Mosaico decorativo

Fundar 22474 Resultados para: Re

  • Os gafanhotos eram parecidos a cavalos aparelhados para a batalha; sobre as suas cabeças tinham uma espécie de coroas semelhantes ao ouro, e os seus rostos eram como rostos de homens; (Apocalipse 9, 7)

  • tinham os cabelos como os cabelos das mulheres, e os seus dentes eram como os dentes dos leões; (Apocalipse 9, 8)

  • tinham um tórax como uma couraça de ferro, e o ruído das suas asas era como o ruído de carros de muitos cavalos que correm ao combate. (Apocalipse 9, 9)

  • têm sobre si como rei o anjo do abismo, chamado em hebreu Abadon e em grego Apolion. (ver nota) (Apocalipse 9, 11)

  • a qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: "Solta os quatro anjos que estão atados sobre o grande rio Eufrates." (Apocalipse 9, 14)

  • Então foram desatados os quatro anjos que estavam preparados para a hora, dia, mês e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens. (Apocalipse 9, 15)

  • Eis como vi na visão os cavalos e os que estavam montados neles: (estes) tinham couraças de cor de fogo, de jacinto e de enxofre. As cabeças dos cavalos são como cabeças de leões, e da sua boca sai fogo, fumo e enxofre, (Apocalipse 9, 17)

  • Por estas três pragas, isto é, pelo fogo, pelo fumo e pelo enxofre, que saíam da sua boca, foi morta a terça parte dos homens. (Apocalipse 9, 18)

  • Depois vi um outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem, e com o arco-íris sobre a sua cabeça; o seu rosto era como o sol, e as suas pernas como colunas de fogo. (ver nota) (Apocalipse 10, 1)

  • Tinha na sua mão um livrinho aberto, e pôs o pé direito sobre o mar, o esquerdo sobre a terra, (Apocalipse 10, 2)

  • Quando os sete trovões fizeram ouvir as suas vozes, eu dispunha-me a escrever, mas ouvi uma voz do céu que dizia: "Sela as palavras dos sete trovões, e não as escrevas." (ver nota) (Apocalipse 10, 4)

  • E o anjo, que eu vira de pé sobre o mar e sobre a terra, levantou a sua mão direita ao céu (Apocalipse 10, 5)


"O amor e o temor devem sempre andar juntos. O temor sem amor torna-se covardia; o amor sem temor torna-se presunção." São Padre Pio de Pietrelcina