‘crescei e multiplicai-vos’).

Em termos mais gerais, a visão malthusiana do crescimento tem persistido, apesar de ter sido provado várias vezes que estava equivocada e que teria causado desnecessariamente uma grande quantidade de sofrimentos humanos. Por exemplo: a China caminha para uma crise demográfica e até para a deslocação social em razão de sua equivocada política do filho único.

O progresso humano são as pessoas. Tudo o que torna a vida melhor, da democracia à economia, passando pela Internet e a penicilina, foi descoberto ou criado por alguém. Mais pessoas significa mais progresso. O inventor da cura para o câncer poderia ser o quarto filho que alguém decidiu não ter.

Finalmente, para resumir:

  • É uma boa ideia que as pessoas deem fruto e se multipliquem;
  • Independentemente do que lhe parece a posição da Igreja sobre o controle da natalidade, é uma posição que se tem demonstrado ser profética.

—–    

– Link para o artigo em inglês: http://www.businessinsider.com/time-to-admit-it-the-church-has-always-been-right-on-birth-control-2012-2

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