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Fundação CitizenGo lança campanha para que a ONU freie o genocídio dos cristãos no Iraque

ROMA, 25 Jul. 14 / 09:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Uma campanha de recolhimento de assinaturas foi lançada através da fundação CitizenGo.org para que a comunidade internacional e a ONU intervenham e freiem “este verdadeiro genocídio contra os cristãos do Iraque”, cujo episódio recente foi a expulsão dos cristãos de Mosul por parte dos jihadistas do Estado Islâmico.

“Salvem os cristãos iraquianos”, é o nome da campanha que denuncia as ameaças que os fundamentalistas islâmicos lançaram aos cristãos iraquianos. “Pela primeira vez desde o século XV não há mais população cristã em Mosul. A lei do islamismo radical se impôs e deu a eles a escolha entre a conversão ao Islã, o pagamento de taxas abusivas, o exílio ou a morte”, assinalaram.

Os organizadores recordaram que “em 2003, antes da invasão norte-americana ao Iraque, havia mais de um milhão de cristãos no país – incluindo seiscentos mil em Bagdá e aproximadamente sessenta mil em Mosul”.

Entretanto, onze anos depois da violência e do avanço dos jihadistas do Estado Islâmico, que proclamaram um califado nos territórios ocupados e o imposto ‘sharia’, a diocese de Mosul desapareceu.

“Não temos palavras, porque o que aconteceu é realmente chocante. Os cristãos vivem em Mosul há séculos e essas famílias foram arrancadas de sua cidade, de suas casas, de suas vidas, de repente. Estamos muito preocupados com o futuro dos cristãos neste país”, expressou recentemente o Bispo auxiliar Caldeu de Bagdá, Dom Saad Syroub.

O Papa Francisco também chamou recentemente à paz e à oração pela situação dos “nossos irmãos perseguidos” no Iraque. “Foram mandados embora, devem deixar suas casas sem a possibilidade de levar nada”.

Muitos cristãos tiveram que fugir para Erbil, a capital do Curdistão iraquiano, cujo governador Nawzad Hadi lhes prometeu proteção, mas já são dois milhões os refugiados internacionais segundo a ONU.

Por isso, os organizadores chamam os fiéis a reclamar “à comunidade internacional para agir em defesa dos cristãos no Iraque. A sobrevivência deles depende disso! Sua mensagem chegará ao secretário geral da Liga Árabe e seus responsáveis pelos Direitos Humanos, Paz, Segurança e Política externa. Também chegará ao secretário geral da ONU e seu serviço de imprensa”.

Para unir-se à campanha e assinar a petição, ingresse em:

http://www.citizengo.org/pt-pt/9825-salvem-os-cristaos-iraquianos

Brasil rechaça rotundamente ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação

Não à ideologia de gênero

BRASILIA, 09 Mai. 14 / 08:52 pm (ACI).- Após seguidas votações entre os parlamentares brasileiros e contínuas protestas por parte de ativistas pró-família e cidadãos brasileiros de todos os estados, foram banidos os pontos que introduziam a chamada “ideologia de gênero” no Plano Nacional da Educação (PNE). Por sua parte, o Prof. Hermes Rodrigues Nery, que esteve acompanhando as votações e a mobilização contra as polêmicas cláusulas, descreve em um breve artigo enviado à redação de ACI Digital como foi obtida esta vitória da família no campo da educação brasileira.

“Foi mais uma batalha bem sucedida em defesa da família no Congresso Nacional, em que diversos grupos atuaram no sentido de evitar a inclusão da ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação. Mesmo que muitos aspectos desta terrível ideologia antifamília já esteja disseminada nas escolas, o PT queria era constá-la no PNE, justamente para dar legalidade ao que já vendo sendo feito, de acordo com as diretrizes do Plano Nacional de Direitos Humanos, versão 3. Mesmo assim, as feministas ficaram surpreendidas com a mobilização conservadora, e apesar da pressão que fizeram sobre os deputados da base governista, perderam nesta matéria”, afirma Nery.

Foi a primeira vez que a ideologia de gênero é banida, em nível nacional, em um projeto deste nível no mundo. “O Brasil, mais uma vez, mostra aos ideólogos da cultura da morte, que aqui não está tão fácil como eles imaginaram, enfiar goela abaixo o pacote anárquico do feminismo radical, antivida, antifamília e anticristão”, refere o perito.

“Aceitar a ideologia de gênero seria discriminar também as mulheres, no direito humano delas serem mães, pois tal ideologia – como afirma Francisco Javier Errázuris Ossa – “aprofunda tal discriminação, restringindo a missão da mulher na família e na sociedade e discriminando os filhos, os casais e a família do qual fazem parte”. Com a ideologia de gênero, a família é subestimada, diminuída, desvalorizada e desprotegida. E com isso, fica desamparada a pessoa humana, vulnerável à angústia, a violência e a solidão”.

O Prof. Nery destaca ainda que nos países desenvolvidos, em que o Estado se voltou contra a estrutura natural da família (fazendo apologia da ideologia de gênero), são mais perceptíveis as consequência dos danos sociais e as patologias decorrentes. “O que se vê agora nestes países é que cresce o número daqueles que querem revogar tais legislações, que deram legalidade a “estranhos morais” e abominações que aviltam o ser humano, em muitos aspectos”, frisou.

O Professor Rodrigues Nery, que também é perito em bioética, assinalou que “o Brasil, ao recusar a ideologia de gênero em seu Plano Nacional de Educação, deu mais um passo decisivo na afirmação da cultura da vida, para ser um país realmente desenvolvido, como nação pujante que é, mas como quem – gigante por natureza – quer se afirmar na vanguarda da cultura da vida. Por isso, a vitória pró-família no Congresso Nacional, inédita no mundo, foi altamente relevante”.

ONU acusa a Igreja de “torturar” as mulheres com seu ensinamento sobre o aborto

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GENEBRA, 08 Mai. 14 / 05:15 pm (ACI/EWTN Noticias).- Diversos organismos criticaram a parcialidade do Comitê das Nações Unidas contra a Tortura, depois da acusação feita em uma de suas audiências contra a Igreja Católica de estar violando uma convenção internacional contra a tortura com o seu ensinamento sobre o aborto.

Ashley McGuire, membro da mesa consultiva do Catholic Voices USA, disse em 6 de maio que “é escandaloso que o Comitê das Nações Unidas contra a Tortura desafie os compromissos da Igreja Católica com a santidade da vida em todas suas etapas”.

O Comitê das Nações Unidas sobre a Convenção contra a Tortura realizou uma audiência com uma delegação da Santa Sé em Genebra, nos dias 5 e 6 de maio.

Cada um dos 155 Estados que fazem parte da convenção, incluído os Estados Unidos, estão obrigados a informar ao comitê das Nações Unidas cada quatro anos, para discutir sobre sua implementação.

O comitê pressionou a delegação da Santa Sé sobre casos de abusos sexuais e de aborto. A vice-presidente do comitê, Felice Gaer, disse que penalizar o aborto em todas as circunstâncias pode violar a convenção contra a tortura.

Para Ashley McGuire, a atitude de Gaer nas audiências “enviou um forte sinal de que ela considera que a posição pró-vida é como uma posição pró-tortura”.

“Dado que a maioria das religiões do mundo defendem perspectivas parecidas sobre o aborto, se o comitê adotasse uma posição oficial contrária, seria um ataque direto contra a liberdade religiosa, e colocaria em risco a credibilidade do comitê e sua missão”.

McGuire questionou também a parcialidade do vice-presidente do comitê, Claudio Grossmanm, citando um relatório do Solidarity Center for Law and Justice, com sede em Atlanta (Estados Unidos), no qual se indicou o anterior trabalho de Grossman em apoio de uma conferência que analisou estratégias para avançar nos “direitos reprodutivos das mulheres”, uma frase que geralmente inclui o aborto.

Grossman também deu ajuda em financiamento e supervisão a um importante defensor do reconhecimento legal de muitas relações pessoais diferentes ao matrimônio tradicional.

Para McGuire, “sua parcialidade ao avaliar a Santa Sé, enquanto se ataca os pontos de vista da Igreja Católica é seriamente questionável”.

Para a integrante do Catholic Voices USA, tanto Gaer como Grossman poderiam estar violando as normas do comitê.

“O óbvio conflito que o presidente e a vice-presidente mantêm não só impacta na credibilidade e reputação de todo o comitê, mas poderia criar um conflito de interesse e poderia cair dentro das próprias regras do Comitê das Nações Unidas para a recusa”.

Por sua parte, o chefe da Missão Observadora Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, em Genebra, Dom Silvano Tomasi, indicou ao comitê em 5 de maio que os estados estão obrigados a proteger e perseguir pessoas em suas jurisdições, e são responsáveis pela justiça que diz respeito a “crimes e abusos cometidos por pessoas sob sua jurisdição”.

A delegação enfatizou repetidamente que a Santa Sé assinou a convenção com a compreensão de que aplica ao território da Cidade Estado do Vaticano, não a toda a Igreja Católica.

“Obviamente, algumas pessoas não estão de acordo com este manifesto porque sentem que a autoridade da Santa Sé se estende às instituições e às pessoas de toda a Igreja Católica”, disse Dom Tomasi em 5 de maio à Rádio Vaticano.

“Entretanto, de um ponto de vista jurídico, isto não é exato e há uma diferença importante que deve ser levada em consideração entre uma responsabilidade jurídica e uma responsabilidade moral, espiritual, pastoral”.

Dom Tomasi indicou que alguns dos questionamentos do comitê assumiam que a Santa Sé é “diretamente responsável” por cada sacerdote e empregado da Igreja no mundo, “o que é obvio, não é assim”.

Outros comitês da ONU foram usados para examinar a atuação da Igreja Católica em matéria de abuso de menores, e se converteram em plataformas para atacar os ensinamentos da Igreja.

Um relatório de fevereiro do Comitê das Nações Unidas sobre Direitos das Crianças usou a discussão da convenção sobre os direitos das crianças para assegurar que o Vaticano “sistematicamente” adotou políticas permitindo que sacerdotes abusem e assediem crianças.
O comitê também usou o relatório para condenar o ensinamento católico sobre a homossexualidade, anticoncepção e aborto, e solicitaram que se mude a doutrina católica a respeito.

Em 2 de maio deste ano, o diretor do Escritório de Imprensa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, elogiou os princípios da convenção anti-tortura, ao tempo que advertiu contra a pressão do ONGs com um “forte caráter e orientação ideológica” que estão tentando influenciar tanto no comitê da ONU como na opinião pública.

Íntegra da homilia do Papa Francisco na canonização de São João Paulo II e São João XXIII

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VATICANO, 27 Abr. 14 / 09:00 am (ACI/EWTN Noticias).- Em uma cerimônia sem precedentes na história da Igreja, o Papa Francisco declarou santos a São João Paulo II e São João XXIII durante uma missa concelebrada por mais de mil pastores entre cardeaisbispos e sacerdotes, incluindo o Pontífice Emérito Bento XVI.

Esta é a íntegra da homilia que pronunciou o Papa Francisco:

No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Divina Misericórdia, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.

Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).

Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: ‘pelas suas chagas, fostes curados’ (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).

São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado transpassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.

Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.

Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.

Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que nos falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47). É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.

E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito.

Neste serviço ao Povo de Deus, João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”.

O Papa Francisco canoniza São João Paulo II e São João XXIII

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VATICANO, 27 Abr. 14 / 11:14 am (ACI).- Com a leitura da fórmula própria do rito de canonização, nesta manhã o Papa Francisco declarou como santos São João Paulo II e São João XXIII, em uma cerimônia histórica e sem precedentes na qual estiveram reunidos quatro Pontífices, com a participação do Sumo Pontífice Emérito Bento XVI.

Em uma Praça de São Pedro totalmente lotada desde as primeiras horas da manhã, o Santo Padre presidiu a missa na qual já se rezaram as ladainhas dos santos e na qual o coro e a multidão entoaram os hinos dedicados a ambos.

Logo o Papa Francisco escutou o pedido do Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, quem, de acordo com o rito da canonização, solicitou três vezes que sejam declarados santos João Paulo II e João XXIII.

Depois de escutar a “tertia petitio”, Francisco pronunciou a fórmula da canonização com a qual João Paulo II e João XXIII foram declarados santos neste Domingo da Misericórdia, a mesma ocasião em que em 2005 faleceu o Papa polonês.

Esta é a fórmula que o Papa leu para canonizar São João Paulo II e São João XXIII

“Em honra da Santíssima Trindade,
para exaltação da fé católica
e incremento da vida cristã,
com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo,
dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e a nossa,
após ter longamente refletido,
invocado várias vezes o auxílio divino
e escutado o parecer dos nossos irmãos no episcopado
Declaramos e definimos como santos os beatos
João XXIII
e João Paulo II
e os inscrevemos no Catálogo dos Santos,
e estabelecemos que em toda a Igreja sejam devotamente honrados entre os Santos
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

Crianças da Rússia só poderão ser adotadas por casais de pai e mãe

MADRI, 07 Nov. 13 / 02:26 pm (ACI/EWTN Noticias).- Os casais espanhóis que querem adotar uma criança na Rússia tiveram os seus trâmites paralisados por causa das exigências do novo Código de Família Russo, que quer garantir que as crianças sejam dadas apenas a famílias compostas por um pai e uma mãe. Rússia é um dos principais países de origem das adoções internacionais na Espanha.

Na Espanha há mais adoções de crianças estrangeiras que de nacionais. As adoções de crianças espanholas foram 775 em 2011. Mas as adoções internacionais, que alcançaram um máximo de 5.541 em 2004, caíram para 1169 em 2012. E não foi por falta de solicitações, mas por escassez de crianças que possam ser adotadas.

Dos países com os quais a Espanha tem acordos na matéria, aquele onde mais crianças foram adotadas em 2012 foi a Rússia, de onde chegaram 479 crianças.

Mas, como vários países europeus –entre eles a Espanha– deram o direito a adotar aos casais de homossexuais, Rússia quer controlar nas mãos de quem ficam as crianças russas. Recentemente a Duma aprovou por unanimidade umas modificações ao Código de Família pelas quais as crianças russas poderão ser adotadas apenas por casais formados por um homem e uma mulher.

Os casais homossexuais estrangeiros e os solteiros dos países que reconheceram o mal chamado “matrimônio” gay não poderão ser candidatos.

Isto fez com que os processos de adoção de 500 solicitantes espanhóis tenham ficado paralisados, à espera que se assine um novo convênio bilateral entre a Espanha e Rússia.

Rússia, assinalam alguns analistas, decidiu o que considera bom para as crianças russas, independentemente do que achem os outros países. Mas a rejeição não provém somente da Rússia. Também a China, outro dos principais países de origem das adoções internacionais, já concede as crianças apenas aos casais de homem e mulher com vários anos de matrimônio.

Deste modo, explicam, o reconhecimento da adoção por parte de casais homossexuais em países europeus se converteu em um obstáculo para todos os casais nas adoções internacionais.

Francisco volta a surpreender e responde a carta de um jovem italiano com uma ligação telefônica

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ROMA, 26 Ago. 13 / 03:06 pm (ACI/EWTN Noticias).- Stefano Cabizza tem 19 anos de idade e ainda está maravilhado. Faz uns dias recebeu uma ligação do Papa Francisco, que telefonou para ele como resposta a uma carta que recebeu do jovem.

O Papa Francisco telefonou no dia 22 de agosto por volta das 17h e conseguiu falar depois da segunda tentativa. Ambos conversaram por oito minutos nos que “riram e brincaram”, conforme assegura o jovem.

“Também me pediu que eu reze muito a São Estevão (de quem leva o nome Stefano) e também por ele. Abençoou-me e senti crescer em mim uma grande força”, acrescentou.

Faz poucos dias Stefano se encontrava de peregrinação junto com a suafamília em Roma e foi até o povoado de Castel Gandolfo -a 25 quilômetros da cidade-, para assistir à Missa que o Pontífice celebrou em 15 de agosto pela festa da Assunção da Virgem.

Stefano escreveu uma carta para o Papa e conseguiu que através de um Cardeal –que desconhece o nome-, chegasse até o Pontífice. A resposta veio por telefone.

“Eu quis compartilhar esta experiência maravilhosa simplesmente para mostrar este grande gesto de humildade e proximidade que o Papa Francisco tem conosco os fiéis”, concluiu Stefano.

O jovem estudante de Engenharia Informática, apaixonado por futebol, recordará como um dos melhores momentos de sua vida sua conversa com o Papa.

Esta não é a primeira vez que o Pontífice surpreende os fiéis que demonstram o seu carinho. Recentemente, uma mulher que cumpre prisão no Serviço Penitenciário Portenho (Argentina), conhecida agora apenas como Gaby C., recebeu uma emotiva carta do Santo Padre, agradecendo-lhe por umas hóstias que ela mesma fabricou e mandou da prisão para o vaticano.

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