Mosaico decorativo

1. Senhor, Deus justiceiro, Deus das vinganças, aparecei em vosso esplendor.*

1. Király az Úr, fönségbe öltözött. Fönségbe öltözött az Úr, hatalommal övezte fel magát.

2. Levantai-vos, juiz da terra, castigai os soberbos como eles merecem.

2. Szilárd alapot vetettél, nehogy meginogjon, a földkerekségnek. Trónod szilárdan áll kezdet óta, te, Uram, öröktõl fogva vagy.

3. Até quando, Senhor, triunfarão os ímpios?

3. A folyók hallatják, Uram, a folyók hallatják zúgásukat, a vizek hallatják dübörgõ hangjukat.

4. Até quando se desmandarão em discursos arrogantes, e jactanciosos estarão esses obreiros do mal?

4. Hatalmasabb, mint sok víznek zúgása, hatalmasabb, mint a tenger morajlása, mindennél hatalmasabb az Isten a magasságban.

5. Eles esmagam vosso povo, Senhor, e oprimem vossa herança.

5. Bizonyítékaid valóban igazak, házadat szentség illeti, Uram, minden idõkre.

6. Trucidam a viúva e o estrangeiro, tiram a vida aos órfãos.

6.

7. E dizem: “O Senhor não vê, o Deus de Jacó não presta atenção nisso!”.

7.

8. Tratai de compreender, ó gente estulta. Insensatos, quando cobrareis juízo?

8.

9. Pois não ouvirá quem fez o ouvido? O que formou o olho não verá?

9.

10. Aquele que dá lições aos povos não há de punir, ele que ensina ao homem o saber...

10.

11. O Senhor conhece os pensamentos dos homens, e sabe que são vãos.*

11.

12. Feliz o homem a quem ensinais, Senhor, e instruís em vossa Lei,

12.

13. para lhe dar a paz no dia do infortúnio, enquanto uma cova se abre para o ímpio,

13.

14. porque o Senhor não rejeitará o seu povo, e não há de abandonar a sua herança.

14.

15. Mas o julgamento com justiça se fará, e o seguirão os retos de coração.

15.

16. Quem se erguerá por mim contra os malfeitores? Quem será meu defensor contra os artesãos do mal?

16.

17. Se o Senhor não me socorresse, em breve a minha alma habitaria a região do silêncio.

17.

18. Quando penso: “Vacilam-me os pés”, sustenta-me, Senhor, a vossa graça.

18.

19. Quando em meu coração se multiplicam as angústias, vossas consolações alegram a minha alma.

19.

20. Acaso poderá aliar-se a vós um tribunal iníquo, que pratica vexames sob a aparência de lei?*

20.

21. Atentam contra a alma do justo, e condenam o sangue inocente.

21.

22. Mas o Senhor certamente será o meu refúgio, e meu Deus o rochedo em que me abrigo.

22.

23. Ele fará recair sobre eles suas próprias maldades, ele os fará perecer por sua própria malícia. O Senhor, nosso Deus, os destruirá.

23.


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