Encontrados 88 resultados para: Impuro

  • A pessoa que tocar inadvertidamente alguma coisa impura, quer seja um animal (impuro) selvagem ou domesticado, quer seja algum dos répteis (impuros), é réu e delinquiu. (Levítico 5, 2)

  • para que tenhais a ciência de saber discernir entre o santo e o profano, entre o impuro e o puro, (Levítico 10, 10)

  • O coelho, que rumina, mas não tem a unha fendida, é impuro. (Levítico 11, 5)

  • todo o que tocar os seus corpos mortos, ficará contaminado e será impuro até à tarde; (Levítico 11, 24)

  • Todo o animal que tem unha, mas sem ser fendida, e que não rumina, será impuro; aquele que o tocar, ficará contaminado. (Levítico 11, 26)

  • De todos os animais quadrúpedes, aqueles que andam sobre a planta dos pés serão impuros; aquele que tocar os seus corpos mortos, ficará impuro até à tarde, (Levítico 11, 27)

  • e o que levar estes cadáveres, lavará as suas vestes e ficará impuro até à tarde. Todos estes (animais) são impuros para vós. (Levítico 11, 28)

  • Toldos estes animais são impuros. Aquele que tocar os seus corpos mortos, ficará impuro até à tarde. (Levítico 11, 31)

  • Tudo aquilo sobre que cair alguma coisa dos seus cadáveres, ficará contaminado, quer seja um vaso de pau, ou uma veste ou uma pele, ou um pano da Cilícia: qualquer instrumento que serve para fazer alguma obra, se lavará em água, e será impuro até à tarde, e deste modo será depois purificado. (ver nota) (Levítico 11, 32)

  • Todo o alimento que comerdes, se se derramar água (destes vasos contaminados) sobre ele, será impuro: todo o líquido que se bebe de qualquer vaso (contaminado), será impuro. (Levítico 11, 34)

  • Se alguma coisa destes animais mortos cair sobre um objecto, este ficará impuro; ou sejam fornos ou marmitas, deverão destruir-se; serão impuros. (Levítico 11, 35)

  • As fontes, porém, as cisternas e todos os depósitos de água serão puros. Aquele que tocar o corpo morto destes animais, ficará impuro. (Levítico 11, 36)


“Amar significa dar aos outros – especialmente a quem precisa e a quem sofre – o que de melhor temos em nós mesmos e de nós mesmos; e de dá-lo sorridentes e felizes, renunciando ao nosso egoísmo, à nossa alegria, ao nosso prazer e ao nosso orgulho”. São Padre Pio de Pietrelcina