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Habemus Papa – Francisco I (Jorge Bergoglio) é Argentino

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Habemus papam”! Coube ao protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, fazer o anúncio oficial. Foi eleito Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, arcebispo emérito de Buenos Aires, que será desiganado Francisco I. Às 19.14 horas da varanda da Basílica de S. Pedro foi anunciada oficialmente a eleição do sucessor de Bento XVI.
Habemus papam”! Coube ao protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, fazer o anúncio oficial. Foi eleito Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, arcebispo emérito de Buenos Aires, que será desiganado Francisco I. Às 19.14 horas da varanda da Basílica de S. Pedro foi anunciada oficialmente a eleição do sucessor de Bento XVI.

O argentino Jorge Mario Bergoglio, arcebispo emérito de Buenos Aires, Argentina, é um sacerdote de origem jesuíta. As suas primeiras palavras na varanda da basílica de S. Pedro simples: “Os cardeais foram buscar-me ao fim do mundo”. De seguida dirigiu palavras de saudação a Bento XVI.

Antes da benção “urbi et orbi”, Francisco I pediu um período de silêncio, “um favor”, para que o povo pedisse que o Senhor o abençoasse e dirigiu um apelo à fraternidade no seio da Igreja.

A fumaça branca saiu da chaminé da Capela Sistina à 19.07 horas (hora de Portugal continental) assinalando a eleição de um novo papa pelos 115 cardeais eleitores para suceder a Bento XVI.

Para conhecer o nome do novo Papa foi necessário esperar que o novo líder da Igreja Católica aceitasse a nomeação e escolhesse um nome antes que o protodiácono, o cardeal francês Jean-Louis Tauran, se apresentasse para o anúncio oficial (“habemus papam”). Só então o novo Papa se apresenta na varanda da Basílica de S. Pedro.

O sinal de fumaça branca foi aclamado após alguns instantes de hesitação pela multidão que enche a Praça de S. Pedro, no Vaticano, já que inicialmente a fumaça não era suficientemente branca.

Meio milhão de franceses sairão às ruas em defesa do matrimônio

PARIS, 10 Jan. 13 / 11:19 am (ACI/EWTN Noticias).- No próximo dia 13 de janeiro as ruas da França estarão lotadas por 500 mil pessoas em defesa do autêntico matrimônio e que expressarão sua desconformidade com o projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais e a adoção por parte destes casais, uma iniciativa promovida pelo presidente Francois Hollande.

Em declarações ao grupo ACI, um dos organizadores da chamada “Marcha para todos”, Lionel Lumbroso, assinalou que a marcha representa a grande diversidade da população francesa, porque participarão pessoas de diferentes religiões e crenças políticas “podemos ver que estamos unidos com os valores republicanos”.

Pediu-se aos participantes que estejam vestidos com as cores azul, branca ou rosa, como fizeram na marcha de novembro que reuniu em diferentes cidades da França a 250 mil pessoas.

A marcha de 13 de janeiro percorrerá três rotas distintas que se unirão em Champs de Mars terminando debaixo da Torre Eiffel. “Quanto mais sejamos, é mais difícil sermos ignorados pelo governo”, disse Lumbroso.

Neste contexto, um total de 50 líderes muçulmanos franceses assinaram uma carta onde fazem um chamado urgente a 5 milhões de habitantes dessa religião do país a unir-se à marcha em Paris. “Protestaremos em 13 de janeiro, unindo-nos a esta campanha pluralista para preservar o matrimônio tradicional”, assinalam.

O projeto de lei para legalizar as uniões homossexuais na França se debaterá no parlamento em 29 de janeiro, proposta que também pretende permitir a casais do mesmo sexo a que adotem crianças, trocando as palavras “mãe” ou “pai” por “pai 1” e “pai 2”.

Em 17 de novembro de 2012, nas principais cidades da França como Paris, Toulouse, Lyon, Marsella, Nantes, Rennes, Metz, Dijon e Burdeos 250 mil pessoas marcharam em defesa do autêntico matrimônio.

Derrubando o mito laicista de que a defesa do matrimônio é uma questão confessional, em Lyon marcharam juntos o Arcebispo, Cardeal Philippe Barbarin, e o reitor da mesquita muçulmana da cidade, Kamel Kabtane, quem assinalou que “compartilhamos os mesmos valores fundamentais e esses devemos defendê-los juntos”.

Papa: missão da Igreja é anunciar amor misericordioso de Deus

Intervenção por ocasião do “Regina Caeli”

CASTEL GANDOLFO, domingo, 11 de abril de 2010 (ZENIT.org).- A missão da Igreja é mostrar o rosto misericordioso de Deus, recordou Bento XVI neste domingo, durante a oração do Regina Caeli, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, onde está passando alguns dias de descanso, após as celebrações pascais.

O Papa recordou que o 2º domingo da Páscoa é chamado, desde a Antiguidade, de in albis, do nome latino alba, “dado pela vestidura branca que os neófitos usavam no Batismo, da noite da Páscoa”.

“O venerável João Paulo II – acrescentou – dedicou este mesmo domingo à Divina Misericórdia, por ocasião da canonização de Maria Faustina Kowalska, no dia 30 de abril de 2000.”

“Hoje, domingo, termina a Oitava da Páscoa, como um único dia ‘feito pelo Senhor’, marcado pelo distintivo da Ressurreição e pela alegria dos discípulos ao ver Jesus”, observou.

A passagem do dia, tomada do Evangelho de São João (20, 19-31), recorda a visita de Jesus aos discípulos, atravessando as portas fechadas do Cenáculo.

“Jesus mostra os sinais da Paixão, até permitindo ao incrédulo Tomé que os tocasse. Como é possível, no entanto, que um discípulo possa duvidar?”, perguntou-se o Papa.

“Na verdade, a condescendência divina nos permite tirar proveito também da incredulidade de Tomé, e não só dos discípulos crentes. De fato, tocando as feridas do Senhor, o discípulo vacilante cura não somente sua própria desconfiança, mas também a nossa.”

“A visita do Ressuscitado – prosseguiu – não se limita ao espaço do Cenáculo, mas vai além, para que todos possam receber o dom da paz e da vida com o ‘Sopro criador’.”

“De fato, em dois momentos, Jesus disse aos discípulos: ‘A paz esteja convosco’. E acrescentou: ‘Como o Pai me enviou, também eu vos envio.’ E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: ‘Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos’.”

“Esta é a missão da Igreja, perenemente assistida pelo Paráclito: levar a todos o alegre anúncio, a gozosa realidade do amor misericordioso de Deus, ‘para que – como diz São João – acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome’.”

À luz disso, no Ano Sacerdotal em curso, Bento XVI exortou particularmente “todos os pastores a seguirem o exemplo do Santo Cura de Ars, que, no seu tempo, soube transformar o coração e a vida de muitas pessoas, porque conseguiu fazer-lhes sentir o amor misericordioso do Senhor”.

“Também hoje é urgente igual anúncio e testemunho da verdade do Amor”, concluiu o Pontífice.

“Dessa forma, tornaremos cada vez mais familiar e próximo Aquele que nossos olhos não viram, mas de cuja infinita misericórdia temos certeza absoluta.”

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