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Então o rei Nabucodonosor ficou estupefacto: levantou-se de repente e disse para os seus conselheiros: Não lançámos nós no meio do fogo três homens atados? Eles, respondendo ao rei, disseram: Assim é, ó rei. (ver nota) (Daniel 3, 91)
Reunidos os sátrapas, os prefeitos, os governadores e os conselheiros do rei, olharam para aqueles homens e viram que o fogo não tinha tido poder algum sobre os seus corpos, que nem um só cabelo da sua cabeça se tinha queimado, que as suas roupas estavam intactas e que nem sequer cheiravam a chamusco. (Daniel 3, 94)
Então Nabucodonosor exclamou: Bem-dito seja o Deus de Sidrac, Misac e Abdenago, que enviou o seu anjo e livrou os seus servos, que creram nele e que resistindo ao mandamento do rei, entregaram os seus corpos para não servirem e não adorarem a nenhum outro deus, além do seu Deus. (Daniel 3, 95)
Por esta causa publiquei um decreto para que viessem à minha presença todos os sábios de Babilônia, a fim de me darem a explicação do meu sonho. (Daniel 4, 3)
Clamou com voz forte: Deitai abaixo esta árvore, cortai-lhe os ramos, fazei-lhe cair as folhas e atirai para longe os seus frutos; fujam os animais, que estão debaixo dela, e as aves que estão sobre os seus ramos. (Daniel 4, 11)
Por sentença dos (anjos) vigilantes assim foi decretado, esta decisão é uma ordem dos santos, para que conheçam os viventes que o Altíssimo tem o domínio sobre a realeza dos homens, que a dá a quem quer e eleva a ela (se quiser) o mais humilde dos homens. (Daniel 4, 14)
Portanto segue, ó rei, o conselho que te dou: resgata os teus pecados com boas obras, as tuas iniquidades pela misericórdia para com os pobres; talvez (assim) se prolongue a tua segurança. (Daniel 4, 24)
começou a falar deste modo: Não é esta aquela grande Babilônia, que edifiquei para residência real, com a força do meu poder, para glória da minha majestade? (Daniel 4, 27)
Estando, pois, já cheio de vinho, mandou que lhe trouxessem os vasos de ouro e de prata, que Nabucodonosor, seu pai, tinha transportado do templo de Jerusalém, para beberem por eles o rei e os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. (Daniel 5, 2)
porque um espírito superior, uma ciência (invulgar) e uma (singular) inteligência, para interpretação de sonhos, declaração de segredos e solução de dificuldades, tudo se achou nele, Daniel, a quem o rei pôs o nome de Baltasar. Agora, pois, chame-se Daniel, e ele interpretará esta escritura. (Daniel 5, 12)
Ainda agora vieram à minha presença os sábios e os magos, para lerem esta escritura e me darem a interpretação dela, mas não puderam decifrar o sentido daquelas palavras. (Daniel 5, 15)
Daniel, respondendo a isto, disse em presença do rei: As tuas dádivas sejam para ti, e dá os teus presentes a outro! Todavia vou-te ler, ó rei, esta escritura, e dar-te a sua significação. (Daniel 5, 17)