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MEM. Por que se queixa (pois) o homem, na sua vida? Queixe-se, sim, dos seus pecados. (Lamentações 3, 39)
SAMEC. Fizeste de nós varreduras e rebotalho, no meio dos povos. (Lamentações 3, 45)
FE. Os meus olhos derramam rios de lágrimas, por causa da ruína da filha do meu povo. (Lamentações 3, 48)
BET. Os ilustres filhos de Sião, tidos por ouro fino, como foram considerados vasos de terra, obras de mãos de oleiro? (Lamentações 4, 2)
CHIMEL. Até as fêmeas dos chacais oferecem os seus peitos, dão leite às suas crias; porém a filha do meu povo tornou-se cruel, como as avestruzes no deserto. (Lamentações 4, 3)
DALET. A língua do menino de peito por causa da sede, ficou pegada ao seu paladar: os pequeninos pediram pão, e não havia quem lho repartisse. (Lamentações 4, 4)
VAU. A iniquidade da filha do meu povo foi maior que o pecado de Sodoma, subvertida num momento, sem que mãos (humanas) se levantassem contra ela. (Lamentações 4, 6)
ZAIN. Os seus príncipes eram mais brilhante que a neve, mais brancos que o leite; mais vermelho que o coral, era o seu corpo; o seu aspecto era duma safira. (Lamentações 4, 7)
HET. (Porém agora) o seu rosto está mais negro que os carvões; já não se reconhecem nas ruas; a sua pele pegou-se aos ossos, seca como lenha. (Lamentações 4, 8)
TET. Foram mais felizes os mortos à espada que os mortos de fome, pois estes definham (lentamente), consumidos pela falta de frutos dos campos. (Lamentações 4, 9)
JOD. Mulheres ternas cozinharam, com as suas mãos, os próprios filhos os quais lhes serviram de mantimento na ruína da filha do meu povo. (Lamentações 4, 10)
LAMED. Nunca acreditaram os reis da terra, nem quaisquer moradores do mundo, que entraria o inimigo, o adversário, pelas portas de Jerusalém. (Lamentações 4, 12)