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Não trates mal o servo que trabalha com fidelidade, nem o mercenário que todo se dá a servir-te. (Eclesiástico 7, 22)
Ama com todas as tuas forças aquele que te criou, e não desampares os seus ministros. (Eclesiástico 7, 32)
Não te metas a uma viagem com homem temerário, para que não suceda que ele faça recair sobre ti os seus males; com efeito, ele anda segundo a sua (caprichosa) vontade, e tu perecerás com ele pela sua loucura. (Eclesiástico 8, 18)
Não tenhas rixas com o homem colérico, e com o temerário não vás a um lugar solitário, porque para ele nada vale o sangue, e, longe de todo o socorro, te esmagará. (Eclesiástico 8, 19)
porque o seu coração afasta-se daquele que o criou, porque o princípio de todo o pecado é a soberba. Aquele que se entrega a ela, será cheio de maldições, e ela por fim será a sua ruína. (Eclesiástico 10, 15)
Por isso é que o Senhor cobriu de opróbrios as assembleias dos maus, e as destruiu para sempre. (Eclesiástico 10, 16)
Não te vanglories jamais das tuas vestes, nem te desvaneças no dia da tua honra, porque só as obras do Altíssimo são admiráveis, gloriosas, misteriosas, invisíveis. (Eclesiástico 11, 4)
Muitos príncipes (homens anteriormente humildes) assentaram-se sobre o trono, e alguém, em quem se não pensava, levou o diadema. (Eclesiástico 11, 5)
Faze bem ao humilde, e não dês ao ímpio; impede que se lhe dê pão, a fim de se não tornar deste modo mais poderoso do que tu, porque acharás dobrado mal por todos os bens que lhe fizeres. O próprio Altíssimo aborrece também os pecadores, e pagará aos ímpios com o castigo. (Eclesiástico 12, 6)
Se lhe fores necessário, ele te enganará, e, sorrindo-se, te dará boas esperanças; falando-te com boas palavras, dir-te-á: De que necessitas tu ? (Eclesiástico 13, 7)
O que amontoa riquezas, defraudando-se do necessário com injustiça, ajunta-as para outros, e outrem se regalará com os seus bens. Para quem será bom aquele que é mau para si? Nem ele goza dos seus bens. (Eclesiástico 14, 4)
Nada há pior do que aquele que é avaro para si mesmo: nisto está o salário da sua malícia. Se faz bem, é só por inadvertência e sem querer; e por último descobre a sua malícia. (Eclesiástico 14, 6)