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Grotesca manifestação de satanistas pró-aborto causa repúdio

WASHINGTON DC, 27 Abr. 16 / 08:00 pm (ACI).- Causou repúdio entre os cidadãos uma grotesca manifestação do grupo Templo Satânico, a qual apareceu em meio a um protesto pacífico pró-vida do lado de fora de uma clínica abortista da transnacional Planned Parenthood nos Estados Unidos.

ADVERTÊNCIA: As imagens são fortes e podem ferir a suscetibilidade do leitor.

O fato ocorreu no último sábado, 23, quando um grupo de pessoas da Pro-life Society protestava ante uma clínica da Planned Parenthood em Detroit – um ato repetido em diferentes lugares dos Estados Unidos, convocado através da hashtag #protestpp –, enquanto recordavam que a transnacional é acusada de traficar órgãos de bebês abortados em suas instalações.

De repente, aproximadamente dez membros do Templo Satânico se aproximaram do lugar e iniciaram uma estranha representação na qual a maioria colocou uma máscara de bebê, onde um batia no outro com chicotes e colocavam talco e tomavam leite em garrafas ou mamadeiras grandes.

Junto a este grupo havia outros dois jovens vestidos de sacerdotes que pareciam imitar o que fazem os presbíteros na liturgia.

Acerca deste acontecimento, disseram que “a ação procurava expor a idolatria fetal” dos ativistas pró-vida e como estes últimos costumam fazer “propaganda” negativa dos promotores do aborto.

Em julho de 2015, o mesmo grupo satanista inaugurou uma escultura dedicada ao diabo em um banco abandonado no centro da cidade, a qual gerou o rechaço dos fiéis cristãos e do Arcebispado local.

A imagem foi elaborada em bronze, mede quase três metros e pesa uma tonelada. Representa a Baphomet, um ídolo em forma de cabra humanoide com asas, carrega o báculo de Asclépio no ventre e uma tocha entre seus chifres. A imagem custou 100.000 dólares e é usada em rituais satânicos.

No mesmo ano, o Templo Satânico também reuniu milhares de dólares para financiar uma batalha legal em favor do “direito ao aborto” e evitar que suas adeptas gestantes pudessem desistir deste procedimento.

A respeito da manifestação dos satanistas no dia 23 de abril, a ‘Pro Life Society’ afirmou que “Planned Parenthood deveria estar muito envergonhada de que estes tipos de pessoas defendam a sua organização”.

“É bastante óbvio que os satanistas estão a favor do assassinato dos não nascidos”, ressaltaram.

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Iniciada a investigação para a causa de beatificação de Chesterton

Monsenhor Peter John Haworth Doyle nomeou um clérigo para investigar as virtudes heróicas do escritor britânico

G. K. Chesterton

Roma,  (Zenit.orgAntonio Gaspari

O bispo britânico Peter John Haworth Doyle nomeou um clérigo para investigar a causa de beatificação do escritor Gilbert Keith Chesterton. A notícia foi dada por Dale Ahlquist, Presidente do American Chesterton Society, no passado 1º agosto.

Em seu discurso de abertura da 32ª Conferência Anual da American Chesterton Society, realizada no Colégio da Assunção, Ahlquist expressou alegria e gratidão por esta iniciativa porque “está em sintonia com os nossos desejos” para a canonização de Chesterton.

“É para mim um grande privilégio poder fazer esse anúncio – acrescentou – também porque a razão que motivou mons. Doyle é o fato de que quando o Cardeal Bergoglio era arcebispo de Buenos Aires falou favoravelmente para a abertura da causa”.

Mons. Doyle é bispo da Diocese de Northampton, uma sede sufragânea da Arquidiocese de Westminster, que inclui os condados de Bedfordshire e Northamptonshire, bem como o tradicional condado de Buckinghamshire.

Gilbert Keith Chesterton (1874-1936) é um dos escritores ingleses mais citados do mundo. Muito conhecidos seus livros “Ortodoxia”, “O homem eterno”, “A aventura de um homem vivo”, “São Tomás de Aquino”, “São Francisco de Assis”, bem como toda a série de histórias do “Padre Brown”. Em particular, é de grande importância o livro “A minha fé”, no qual explica a sua conversão ao catolicismo.

Está amplamente demonstrado que os escritos de Chesterton foram significativos para a conversão de muitas pessoas e que têm influenciado positivamente muitos dos grandes homens do século XX.

O escritor e filólogo britânico Clive Staples Lewis escreveu que, depois de ter lido o livro ChestertonThe Everlasting Man (traduzido para o português sob o título “O Homem Eterno”), “pela primeira vez eu vi a história de uma forma cristã que fazia sentido”.

De acordo com Dale Ahlquist, a abordagem de Dorothy Day para a economia foi influenciada por um modelo criado por Chesterton baseada nos ensinamentos sociais da Igreja e conhecido como “distributismo” (Dorothy Day foi um jornalista e ativista social anárquica norte-americano, famosa por suas campanhas de justiça social em defesa dos pobres e sem-teto. Converteu-se ao catolicismo em 1927 n.d.r.).

Chesterton também influenciou John Ronald Reuel Tolkien, autor de “O Senhor dos Anéis” e de outros célebres ‘pedras milenârias’ do gênero fantasy , como “O Hobbit” e “O Silmarillion”. E foi fonte de inspiração também para o escritor, dramaturgo, poeta e jornalista Maurice Baring, para o historiador Christopher Henry Dawson, para o teólogo monsenhor Ronald Knox, e para os autores agnósticos como o grande escritor argentino, Jorge Luis Borges.

Não basta ser um grande escritor para ser um santo, mas não há dúvida de que Chesterton foi um mestre da virtude. Magistrais os seus ensinamentos no campo da fé, da defesa da família natural, da santidade da vida e da justiça econômica.

No mundo, ele é conhecido por sua grande inteligência, humildade e alegria profunda que brotou do seu tornar-se católico. O presidente da Chesterton American Society lembrou a influência que Chesterton teve também sobre o servo de Deus e Arcebispo norte-americano Fulton John Sheen, entre os mais eficazes e brilhantes pregadores do seu tempo. “Acho que Chesterton é um santo para o nosso tempo e poderia continuar a atrair muitas pessoas à Igreja Católica”, concluiu Dale Ahlquist.

Traduzido do original italiano por Thácio Siqueira
(07 de Agosto de 2013) © Innovative Media Inc.

A Igreja contará com um novo santo e 35 novos beatos

Dom  Luigi Guanella / Cecilia Eusepi VATICANO, 01 Jul. 10 / 01:18 pm (ACI).- O Papa Bento XVI autorizou esta manhã a Congregação para a Causa dos Santos a promulgar os decretos referentes à canonização do sacerdote italiano Luigi Guanella, a beatificação de um sacerdote e três religiosas italianas, e 31 mártires da Espanha, Alemanha, Hungria e França.

Ao receber o Arcebispo Angelo Amato, S.D.B., prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o Papa autorizou a promulgação dos decretos sobre os milagres atribuídos à intercessão de:

Beato Luigi Guanella, italiano, (1842-1915), sacerdote, fundador da Congregação dos Servos da Caridade e do Instituto das Filhas de Santa Maria da Providência.

Venerável Giustino Maria Russolillo, italiano, (1891-1955), sacerdote, pároco de Pianura e  fundador da Sociedade  das  Divinas Vocações.

Venerável Serva de Deus Maria Serafina do Sagrado Coração de Jesus (no século: Clotilde Micheli), italiana, (1849-1911), fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos.

Venerável Serva de Deus Alfonsa Clerici, italiana, (1860-1930), religiosa professa da Congregação das Irmãs do Preciosíssimo Sangue de Monza.

Venerável Serva de Deus Cecilia Eusepi, italiana, (1910-1928), da Terceira Ordem Secular dos Servos de Maria.

Também se reconheceu o martírio de:

Servo de Deus Janos Scheffler, húngaro, (1887-1952), bispo de Satu Mare (Romênia).

Servos de Deus José María Ruiz Cano, Jesus Aníbal Gómez Gómez, Tomás Cordero Cordero e 13 companheiros da Congregação dos Missionários Filhos do Coração Imaculado da Bem-aventurada Virgem Maria; assassinados por ódio à fé durante a perseguição religiosa na Espanha em 1936.

Servos de Deus Carmelo María Moyano Linares e 9 companheiros da Ordem  Carmelita; assassinados por ódio à fé durante a perseguição religiosa na Espanha em 1936.

Servos de Deus Johannes  Prassek  e 2 companheiros, sacerdotes diocesanos, assassinados por ódio à fé em Hamburgo (Alemanha), em 10 de novembro de 1943.

Serva de Deus Marguerite Rutan, francesa, religiosa professa da Congregação das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paula, nascida em 1736 e assassinada em 1794.

Do mesmo modo, autorizou promulgar os decretos sobre as virtudes heróicas de:

Servo de Deus Basilio Martinelli, italiano, (1872-1962), sacerdote professo da Congregação das Escolas da Caridade (Instituto Cavanis).

Serva de Deus Maria Antonia de São José (no século: María Antonia de Paz y Figueroa), Argentina, (1730-1799), fundadora do Beatério dos Exercícios de  Buenos Aires (Argentina).

Serva de Deus Maria (no século: Casimira Kaupas), lituana, (1880-1940), fundadora da Congregação das Irmãs de São Casimiro.

Serva de Deus Maria Luisa (no século: Gertrude Prosperi), italiana, (1799-1847), abadessa do Monastério da Ordem de São Benito de Trevi.

Serva de Deus Maria Teresa (no século: María del Carmen Albarracín), espanhola, (1927-1946), religiosa professa das Irmãs de Maria Imaculada Missionárias Claretianas.

Serva de Deus Maria Plautilla (no século: Lucia Cavallo), italiana, (1913-1947), religiosa professa das Irmãzinhas Missionárias da Caridade.

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