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10 passos para orar em casal

A velocidade do mundo atual nos faz agir, às vezes, como seres mecânicos e programados, a tal ponto que, quando nos levantamos de manhã, nossa mente nos envia a informação de todas as funções, ações, percursos, tarefas e atividades que devemos cumprir correndo contra o relógio.

Quando chega a noite e vamos para a cama, nós nos sentimos conformados ou frustrados, por termos cumprido ou não, em sua totalidade, o horário programado. E fazemos isso todos os dias, esquecendo-nos de algo muito importante: a oração em casal.

oração é o reconhecimento dos nossos limites e da nossa dependência: viemos de Deus, somos de Deus e retornamos a Deus. Por isso, quando oramos, e mais ainda quando o fazemos em casal, nossa união matrimonial se fortalece e nossa fé cresce, pois Deus se torna o centro da nossa vida e a Ele exprimimos nossas alegrias, tristezas, triunfos, fracassos, ideais e realidades.

Minha esposa e eu entendemos assim. Por isso, assumimos o compromisso de reservar um tempo para a oração, antes de dormir. Às vezes, o cansaço da jornada do dia nos convida a deixar isso de lado, mas a disponibilidade em casal nos permitiu que um dos dois possa se encarregar de dirigir a oração, enquanto o outro acompanha em silêncio.

A seguir, compartilhamos os 10 passos que seguimos para orar emcasal. Bastam alguns minutos, veja:

1. Estabelecer um horário para orar juntos.
2. Decidir quem vai guiar a oração.
3. Dar as mãos para orar.
4. Começar a oração agradecendo a Deus.
5. Pedir perdão.
6. Comprometer-se a consertar os erros.
7. Pedir aquilo de que mais precisam.
8. Afirmar que o que foi pedido se cumprirá.
9. Exprimir a Deus o quanto O amam.
10. Terminar a oração com um abraço.

E você, reza em casal? Como o faz? Compartilhe conosco!

Fonte: Por tu Matrimonio

Bento XVI pede que os jovens não tenham medo de seguir o Senhor Jesus na vocação sacerdotal

VATICANO, 15 Dez. 12 / 02:42 pm (ACI).- Em sua mensagem com motivo da próxima celebração da 50ª Jornada Mundial de oração pelas vocações, o Papa Bento XVI exortou os jovens de todo o mundo a não terem medo de seguir Jesus nem de percorrer com intrepidez os exigentes caminhos da caridade e do compromisso generoso.

A Jornada Mundial de oração pelas vocações se realiza no dia 21 de abril de 2013, IV Domingo de Páscoa, e terá como tema “As vocações, sinal da esperança fundada na fé”, e no marco do Ano da Fé e o 50 aniversário do início do Concílio Ecumênico Vaticano II.

O Santo Padre assinalou aos jovens em sua mensagem que, ao seguir Jesus, “serão felizes de servir, serão testemunhas daquele gozo que o mundo não pode dar, serão chamas vivas de um amor infinito e eterno, e aprenderão a dar razão de sua esperança”.

O Papa remarcou que é necessário para as vocações “crescer na experiência de fé, entendida como relação profunda com o Jesus, como escuta interior de sua voz, que ressona dentro de nós”.

Bento XVI indicou que a oração constante e profunda faz crescer a fé da comunidade cristã na certeza de que Deus nunca abandona o seu povo e o sustenta suscitando vocações especiais ao sacerdócio e à vida consagrada, para que sejam sinais de esperança para o mundo.

O Santo Padre afirmou que “Também hoje, como aconteceu durante a sua vida terrena, Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida e vê-nos imersos nas nossas atividades, com os nossos desejos e necessidades”.

“É precisamente no nosso dia-a-dia que Ele continua a dirigir-nos a sua palavra; chama-nos a realizar a nossa vida com Ele, o único capaz de saciar a nossa sede de esperança. Vivente na comunidade de discípulos que é a Igreja, Ele chama também hoje a segui-Lo. E este apelo pode chegar em qualquer momento. Jesus repete também hoje: «Vem e segue-Me!» (Mc 10,21)”.

“Para acolher este convite, é preciso deixar de escolher por si mesmo o próprio caminho. Segui-Lo significa entranhar a própria vontade na vontade de Jesus, dar-Lhe verdadeiramente a precedência, antepô-Lo a tudo o que faz parte da nossa vida: família, trabalho, interesses pessoais, nós mesmos. Significa entregar-Lhe a própria vida, viver com Ele em profunda intimidade, por Ele entrar em comunhão com o Pai no Espírito Santo e, consequentemente, com os irmãos e irmãs. Esta comunhão de vida com Jesus é o «lugar» privilegiado onde se pode experimentar a esperança e onde a vida será livre e plena”, assinalou.

Bento XVI indicou que a resposta de um discípulo de Jesus para dedicar-se ao sacerdócio ou à vida consagrada é um dos frutos mais amadurecidos da comunidade cristã, que ajuda a olhar com particular confiança e esperança ao futuro da Igreja e a sua tarefa de evangelização.

Esta tarefa, disse o Santo Padre, sempre necessita de novos operários para a predicação do Evangelho, a celebração da Eucaristia e o sacramento da reconciliação.

Família humana deve ser reflexo da família trinitária

Dom Orani João Tempesta fala sobre a Semana da Família no Brasil

RIO DE JANEIRO, quinta-feira, 13 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- No contexto da Semana da Família no Brasil, o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, fez um convite a que as famílias humanas busquem ser como a família trinitária.

“Sendo a família humana uma instituição de origem divina, com semelhança da família trinitária, ela somente readquirirá a dignidade perdida quando voltar a ser o reflexo da família trinitária, na qual Deus não só é Pai, mas paternidade, Jesus Cristo não é apenas filho, mas filiação e o Espírito Santo, não é somente união, mas unidade”, afirma o arcebispo, em seu artigo semanal.

Segundo Dom Orani, a família, hoje, “para cumprir sua missão de promotora do bem-estar do ser humano, terá que cada vez mais ser poço de paternidade, berço da filiação e comunidade de amor”.

“É bom relembrar o compromisso solene do casamento cristão, que sempre é proclamado pelos noivos perante a comunidade eclesial: ‘Recebo-te por minha (por meu) esposa (esposo) e te prometo ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-te e respeitando-te todos os dias de minha vida’.”

Vê-se, pois –prossegue o arcebispo–, “que o vínculo matrimonial que nasce do amor recíproco se exprime por esse juramento conjugal, que começa e se realiza diante da infinita majestade de Deus por aquele mesmo amor com que o Pai nos amou no seu Filho, Jesus Cristo, e nos santifica pelo Espírito desse Amor, que é o Espírito Santo”.

Dom Orani destaca que, ao celebrar a Semana Nacional da Família, a Igreja no Brasil “quer, uma vez mais, salientar a importância da família, que, talvez mais que outras instituições, tem sido posta em questão pelas amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura”.

“Por isso, é fundamental um olhar atento, dirigido com carinho, afeto e atenção à família, patrimônio da humanidade e tesouro dos povos”, escreve.

Segundo o arcebispo, “valorizando a família autêntica, de marido e mulher, com uma família bem estruturada, a Igreja no Brasil conclama a todos para que prossigam no objetivo pastoral de Evangelizar pela Família e para a Vida”.

“Quero convidá-los para que junto de sua esposa e filhos sejam cada vez mais comprometidos com a valorização de sua família, e para não medirmos esforços em protegê-la e defendê-la das grandes pressões externas.”

“Que a família brasileira seja respeitada como espaço privilegiado para a existência e a convivência humana”, deseja o arcebispo do Rio de Janeiro.

Cassiodoro de Squillace

Por Papa Bento XVI
Tradução: Élison Santos
Fonte: Vaticano/Zenit

Queridos irmãos e irmãs:

Quero falar hoje de (…) Cassiodoro, que [também viveu] em uma das épocas mais atribuladas do Ocidente cristão, em particular na península italiana. Odoacro, rei dos hérulos, uma etnia germânica, havia se rebelado, acabando com o império romano do Ocidente (ano 476), mas logo sucumbiu aos ostrogodos de Teodorico, que durante algumas décadas controlaram a península italiana.

Marco Aurélio Cassiodoro foi contemporâneo de Boécio. Calabrês, nascido em Squillace por volta do ano 485, morreu muito ancião em Vivarium, por volta do ano 580. Procedente também de um elevado nível social, ele se dedicou à vida política e ao compromisso cultural como poucos outros no Ocidente romano de seu tempo. Talvez os únicos que poderiam se igualar a ele neste duplo interesse eram o já recordado Boécio, e o futuro Papa de Roma, Gregório Magno (590-604).

Consciente da necessidade de não deixar no esquecimento todo o patrimônio humano e humanista acumulado nos séculos de ouro do Império Romano, Cassiodoro colaborou generosamente, nos mais elevados níveis de responsabilidade política, com os povos novos que haviam atravessado as fronteiras do Império e se haviam estabelecido na Itália. Também foi modelo de encontro cultural, de diálogo, de reconciliação. As vicissitudes históricas não lhe permitiram realizar seus sonhos políticos e culturais, que buscavam criar uma síntese entre a tradição romano-cristã da Itália e a nova cultura gótica. Aquelas mesmas vicissitudes o convenceram sobre o caráter providencial do movimento monástico, que ia se afirmando nas terras cristãs. Decidiu apoiá-lo, dedicando a isso todas as suas riquezas materiais e suas forças espirituais.

Teve a idéia de confiar precisamente aos monges a tarefa de recuperar, conservar e transmitir às gerações futuras o imenso patrimônio cultural dos antigos, para que não se perdesse. Por isto fundou Vivarium, um cenóbio no qual tudo estava organizado de maneira que se estimasse como extremamente belo e irrenunciável o trabalho intelectual dos monges. Estabeleceu também que os monges que não tinham uma formação intelectual não se dedicariam só ao trabalho material, da agricultura, mas também à transcrição dos manuscritos para que deste modo ajudassem na transmissão da grande cultural às futuras gerações.

E isso sem que fosse em detrimento algum do compromisso espiritual monástico e cristão e da atividade caritativa pelos pobres. Em seu ensinamento, distribuído em várias obras, mas sobretudo no tratado «De anima e no Institutiones divinarum litterarum», a oração (C. PL 69, col. 1108), alimentada pela Sagrada Escritura e particularmente pela meditação assídua dos Salmos (cf. PL 69, col. 1149), tem sempre um lugar central como comida necessária para todos.

Este douto calabrês introduz assim sua «Expositio in Psalterium»: «Rejeitadas e abandonadas em Ravena as solicitudes da carreira política, caracterizada pelo sabor desgostoso das preocupações mundanas, tendo desfrutado do Saltério, livro caído do céu como autêntico mel para a alma, lancei-me avidamente como um sedento para escrutá-lo e deixar-me penetrar totalmente por essa doçura saudável, depois de ter me saciado das inumeráveis amarguras da vida ativa» (PL 70, col. 10).

A busca de Deus, orientada à sua contemplação – escreve Cassiodoro –, continua sendo o objetivo permanente da vida monástica (cf. PL 69, col. 1107). Contudo, acrescenta que com a ajuda da graça divina (cf. PL 69, col. 1131.1142), pode se desfrutar melhor da Palavra revelada, utilizando as conquistas científicas e culturais «profanas» que os gregos e os romanos possuíam (cf. PL 69, col. 1140). Cassiodoro se dedicou pessoalmente aos estudos filosóficos, teológicos e exegéticos sem particular criatividade, mas prestando atenção nas intuições que considerava válidas nos demais. Lia com respeito e devoção sobretudo Jerônimo e Agostinho. Deste último, dizia: «Em Agostinho há tanta riqueza que me parece impossível encontrar algo que já não tenha sido tratado abundantemente por ele» (cf. PL 70, col. 10).

Citando Jerônimo, exortava os monges de Vivarium: «Não alcançam a palma da vitória somente aqueles que lutam até derramar o sangue ou que vivem na virgindade, mas também todos aqueles que, com a ajuda de Deus, vencem os vícios do corpo e conservam a reta fé. Mas para que possais vencer com a ajuda de Deus mais facilmente os estímulos do mundo, permanecendo nele como peregrinos em contínuo caminho, buscai antes de tudo a saudável ajuda sugerida pelo primeiro salmo, que recomenda meditar dia e noite na lei do Senhor. O inimigo não encontrará, de fato, nenhuma entrada para assaltar-vos se toda vossa atenção está ocupada em Cristo» («De Institutione Divinarum Scripturarum», 32; PL 69, col. 1147).

É uma advertência que também podemos considerar como válida para nós. Vivemos, de fato, também nós, em um tempo de encontro de culturas, de perigo de violência que destrói as culturas, e no qual é necessário o compromisso para transmitir os grandes valores e ensinar às novas gerações o caminho da reconciliação e da paz. Encontramos este caminho orientando-nos para o Deus com rosto humano, o Deus que se nos revelou em Cristo.

Quaresma: olhar ao mal cara a cara e enfrentá-lo, diz o Papa

VATICANO, 10 Fev. 08 / 12:00 am (ACI).- O Papa Bento XVI recordou durante a oração dominical do Ângelus, que a Quaresma deve ser para os cristãos um tempo de “combate espiritual” contra o mal, acompanhado da presença e do chamado da Virgem de Lourdes.

Depois de perguntar o que significa ingressar na Quaresma, o Santo Padre respondeu que “significa iniciar um tempo de particular compromisso no combate espiritual que nos opõe ao mal presente no mundo, em cada um de nós e ao redor de nós. Quer dizer olhar ao mal na cara e dispor-se a lutar contra seus efeitos, sobre tudo contra as causas, até a causa última, que é Satanás. Significa não descarregar os problemas do mal sobre os outros, sobre a sociedade ou sobre Deus, porém reconhecer as próprias responsabilidades e as assumir conscientemente“.

Bento XVI explicou que nisto consiste “carregar a cruz”, que “por pesada que for, não é sinônimo de uma desgraça que terá que evitar ao máximo, porém uma oportunidade para ficar e seguir a Jesus e assim adquirir força na luta contra o pecado e o mal”.

O Papa explicou que entrar na Quaresma significa “renovar a decisão pessoal e comunitária de enfrentar o mal junto com Cristo. O caminho da Cruz é portanto o único que conduz à vitória do amor sobre o ódio, do compartilhar sobre o egoísmo, da paz sobre a violência”.

“A Quaresma é verdadeiramente uma ocasião de forte compromisso ascético e espiritual baseado na graça de Cristo”, adicionou.

O Pontífice recordou logo que a Quaresma coincide este ano com o 150° aniversário das aparições em Lourdes, onde a Mãe se revelou a Santa Bernardette Soubirous como “A Imaculada Concepção”.

“A mensagem que a Mãe segue difundindo em Lourdes nos recorda as palavras que Jesus pronunciou precisamente ao início de sua missão pública e que escutamos mais freqüentemente nestes dias de Quaresma: ‘Convertam-se e acreditem no Evangelho’, orem e façam penitência“.

“Acolhamos o convite de Maria que ecoam o de Cristo e peçamos-lhe ingressar com fé na Quaresma, para viver este tempo de graça com alegria interior e compromisso generoso,” disse o Papa.

Bento XVI pede fim da corrida armamentista nuclear

Nos cinqüenta anos da Agência Internacional para a Energia Atômica

CASTEL GANDOLFO, domingo, 29 de julho de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI lançou este domingo um apelo ao desarmamento nuclear e pediu que os recursos economizados com este compromisso sirvam para ajudar os mais pobres.

Suas palavras, que recordaram os 50 anos exatos da fundação da Agência Internacional para a Energia Atômica, foram ouvidas por milhares de peregrinos no pátio da residência pontifícia de Castel Gandolfo antes de rezar o Angelus.

Recordando o artigo II de seu Estatuto, explicou que entre os objetivos desta agência das Nações Unidas está «promover e aumentar a contribuição da energia atômica às causas da paz, da saúde e da prosperidade em todo o mundo».

«A Santa Sé, que aprova plenamente as finalidades deste organismo, é membro desde sua fundação e continua apoiando sua atividade», explicou aos peregrinos, muitos dos quais tiveram de seguir suas palavras desde a praça contígua desta localidade, situada a 30 quilômetros ao sul de Roma, por não encontrar espaço.

«As mudanças históricas ocorridas nos últimos cinqüenta anos – sublinhou – afirmam como, no difícil cruzamento de caminhos no qual se encontra a humanidade, cada vez é mais atual e urgente o compromisso por alentar a não-proliferação de armas nucleares, promover um progressivo e compartilhado desarme nuclear e favorecer o uso pacífico e seguro da tecnologia nuclear a favor de um autêntico desenvolvimento, que respeite o meio ambiente e que esteja sempre atento às populações mais desfavorecidas».

O bispo de Roma desejou que «tenham êxito os esforços de quem trabalha para perseguir com determinação estes três objetivos, com a meta de que os recursos economizados deste modo possam ser empregados em projetos de desenvolvimento em favor de todos os habitantes e, em primeiro lugar, dos mais pobres».

Citando o Catecismo da Igreja Católica (n. 2438), confirmou que «é preciso substituir a corrida de armamentos por um esforço comum para mobilizar os recursos para objetivos de desenvolvimento moral, cultural e econômico, redefinindo as prioridades e as escalas de valores».

Desta forma, pediu que «os conhecimentos científicos e técnicos se apliquem sempre com senso de responsabilidade e pelo bem comum, no pleno respeito do direito internacional».

Concluiu sua intervenção pedindo orações «para que os homens vivam em paz, e todos se sintam irmãos, filhos de um único Pai: Deus».

Programa Mundial de Alimentos agradece compromisso do Papa

Em uma audiência concedida nesta segunda-feira

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 15 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI recebeu nesta segunda-feira, em audiência privada, James Morris, diretor executivo do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, que agradeceu ao Papa seu compromisso a favor dos mais necessitados.

A audiência aconteceu depois de que no último dia 8 de janeiro Bento XVI fizesse um chamado à comunidade internacional, em seu discurso ao corpo diplomático, para pedir um maior compromisso na luta contra a fome, flagelo que voltou a aumentar após décadas de retrocesso.

«Foi uma admoestação que reflete o trabalho diário do Programa Mundial de Alimentos, e alenta a comunidade internacional a continuar com políticas ativas para alcançar as Metas de Desenvolvimento do Milênio, para reduzir à metade a proporção de pessoas com fome para o ano 2015», afirma um comunicado do Programa Mundial de Alimentos.

«Quero agradecer a Sua Santidade por seu contínuo compromisso pessoal, assim como o da Igreja Católica para com as pessoas pobres e desesperadas do mundo. O mundo desenvolvido deve fazer mais para ajudar os mais de 850 milhões que não têm comida suficiente», declarou Morris, que reconheceu a «extraordinária ajuda oferecida ao Programa Mundial de Alimentos em todo o mundo pelas organizações católicas».

«O apoio espiritual, moral e material do Papa Bento XVI e da Igreja Católica representa uma esperança real para oferecer um futuro a milhões de crianças», afirmou Morris.

«Estou sumamente agradecido por sua boa vontade, seu alento, sua fidelidade e especialmente pela especial preocupação do Santo Padre pelos vulneráveis no mundo. Seu espírito alenta a todos nós.»

O Programa Mundial de Alimentos é a maior agência humanitária do mundo: cada dia oferece comida a cerca de 90 milhões de pessoas pobres, entre elas, 58 milhões de crianças, ao menos em 80 países do mundo.

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