Mosaico decorativo

1. kai allofuloi elabon thn kibwton tou qeou kai eishnegkan authn ex abennezer eiV azwton

1. Os filisteus apoderaram-se, pois, da arca de Deus e levaram-na de Eber-Ezer para Azoto.

2. kai elabon allofuloi thn kibwton kuriou kai eishnegkan authn eiV oikon dagwn kai paresthsan authn para dagwn

2. Tomaram a arca de Deus e a introduziram no templo de Dagon, colocando-a junto do ídolo.

3. kai wrqrisan oi azwtioi kai eishlqon eiV oikon dagwn kai eidon kai idou dagwn peptwkwV epi proswpon autou enwpion kibwtou tou qeou kai hgeiran ton dagwn kai katesthsan eiV ton topon autou kai ebarunqh ceir kuriou epi touV azwtiouV kai ebasanisen autouV kai epataxen autouV eiV taV edraV autwn thn azwton kai ta oria authV

3. No dia seguinte, levantando-se pela manhã, os habitantes de Azoto viram Dagon estendido com o rosto por terra diante da arca do Senhor. Levantaram o ídolo e repuseram-no no seu lugar.

4. kai egeneto ote wrqrisan to prwi kai idou dagwn peptwkwV epi proswpon autou enwpion kibwtou diaqhkhV kuriou kai h kefalh dagwn kai amfotera ta icnh ceirwn autou afhrhmena epi ta emprosqia amafeq ekaston kai amfoteroi oi karpoi twn ceirwn autou peptwkoteV epi to proquron plhn h raciV dagwn upeleifqh

4. Na manhã seguinte, ao se levantarem, encontraram de novo Dagon estendido com o rosto por terra diante da arca do Senhor; a cabeça do deus e suas duas mãos estavam desprendidas e jaziam perto do limiar. Dele só restou o tronco.

5. dia touto ouk epibainousin oi iereiV dagwn kai paV o eisporeuomenoV eiV oikon dagwn epi baqmon oikou dagwn en azwtw ewV thV hmeraV tauthV oti uperbainonteV uperbainousin

5. É por isso que os sacerdotes de Dagon e todos os que entram no seu templo em Azoto, evitam ainda hoje pôr o pé no limiar da porta.

6. kai ebarunqh ceir kuriou epi azwton kai ephgagen autoiV kai exezesen autoiV eiV taV nauV kai meson thV cwraV authV anefuhsan mueV kai egeneto sugcusiV qanatou megalh en th polei

6. A mão do Senhor pesava sobre os habitantes de Azoto; ele os devastou e os feriu de hemorroidas, na cidade e no seu território.

7. kai eidon oi andreV azwtou oti outwV kai legousin oti ou kaqhsetai kibwtoV tou qeou israhl meq' hmwn oti sklhra ceir autou ef' hmaV kai epi dagwn qeon hmwn

7. Vendo isso, os habitantes de Azoto exclamaram: “A arca do Deus de Israel não ficará conosco, porque a sua mão pesou sobre nós e sobre Dagon, nosso Deus”.

8. kai apostellousin kai sunagousin touV satrapaV twn allofulwn proV autouV kai legousin ti poihswmen kibwtw qeou israhl kai legousin oi geqqaioi metelqetw kibwtoV tou qeou proV hmaV kai methlqen kibwtoV tou qeou eiV geqqa

8. Mandaram mensageiros que convocassem todos os príncipes dos filisteus e perguntaram-lhes: “Que faremos nós da arca do Deus de Israel?”. Eles responderam: “Transportem-na a Gat”. E a arca do Deus de Israel foi levada para lá.

9. kai egenhqh meta to metelqein authn kai ginetai ceir kuriou en th polei taracoV megaV sfodra kai epataxen touV andraV thV polewV apo mikrou ewV megalou kai epataxen autouV eiV taV edraV autwn kai epoihsan eautoiV oi geqqaioi edraV

9. Logo que o fizeram, a mão do Senhor foi contra a cidade, causando nela um grande terror. Feriu os habitantes desde o menor até o maior, com muitos tumores de hemorroidas.

10. kai exapostellousin thn kibwton tou qeou eiV askalwna kai egenhqh wV eishlqen kibwtoV qeou eiV askalwna kai ebohsan oi askalwnitai legonteV ti apestreyate proV hmaV thn kibwton tou qeou israhl qanatwsai hmaV kai ton laon hmwn

10. Mandaram então a arca de Deus para Acaron. Quando a arca chegou até lá, os acaronitas clamaram, dizendo: “Trouxeram-nos a arca do Deus de Israel, para nos matar como todo o povo!”.

11. kai exapostellousin kai sunagousin touV satrapaV twn allofulwn kai eipon exaposteilate thn kibwton tou qeou israhl kai kaqisatw eiV ton topon authV kai ou mh qanatwsh hmaV kai ton laon hmwn oti egenhqh sugcusiV qanatou en olh th polei bareia sfodra wV eishlqen kibwtoV qeou israhl ekei

11. Convocaram todos os príncipes dos filisteus e disseram-lhes: “Devolvei a arca do Deus de Israel. Que ela volte para o seu lugar e não nos faça perecer com todo o povo”.

12. kai oi zwnteV kai ouk apoqanonteV eplhghsan eiV taV edraV kai anebh h kraugh thV polewV eiV ton ouranon

12. Reinava na cidade um pavor mortal e a mão de Deus fazia-se sentir rudemente. Aqueles que escapavam à morte eram feridos de hemorroidas. Da cidade subia até o céu um clamor angustiado.



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