Este sábado se inicia exibição do Santo Sudário em Turim

abr 9, 2010 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

VATICANO, 09 Abr. 10 / 11:20 am (ACI).- Este sábado 10 de abril se inicia na Catedral da cidade italiana de Turim a exibição do Santo Sudário. Este importante evento concluirá em 23 de maio e terá entre seus visitantes o Papa Bento XVI quem presidirá uma Solene Eucaristia no domingo 2 de maio na Praça de São Carlos.

Nos dias da exibição, a Missa se celebra na Catedral, diante do Sudário, cada manhã às 7:00. Ao final, rezarão as laudes. O Santíssimo Sacramento fica exposto na penitenciaria, no Palazzo Chiablese ao longo de toda a jornada. A capela está reservada à oração silenciosa e à adoração eucarística.

Na mesma penitenciaria estarão sacerdotes para administrar o sacramento da Reconciliação. Desde o final da Missa até às 8:00 p.m. o percurso está aberto à visita do Sudário. Para isso é indispensável ter feito a reserva através da Web: www.sindone.org

Também será possível chegar à catedral entrando pela porta central, mas desde ali só será possível ver o Sudário de longe. O espaço da abóbada central está reservado à oração e à reflexão silenciosa. De noite, segundo o que se indicará no calendário, a catedral poderá ficar aberta para acolher celebrações particulares ou iniciativas culturais de caráter religioso.

Alguns dados

Uma sólida tradição demonstra que o Santo Sudário de Turim é o sudário que envolveu o corpo de Jesus Cristo depois de sua morte. Esta é uma peça de linho tecida que mede 4,37 metros de comprimento e 1,11 de largura.

O manto leva a imagem detalhada da frente e as costas de um homem que foi crucificado de maneira idêntica a Jesus de Nazaré conforme descrevem as Escrituras.

O manto está em Turim, Itália, desde 1578 e é posto em exposição pública aproximadamente uma vez por cada geração.

Com o fim de determinar o modo como a imagem foi impressa no Lençol, mais de 1000 investigações científicas das mais diversas especialidades foram realizadas e se tomaram 32 mil fotografias.

No sítio www.sindone.org se recolhem os textos e as informações relativas a todos os aspectos da organização da exibição.


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    Papa ordena 19 sacerdotes e adverte: «mundo» contamina a Igreja

    mai 4, 2009 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

    A dor do apóstolo, «ver que Deus não é conhecido»

    CIDADE DO VATICANO, domingo, 3 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Ao ordenar dezenove sacerdotes neste domingo, Bento XVI constatou que «o mundo», entendido no sentido evangélico, também contamina a Igreja.

    Na homilia da celebração eucarística, presidida na Basílica de São Pedro no Vaticano, o pontífice ofereceu pistas para viver uma vida de santidade aos novos presbíteros da diocese de Roma.

    A metade dos até agora diáconos procediam da Cidade Eterna ou de sua província; outros três eram italianos de outras localidades, e seis de diferentes países: Nigéria, Haiti, Croácia, República Tcheca, Chile e Coréia do Sul.
    O Papa lhes alentou a viver uma vida de entrega total a Deus, como a dos apóstolos que mudaram o curso da história anunciando a salvação no nome de Cristo.

    «O discípulo, e especialmente o apóstolo, experimenta o mesmo gozo de Jesus ao conhecer o nome e o rosto do Pai; e compartilha também sua mesma dor ao ver que Deus não é conhecido, que seu amor não é experimentado», explicou o Santo Padre.

    «Por um lado exclamamos, como João em sua primeira Carta: “Olhai que amor nos teve o Pai para chamar-nos filhos de Deus, pois o somos!”; e por outra parte, com amargura, constatamos: “O mundo não nos conhece porque não conheceu a ele” (1 Jo 3, 1)».

    «É verdade – reconheceu o Papa –, e nós, os sacerdotes, o sabemos por experiência: o “mundo”, na acepção de João, não compreende o cristão, não compreende aos ministros do Evangelho. Em parte, porque de fato não conhece a Deus; e em parte, porque não quer conhecê-lo».

    «O mundo não quer conhecer Deus e escutar seus ministros, pois isto o poria em crise», declarou.
    O mundo, disse, insistindo no sentido evangélico deste termo, «insidia também à Igreja, contagiando seus membros e os próprios ministros ordenados».

    O «mundo», sublinhou, «é uma mentalidade, uma maneira de pensar e de viver que pode contaninar inclusive à Igreja, e de fato a contamina, e portanto exige constante vigilância e purificação».

    «Estamos ‘no’ mundo, e corremos também o risco de ser ‘do’ mundo. E, de fato, às vezes o somos».
    Para poder tender à entrega total a Deus, à santidade, o Papa recomendou aos novos sacerdotes vida de oração, «antes de tudo, na santa missa cotidiana».

    «A celebração eucarística é o ato de oração maior e mais alto e constitui o centro e a fonte da qual também as demais formas de oração recebem a “seiva”: a liturgia das horas, a adoração eucarística, alectio divina, o santo Rosário, a meditação».

    «O sacerdote que reza muito e reza bem, vai ficando progressivamente despojado de si mesmo e fica cada vez mais unido a Jesus, Bom Pastor e Servo dos irmãos», assegurou o Papa.

    «Em conformidade com ele, também o sacerdote ‘dá a vida’ pelas ovelhas que lhe foram encomendadas», concluiu.



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    Papa convida a redescobrir presença de Cristo na Eucaristia

    mar 15, 2009 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Igreja

    Recebe em audiência os membros da Congregação para o Culto Divino

    Por Inma Álvarez

    CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 13 de março de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI sublinhou nesta quinta-feira a importância de aprofundar no mistério da Eucaristia, aumentando a consciência dos fiéis, especialmente dos futuros sacerdotes, sobre a Presença Real de Cristo nas espécies eucarísticas.

    Esta preocupação foi o tema central de seu discurso aos participantes na plenária da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que dedicaram o tema de sua reunião à prática da adoração eucarística.

    O Papa agradeceu neste sentido que para o dicastério atualmente presidido pelo cardeal Antonio Cañizares, administrador apostólico de Toledo, «a insistência sobre o tema da Eucaristia como fonte inextinguível de santidade foi uma urgência de primeira ordem».

    Na atualidade é necessário, sublinhou o Papa, «promover a fé na presença real do Senhor na Santa Eucaristia e assegurar na celebração da Santa Missa toda a dimensão da adoração», para o qual a prática da adoração eucarística supõe um recurso pastoral importante.

    Este esclarecimento é importante, sublinhou, sobretudo pelos «desvios que talvez contaminaram a renovação litúrgica pós-conciliar, revelando uma compreensão reducionista demais do mistério eucarístico».

    Esta preocupação esteve muito presente no Sínodo de 2005, no qual «os padres sinodais não haviam deixado de manifestar preocupação por certa confusão gerada depois do Concílio Vaticano II, sobre a relação entre Missa e adoração do Santíssimo Sacramento», explicou o Papa.

    Diante disto, o Papa recorda que a doutrina da transubstanciação do pão e do vinho e da presença real «são verdades de fé evidentes já na própria Sagrada Escritura e confirmadas depois pelos padres da Igreja».

    Adoração de amor

    O pontífice quis também especificar o sentido que o termo «adoração» deve ter para os cristãos, e que não é o da mera submissão, mas que «a palavra latina ad-oratio, ao contrário, denota o contato físico, o beijo, o abraço, que está implícito na idéia do amor».

    «O aspecto da submissão prevê uma relação de união, porque aquele a quem nos submetemos é Amor. De fato, na Eucaristia a adoração deve converter-se em união: união com o Senhor vivo e depois com seu Corpo místico», explica.

    Recordou suas próprias palavras na esplanada de Marienfeld, durante a Jornada Mundial da Juventude de Colônia: na Eucaristia se vive a «profunda transformação da violência em amor, da morte em vida; ela arrasta consigo as demais transformações. Pão e vinho se convertem em seu Corpo e Sangue».

    «Este aprofundamento será possível só através de um maior conhecimento do mistério em plena fidelidade à sagrada Tradição, e aumentando a vida litúrgica dentro de nossas comunidades», acrescenta o Papa, citando a Spiritus et Sponsa de João Paulo II.

    Neste sentido, animou também a redescobrir outras práticas ligadas à Eucaristia, como o jejum, especialmente nesta Quaresma, «não só como prática ascética, mas também como preparação para a Eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo eventual apego desordenado a nós mesmos».

    «Que este período intenso da vida litúrgica nos ajude a afastar tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar o que nutre a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo», concluiu.



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    Cardeal Cañizares: «adorar Deus é o que muda a vida dos cristãos»

    mar 11, 2009 Autor: Bíblia Católica | Postado em: Santa Sé

    A Congregação para o Culto Divino refletirá sobre a importância da adoração eucarística

    CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 10 de março de 2009 (ZENIT.org).- Nesta época de secularização, é conveniente, seguindo o exemplo do próprio Papa Bento XVI, recuperar a prática da adoração eucarística. Assim deu a entender hoje o prefeito da Congregação para o Culto Divino, cardeal Antonio Cañizares, a propósito da plenária que seu dicastério realiza esta semana.

    Em declarações à Rádio Vaticano, o purpurado explicou que a adoração eucarística será o tema central da reunião plenária, que acontecerá na Santa Sé até a próxima sexta-feira.

    «A liturgia é antes de tudo adoração – explicou. A Igreja é obra de Deus, é ação de Deus, é reconhecimento do que Deus faz em favor dos homens. E a adoração que a liturgia expressa, sobretudo a Eucaristia, é o reconhecimento de Deus, de que tudo vem d’Ele, de que tudo o que nos pertence deve chegar a Ele.»

    Precisamente no atual contexto de secularização, em que «se tende a esquecer Deus, a considerá-lo pouco importante para a vida», acrescentou o cardeal Cañizares, é oportuno «reafirmar que Deus é o primeiro».

    «Isso é o que mudará a vida dos cristãos e da Igreja», acrescentou. Quando a Igreja «esquece que Deus é o centro de tudo, converte-se em uma instituição meramente humana».

    Uma prática secular

    Ainda que a devoção eucarística tenha sido de grande importância desde os primeiros séculos do cristianismo, a adoração fora da Missa começa a ser configurada desde o século XI, e sobretudo após a afirmação da presença real de Cristo pelos concílios romanos de 1059 e de 1079.

    A adoração eucarística recebeu um forte impulso entre os séculos XIII e XIV, com o estabelecimento da festa de Corpus Christi em todo o mundo cristão, uma devoção que em oito séculos aumentou enormemente, especialmente após o Concílio de Trento, na Espanha, na Itália e nos países latino-americanos.

    Ao longo da história, surgiram muitas associações dedicadas à veneração do Santíssimo Sacramento. A mais estendida atualmente é a Adoração Noturna, que em sua forma atual procede da associação fundada por Hermann Cohen em Paris, em 1848.


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