Fundar 7469 Resultados para: Medo Do Senhor
Mifiboset respondeu ao rei: Fique ele muito embora com tudo, uma vez que o rei, meu senhor, voltou em paz a sua casa. (II Samuel 19, 30)
Tenho hoje oitenta anos. Porventura ainda posso discernir entre o bom e o mau? Pode o teu servo perceber sabor no que come e no que bebe? Posso ouvir ainda a voz dos cantores e das cantoras? Por que há-de o teu servo servir de peso ao rei, meu senhor? (II Samuel 19, 35)
Rogo-te que permitas a mim, teu servo, voltar e morrer na minha cidade, e ser sepultado junto do sepulcro de meu pai e de minha mãe. Aqui está Camaam (meu filho e) teu servo; vá ele contigo, ó meu rei e senhor, e faze dele o que for mais do teu agrado. (II Samuel 19, 37)
Davide disse a Abisai: Agora Seba, filho de Bocri, afligir-nos-á muito mais do que Absalão; portanto toma os servos de teu senhor, e vai em seu alcance, não suceda que ele encontre cidades fortes e nos escape. (II Samuel 20, 6)
Eu sou uma cidade pacifica e fiel em Israel; tu queres arruinar uma cidade, que é uma mãe em Israel? Por que te afadigas tu em destruir a herança do Senhor? (II Samuel 20, 19)
Houve também no tempo de Davide uma fome que durou três anos contínuos. Davide consultou o oráculo do Senhor, e o Senhor respondeu-lhe: (Isto aconteceu) por causa de Saul e da sua casa sanguinária, porque matou os Gabaonitas. (II Samuel 21, 1)
Disse, pois, Davide aos Gabaonitas: Que quereis que eu vos faça? Que satisfação vos darei, para que abençoeis a herança do Senhor? (II Samuel 21, 3)
Sejam-nos dados (ao menos) sete de seus filhos para os crucificarmos diante do Senhor em Babaa, (pátria) de Saul, que foi noutro tempo o escolhido do Senhor. O rei disse: Eu os darei. (II Samuel 21, 6)
O rei não entregou a Mifiboset, filho de Jónatas, filho de Saul, por causa do juramento (firmado em nome) do Senhor, que tinha sido feito entre Davide e Jónatas, filho de Saul. (II Samuel 21, 7)
e entregou-os nas mãos dos Gabaonitas, que os crucificaram no monte diante do Senhor. Assim acabaram estes sete homens, mortos todos juntos nos primeiros dias da ceifa, quando se começavam a segar as cevadas. (II Samuel 21, 9)
Davide dirigiu ao Senhor as palavras deste cântico, no dia em que o Senhor o livrou da mão de todos os seus inimigos, e da mão de Saul. (II Samuel 22, 1)
Disse: O Senhor é o meu rochedo, a minha fortaleza, o meu Salvador. (II Samuel 22, 2)