Mosaico decorativo

1. kai eidon ote hnoixen to arnion mian ek twn sfragidwn kai hkousa enoV ek twn tessarwn zwwn legontoV wV fwnhV bronthV ercou kai blepe

1. Depois, vi o Cordeiro abrir o primeiro selo e ouvi um dos quatro Animais clamar com voz de trovão: “Vem!”.*

2. kai eidon kai idou ippoV leukoV kai o kaqhmenoV ep autw ecwn toxon kai edoqh autw stefanoV kai exhlqen nikwn kai ina nikhsh

2. Vi aparecer então um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco; foi-lhe dada uma coroa e ele partiu como vencedor para tornar a vencer.

3. kai ote hnoixen thn deuteran sfragida hkousa tou deuterou zwou legontoV ercou kai blepe

3. Quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo Animal clamar: “Vem!”.

4. kai exhlqen alloV ippoV purroV kai tw kaqhmenw ep autw edoqh autw labein thn eirhnhn apo thV ghV kai ina allhlouV sfaxwsin kai edoqh autw macaira megalh

4. Partiu então outro cavalo, vermelho. A quem o montava foi dado tirar a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.*

5. kai ote hnoixen thn trithn sfragida hkousa tou tritou zwou legontoV ercou kai blepe kai eidon kai idou ippoV melaV kai o kaqhmenoV ep autw ecwn zugon en th ceiri autou

5. Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro Animal clamar: “Vem!”. E vi aparecer um cavalo preto. Seu cavaleiro tinha uma balan­ça na mão.*

6. kai hkousa fwnhn en mesw twn tessarwn zwwn legousan coinix sitou dhnariou kai treiV coinikeV kriqhV dhnariou kai to elaion kai ton oinon mh adikhshV

6. Ouvi então como que uma voz clamar no meio dos quatro Animais: “Uma medida de trigo por um denário, e três medidas de cevada por um denário; mas não danifiques o azeite e o vinho!”.

7. kai ote hnoixen thn sfragida thn tetarthn hkousa fwnhn tou tetartou zwou legousan ercou kai blepe

7. Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto Animal, que clamava: “Vem!”.

8. kai eidon kai idou ippoV clwroV kai o kaqhmenoV epanw autou onoma autw o qanatoV kai o adhV akolouqei met autou kai edoqh autoiV exousia apokteinai epi to tetarton thV ghV en romfaia kai en limw kai en qanatw kai upo twn qhriwn thV ghV

8. E vi aparecer um cavalo esverdeado. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras.*

9. kai ote hnoixen thn pempthn sfragida eidon upokatw tou qusiasthriou taV yucaV twn esfagmenwn dia ton logon tou qeou kai dia thn marturian hn eicon

9. Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho de que eram depositários.

10. kai ekrazon fwnh megalh legonteV ewV pote o despothV o agioV kai o alhqinoV ou krineiV kai ekdikeiV to aima hmwn apo twn katoikountwn epi thV ghV

10. E clamavam em alta voz, dizendo: “Até quando tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra?”.

11. kai edoqhsan ekastoiV stolai leukai kai erreqh autoiV ina anapauswntai eti cronon mikron ewV ou plhrwsontai kai oi sundouloi autwn kai oi adelfoi autwn oi mellonteV apokteinesqai wV kai autoi

11. Foi então dada a cada um deles uma veste branca, e foi-lhes dito que aguardassem ainda um pouco, até que se completasse o número dos companheiros de serviço e irmãos que estavam com eles para serem mortos.

12. kai eidon ote hnoixen thn sfragida thn ekthn kai idou seismoV megaV egeneto kai o hlioV egeneto melaV wV sakkoV tricinoV kai h selhnh egeneto wV aima

12. Depois vi o Cordeiro abrir o sexto selo; e sobreveio então um grande terremoto. O sol se escureceu como um tecido de crina, a lua tornou-se toda vermelha como sangue*

13. kai oi astereV tou ouranou epesan eiV thn ghn wV sukh ballei touV olunqouV authV upo megalou anemou seiomenh

13. e as estrelas do céu caí­ram na terra, como frutos verdes que caem da figueira agitada por forte ventania.

14. kai ouranoV apecwrisqh wV biblion eilissomenon kai pan oroV kai nhsoV ek twn topwn autwn ekinhqhsan

14. O céu desapareceu como um pedaço de papiro que se enrola e todos os montes e ilhas foram tirados dos seus lugares.

15. kai oi basileiV thV ghV kai oi megistaneV kai oi plousioi kai oi ciliarcoi kai oi dunatoi kai paV douloV kai paV eleuqeroV ekruyan eautouV eiV ta sphlaia kai eiV taV petraV twn orewn

15. Então os reis da terra, os grandes, os chefes, os ricos, os poderosos, todos, tanto escravos como livres, esconderam-se nas cavernas e grutas das montanhas.

16. kai legousin toiV oresin kai taiV petraiV pesete ef hmaV kai kruyate hmaV apo proswpou tou kaqhmenou epi tou qronou kai apo thV orghV tou arniou

16. E diziam às montanhas e aos rochedos: “Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro,

17. oti hlqen h hmera h megalh thV orghV autou kai tiV dunatai staqhnai

17. porque chegou o Grande Dia da sua ira, e quem poderá subsistir?”.



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