Mosaico decorativo

1. wV khroV apo puroV thketai kai katakausei pur touV upenantiouV kai faneron estai to onoma kuriou en toiV upenantioiV apo proswpou sou eqnh taracqhsontai

1. Oh! Se rasgásseis os céus, se descêsseis para fazer desabar diante de vós as montanhas,

2. otan poihV ta endoxa tromoV lhmyetai apo sou orh

2. como o fogo faz fundir a cera, como a chama faz evaporar a água, assim faríeis conhecer a vossos adversários quem sois, e as nações tremeriam diante de vós,*

3. apo tou aiwnoV ouk hkousamen oude oi ofqalmoi hmwn eidon qeon plhn sou kai ta erga sou a poihseiV toiV upomenousin eleon

3. vendo-vos executar prodígios inesperados dos quais nunca se tinha ouvido falar. Ah! Se descêsseis, e as montanhas fossem sacudidas diante de vós!

4. sunanthsetai gar toiV poiousin to dikaion kai twn odwn sou mnhsqhsontai idou su wrgisqhV kai hmeiV hmartomen dia touto eplanhqhmen

4. Nenhum ouvido ouviu, olho algum viu outro deus salvar assim aqueles que contam com ele.*

5. kai egenhqhmen wV akaqartoi panteV hmeiV wV rakoV apokaqhmenhV pasa h dikaiosunh hmwn kai exerruhmen wV fulla dia taV anomiaV hmwn outwV anemoV oisei hmaV

5. Vós vindes à frente daqueles que procedem bem, e se recordam de vossas vias. Eis que vos irritastes, e nós éramos culpados; isso perdura há muito tempo: como seríamos salvos?

6. kai ouk estin o epikaloumenoV to onoma sou kai o mnhsqeiV antilabesqai sou oti apestreyaV to proswpon sou af' hmwn kai paredwkaV hmaV dia taV amartiaV hmwn

6. Todos nós nos tornamos como homens impuros, nossas boas ações são como roupa manchada; como folhas todos nós murchamos, levados por nossos pecados como folhas pelo vento.

7. kai nun kurie pathr hmwn su hmeiV de phloV ergon twn ceirwn sou panteV

7. Não há ninguém para invocar vosso nome, para recuperar-se e a vós se afeiçoar, porque nos escondeis a vossa face, e nos deixais ir a nossos pecados.

8. mh orgizou hmin sfodra kai mh en kairw mnhsqhV amartiwn hmwn kai nun epibleyon oti laoV sou panteV hmeiV

8. E, no entanto, Senhor, vós sois nosso pai; nós somos a argila da qual sois o oleiro: todos nós fomos modelados por vossas mãos.

9. poliV tou agiou sou egenhqh erhmoV siwn wV erhmoV egenhqh ierousalhm eiV kataran

9. Oh! Senhor, não vos irriteis excessivamente! Não guardeis a lembrança da culpa indefinidamente. Olhai, pois! Somos vosso povo:

10. o oikoV to agion hmwn kai h doxa hn huloghsan oi patereV hmwn egenhqh purikaustoV kai panta ta endoxa sunepesen

10. apesar disso, vossas cidades santas tornaram-se um deserto, Sião tornou-se um ermo, Jerusalém, uma solidão.*

11. kai epi pasi toutoiV anescou kurie kai esiwphsaV kai etapeinwsaV hmaV sfodra

11. Nosso santo e glorioso templo, onde nossos antepassados celebravam vossos louvores, tornou-se presa das chamas: tudo o que tínhamos de precioso foi saqueado.

12.

12. A esse espetáculo, Senhor, podereis ficar insensível? Guardar silêncio e humilhar-nos mais ainda?



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