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Judas, logo que soube desta crueldade cometida contra a gente da sua nação, mandou aos que estavam com ele (que tomassem as armas) e, depois de ter invocado a Deus, justo Juiz, (II Macabeus 12, 5)
Travou-se um rijo combate, com bom sucesso para as tropas de Judas, por auxílio de Deus. Os Árabes, vendo-se vencidos, pediam a Judas que se compusesse com eles, prometendo que Ihe dariam gado e lhe assistiriam em tudo o mais. (II Macabeus 12, 11)
Logo que apareceu a primeira coorte de Judas, ficaram os inimigos passados de medo, porque o poder de Deus, que vê todas as coisas, se lhes manifestava de forma assustadora, e tomaram a fuga desordenadamente, de sorte que mutuamente se feriam e transpassavam com as próprias espadas. (II Macabeus 12, 22)
Mas, tendo os Judeus invocado o Todo-Poderoso, que destrói com o seu poder as forças dos inimigos, tomaram a cidade e abateram, dos que estavam dentro, vinte e cinco mil. (II Macabeus 12, 28)
Isto com toda a justiça, porque, como ele tinha cometido muitas impiedades contra o altar de Deus, cujo fogo e cinza eram coisas santas, na cinza encontrou a morte. (II Macabeus 13, 8)
Depois de ter dado aos seus por santo-e-senha (as palavras) "Vitória de Deus", tomando consigo os mais valentes dentre os jovens, atacou de noite o quartel do rei e matou no seu acampamento quatro mil homens e o mais corpulento dos elefantes, com todos os que levava em cima. (II Macabeus 13, 15)
jurou assim: Se me não entregardes Judas debaixo de prisão, arrasarei este santuário de Deus, derribarei o altar e levantarei aqui um magnífico templo a Baco. (II Macabeus 14, 33)
esse grande malvado perguntou-lhes se havia no céu algum Deus poderoso, que tivesse mandado celebrar o dia de sábado. (II Macabeus 15, 3)
Macabeu esperava sempre, com toda a confiança, que Deus lhe havia de assistir com o seu auxílio. (II Macabeus 15, 7)
Onias, apontando para ele, disse: Este é o amigo de seus irmãos e do povo de Israel, é Jeremias, profeta de Deus, que ora muito pelo povo e por toda a cidade santa. (II Macabeus 15, 14)
Toma esta santa espada como um presente de Deus, com a qual deitarás por terra os teus inimigos. (II Macabeus 15, 16)
considerando Macabeu aquela multidão de gente que vinha sobre eles, aquele aparato de armas tão diversas, o aspecto temível dos elefantes bem colocados, estendeu as mãos para o céu e invocou o Senhor, que faz prodígios, pois sabia que a vitória não depende das armas, mas de Deus que a decide e concede aos que são dignos dela. (II Macabeus 15, 21)