1. kai egeneto logoV kuriou proV iwnan ton tou amaqi legwn
2. anasthqi kai poreuqhti eiV nineuh thn polin thn megalhn kai khruxon en auth oti anebh h kraugh thV kakiaV authV proV me
3. kai anesth iwnaV tou fugein eiV qarsiV ek proswpou kuriou kai katebh eiV iopphn kai euren ploion badizon eiV qarsiV kai edwken to naulon autou kai enebh eiV auto tou pleusai met' autwn eiV qarsiV ek proswpou kuriou
4. kai kurioV exhgeiren pneuma eiV thn qalassan kai egeneto kludwn megaV en th qalassh kai to ploion ekinduneuen suntribhnai
5. kai efobhqhsan oi nautikoi kai anebown ekastoV proV ton qeon autwn kai ekbolhn epoihsanto twn skeuwn twn en tw ploiw eiV thn qalassan tou koufisqhnai ap' autwn iwnaV de katebh eiV thn koilhn tou ploiou kai ekaqeuden kai erregcen
6. kai proshlqen proV auton o prwreuV kai eipen autw ti su regceiV anasta kai epikalou ton qeon sou opwV diaswsh o qeoV hmaV kai mh apolwmeqa
7. kai eipen ekastoV proV ton plhsion autou deute balwmen klhrouV kai epignwmen tinoV eneken h kakia auth estin en hmin kai ebalon klhrouV kai epesen o klhroV epi iwnan
8. kai eipon proV auton apaggeilon hmin tinoV eneken h kakia auth estin en hmin tiV sou h ergasia estin kai poqen erch kai ek poiaV cwraV kai ek poiou laou ei su
9. kai eipen proV autouV douloV kuriou egw eimi kai ton kurion qeon tou ouranou egw sebomai oV epoihsen thn qalassan kai thn xhran
10. kai efobhqhsan oi andreV fobon megan kai eipan proV auton ti touto epoihsaV dioti egnwsan oi andreV oti ek proswpou kuriou hn feugwn oti aphggeilen autoiV
11. kai eipan proV auton ti soi poihswmen kai kopasei h qalassa af' hmwn oti h qalassa eporeueto kai exhgeiren mallon kludwna
12. kai eipen iwnaV proV autouV arate me kai embalete me eiV thn qalassan kai kopasei h qalassa af' umwn dioti egnwka egw oti di' eme o kludwn o megaV outoV ef' umaV estin
13. kai parebiazonto oi andreV tou epistreyai proV thn ghn kai ouk hdunanto oti h qalassa eporeueto kai exhgeireto mallon ep' autouV
14. kai anebohsan proV kurion kai eipan mhdamwV kurie mh apolwmeqa eneken thV yuchV tou anqrwpou toutou kai mh dwV ef' hmaV aima dikaion oti su kurie on tropon eboulou pepoihkaV
15. kai elabon ton iwnan kai exebalon auton eiV thn qalassan kai esth h qalassa ek tou salou authV
16. kai efobhqhsan oi andreV fobw megalw ton kurion kai equsan qusian tw kuriw kai euxanto eucaV
Notas de rodapé:
1:1-2 - Deus chama Jonas para pregar contra a cidade de Nínive, mas ele foge para Társis. Essa recusa de Jonas em cumprir a missão divina reflete a resistência humana ao chamado de Deus, muitas vezes por medo ou preconceito (veja também Romanos 10:14-15 e Mateus 28:19-20).
1:3-5 - Jonas tenta fugir do chamado de Deus em um navio, mas uma grande tempestade é enviada por Deus. A tempestade simboliza a consequência do desobedecimento a Deus, mostrando que nada pode escapar de Sua soberania (veja também Salmo 107:25-29 e Hebreus 12:6).
1:6-10 - Os marinheiros, temendo pela vida, interpelam Jonas e descobrem que ele é responsável pela tempestade. A situação dos marinheiros ilustra o impacto do pecado e da desobediência na vida de outros, além de revelar a misericórdia de Deus mesmo em momentos de crise (veja também Ezequiel 18:20 e 1 Timóteo 2:4).
1:11-15 - Jonas instrui os marinheiros a lançá-lo ao mar para apaziguar a tempestade. A ação de Jonas mostra que, para cessar o juízo divino, a obediência é essencial. Este ato também aponta para a necessidade de sacrifício para alcançar a paz (veja também Lucas 11:29-32 e Romanos 5:9).
1:16-17 - A tempestade se acalma após o sacrifício de Jonas. Deus providencia um grande peixe para engolir Jonas, simbolizando a graça divina que salva mesmo quando há consequências para a desobediência (veja também Mateus 12:40 e Salmo 69:1-3).
Versículos relacionados com Jonas, 1:
Jonas capítulo 1 narra a fuga do profeta relutante. Por que Jonas tenta escapar do chamado de Deus? Este texto dramático descreve a comissão divina a Jonas para pregar em Nínive e sua tentativa de fugir para Társis. O capítulo relata a tempestade enviada por Deus e o lançamento de Jonas ao mar. Jonas 1 levanta questões sobre obediência, soberania divina e o alcance da misericórdia de Deus. Investigue conosco cinco passagens bíblicas que ampliam a compreensão dos temas de chamado e obediência apresentados neste capítulo intrigante.
Mateus 12:40: "Pois assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre de um grande peixe, assim o Filho do homem ficará três dias e três noites no coração da terra." - Jesus usa a experiência de Jonas como um sinal profético de sua própria morte e ressurreição.
2 Reis 14:25: "Foi ele que restabeleceu as fronteiras de Israel desde Lebo-Hamate até o mar da Arabá, conforme a palavra que o Senhor, Deus de Israel, tinha falado por meio do seu servo Jonas, filho de Amitai, o profeta de Gate-Héfer." - Esta passagem fornece contexto histórico para Jonas, mencionando-o como um profeta reconhecido em Israel.
Salmos 107:23-25: "Outros se fizeram ao mar em navios, para negociarem nas grandes águas, e viram as obras do Senhor, as suas maravilhas nas profundezas. Ele falou e provocou um vendaval que levantou as ondas." - Este salmo descreve uma tempestade no mar, reminiscente da experiência de Jonas no capítulo 1.
Atos 27:18-19: "No dia seguinte, como a tempestade continuava com a mesma força, começaram a jogar a carga no mar. No terceiro dia, eles mesmos, com as próprias mãos, lançaram ao mar os aparelhos do navio." - A experiência de Paulo durante uma tempestade no mar ecoa a de Jonas, ambos enfrentando perigos marítimos.
Romanos 1:16: "Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego." - Este versículo reflete o tema universal da salvação de Deus, contrastando com a relutância inicial de Jonas em pregar aos gentios.
FAQ:
Por que Jonas fugiu para Tarsis?
Jonas fugiu para Tarsis ao receber o chamado de Deus para ir a Nínive, temendo que os ninivitas se arrependessem e fossem perdoados. Ele queria evitar cumprir essa missão. (Jonas 1:1-3)
O que aconteceu durante a tempestade no mar?
Durante a tempestade, os marinheiros lançaram sorte e descobriram que Jonas era o culpado. Ele foi lançado ao mar, e imediatamente a tempestade cessou. (Jonas 1:4-16)
Como Jonas foi salvo do mar?
Deus preparou um grande peixe para engolir Jonas, salvando-o da morte certa no mar. Ele permaneceu no ventre do peixe por três dias e três noites. (Jonas 1:17)
O que o peixe fez com Jonas depois de três dias?
Após três dias, o peixe vomitou Jonas na terra firme, cumprindo o plano de Deus para que ele pregasse em Nínive. (Jonas 2:10)
Qual foi o sinal que Deus deu a Jonas para convencê-lo a pregar em Nínive?
Deus ordenou que Jonas fosse novamente a Nínive, e após sua obediência, a cidade se arrependeu, mostrando que o chamado de Deus tinha um propósito divino. (Jonas 3:1-10)