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Dakota do Norte proíbe aborto quando constatada pulsação no feto

Governador Jack Dalrymple - Dakota do Norte proíbe aborto quando constatada pulsação no feto

Fonte: Globo.com

CHICAGO, 26 Mar 2013 (AFP) – O novo rico e majoritariamente rural estado da Dakota do Norte, nos Estados Unidos, proibiu nesta terça-feira a maioria dos abortos em um movimento destinado a desafiar a legislação federal que protege os direitos das mulheres de interromper a gravidez.

O governador republicano Jack Dalrymple assinou uma lei que proíbe qualquer aborto depois que se possa detectar os batimentos cardíacos do feto, o que tipicamente acontece na sexta semana após a concepção, quando muitas mulheres ainda ignoram que estão grávidas.

A lei, a mais restritiva sobre a questão entre as vigentes nos Estados Unidos, não prevê exceções para casos de estupro, incesto, risco de saúde para a mãe ou má-formação fetal que comprometa a gestação.

Dalrymple também aprovou duas leis que proíbem o aborto por problemas genéticos ou para seleção de gênero. E uma terceira medida requer uma nova obrigação para os médicos que praticam abortos: estar filiados a um hospital, o que impõe na prática novas restrições com relação à situação atual.

Só há uma clínica de aborto em todo o estado e os adversários à interrupção da gravidez desejam que seja fechada.

Os legisladores da Dakota do Norte, de maioria republicana, aprovaram uma lei que pede aos eleitores emendar a Constituição do estado para definir que o começo da vida acontece na concepção.

Se a lei for ratificada nas eleições de novembro de 2014, a emenda garantiria proteção completa a embriões e fetos e poderia representar a proibição a algumas formas de anticoncepção, para a pesquisa com células-tronco e possivelmente a fertilização in vitro.

Sem dúvida a norma provocará desafios legais, mas seus partidários são as boas-vindas a qualquer oportunidade que lhes permita reverter a mítica decisão da Suprema Corte no caso Roe versus Wade que legalizou o aborto em 1973.

Dalrymple ordenou à legislatura facilitar recursos para enfrentar qualquer desafio legal e expressou a esperança de que a lei prevaleça.

Ex "rei do aborto" e agora defensor da vida urge a proteger a não nascidos no EUA

WASHINGTON DC, 26 Set. 08 / 12:24 pm (ACI).- Até a primeira metade dos 70’s o médico Bernard Nathanson realizou mais de 60 mil abortos. Com a aparição do ultra-som, pôde perceber que esta prática era um assassinato. Agora, como parte de sua campanha em defesa da vida dos não nascidos, alenta aos americanos em Dakota do Sul a não votar por uma lei que tenta estabelecer este criminal procedimento.

Nathanson aparece em um aviso televisivo em que explica que ele junto a outras pessoas fundaram a organização anti-vida NARAL para “exportar nossa mentalidade abortista por todo o país” e precisa além que “uma das nossas estratégias para confundir aos americanos era negar o que sabíamos era verdade, que um aborto mata a um ser humano”.

“Este foi o maior engano de minha vida e o maior engano na história de nossa nação”, acrescenta.

Este aviso é parte do esforço pro-vida do grupo VoteYesForLife.com para não votar por uma lei que permita o aborto em Dakota do Sul. Esta campanha exigia reunir pelo menos 18 mil assinaturas, mas conforme indica esta associação, chegaram-se a juntar 58 mil para poder inclui-la na cartilha de 4 de novembro nas eleições.

Assista o vídeo (em inglês):

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