Mosaico decorativo

1. Del maestro de coro. «No destruyas.» De David. A media voz.

1. Para o mestre de canto. “Não destruas”. Cântico de Davi, quando Saul mandou cercar-lhe a casa para matá-lo.*

2. ¿De veras, dioses, pronunciáis justicia, juzgáis según derecho a los hijos de Adán?

2. Livrai-me, ó meu Deus, dos meus inimigos, defendei-me dos meus adversários.

3. No. que de corazón cometéis injusticias, con vuestras manos pesáis la violencia en la tierra.

3. Livrai-me dos que praticam o mal, salvai-me dos homens sanguinários.

4. Torcidos están desde el seno los impíos, extraviados desde el vientre los que dicen mentira;

4. Vede: armam ciladas para me tirar a vida, homens poderosos conspiram contra mim.

5. tienen veneno como veneno de serpiente, como el de un áspid sordo que se tapa el oído,

5. Senhor, não há em mim crime nem pecado. Sem que eu tenha culpa, eles acorrem e atacam. Despertai-vos, vinde para mim e vede,

6. que no oye la voz de los encantadores, del mago experto en el encanto.

6. porque vós, Senhor dos exércitos, sois o Deus de Israel. Erguei-vos para castigar esses pagãos, não tenhais misericórdia desses pérfidos.

7. ¡Oh Dios, rompe sus dientes en su boca, quiebra, Yahveh, las muelas de los leoncillos.

7. Eles voltam todas as noites, latindo como cães, e percorrem a cidade toda.

8. ¡Dilúyanse como aguas que se pasan, púdranse como hierba que se pisa.

8. Eis que se jactam à boca cheia, tendo nos lábios só injúrias, e dizem: “Pois quem é que nos ouve?”.

9. como limaco que marcha deshaciéndose, como aborto de mujer que no contempla el sol!

9. Mas vós, Senhor, vós rides deles, zombais de todos os pagãos.

10. ¡Antes que espinas echen, como la zarza, verde o quemada, los arrebate el torbellino!

10. Ó vós que sois a minha força, é para vós que eu me volto. Porque vós, ó Deus, sois a minha defesa.

11. Se alegrará el justo de haber visto la venganza, sus pies bañará en la sangre del impío;

11. Ó meu Deus, vós sois todo bondade para mim. Venha Deus em meu auxílio, faça-me deleitar pela perda de meus inimigos.

12. y se dirá: «Sí, hay un fruto para el justo; sí, hay un Dios que juzga en la tierra.»

12. Destruí-os, ó meu Deus, para que não percam o meu povo; conturbai-os, abatei-os com vosso poder, ó Deus, nosso escudo.

13.

13. Cada palavra de seus lábios é um pecado. Que eles, surpreendidos em sua arrogância, sejam as vítimas de suas próprias calúnias e maldições.

14.

14. Destruí-os em vossa cólera, destruí-os para que não subsistam, para que se saiba que Deus reina em Jacó e até os confins da terra.

15.

15. Todas as noites eles voltam, latindo como cães, rondando pela cidade toda.

16.

16. Vagueiam em busca de alimento; não se fartando, eles se põem a uivar.

17.

17. Eu, porém, cantarei vosso poder, e desde o amanhecer celebrarei vossa bondade, porque vós sois o meu amparo, um refúgio no dia da tribulação.

18.

18. Ó vós, que sois a minha força, a vós, meu Deus, cantarei salmos porque sois minha defesa. Ó meu Deus, vós sois todo bondade para mim.



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