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Profanou também o rei os lugares altos que havia em Jerusalém, na parte direita do monte (Olivete chamado) da Perdição, os quais Salomão, rei de Israel tinha edificado a Astarte, ídolo dos Sidónios, e a Camos, abominação de Moab, e a Melcom, abominação dos filhos de Amon. (II Reis 23, 13)
Destruiu também Josias todos os santuários dos lugares altos, que havia nas cidade da Samaria, os quais os reis de Israel tinham edificado, com irritação do Senhor, e fez-lhes tudo o que tinha feito em Betel. (II Reis 23, 19)
Não houve rei antes de Josias que lhe fosse semelhante, que se convertesse ao Senhor de todo o coração, de toda a sua alma e com toda a sua força, seguindo em tudo a lei de Moisés; nem depois dele houve outro semelhante. (II Reis 23, 25)
Contudo o Senhor não desistiu do seu extremo furor, com que se tinha acendido a sua indignação contra Judá, por causa dos crimes com que Manassés o tinha irritado (e porque o povo, apesar do zelo de Josias, continuava a ser presa da idolatria e da imoralidade). (II Reis 23, 26)
No seu reinado, o Faraó Necao, rei do Egipto, marchou contra o rei dos Assírios, para a banda do Eufrates. O rei Josias foi-lhe ao encontro, mas foi morto em Magedo, logo que (Necao) o viu. (II Reis 23, 29)
O Faraó Necao prendeu-o em Rebla, que está no país de Emat, para que ele não reinasse em Jerusalém, e impôs ao país a contribuição de cem talentos de prata e dum talento de ouro. (II Reis 23, 33)
O Faraó Necao constituiu rei a Eliacim, filho de Josias, para reinar em lugar de Josias, seu pai, e mudou-lhe o nome em Joaquim. Quanto a Joacaz, conduziu-o ao Egipto onde morreu. (II Reis 23, 34)
Joaquim deu a Faraó a prata e o ouro do imposto que tinha estabelecido por cabeça sobre o país, para se pagar o tributo conforme a ordem de Faraó; exigiu de cada um do povo do país, na proporção dos seus teres, tanto prata como ouro, para dar ao Faraó Necao. (II Reis 23, 35)
Levou para o cativeiro toda a Jerusalém, todos os chefes, todos os valentes do exército, ao todo dez mil, e todos os artistas e ferreiros; não ficou nada, à excepção dos pobres, dentre o povo do país. (II Reis 24, 14)
No ano nono do seu reinado, no décimo dia do décimo mês, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, com todo o seu exército contra Jerusalém, pôs-lhe cerco e construiu muros de aproximação (para o ataque) ao redor dela. (II Reis 25, 1)
O governo do povo, que tinha ficado na terra de Judá, que Nabucodonosor, rei de Babilônia, tinha deixado, entregou-o a Godolias, filho de Aicão , filho de Safan. (II Reis 25, 22)
No ano trigésimo sétimo da transmigração de Joaquim, rei de Judá, no dia vinte e sete do duodécimo mês, Evilmerodac, rei de Babilônia, no ano em que começou a reinar, levantou a cabeça humilhada de Joaquim, rei de Judá, tirando-o do cárcere. (II Reis 25, 27)