Mosaico decorativo

1. Não tenhas ciúme da mulher que repousa no teu seio, para que ela não empregue contra ti a malícia que lhe houveres ensinado.

1. Não sejas cioso da mulher que repousa no teu seio, para que não empregue contra ti a malícia que lhe ensinaste. (ver nota)

2. Não entregues tua alma ao domínio de tua mulher, para que ela não usurpe tua autoridade e fiques humilhado.

2. Não dês à mulher poder sobre a tua alma. para que não usurpe a tua autoridade, e fiques envergonhado.

3. Não lances os olhos para uma mulher leviana, para que não caias em suas ciladas.

3. Não olhes para a mulher volúvel, para não caíres nos seus laços.

4. Não frequentes assiduamente uma dançarina, e não lhe dês atenção, para que não pereças por causa de seus encantos.*

4. Não andes muito com uma bailarina, nem a ouças, para não pereceres à força dos seus atractivos.

5. Não detenhas o olhar sobre uma jovem, para que a sua beleza não venha a causar tua ruína.

5. Não detenhas os teus olhos sobre uma donzela. para que a sua beleza não te seja ocasião de queda.

6. Nunca te entregues às prostitutas, para que não te percas com os teus haveres.

6. Nunca entregues a tua alma às prostitutas, para que te não percas a ti e aos teus bens. Não deixes errar os olhos pelas ruas da cidade, nem andes vagueando pelas suas praças.

7. Não lances os olhos daqui e dali pelas ruas da cidade, não vagueies pelos caminhos.

7.

8. Desvia os olhos da mulher elegante, não fites com insistência uma beleza desconhecida.

8. Afasta os teus olhos da mulher enfeitada, e não olhes com insistência para a formosura alheia.

9. Muitos pereceram por causa da beleza feminina, e por causa dela inflama-se o fogo do desejo.

9. Por causa da formosura da mulher pereceram muitos, e por ela se acende a concupiscência como fogo.

10. Toda mulher que se entrega à devassidão é como o esterco que se pisa na estrada.

10. Toda a mulher devassa será pisada como esterco no caminho.

11. Muitos, por haver admirado uma beleza desconhecida, foram condenados, pois a conversa dela queima como fogo.

11. Muitos, por terem admirado a formosura da mulher alheia, se tornaram réprobos, porque a sua conversação queima como fogo.

12. Nunca te sentes ao lado de uma estrangeira, não te ponhas à mesa com ela;

12. Não te assentes jamais com a mulher alheia, nem te recostes com ela à mesa:

13. não a provoques a beber vinho, para não acontecer que teu coração por ela se apaixone, e que pelo preço de teu sangue caias na perdição.*

13. não a incites a beber vinho (contigo) para que não suceda que o teu coração se converta para ela e que a tua paixão te faça cair na perdição.

14. Não abandones um velho amigo, pois o novo não o valerá.

14. Não deixes o amigo antigo, porque o novo não será semelhante a ele.

15. Vinho novo, amigo novo; é quando envelhece que o beberás com gosto.

15. O amigo novo é um vinho novo; quando se fizer velho, (então) o beberás com gosto.

16. Não invejes a glória nem as riquezas do pecador, pois não sabes qual será a sua ruína.

16. Não invejes a glória nem as riquezas do pecador, porque não sabes qual será a sua ruína.

17. Não sintas prazer com a violência dos injustos; sabe que o ímpio desagrada a Deus até na habitação dos mortos.

17. Não te agrade a violência dos injustos, sabendo que até à sepultura não agradará o ímpio (a Deus).

18. Afasta-te do homem que tem o poder de matar, e assim não saberás o que é temer a morte.

18. Conserva-te longe daquele homem que tem poder de mandar matar, e assim não saberás o que é temer a morte.

19. Mas, se dele se aproximares, cuida em não cometer nenhuma falta, para não acontecer que ele tire a tua vida.

19. Mas, se te aproximares dele, vê não cometas algum mal, donde possa resultar tirar-te a vida.

20. Sabe que a morte está próxima, porque andas em meio de armadilhas, e no meio das armas de inimigos encolerizados.*

20. Sabe que comunicas com a morte, porque caminhas no meio de laços, e andas sobre as armas de homens irritados.

21. Tanto quanto possível, desconfia de quem de ti se aproxima, e aconselha-te com os sábios e os prudentes.

21. Segundo as tuas forças acautela-te do teu próximo, e trata com os sábios e prudentes.

22. Que os teus convivas sejam virtuosos. Põe tua glória no temor de Deus.

22. Os teus convivas sejam homens justos; no temor de Deus esteja posta a tua glória;

23. Que o pensamento de Deus ocupe o teu espírito, e os preceitos do Altíssimo sejam a tua conversa.*

23. ocupe o teu espírito o pensamento de Deus, e toda a tua conversação verse sobre os preceitos do Altíssimo.

24. É pela obra de suas mãos que o artista conquista a estima; e um príncipe do povo, pela sabedoria de seus discursos; e os anciãos, pela prudência de suas palavras.

24. Os artistas são louvados pelas obras das suas mãos, o príncipe do povo pela sabedoria dos seus discursos, e os velhos pela prudência das suas palavras.

25. Um grande falador é coisa terrível na cidade; o homem de conversas imprudentes torna-se odioso.

25. É terrível na sua cidade o homem linguareiro. e o precipitado nas suas palavras será aborrecido.


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