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Gianna Jessen: Nascida durante aborto por envenenamento salino

Gianna Jessen não desistiu. Desistir não é uma opção para ela. Gianna tem o que ela se refere como o “dom” de Paralisia Cerebral.
Ela pesava meros 0,906 gramas ao nascimento e os médicos disseram que ela nunca seria capaz de manter a cabeça erguida, sentar, engatinhar ou andar. Ela começou a andar aos três anos de idade com a ajuda de aparelhos na perna e um andador.

Gianna não acredita que a sua paralisia cerebral tirou sua vida, mas, pelo contrário, enriqueceu-a. . . ela anda com um ligeiro coxear e hoje corre maratonas. Em 30 de abril de 2005, ela completou sua primeira maratona de 42,15 kilômetros depois de correr um pouco mais de sete horas! Em 23 abril de 2006 ela completou a Maratona de Londres também. Ela está agora determinado a correr maratonas em todo o lugar, porque a sentença era que ela nunca andaria!

Gianna compreende a situação dos órfãos, sendo uma deles. Ela foi colocada no sistema de adoção no início de sua vida, acabando sendo adotada por uma uma mulher chamada Penny. Penny foi uma mãe de 56 filhos adotivos em sua vida. Gianna foi adotada mais tarde pela filha de Penny. Segundo Gianna, Penny salvou sua vida.

Gianna é cristã. Sua vida foi dada a ela pela graça de Deus. Ela não deveria estar andando, e o mais miraculoso, ela não deveria nem estar viva. A mãe biológica de Gianna tinha 17 anos quando realizou um aborto por solução salina no seu terceiro trimestre. Depois de ser queimada viva por cerca de 18 horas em meio à solução salina, Gianna foi entregue viva em uma clínica de aborto em Los Angeles. Consta em seus registros médicos “…Nascida durante aborto por solução salina” … isso é o que lhe causou paralisia cerebral.

Gianna faz viagens e suas experiências levaram-na por todo o mundo. Sua vida tem sido mostrada por muitos meios de notícia, incluindo, mais recentemente, BBC news, Sky News e The Good Morning Show, na Inglaterra, atingindo muitas pessoas com uma mensagem de esperança e convicção. Em novembro de 2005, Gianna falou em várias faculdades de todo Brasil e em dezembro do mesmo ano, falou em uma reunião realizada na Câmara dos Comuns, em Londres. Ela voltou para a Inglaterra neste ano, para falar em várias paróquias e colégios públicos. Gianna realiza palestras em: igrejas – cruzadas de jovens da igreja e recuos do ministério de mulheres, várias corporações como palestrante motivacional, organizações de juventude secular e cristã e escolas, bem como várias vezes perante o Congresso e mais recentemente com seu depoimento lido ante a Suprema Corte em v. Carhart Gonzales

Silêncio na mídia dos EUA ante venda de órgãos de abortados, barulho nas redes sociais contra a bárbarie

WASHINGTON DC, 16 Jul. 15 / 04:34 pm (ACI).- Diversos meios de comunicação tentaram minimizar o recente escândalo do tráfico de órgãos de bebês abortados pela Planned Parenthood, a maior multinacional pró aborto cuja sede se encontra nos Estados Unidos. O silêncio da mídia vem sendo criticado nas redes sociais e uma petição pública ao Departamento de Justiça foi lançada no intuito de investigar a barbárie e colocar um freio nesta situação.

O Centro para o Progresso Médico (CMP, por suas siglas em inglês) difundiu uma entrevista realizada através de uma câmera escondida à doutora Deborah Nucatola, diretora executiva de Serviços Médicos da Planned Parenthood Federation of America. Neste vídeo, Nucatola, acredita estar conversando com dois possíveis clientes, revelou que a organização abortista vende órgãos de bebês abortados em suas clinicas.

Entretanto, meios de comunicação dos Estados Unidos como o jornal ‘The New York Times’, ‘Newsweek’ e ‘The Associated Press’ (AP), procuraram limpar a imagem da Planned Parenthood através das suas páginas e redes sociais. Isto despertou uma grande indignação, principalmente no Twitter.

No caso do jornal americano ‘The New York Times’, titulou “Vídeo acusa a Planned Parenthood de delito”, a este comentário que Matthew Jones replicou “não é uma acusação, é uma confissão”.

Julian Rodrigues recordou ao Times que “não é somente um ‘crime’. Que maneira de minimizá-lo! É pior do que o aquilo que os Nazistas fizeram. Assassinar crianças, logo vender seus órgãos”.

“Os vídeos não acusam”, repreendeu o usuário MAC, que indicou que a diretora executiva da Planned Parenthood “aparece orgulhosa por vender corações, fígados, pulmões de bebês, os quais ela habilidosamente não esmaga”.

Por sua parte, ‘The Associated Press’ titulou “Grupo contra aborto publicou vídeo no qual mostra uma autoridade da Planned Parenthood conversando sobre disposição de restos fetais”. O usuário Make Sense respondeu com ironia: “Uau, que título que AP colocou na sua notícia do descobrimento (do campo de concentração Nazista) Auschwitz?”.

Anne Wilson Smith criticou a agência americana com acidez: “Bom trabalho em fazer que algo horroroso soe inócuo, rapazes”.

A revista digital Newsweek publicou: “Planned Parenthood dá golpe em vídeo no qual assegura que vende partes de corpos de bebês abortados”. A usuária Blondie replicou: “ninguém está ‘assegurando’ nada, ela (a funcionária da Planned Parenthood) disse abertamente que vendem partes do corpo”.

Chris Tsotsoros lamentou que Newsweek já não esteja “sequer tentando” ser objetiva. “Eles (Planned Parenthood) realizam abortos ilegais de nascimentos parciais para conseguir órgãos de bebês. Isto é perverso”.

A plataforma CitizenGO lançou uma campanha exigindo ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos que “freiem a barbaridade” e que investiguem a multinacional abortista Planned Parenthood.

Para assinar, entre em: http://www.citizengo.org/es/26812-planificacion-familiar-trafica-con-organos-bebes-abortados

Meio milhão de peruanos em histórica Marcha pela Vida 2015

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LIMA, 23 Mar. 15 / 06:47 pm (ACI).- Mais de meio milhão de peruanos participaram da histórica Marcha pela Vida 2015, celebrada no domingo, 22, na capital Lima, expressando a defesa da vida desde a concepção até a morte natural, e o absoluto rechaço ao aborto.

No Peru, o direito à vida desde a concepção é protegido pela Constituição, o Código Civil, o Código das Crianças e Adolescentes e a Convenção Americana sobre Direitos humanos.

No dia 25 de março se celebra no país o Dia do Nascituro. Data incorporada por lei ao calendário civil.

Nesta edição da marcha os jovens foram os protagonistas, tanto no papel de voluntários como de participantes, levando alegria e intensidade à Marcha pela Vida.

A numerosa manifestação duplicou a cifra do ano passado, quando 250 mil pessoas partiram para dizer “sim à vida, não ao aborto”.

Durante a primeira etapa do percurso, os participantes na Marcha pela Vida percorreram um quilômetro da Avenida Brasil, uma das principais da capital peruana. A conta no Twitter da agência ACI Prensa (@aciprensa) e a hashtag (etiqueta) #MarchaPorLaVida se converteram em tendência em todo o Peru.

Ao chegar ao final da avenida, as centenas de milhares de participantes seguiram o percurso até a Costa Verde, um espaço aberto à beira do mar da capital peruana. Os mais de 500 mil peruanos congregados na praia limenha recordavam a multidão reunida no Rio do Janeiro durante a Jornada Mundial da Juventude de Rio em 2013, com o Papa Francisco. Um grande número de participantes de igrejas evangélicas e outras denominações cristãs também uniram-se à Marcha pela Vida.

Ao apresentar-se sobre o estrado principal do evento, o Arcebispo de Lima e Primaz do Peru, Cardeal Juan Luis Cipriani, anunciou que os participantes na Marcha pela Vida tinham superado o meio milhão de pessoas.

O Cardeal Cipriani destacou que “esta é a geração forte e o futuro da pátria. Somos um Peru que defende a vida, o matrimônio e a família”.

A religiosa Irmã Cristina, ganhadora do concurso de canto The Voice na Itália, enviou também sua saudação e apoio à Marcha pela Vida, através de um vídeo.

Por sua parte, o Papa Francisco também enviou sua mensagem de ânimo aos participantes no evento, e encorajou-os a “dar testemunho com valor e anunciar sempre o caráter sagrado de todo ser humano”.

Você sabe quantos abortos acontecem na China anualmente?

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PEQUIM, 29 Jan. 15 / 01:59 pm (ACI/EWTN Noticias).- Em uma nota na qual também informam sobre a enorme quantia de dinheiro que utilizam para distribuir anticoncepcionais no país, o governo da China divulgou o número alarmante de abortos que se realizam nesta nação asiática: 13 milhões por ano.

Conforme afirma o jornal oficial da China, se realizam na China 13 milhões de abortos consentidos, dos quais 62 por cento são realizados em mulheres cujas idades estão entre 20 e 29 anos, a maioria delas solteiras.

Os números foram divulgados pelo Centro de Pesquisa de Tecnologia sob a Comissão Nacional de Planejamento Familiar e da Saúde da China.

Além disso, esta mesma comissão indicou que entre os anos 2006 e 2010 se gastou na China a cifra astronômica de 402,5 milhões de dólares para distribuir anticoncepcionais em todo o país.

Sobre os milhões de bebês que morrem na China antes de nascer, Qi Rongyi, médico chefe do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia em um hospital de Tianjin, disse que “o número de abortos poderia ser muito mais alto” já que “estas estatísticas contêm dados de instituições médicas registradas e não incluem os abortos realizados em clínicas não registradas”.

O doutor também explicou que o número de adolescentes menores de 16 anos que abortam aumentou em 30 por cento.

A política do filho único na China

Faz 35 anos entrou em vigor a política do filho único na China, que obriga às famílias a ter apenas um filho ou enfrentar duras sanções. Neste tempo, 400 milhões de crianças morreram por abortos forçados como parte deste programa do governo comunista.

Em um artigo publicado no final de 2014, Steven Mosher, presidente do Population Research Institute (PRI), recordou que as primeiras crianças vítimas da política abortista do filho único na China “teriam hoje 35 anos de idade”. Mosher foi um dos primeiros em denunciar os abusos deste programa a nível mundial.

Em seu artigo, intitulado “Isto é pelas crianças perdidas da China”, Steven Mosher pediu orações “por eles e por suas mães, muitas das quais foram levadas aos centros de saúde do Estado à força ou com ameaças, para fazer os abortos que nunca quiseram e que agora lamentam profundamente”.

Mosher lamentou que “mesmo que a fecundidade das mulheres continue diminuindo perigosamente em dezenas de países em todo mundo, o mito da superpopulação subsiste nas mentes e nas decisões concretas. As políticas públicas que denigrem e socavam a vida humana estão aumentando”.

O líder pró-vida animou a unir-se “a esta gesta histórica para deter esta matança”, e também pediu doações para sustentar a atividade do Population Research Institute.

As doações para o Population Research Institute, que são deduzíveis de impostos nos Estados Unidos, podem ser feitas através do site:http://pop.org/donate/options

Estados Unidos: mais de 200 mil pessoas dizem “não” ao aborto em Marcha pela Vida em Washington D.C.

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WASHINGTON DC, 23 Jan. 15 / 05:35 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ontem a capital Washington DC (Estados Unidos), foi o cenário da Marcha pela Vida2015, uma nova concentração multitudinária de mais de 200.000 pessoas -principalmente jovens de 12 a 18 anos-, que encheram as ruas exclamando em coro: “Somos a geração pró-vida!” rechaçando assim o aborto, despenalizado em 1973 com a sentença Rode vs. Wade.

A marcha, apoiada pelo Papa Francisco em sua conta do Twitter, realiza-se todos os anos no dia 22 de janeiro ou perto desta data, pois foi o dia em que a Corte Suprema dos Estados Unidos tomou a decisão que estendeu a despenalização do aborto ao país inteiro.

Durante o evento, a organizadora da Marcha, Jeanne Monahan-Mancini, animou os participantes a cumprirem a missão de conscientizar o mundo de que o aborto é um ato de violência, tanto para o bebê por nascer, quanto para a mãe que se submete a essa prática.

Junto dos jovens marcharam seminaristas, sacerdotes, religiosos, religiosas ebispos de todo o país.

Como em anos anteriores, a multidão se destacou pelo alto número de estudantes. Também estiveram pressentem aquelas pessoas que viveram na própria carne as consequências do aborto, que através de cartazes que expressavam: “Arrependo-me do meu aborto” e outras, levadas por varões que dizia: “Os homens lamentam a paternidade perdida”.

“Nós viemos representar os não nascidos que não podem expressar-se por si mesmos. Viemos celebrar a vida e a chorar os milhões de bebês mortos pelo aborto”, assinalou Jeanne Monahan. “Viemos dizer ao mundo que o aborto é ruim e que toma vidas inocentes. Isto tem que parar!”

Os manifestantes fizeram uma parada em frente à Corte Suprema para recordar a sentença Rode vs Wade. Vale recordar que a mulher identificada como Jane Roe, no caso que deu início à legalização do aborto nos 50 Estados dos EUA, chama-se Norma McCorvey. Norma veio a arrepender-se anos mais tarde de ter abortado e hoje pede que a sentença seja revogada e o aborto volte a ser ilegal por constituir um delito de assassinato.

Eleições Estados Unidos: Lobby do aborto foi o grande derrotado

WASHINGTON DC, 07 Nov. 14 / 11:47 am (ACI/EWTN Noticias).- O presidente do Population Research Institute (PRI), Steve Mosher, destacou a vitória do Partido Republicano sobre o Partido Democrata nas eleições legislativas dos Estados Unidos desta terça-feira, 4 de novembro, e destacou que o grande derrotado foi o lobby do aborto.

Em um boletim publicado pelo PRI, intitulado “Ganham pró-vidas, perdem Obama e seus legisladores abortistas”, Mosher assinalou que a noite de 4 de novembro foi “memorável para aqueles que valorizam a vida e a liberdade”.

“Os resultados das eleições nos Estados Unidos foram perfeitos: Maioria pró-vida no Senado, grande maioria pró-vida na Câmara dos Representantes e meia dúzia de novos governadores pró-vida”.

Mosher destacou que o resultado eleitoral “confirma que os Estados Unidos continuam caminhando para o respeito à vida”.

“O Senado está agora firmemente nas mãos do partido republicano, que na sua plataforma partidária declara que se opõe ao aborto. Mas, além disso, todos e cada um dos novos senadores republicanos são pró-vida, mais pela própria opção pessoal que pela mera indicação partidária”.

Mosher assinalou que em janeiro de 2015 “os republicanos tomarão o controle do Senado, o que significa que, pela primeira vez em muitos anos, os pró-vida terão mais uma vez o controle de ambas as câmaras do Congresso”.

“Muitos projetos de lei pró-vida aprovados pela Câmara dos Representantes com voto bipartidário terão a oportunidade, nesta legislatura que se inicia, de serem votados e aprovados também no Senado”, disse.

Em declarações ao Grupo ACI, a diretora de Democratas pela Vida, Kristen Day, disse que o Partido Democrata foi derrotado no Senado por causa das suas posturas a favor do aborto.

Day disse ao Grupo ACI que “foi um ciclo eleitoral difícil para os democratas pró-vida, em grande parte devido às posturas em relação ao aborto do nosso próprio partido”.

“Em estados e distritos pró-vida, os Democratas, e particularmente as mulheres pró-vida, têm dificuldades para promover um candidato que esteja associado com um partido que não só apoia o aborto, mas também faz campanha ativamente contra qualquer restrição razoável a um ‘procedimento médico’ que acaba com uma vida”, explicou Day em um comunicado.

A líder dos Democratas pela Vida indicou que 21 milhões de membros do partido se identificam como os pró-vida, e que a postura inflexível deste partido a favor do aborto é muito extrema para a maioria dos seus membros.

Kristen Day lamentou que ser um Democrata pró-vida atualmente seja quase impossível, pois “os estrategistas do partido dizem que se a pessoa quer crescer dentro do partido precisa mudar a sua postura e ser pró-escolha. Há uma tremenda pressão para isso”.

Carol Tobias, presidente do National Right to Life, coincidiu com Day, e assinalou que “tiveram alguns Democratas que disseram ‘sou pró-vida’”, mas que depois “votaram contra medidas pró-vida. Estavam dizendo uma coisa e fazendo outra”.

Tobias assinalou que “há uma tremenda pressão sobre os Democratas. Querem que sigam a linha do seu partido e apoiem o aborto sem limites. E o financiamento do aborto com recursos do contribuinte”.

Steve Mosher destacou que depois da vitória do Partido Republicano “é razoável esperar” que “a Câmara dos Representantes aprove o projeto de lei que proíbe os abortos seletivos por sexo ou raça, conhecido como a Ata de Não Discriminação Pré-Natal, que passará para o Senado e será enviado ao Presidente”.

“A Câmara também poderá proibir quase todos os abortos depois da vigésima semana de gravidez com a Ata de Proteção à Capacidade de Dor do Nascituro que entrará no Senado e será enviada ao Presidente. Mitch McConnell prometeu que esta legislação seja colocada em votação no Senado”.

Além disso, espera-se que a Câmara dos Representantes “proíba o financiamento para os grupos que realizam abortos”.

“A Ata de Não Financiamento de Abortos com o Dinheiro dos Impostos passará ao Senado e será enviada ao Presidente. A Câmara dos Representantes bloqueará o financiamento do Obamacare, passará ao Senado e será enviada ao Presidente junto com um projeto de lei para derrogar o Obamacare”.

Mosher reconheceu que “é obvio, cada uma destas iniciativas legislativas pró-vida serão muito provavelmente vetadas pelo Presidente Obama”. Entretanto, “trabalhando juntos, tanto na Câmara dos Representantes como no Senado, podemos incorporar a linguagem pró-vida em outros projetos que Obama vai querer aprovar”.

“Desta maneira, Obama estará obrigado a assiná-las ou arriscar-se a perder recursos para os programas que valoriza”, concluiu.

Jovem que se livrou do aborto nos EUA agora está prestes a ser padre

LINCOLN, 02 Out. 14 / 01:33 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ryan Allan Kaup é um diácono de 26 anos que está a poucos meses de ser ordenado sacerdote na Diocese de Lincoln (Estados Unidos). O futuro sacerdote revelou que esteve perto de morrer antes de nascer, pois a sua mãe biológica tinha decidido abortá-lo e já estava inclusive com a consulta marcada para fazer o procedimento em uma clínica local.

Entretanto, a jovem estudante que optou pelo aborto porque não poderia manter o seu filho, mudou de opinião, não foi à clínica abortista e marcou uma consulta com um ginecologista a quem contou que daria o seu bebê para a adoção.

Na mesma época, Randy e Sherry Kaup foram ao mesmo médico da jovem por causa de um problema de infertilidade. O médico os colocou em contato com a mãe de Ryan e três dias depois do parto, o bebê foi entregue aos seus pais adotivos.

A família Kaup mora em Lincoln, estado de Nebraska, onde Ryan estudou na escola católica local. Quando estava no ensino médio, reconhece o jovem diácono, estava um pouco perdido, se afastou de seus amigos e começou a trabalhar em um restaurante.

“Fiquei mais tempo sozinho e com meus colegas de trabalho, que nem sempre eram boas companhias”, admite o futuro sacerdote em um relato publicado por John Howarth no blog Seminarian Casual, do Seminário São Carlos Borromeo, da Diocese de Lincoln.

Ainda durante a sua vida escolar, Ryan conheceu um grupo de amigos que lhe recordaram quais eram suas “raízes e continuam me inspirando”. “Ajudaram-me a me converter no homem que sou hoje”, disse.

Na Universidade de Nebraska, onde se graduou em Publicidade e Espanhol, Ryan conheceu o Newman Center, uma pastoral católica em universidades não católicas, e descobriu “a alegria que dá uma vida vivida para Deus”.

“O exemplo dos sacerdotes no campus foi decisivo na minha vocação ao sacerdócio. Eles também me ajudaram a aprofundar minha própria fé”, recordou.

Ryan se deu conta, relata Seminarian Casual, que quanto mais rezava a Deus, mais descobria o seu chamado ao sacerdócio.

Agora, a poucos meses de ser ordenado sacerdote, Ryan refletiu sobre a sua mudança de vida desde que entrou no seminário.

“Estava acostumado a ser uma pessoa emburrada, queria controlar tudo. Meu tempo aqui no seminário me ensinou a enfrentar as coisas com mais calma, e me dar conta de que Deus tem o controle. Não posso controlar tudo e isso é bom”, indica.

John Howarth no Seminarian Casual assinalou que em relação ao caso de Ryan “não posso deixar de pensar na sua mãe biológica, a quem ele nunca conheceu. Ela não sabe o quanto foi importante o ‘sim’ que deu há 26 anos. Se tivesse a oportunidade, diria para ela que esse pequeno menino cresceu para ser um homem que qualquer pai estaria orgulhoso de chamar seu filho”.

“Diria para ela que foi criado em um lar católico por dois pais que definiram o amor para ele e lhe ensinaram com a sua própria maneira o que significa ser desinteressado”, assegurou, e disse também que “diria para ela que ele é uma das almas mais gentis que eu tive o prazer de conhecer”.

“E lhe agradeceria. Agradeceria por nos dar um presente que nunca poderemos ser capazes de pagar, um presente cujo valor só Deus conhece”, concluiu.

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