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Booz disse-lhe: Quando chegar a hora (de comer), vem aqui, come pão, e molha o teu bocado no vinagre. Ela sentou-se ao lado dos segadores, e (Booz) deu-lhe grão torrado; ela comeu até ficar satisfeita e guardou os sobejos. (Rute 2, 14)
Foi para a eira, e fez tudo o que a sogra lhe tinha mandado. (Rute 3, 6)
Quando Booz, depois de ter comido e bebido, depois de estar mais alegre, se deitou a dormir junto de um monte de feixes, ela foi muito de mansinho, e, tendo-lhe levantado a capa pelos pés, deitou-se ali. (Rute 3, 7)
e foi ter com sua sogra, a qual lhe disse: Que fizeste filha? (Rute) contou-lhe tudo o que o homem tinha feito por ela. (Rute 3, 16)
eu quis informar-te disso e dizer-to diante de todos os que estão aqui sentados, dos anciãos do meu povo. Se o queres possuir pelo direito de parentesco, compra-o e fica com ele, mas, se te desagrada, dize-mo, para que eu saiba o que devo fazer; com efeito, não há outro parente senão tu, que és o primeiro, e eu, que sou o segundo. Ele respondeu: Eu comprarei o campo. (Rute 4, 4)
Booz pois tomou Rute, e casou com ela. Depois de a ter conhecido, o Senhor fez (a Rute) a graça de conceber e dar à luz um filho. (Rute 4, 13)
Teve duas mulheres, uma chamada Ana, e outra chamada Fenena. Fenena teve filhos; Ana, porém, não os tinha. (I Samuel 1, 2)
Este homem, nos dias determinados, subia da sua cidade para adorar e oferecer sacrifícios ao Senhor dos exércitos em Silo. Assistiam ali dois filhos de Heli: Ofni e Finéias sacerdotes do Senhor. (I Samuel 1, 3)
No dia em que Elcana oferecia um sacrifício, dava uma porção dobrada, porções (da vítima) a Fenena, sua mulher, e a todos os seus filhos e filhas. (I Samuel 1, 4)
Elcana assim fazia todos os anos, quando chegava o tempo de irem ao templo do Senhor, e Fenena, do mesmo modo a provocava. Então, Ana chorava, e não comia. (I Samuel 1, 7)
e fez um voto, dizendo: Senhor dos exércitos, se te dignares olhar para a aflição da tua serva, se te lembrares de mim, se não esqueceres a tua serva e lhe deres um filho varão, eu o darei ao Senhor durante todos os dias da sua vida, e não passará navalha sobre a sua cabeça. (ver nota) (I Samuel 1, 11)
Ana, respondendo, disse: Não é assim, meu senhor; eu sou uma mulher muito infeliz, não bebi vinho, nem outra coisa que possa embriagar, mas dilatei a minha alma na presença do Senhor. (I Samuel 1, 15)