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OKLAHOMA, 23 Set. 14 / 10:20 am (ACI/EWTN Noticias).- Centenas de católicos em Oklahoma se unem em adoração eucarística, procissões e orações por causa da “missa negra” realizada no domingo passado, 21 de setembro, em Oklahoma (Estados Unidos).

Durante a celebração da Hora Santa, na Igreja de São Francisco de Assis, o Arcebispo de Oklahoma City, Dom Paul Coakle, indicou que “estamos reunidos como testemunhas da esperança em um tempo em que a escuridão parece estar ganhando terreno, tanto aqui como ao redor do mundo”.

“Sabemos que Cristo é vitorioso! Ele venceu Satanás. Ele destruiu o reino do pecado e o poder da morte através da sua Santa Cruz e da sua gloriosa Ressurreição”.

A 3 quilômetros de distância, algumas horas mais tarde do mesmo domingo, centenas de católicos chegaram ao lado de fora do Salão Musical do Centro Cívico de Oklahoma City para manifestar-se contra a “missa negra”.

Alguns levaram crucifixos e outros imagens de Nossa Senhora. Também levaram diversos cartazes com a frase “Eu acredito na Santa Igreja Católica”.

Estefani Martínez, uma das manifestantes, lamentou em declarações à emissora local News 9 que alguns “adorem o demônio no lugar de Deus”.

O grupo ocultista Dakhma de Angra Mainyu programou uma “missa negra” no salão musical administrado pela cidade. Uma missa negra é uma cerimônia sacrílega que invoca a Satanás e zomba da Missa católica. Envolve a profanação da Eucaristia, geralmente depois do roubo de uma Hóstia consagrada de uma igreja católica, e a usa em um ritual profano e sexual.

Adam Daniels, que organizou o evento, assegurou ter em sua posse uma Hóstia consagrada que recebeu de um amigo pelo correio. Entretanto, em 21 de agosto, seu advogado entregou a suposta Hóstia a um sacerdote da arquidiocese de Oklahoma City, depois de ter sido denunciado por roubo.

Foram vendidas 100 entradas para a “missa negra”, no entanto, participaram apenas 40 pessoas. O custo de cada entrada era de 15 dólares.

O rito satânico começou às 19h (hora local), com três músicos e Daniels vestido com uma túnica negra, que assegurou que seu propósito era destruir o temor pela Igreja Católica, conforme informou News 9.

Horas antes, na igreja de São Francisco de Assis, Dom Paul Coakley alertou que a “missa negra” requer “corromper e profanar a Eucaristia”, porque “os satanistas, e seu amo, sabem quem está presente”. “Eles reconhecem a Presença Real do Senhor Jesus, não para adorá-lo, mas só para zombar e desprezar com ódio”, disse.

“Não estamos aqui, entretanto, para protestar”, acrescentou. “Por um momento, coloquemos de lado a nossa indignação. Estamos aqui para louvar e adorar. Estamos aqui para agradecer pelos dons da nossa fé e pelo tesouro incomensurável da presença permanente do Senhor conosco no Sacramento do seu Corpo e Sangue”.

Dom Coakley disse que os católicos se reúnem diante de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento “para escutar a sua Santa Palavra e abrir-se às inspirações de seu Espírito, para que assim nos tornemos mais fiéis e testemunhas autênticas de seu amor e misericórdia em meio de nossa família humana, quebrada e sofredora”.

O Prelado e muitos outros católicos participaram de uma procissão Eucarística depois da Hora Santa.

Por sua parte, o Bispo de Tulsa, Dom Edward Slattery, presidiu uma procissão Eucarística e uma exposição do Santíssimo Sacramento na Catedral da Sagrada Família como reparação pelo ato satânico.

“Estamos fazendo isto para fortalecer a fé do nosso povo, e para lhes dar uma oportunidade de reagir de uma forma muito positiva ao anúncio da missa negra”, disse o Prelado.

Dom Slattery assinalou que esta “é uma forma de exercer a sua fé e uma oportunidade para rezar juntos em uma reação ao que é realmente uma maldição e blasfêmia porque acreditam que o Sagrado Sacramento é Deus mesmo”.

O Bispo disse que os organizadores da “missa negra” na realidade “abraçam o mal, a ira e a vingança, enquanto os católicos pregam “o amor de Deus à humanidade. Perdão, amor, misericórdia e paz”.

“Respondemos ao ódio com o perdão, com o amor e mostrando o que é belo”, disse.

Michael Ortega, um católico que participou do evento em Tulsa, disse à Tulsa World que compareceu “devido ao amor e apoio a minha Igreja, e o amor e devoção que tenho por Nosso Senhor Jesus Cristo”.



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Este sábado se inicia exibição do Santo Sudário em Turim

abr 9, 2010 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

VATICANO, 09 Abr. 10 / 11:20 am (ACI).- Este sábado 10 de abril se inicia na Catedral da cidade italiana de Turim a exibição do Santo Sudário. Este importante evento concluirá em 23 de maio e terá entre seus visitantes o Papa Bento XVI quem presidirá uma Solene Eucaristia no domingo 2 de maio na Praça de São Carlos.

Nos dias da exibição, a Missa se celebra na Catedral, diante do Sudário, cada manhã às 7:00. Ao final, rezarão as laudes. O Santíssimo Sacramento fica exposto na penitenciaria, no Palazzo Chiablese ao longo de toda a jornada. A capela está reservada à oração silenciosa e à adoração eucarística.

Na mesma penitenciaria estarão sacerdotes para administrar o sacramento da Reconciliação. Desde o final da Missa até às 8:00 p.m. o percurso está aberto à visita do Sudário. Para isso é indispensável ter feito a reserva através da Web: www.sindone.org

Também será possível chegar à catedral entrando pela porta central, mas desde ali só será possível ver o Sudário de longe. O espaço da abóbada central está reservado à oração e à reflexão silenciosa. De noite, segundo o que se indicará no calendário, a catedral poderá ficar aberta para acolher celebrações particulares ou iniciativas culturais de caráter religioso.

Alguns dados

Uma sólida tradição demonstra que o Santo Sudário de Turim é o sudário que envolveu o corpo de Jesus Cristo depois de sua morte. Esta é uma peça de linho tecida que mede 4,37 metros de comprimento e 1,11 de largura.

O manto leva a imagem detalhada da frente e as costas de um homem que foi crucificado de maneira idêntica a Jesus de Nazaré conforme descrevem as Escrituras.

O manto está em Turim, Itália, desde 1578 e é posto em exposição pública aproximadamente uma vez por cada geração.

Com o fim de determinar o modo como a imagem foi impressa no Lençol, mais de 1000 investigações científicas das mais diversas especialidades foram realizadas e se tomaram 32 mil fotografias.

No sítio www.sindone.org se recolhem os textos e as informações relativas a todos os aspectos da organização da exibição.


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    Papa ordena 19 sacerdotes e adverte: «mundo» contamina a Igreja

    mai 4, 2009 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

    A dor do apóstolo, «ver que Deus não é conhecido»

    CIDADE DO VATICANO, domingo, 3 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Ao ordenar dezenove sacerdotes neste domingo, Bento XVI constatou que «o mundo», entendido no sentido evangélico, também contamina a Igreja.

    Na homilia da celebração eucarística, presidida na Basílica de São Pedro no Vaticano, o pontífice ofereceu pistas para viver uma vida de santidade aos novos presbíteros da diocese de Roma.

    A metade dos até agora diáconos procediam da Cidade Eterna ou de sua província; outros três eram italianos de outras localidades, e seis de diferentes países: Nigéria, Haiti, Croácia, República Tcheca, Chile e Coréia do Sul.
    O Papa lhes alentou a viver uma vida de entrega total a Deus, como a dos apóstolos que mudaram o curso da história anunciando a salvação no nome de Cristo.

    «O discípulo, e especialmente o apóstolo, experimenta o mesmo gozo de Jesus ao conhecer o nome e o rosto do Pai; e compartilha também sua mesma dor ao ver que Deus não é conhecido, que seu amor não é experimentado», explicou o Santo Padre.

    «Por um lado exclamamos, como João em sua primeira Carta: “Olhai que amor nos teve o Pai para chamar-nos filhos de Deus, pois o somos!”; e por outra parte, com amargura, constatamos: “O mundo não nos conhece porque não conheceu a ele” (1 Jo 3, 1)».

    «É verdade – reconheceu o Papa –, e nós, os sacerdotes, o sabemos por experiência: o “mundo”, na acepção de João, não compreende o cristão, não compreende aos ministros do Evangelho. Em parte, porque de fato não conhece a Deus; e em parte, porque não quer conhecê-lo».

    «O mundo não quer conhecer Deus e escutar seus ministros, pois isto o poria em crise», declarou.
    O mundo, disse, insistindo no sentido evangélico deste termo, «insidia também à Igreja, contagiando seus membros e os próprios ministros ordenados».

    O «mundo», sublinhou, «é uma mentalidade, uma maneira de pensar e de viver que pode contaninar inclusive à Igreja, e de fato a contamina, e portanto exige constante vigilância e purificação».

    «Estamos ‘no’ mundo, e corremos também o risco de ser ‘do’ mundo. E, de fato, às vezes o somos».
    Para poder tender à entrega total a Deus, à santidade, o Papa recomendou aos novos sacerdotes vida de oração, «antes de tudo, na santa missa cotidiana».

    «A celebração eucarística é o ato de oração maior e mais alto e constitui o centro e a fonte da qual também as demais formas de oração recebem a “seiva”: a liturgia das horas, a adoração eucarística, alectio divina, o santo Rosário, a meditação».

    «O sacerdote que reza muito e reza bem, vai ficando progressivamente despojado de si mesmo e fica cada vez mais unido a Jesus, Bom Pastor e Servo dos irmãos», assegurou o Papa.

    «Em conformidade com ele, também o sacerdote ‘dá a vida’ pelas ovelhas que lhe foram encomendadas», concluiu.



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    Papa convida a redescobrir presença de Cristo na Eucaristia

    mar 15, 2009 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Igreja

    Recebe em audiência os membros da Congregação para o Culto Divino

    Por Inma Álvarez

    CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 13 de março de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI sublinhou nesta quinta-feira a importância de aprofundar no mistério da Eucaristia, aumentando a consciência dos fiéis, especialmente dos futuros sacerdotes, sobre a Presença Real de Cristo nas espécies eucarísticas.

    Esta preocupação foi o tema central de seu discurso aos participantes na plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que dedicaram o tema de sua reunião à prática da adoração eucarística.

    O Papa agradeceu neste sentido que para o dicastério atualmente presidido pelo cardeal Antonio Cañizares, administrador apostólico de Toledo, «a insistência sobre o tema da Eucaristia como fonte inextinguível de santidade foi uma urgência de primeira ordem».

    Na atualidade é necessário, sublinhou o Papa, «promover a fé na presença real do Senhor na Santa Eucaristia e assegurar na celebração da Santa Missa toda a dimensão da adoração», para o qual a prática da adoração eucarística supõe um recurso pastoral importante.

    Este esclarecimento é importante, sublinhou, sobretudo pelos «desvios que talvez contaminaram a renovação litúrgica pós-conciliar, revelando uma compreensão reducionista demais do mistério eucarístico».

    Esta preocupação esteve muito presente no Sínodo de 2005, no qual «os padres sinodais não haviam deixado de manifestar preocupação por certa confusão gerada depois do Concílio Vaticano II, sobre a relação entre Missa e adoração do Santíssimo Sacramento», explicou o Papa.

    Diante disto, o Papa recorda que a doutrina da transubstanciação do pão e do vinho e da presença real «são verdades de fé evidentes já na própria Sagrada Escritura e confirmadas depois pelos padres da Igreja».

    Adoração de amor

    O pontífice quis também especificar o sentido que o termo «adoração» deve ter para os cristãos, e que não é o da mera submissão, mas que «a palavra latina ad-oratio, ao contrário, denota o contato físico, o beijo, o abraço, que está implícito na idéia do amor».

    «O aspecto da submissão prevê uma relação de união, porque aquele a quem nos submetemos é Amor. De fato, na Eucaristia a adoração deve converter-se em união: união com o Senhor vivo e depois com seu Corpo místico», explica.

    Recordou suas próprias palavras na esplanada de Marienfeld, durante a Jornada Mundial da Juventude de Colônia: na Eucaristia se vive a «profunda transformação da violência em amor, da morte em vida; ela arrasta consigo as demais transformações. Pão e vinho se convertem em seu Corpo e Sangue».

    «Este aprofundamento será possível só através de um maior conhecimento do mistério em plena fidelidade à sagrada Tradição, e aumentando a vida litúrgica dentro de nossas comunidades», acrescenta o Papa, citando a Spiritus et Sponsa de João Paulo II.

    Neste sentido, animou também a redescobrir outras práticas ligadas à Eucaristia, como o jejum, especialmente nesta Quaresma, «não só como prática ascética, mas também como preparação para a Eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo eventual apego desordenado a nós mesmos».

    «Que este período intenso da vida litúrgica nos ajude a afastar tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar o que nutre a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo», concluiu.



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    Cardeal Cañizares: «adorar Deus é o que muda a vida dos cristãos»

    mar 11, 2009 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

    A Congregação para o Culto Divino refletirá sobre a importância da adoração eucarística

    CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 10 de março de 2009 (ZENIT.org).- Nesta época de secularização, é conveniente, seguindo o exemplo do próprio Papa Bento XVI, recuperar a prática da adoração eucarística. Assim deu a entender hoje o prefeito da Congregação para o Culto Divino, cardeal Antonio Cañizares, a propósito da plenária que seu dicastério realiza esta semana.

    Em declarações à Rádio Vaticano, o purpurado explicou que a adoração eucarística será o tema central da reunião plenária, que acontecerá na Santa Sé até a próxima sexta-feira.

    «A liturgia é antes de tudo adoração – explicou. A Igreja é obra de Deus, é ação de Deus, é reconhecimento do que Deus faz em favor dos homens. E a adoração que a liturgia expressa, sobretudo a Eucaristia, é o reconhecimento de Deus, de que tudo vem d’Ele, de que tudo o que nos pertence deve chegar a Ele.»

    Precisamente no atual contexto de secularização, em que «se tende a esquecer Deus, a considerá-lo pouco importante para a vida», acrescentou o cardeal Cañizares, é oportuno «reafirmar que Deus é o primeiro».

    «Isso é o que mudará a vida dos cristãos e da Igreja», acrescentou. Quando a Igreja «esquece que Deus é o centro de tudo, converte-se em uma instituição meramente humana».

    Uma prática secular

    Ainda que a devoção eucarística tenha sido de grande importância desde os primeiros séculos do cristianismo, a adoração fora da Missa começa a ser configurada desde o século XI, e sobretudo após a afirmação da presença real de Cristo pelos concílios romanos de 1059 e de 1079.

    A adoração eucarística recebeu um forte impulso entre os séculos XIII e XIV, com o estabelecimento da festa de Corpus Christi em todo o mundo cristão, uma devoção que em oito séculos aumentou enormemente, especialmente após o Concílio de Trento, na Espanha, na Itália e nos países latino-americanos.

    Ao longo da história, surgiram muitas associações dedicadas à veneração do Santíssimo Sacramento. A mais estendida atualmente é a Adoração Noturna, que em sua forma atual procede da associação fundada por Hermann Cohen em Paris, em 1848.


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    Inicia Congresso Eucarístico de Québec

    jun 17, 2008 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Igreja, Mundo

    QUÉBEC, segunda-feira, 16 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Cerca de 11 mil peregrinos, 50 cardeais e mais de 100 bispos participam desde ontem do 49º Congresso Eucarístico Internacional, que se desenvolve em Québec, Canadá, com o lema «A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo», e que se estenderá até 22 de junho.

    A abertura formal foi feita pelo legado pontifício, cardeal Jozef Tomko, persidente emérito do Comitê Pontifício para os Congressos Eucarísticos Internacionais, que foi portador de uma mensagem especial do Papa Bento XVI. Também se abriu o Congresso nos lugares de adoração eucarística.

    Apesar de que o pontífice não viajará ao Canadá, a tecnologia permitirá que pronuncie em 22 de junho a homilia da missa de encerramento, ao vivo, via satélite desde Roma. Para poder vê-la e escutá-la, os organizadores colocarão telões em toda a área. A missa começará às 11h com uma procissão de 1.200 pessoas.

    Procissão eucarística

    Nesta segunda-feira, o arcebispo de Washington, Dom Donald William Wuerl, falou sobre «a Eucaristia, dom de Deus por excelência», e estava prevista uma procissão eucarística pelas ruas de Québec, que sairá do Colisée Pepsi para ir até o Ágora do Porto Velho, em um percurso de pouco mais de 5 quilômetros.

    O cardeal Marc Ouellet, arcebispo de Québec, encarregado da organização do Congresso, explicou que «esta atividade pública permitirá um encontro entre os peregrinos congressistas e os cidadãos da Cidade de Québec».

    Cerca de 15 mil pessoas participarão da procissão, que será encabeçada por um veículo no qual se transportará o Santíssimo Sacramento. Para a ocasião, o veículo foi chamado de Tabor, pelo Monte Tabor, que se encontra na Palestina e é altamente simbólico.

    Imensos estandartes e portadores de figuras gigantes acompanharão a multidão de caminhantes. Entre elas, haverá também imagens de santos e beatos canadenses.

    Durante todo o trajeto, estão previstas paradas em diferentes lugares. A primeira escala se fará por volta das 19h30, na igreja Saint-François-d’Assise, onde já estarão reunidas algumas pessoas. Nesse momento, o Cardeal Tomko entrará na igreja, acompanhando o Santíssimo Sacramento, e abençoará a assembléia.

    A segunda parada será por volta das 21h, na igreja Saint-Roch, na qual poderá entrar muita gente. A escolha desee ponto para deter-se se deve ao apoio que se dá às numerosas ações sociais e comunitárias que surgiram no bairro Saint-Roch. Como na igreja Saint-François-d’Assise, o legado visitará esse lugar sagrado.

    Lá os peregrinos poderão acender seu círio ao iniciar a etapa final que os levará ao Ágora. Cerca de 20 minutos antes que os peregrinos cheguem, o grupo Gen Verde subirá ao cenário do Ágora.



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    Roma, 18 Abr. 08 / 07:00 pm (ACI).- A missiva, publicada no fim de semana pelo L’Osservatore Romano, foi escrita em ocasião da Jornada Mundial pela Santificação dos sacerdotes, que se celebra em 30 de maio, Solenidade do Sagrado Coração do Jesus.

    Depois de destacar a “prioridade da oração em relação à ação, enquanto que da primeira depende a incessante atividade”, o Cardeal Hummes explica que “da relação pessoal de cada um com o Senhor Jesus depende enormemente a missão da Igreja“.

    “A missão, então, deve ser nutrida pela oração. ‘Chegou o momento de reafirmar a importância da oração frente ao activismo e ao secularismo‘ (Bento XVI, Deus caritas est, n° 37). Não nos estanquemos de procurar a sua misericórdia, de deixá-lo olhar e curar as feridas dolorosas de nosso pecado e assombremo-nos frente ao milagre, sempre novo, de nossa humanidade redimida”, prossegue o Cardeal.

    Logo de encorajar que os sacerdotes sejam “peritos da misericórdia de Deus em nós, para que assim sejamos instrumentos no abraço, de modo sempre renovado, da humanidade ferida”, o Cardeal sublinhou que “somos, enfim, presbíteros graças ao ato mais alto da misericórdia de Deus e à contemplação de sua predileção: o sacramento da Ordem”.

    Seguidamente, assinalou que “a dimensão mais autêntica de nosso sacerdócio é a mendicidade, a oração simples e contínua, que se aprende na oração silenciosa que sempre caracterizou a vida dos santos e é solicitada insistentemente”.

    O Prefeito da Congregação para o Clero remarcou que “a única medida adequada, frente a nossa Santa vocação, é a radicalidade. Esta total dedicação, na consciência de nossa infidelidade, pode aparecer somente como uma renovada decisão em oração que, logo, Cristo realiza dia a dia”.

    Depois de reconhecer que “o mesmo dom do celibato sacerdotal surge do acolher e viver nesta dimensão de radicalidade e plena configuração a Cristo”, o Cardeal Hummes advertiu energicamente que “qualquer outra posição, em relação à realidade da relação com Ele, corre o risco de converter-se em ideologia”.

    “Sejamos fiéis, queridíssimos irmãos, à celebração cotidiana da Santíssima Eucaristia, não para cumprir um esforço pastoral ou um ensino da comunidade confiada a nós, mas sim pela absoluta necessidade pessoal que advertimos em nós, como a respiração, como a luz para nossa vida, como a única razão adequada para uma existência sacerdotal adequada”, alentou.

    Ao colocar de relevo a necessidade dos sacerdotes da adoração eucarística cotidiana, o Prefeito assegurou que “como o fato de ser missionária é intrínseco à natureza mesma da Igreja, do mesmo modo a nossa missão está inscrita na identidade sacerdotal, e assim a urgência missionária é uma questão de consciência de nós mesmos”.

    “Fundamente imprescindível da inteira vida sacerdotal é a Santa Mãe de Deus. A relação com ela não pode se resolver em uma piedosa prática devocional, mas sim está nutrida pelo contínua entrega, entre os braços da sempre Virgem, de toda a nossa vida, de nosso ministério em sua totalidade”, disse.

    “Confiamo-nos à intercessão da Virgem Santa Reina dos Apóstolos, Mãe muito doce, olhamos com ela a Cristo, na contínua tensão de ser totalmente, radicalmente seus. Esta é nossa identidade!”, continuou.

    “O Senhor nos guie e proteja a todos e cada um, de maneira especial aos doentes e o que sofrem, na constante oferenda de nossa vida por amor”, finalizou o Cardeal.


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