Mosaico decorativo

1. w poliV aimatwn olh yeudhV adikiaV plhrhV ou yhlafhqhsetai qhra

1. Ai da cidade sanguinária, cheia de fraude e de violência, e que não põe termo à sua rapinagem!

2. fwnh mastigwn kai fwnh seismou trocwn kai ippou diwkontoV kai armatoV anabrassontoV

2. Ruído de chicote! Estrondo de rodas! Cavalos a relinchar, carros a dançar,

3. kai ippewV anabainontoV kai stilboushV romfaiaV kai exastraptontwn oplwn kai plhqouV traumatiwn kai bareiaV ptwsewV kai ouk hn peraV toiV eqnesin authV kai asqenhsousin en toiV swmasin autwn

3. cavaleiros à brida, espadas que reluzem, lanças que cintilam, multidão de feridos, mortos em massa, cadáveres sem-número, nos quais se tropeça...

4. apo plhqouV porneiaV pornh kalh kai epicarhV hgoumenh farmakwn h pwlousa eqnh en th porneia authV kai fulaV en toiV farmakoiV authV

4. Eis aí o fruto das numerosas fornicações da meretriz tão cheia de encanto, hábil feiticeira, que enganava as nações com seus atrativos, e os povos com seus sortilégios.*

5. idou egw epi se legei kurioV o qeoV o pantokratwr kai apokaluyw ta opisw sou epi to proswpon sou kai deixw eqnesin thn aiscunhn sou kai basileiaiV thn atimian sou

5. Eis que venho contra ti – oráculo do Senhor dos exércitos. Vou arregaçar teu vestido até teu rosto, e mostrar tua nudez às nações, aos reinos a tua vergonha.

6. kai epirriyw epi se bdelugmon kata taV akaqarsiaV sou kai qhsomai se eiV paradeigma

6. Vou cobrir-te de imundícies para te aviltar, e irei te expor como espetáculo.

7. kai estai paV o orwn se apophdhsetai apo sou kai erei deilaia nineuh tiV stenaxei authn poqen zhthsw paraklhsin auth

7. Todos os que te virem fugirão para longe de ti, dizendo: “Nínive está arruinada!”. Quem se apiedará de ti? Aonde te irei buscar consoladores?

8. etoimasai merida armosai cordhn etoimasai merida amwn h katoikousa en potamoiV udwr kuklw authV hV h arch qalassa kai udwr ta teich authV

8. Vales porventura mais do que Tebas, que está situada entre os braços do Nilo, cercada de água, tendo o mar por defesa, as águas por muralha?*

9. kai aiqiopia h iscuV authV kai aiguptoV kai ouk estin peraV thV fughV kai libueV egenonto bohqoi authV

9. A Etiópia era a sua força, como também o Egito, de enorme população; Fut e os líbios eram seus aliados.

10. kai auth eiV metoikesian poreusetai aicmalwtoV kai ta nhpia authV edafiousin ep' arcaV paswn twn odwn authV kai epi panta ta endoxa authV balousin klhrouV kai panteV oi megistaneV authV deqhsontai ceiropedaiV

10. Não obstante isso, ela foi levada cativa para o exílio; seus filhos foram esmagados nos cantos das ruas, lançaram-se sortes sobre seus nobres, e todos os seus chefes foram carregados de cadeias.

11. kai su mequsqhsh kai esh uperewramenh kai su zhthseiV seauth stasin ex ecqrwn

11. Também tu, em tua embriaguez, desfalecerás. Também tu procurarás um refúgio contra o inimigo.

12. panta ta ocurwmata sou sukai skopouV ecousai ean saleuqwsin kai pesountai eiV stoma esqontoV

12. Todas as tuas fortalezas são como figueiras, carregadas de figos maduros: se são sacudidas, os figos caem na boca de quem os quiser comer.

13. idou o laoV sou wV gunaikeV en soi toiV ecqroiV sou anoigomenai anoicqhsontai pulai thV ghV sou kai katafagetai pur touV moclouV sou

13. Teus guerreiros estão no meio de ti como mulheres. As portas de tua terra abrem-se por si sós ao inimigo. O fogo devorou teus ferrolhos.

14. udwr periochV epispasai seauth kai katakrathson twn ocurwmatwn sou embhqi eiV phlon kai sumpathqhti en acuroiV katakrathson uper plinqon

14. Abastece-te de água para o cerco; repara tuas fortificações, amassa a argila, pisa o barro, pega na fôrma de tijolos.

15. ekei katafagetai se pur exoleqreusei se romfaia katafagetai se wV akriV kai barunqhsh wV broucoV

15. Aí o fogo te devorará, a espada te exterminará; ela te devorará como o gafanhoto, ainda que fosses numeroso como o gafanhoto, e que te multiplicasses como o grilo.

16. eplhqunaV taV emporiaV sou uper ta astra tou ouranou broucoV wrmhsen kai exepetasqh

16. Teus corretores são mais numerosos que as estrelas do céu; o gafanhoto abre suas asas e voa.*

17. exhlato wV atteleboV o summiktoV sou wV akriV epibebhkuia epi fragmon en hmeraiV pagouV o hlioV aneteilen kai afhlato kai ouk egnw ton topon authV ouai autoiV

17. Teus guardas são numerosos como os gafanhotos, e teus chefes como uma nuvem de insetos que pousam sobre as sebes em um dia de frio; logo que o sol nasce, fogem, sem que se saiba para onde foram.

18. enustaxan oi poimeneV sou basileuV assurioV ekoimisen touV dunastaV sou aphren o laoV sou epi ta orh kai ouk hn o ekdecomenoV

18. Teus pastores dormem, ó rei da Assíria, teus heróis estão inertes. Teu povo está disperso pelas montanhas sem que ninguém o ajunte.*

19. ouk estin iasiV th suntribh sou eflegmanen h plhgh sou panteV oi akouonteV thn aggelian sou krothsousin ceiraV epi se dioti epi tina ouk ephlqen h kakia sou dia pantoV .

19. Não há remédio para a tua ferida, tua chaga é incurável. Todos os que forem informados de tua sorte aplaudirão pelo que te acontece. Sobre quem, com efeito, não tem passado continuamente a tua malícia?



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